Arqueologia

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Arqueologia.
Cquote1.png É só dar uma cavadinha. Cquote2.png
Doutor Roberto sobre Arqueologia

Cquote1.png Os humanos não foram feitos para cavar. Eles foram feitos para andarem peladões com tudo balançando pelas savanas deste mundo afora. Cquote2.png
Evans Downdoll, biólogo determinista tarado sobre a prática da Arqueologia

Cquote1.png Nunca imaginei que alguém fizesse tantos buracos, tão tecnicamente, para tirar esse tipo porcaria de lá de dentro. Cquote2.png
Estudante de Engenharia sobre uma escavação arqueológica

Cquote1.png Depois que um desses merdinhas me tiraram de lá de dentro, a fama novamente passou a mão na minha bunda. Cquote2.png
Dercy Gonçalves sobre outra escavação Arqueológica

Um busto do imperador favorito de Roma, Caligula. Considerado um artefato arqueolófico por ser realmente muito velho. Faz sentido, não?

Arqueologia, ou archæologia (do grego Αρχαίος, ninguém se importa, e Λογος, o estudo de) é a ciência que se dedica a estudar coisas quebradas e, geralmente muito velhas, retiradas de dentro de buracos empoeirados localizados em lugares distantes de tudo mais. De fato os arqueologistas afirmam que podemos aprender uma série de coisas novas buscando por coisas velhas; este é o chamado "paradoxo da arqueologia". A maioria dos arqueólogos gosta de se gabar a respeito de suas novas técnicas de "datação por carbono" e coisas do tipo. Muitos deles até podem descobrir qual é a idade de uma determinada cadeia de carbono, difícil mesmo é encontrarem alguém que tope ir para a cama com eles.

Entre os cientistas cavadores de buracos, os arqueólogos são aqueles sobre os quais paira uma certa aura de aventura. Isto se dá principalmente por figuras hollywoodianescas como Indiana Jones, ou videogâmicas como Lara Croft. A verdade é que fora da telinha, na vida real, com os pés no chão, Arqueologia possui uma das metodologias mais entediantes do universo científico.

Tabela de conteúdo

[editar] Origem

Durante muito tempo os menos sábios acreditaram ter a arqueologia surgido como um ramo da História. Após algumas escavações, testes de carbono 14 e muita fofoca de bastidores, especialistas encontraram evidências que apontam para o surgimento da Arqueologia como um ramo de uma antiga corrente metafísico-filosófica chamada "Croposofia". Muito popular na Antiga Grécia Ateniense, a Croposofia tinha como principal preceito desvendar os mistérios do universo remexendo no lixo e nas fezes de outras pessoas, fossem elas vizinhas, parentes, aliadas ou inimigas.

Desvendado este obscuro mistério sobre a origem da Arqueologia antiga, PhDs do MIT (Massachussets Institute Of Tecnology) CCCZPVA (Centro de Ciências e Controle de Zoonoses, Pragas e Verdades Absurdas) descobriram que a origem da Arqueologia moderna se deu com a descoberta da existência de coisas velhas o suficiente para serem estudadas.

Com o surgimento moderno de websites inescrupulosos como o mercado livre, as pessoas puderam vender todo tipo de lixo aleatório encontrado no jardim, no porão, no sótão, ou escavado no quintal. Resultado: uma explosão de "artefatos" (velharias) pode ser vista, analisada e adquirida a preços módicos, através dos computadores pessoais por todo o mundo.

Diante da disponibilidade de tantos "artefatos" para considerações acadêmicas, professores e doutores de todo mundo se reuniram para manifestar sua excitação e sugerir o surgimento de uma ciência que desse conta de tantas velharias. Nascia assim a arqueologia moderna.

Mas o que você pode aprender com arqueologia? Bem, um monte de coisas! Se você examinar um mosquete do século XVI cuidadosamente, atenciosamente, com muita atenção, você vai aprender e entender tudo o que se há para saber sobre Termodinâmica, e também como se assassinavam pessoas naquela época! Fantástico, não?! Ou, se você observar atentamente um vaso do século XIII A.C da Grécia Antiga, você entenderá o que diabos o otário diretor do filme "Koyaanisqatsi" quis dizer com esse documentário musical focando e desfocando coisas quebradas de muito tempo atrás.

[editar] Questões teórico-metodológicas

O intrépido arqueólogo Bruce Chatwin, com a cara suja de terra depois de fazer caca em um sítio arqueológico destruído por ele, na cidade de Lima no Peru. Foto:Alberto Fujimori, 1965.

Em termos de Arqueologia se você tem uma pá e se você sabe cavar, você dispõe de tudo o que precisa para abrir buracos e desenterrar velharias de qualquer lugar. Os arqueologistas mais almofadinhas gostam de fincar estacas com barbantes, fazer medições e por vezes se dão ao luxo de espanar os achados antes de efetivamente retirá-los do solo. Medir não se configura exatamente em nenhum problema sério a não ser que você tenha algum trauma com relação ao tamanho de seus genitais, no entanto, brincadeiras com barbantes e estacas em uma escavação não são aconselháveis já que alguém pode trupicar sofrendo sérios danos a sua pessoa física e, principalmente, ao lixo ancestral a ser escavocado.

[editar] Localizando sítios arqueológicos

Conforme o avanço cataclismico da nossa civilização aumenta, localizar um sítio arqueológico está ficando cada vez mais fácil. Basta esperar até algum empresário endinheirado resolver construir uma rodovia ou shopping center em algum lugar remoto para que os sítios arqueológicos brotem por todos os lados. Alguns sugerem que fotos de satélite poderiam auxiliar na localização de possíveis lugares para escavações, mas a comunidade arqueológica - famosa por ter os pés no chão - vem combatendo esta sugestão absurda que classificam de "piada de mal gosto" de autoria de algum engenheiro que nada entende da verdadeira arqueologia. Outra técnica inventiva descoberta pelos arqueólogos norte-americanos no Iraque (esta sim, tornou-se rapidamente popular) utiliza bombas de grande impacto para destruir e massacrar localizar e desenterrar terroristas artefatos em pleno deserto. Tudo em nome do progresso científico!

[editar] Abrindo buracos, cavando e escavocando

Em termos científicos nada pode ser fácil e simples, você até pode dispor de tudo o que precisa possuindo uma pá, mas certamente alguém mais bem conceituado que você vai invariavelmente dizer que possui uma técnica melhor que a sua em campo e que o que você está fazendo com esta picareta deveria ser considerado crime inafiançável. Se você é um arqueólogo sem muita paciência, e fica entediado só de pensar nessa história de "pincéizinhos" e "pazinhas" uma retroescavadeira pode ser o melhor meio de trazer tudo para cima. Outra técnica de escavocação rápida, geralmente usada em sítios submersos, é a draga de rio, esta eficiente aliada do arqueólogo submarino. Os mais tradicionais, partidários da velha e boa picareta concordam que não há nada como ficar por horas a fio, em baixo de um sol a pino, socando a terra em busca de relíquias. Você pode não acreditar, mas diferente dos presidiários do Texas existem otários estudiosos que fazem isso voluntariamente, por simples amor pela Ciência.

[editar] Personalidades e achados

Para se tornar uma grande personalidade no mundo da arqueologia não basta se achar, é necessário encontrar uma outra coisa, um artefato ou porcaria equivalente. Poucos são os nomes que se tornaram imortais por seus grandes achados, muitos foram aqueles que nasceram, cresceram, se reproduziram e morreram tentando encontrar coisas patéticas como o controle remoto perdido no sofá da sala.

[editar] Arqueólogos internacionalmente conhecidos

Arqueólogo Erik von Daniken em escavação sobre a Fortaleza da Solidão do Superman no Polo Norte, confirmando sua teoria de que os Deuses da antiguidade eram originalmente extra-terrestres. Foto: Louis Lane, 1985.

[editar] Arqueólogos extremamente desconhecidos

[editar] Grandes achados da arqueologia moderna

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