Assassin's Creed Odyssey

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Virtualgame.jpg Assassin's Creed Odyssey é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, Herobrine assusta outro player de Minecraft

Assassin's Creed Origins 2
Assassin's Creed Odyssey cover.jpg

Capa do jogo

Informações
Desenvolvedor Bugsoft Quebec
Publicador Bugsoft
Ano 2018
Gênero Simulador de putaria, parkour em pênis gigantes, simulador de briga de torcida
Plataformas Nintendo Switch
Avaliação 4/10 para fãs de Parkour
Idade para jogar Livre

Cquote1.svg Um filho? Que porra heterossexual é essa? Eu exijo uma retratação da Ubisoft! Cquote2.svg
Jogador viado frustrado ao ver seu personagem fictício tendo uma vida heterossexual e perpetuando a espécie humana no DLC
Cquote1.svg Maláka!! Cquote2.svg
Kassandra/Alexios sobre ter que matar o acampamento inteiro na porrada ao ser flagrada(o) após passar 20 minutos num impecável stealth num acampamento inimigo

Assassin's Creed Odyssey é o segundo jogo da série Assassin's Creed que não é um Assassin's Creed, sequer tem a Hidden Blade, tratando-se de uma espécie de The Witcher 3 com parkour e bastante putaria inclusa (e um tiquinho de Mortal Kombat). Desenvolvido e publicado pela Ubisoft, foi lançado em 2018 apenas 1 ano após Assassin's Creed Origins, criando temores nos fãs de que a Ubisoft começaria de novo a lançar um Assassin's Creed bugado e repetitivo por ano.

Desenvolvimento[editar]

Depois que o Kratos foi para a mitologia nórdica alguns meses antes em 2018, a Ubisoft se viu confortável em levar sua franquia para a mitologia grega entendendo que Kratos já havia exterminado todos os deuses - e até por isso já existem diversos personagens ateus ao longo da história - e podendo focar a aventura no extermínio de monstros menores como Medusa, Cíclope e Minotauro.

Os desenvolvedores puderam ter o orgulho de trazer o maior mapa da franquia Assassin's Creed com 233 km² de área jogável, mapa este que compõe-se em 70% de apenas água para navegar com seu barquinho, 20% de montanhas estéreis, 9% de bosques, florestas e planícies e 1% de cidades, calabouços, acampamentos, fortalezas e locais onde você realmente faz alguma coisa.

Sistema de escolhas[editar]

Odyssey implementou um sistema de escolhas com o único objetivo de foder a lore da série, pois durante todos esses anos de lançamentos anuais a Ubisoft idealizou uma série que não permite qualquer brecha para você meter um esquema desses sem cagar completamente o universo já estabelecido. Mas como o pessoal que avaliou a obra nunca jogou nenhum outro game da série, ele naturalmente foi bem recebido, já que críticos adoram RPG's genéricos, principalmente aqueles com uma caralhada de missões secundárias, inúteis e repetitivas que só servem para desviar o jogador da história principal.

Ao invés de definir dois personagens distintos com histórias distintas, os desenvolvedores decidiram incluir no jogo esse sistema chupinhado de jogos de RPG que foi completamente jogado no lixo quando eles lançaram o livro desse jogo, revelando que embora você possa optar entre dois personagens no jogo, Kassandra é oficialmente a personagem canônica, ao passo que Alexios não passa de uma mera skin da Kassandra.

Isso só mostra que além de entregar jogos entediantes e cheios de bugs, Ubisoft é uma empresa mercenária que também passou a fazer propaganda enganosa, pois embora afirme que o desfecho da história seja definido pelas escolhas do jogador, ela sempre vai lançar um livro trazendo a "história verdadeira" de seus jogos.

No final das contas, a história da série ficou uma bagunça assim que decidiram implementar esse sistema de escolhas irrelevante, sem peso real no enredo e que só serve para ganhar dinheiro em cima de fãs retardados de RPG genérico que ficam animados com a ilusão de que suas escolhas durante o jogo realmente estão tendo alguma relevância para a lore.

Jogabilidade[editar]

O parkour característico da série, está presente.

Assassin's Creed Odyssey mantém a mesma jogabilidade optada em Assassin's Creed Origins só que ainda mais distante do que originalmente a série é, tratando-se de um jogo de RPG quase sem stealth mais.

O sistema de level foi mantido e agora é ainda mais crucial. Se você é um Level 8 e precisa enfrentar um mercenário Level 9, no easy!!, vai precisar acertar uns 50 golpes nele se quiser derrotá-lo, enquanto ele te mata em três ou quatro golpes, mas ao enfrentar esse mesmo inimigo level 9 estando você no level 10, então vai ser o inverso, você mata ele em três ou quatro golpes. Isso também tolheu uma das coisas mais divertidas, que é o denominado "meter o foda-se", porque não é possível (nem no easy) se dar bem quando múltiplos mercenários e generais fazem uma rodinha para surrar o seu personagem. Esse sistema de level serve para determinar o nível de burrice do seu personagem, porque o inimigo pode estar dormindo, se seu level for muito superior, você simplesmente não vai saber como enfiar uma lança na garganta de um cara dormindo, mas apenas arranhá-lo e acordá-lo.

A quantidade de side-missions é ainda mais maciça que nos títulos anteriores da franquia, toda miserável cidadezinha tem dezenas de cidadãos preguiçosos que precisarão que você faça tudo por eles. É garantido ao jogador a possibilidade de lotar o menu de missões com 200 a 300 side-missions, superando até Skyrim no quesito "jogo infinito com toneladas de missões inúteis e iguais de fazer sempre as mesmas coisas".

Como o jogo se passa na Grécia, há várias ilhas e atravessá-las a nado seria uma merda, então o jogador tem à sua disposição um navio chamado Adastreia que convenientemente e facilmente ganha logo no capítulo 1. O sistema de recrutamento é bem "século IV a.C.", ou seja, você precisa meter um murrão num bandido e então contratá-lo para sua tripulação.

Um dos mecanismos inéditos trazidos pelo jogo é a possibilidade do jogador, sem qualquer censura em forma de borrão na tela, poder livremente escalar estátuas gigantes de deuses pelados e poder escalar seus respectivos pênis. Essas estátuas pagãs com suas genitais expostas estão todas lá para o jogador escalar por cima.

Há também a introdução de um novo sistema de decisões que decidem nada, onde o jogador agora pode escolher os diálogos que não causaram modificação nenhuma na história, pois quem morre morreu e quem você salva some como se tivesse morrido.

Outra novidade é o "sistema Shadow of Mordor" de mercenários onde mercenários são criados aleatoriamente e ficam caminhando pelo mapa te caçando e te enchendo muito o saco, sempre aparecendo nas horas mais inconvenientes. Também foi incluído o sistema de 5 estrelas do GTA, onde quanto mais merda você faz, mais estrelas ganha e mais polícia vai atrás de você. E tudo isso sem contar com um mini-God of War que também existe no jogo, já que eventualmente enfrentamos ciclopes, medusa, minotauro, etc.

Enredo[editar]

Cefalônia[editar]

Apesar das feministas comemorarem finalmente uma protagonista mulher, 80% dos jogadores escolheram o Alexios, e os 20% que preferiram a Kassandra, só escolheram ela para vê-la nadar.

O jogador deverá escolher entre jogar com Alexios ou Kassandra, uma opção que não influenciará em nada na história porque a Ubisoft fez isso só para as feministas pararem de encher o saco, deixando para elas a opção de uma mulher porradeira que se comporta igual homem. Alexios e Kassandra são irmãos filhos de grande guerreiro espartano, mas como sabemos, em Esparta havia essa tradição de arremessar bebês do topo de um penhasco. O protagonista, ainda criança, querendo salvar seu irmão de ser jogado do penhasco, cai com ele.

A aventura começa na lha de Cefalônia onde o protagonista foi adotado por um salafrário local chamado Markos. Esse protagonista é conhecido em toda Grécia pelo nome de Misthios, para não precisar pagar os dubladores em dobro para falarem "Kassandra" ou "Alexios". Os único amigos do Misthios são esse Markos e uma pirralha chamada Phoibe, ambos tendo um problema com um bandido conhecido como Ciclope, que tem esse nome por gostar de usar o olho do cu e não aceita zoações quanto à sua preferência sexual, por isso sendo um cara bem agressivo. Após recuperar o cobertor da Penélope e comprar barco, Misthios pode finalmente ir embora de sua terra natal.

Megara e Fócida[editar]

Torcidas do Olympiakos e do Atromitos se enfrentam numa batalha campal.

Fora da ilhota, Misthios descobre que a Grécia está tomada por uma rivalidade futebolística (que hoje sabemos não se estendeu até os dias atuais) entre o tradicional Olympiakos de Pireu (antiga Esparta) caracterizado por suas cores vermelhas e um pequeno time ateniense chamado Atromitos caracterizado por suas cores azuis. Há uns times de bandeiras coadjuvantes, como os amarelos do AEK e os preto e branco do PAOK (na época o Panatinaikos ainda não existia, por isso a ausência de bandeiras verde). Como o personagem do jogador é um agente do caos (afinal "Misthios", do grego μισθοφόρος significa "porra loka" no dialeto brasileirês) ele em nenhum momento vai torcer para um time específico, na verdade vai se filiar à todas torcidas organizadas possíveis só pelo prazer de cair na porrada.

Megara é o pequeno pedaço de terra localizado entre Esparta e Atenas e portanto o local onde um amistoso entre os times rivais estava marcado para ocorrer, então Misthios vai para o local só para incitar a rivalidades dos dois times ainda mais, inclusive, na hora da batalha campal, cair na porrada junto.

Após tudo concluído, o jogador tem a opção de matar o próprio pai Nikholaus e aí cabe da índole do jogador, afinal esse pai é torcedor ferrenho do Olympiakos, tão fanático que é capaz de jogar seus dois filhos do alto de um penhasco. Independente da decisão do jogador, é revelado que ele na verdade é só padrasto e que mãe ainda está viva.

Seguindo para Fócida para pegar o pagamento, Misthios percebe que seu contratante era na verdade um seguidor de um culto estranho de pessoas mascaradas que se reúnem secretamente todas as noites. Esse culto controlava a Oráculo de Delfos, Pítia, forçando-a dar previsões erradas, como o fato de que o Olympiakos seria campeão da Champions League se fossem feitos os sacrifícios corretos, sendo esse grupo de tarados os verdadeiros vilões da história.

Culto do Cosmo[editar]

O Culto do Cosmo é uma seita de pederastas, cafetões, prostitutas, piratas, marginais, invejosos, filhos da puta, salafrários, estupradores e um total de 45 degenerados que desde aquela época antiga já queriam criar sua Nova Ordem Mundial reunindo maçons numa caverna secreta para venerar Hades, praticar orgias, e todos liderados por Deimos (que é o irmão ou irmã do protagonista).

Agora cabe ao jogador exterminar essa escória da Grécia enquanto procura pela mãe. Isso leva o jogador até a Atenas onde encontra uma ex-prostituta chamada Aspásia que como todo personagem de videogame fica parada sem fazer nada só ordenando pea onde ir.

Primeiro visita a Ilha de Ceos para ajudar uma pirata chamada Xenia e descobrir que ela não era o que os jogadores estavam esperando, mas sim uma brutamontes mal educada (embora seja dado ao jogador a opção de transar com ela, garantindo liberdade de fetiches aos SJW) e cabe ao jogador coletar tesouros pra essa pirata folgada. Depois visita Coríntia onde precisa liderar as heteras (nome grego para "putas pagas") lideradas por uma cafetina chamada Anthousa que querem se livrar de um tal de Tratante, sendo ali também que conhece Brásidas (que dependendo do sexo do jogador, cairá na friendzone ou na brozone). Depois ainda visita Argólida para ajudar Hipócrates e encontrar uma velha pedófila chamada Chrysis.

Quanto ao prefeito de Atenas, o pagodeiro Péricles, morre assassinado por Alexios contrariando todos os registros históricos que dizem que ele morreu de Covid-19 durante a grande pandemia.

E no final de tudo isso, finalmente encontramos a tal mãe, que do nada decidiu atuar como líder em Naxos, ilha rival de Paros. Ainda descobre-se que o jogador é filho de Pitágoras que viveu 150 anos antes dos eventos do jogo. Isso tudo porque a série Assassin's Creed orgulhava-se de uma sua precisão histórica.

Retorno a Esparta[editar]

Por fim o jogador retorna para Esparta onde encontra os reis Pausânias e Arquídamo, cidade que revolucionara a política ao eleger dois reis para que todas decisões fossem anunciadas através de duelos de prorada entre os dois. Pausânidas pede que o jogador vá competir nas Olimpíadas no lugar de um fanfarrão chamado Testikles. Enquanto Arquídamo pede algo mais útil, para ajudar na guerra da Beócia. Eventualmente descobre-se que Pausânias é um traidor com base apenas em documentos encontrados no cu de swingueiros mortos (membros do culto). Ao mesmo tempo Deimos (que é assim chamado genericamente por poder ser tanto irmão como irmã) está invadindo Esparta

Após matar centenas de gregos, mergulhar no oceano a altíssimas profundidades, chacinas centenas de soldados altamente treinados, viajado a cavalo para todos os cantos da Grécia, destravado todas melhorias e habilidades, sobrevivido a ataques de ursos, leões, lobos e javalis ferozes... O protagonista termina derrotado por um tronco de árvore que cai em cima dele. Após ser capturado pelos atenienses, como lidar com eles? Organizar primeiro uma peça de stand-up comedy no anfiteatro e depois tendo um debate armado com Sócrates num palanque.

Desfecho[editar]

Após 50 horas navegando de ilha em ilha solucionando as side-quests mais sem necessidade possíveis, o jogador pode ir para o grande final nada inspirado do game onde não encontrará nenhum grande climax além de matar Cleon numa praia da Macedônia e depois matar ou salvar Deimos no penhasco de Esparta, só isso.

Por último ainda dá para descobrir que Aspasia é a líder dos cultistas, e o jogador pode simplesmente beijar na boca a pessoa que causou toda a merda que você por horas lutou contra, ou então matá-la (o famoso "Casa, Mata ou Trepa" criado pelo Felipe Neto).

História perdidas da Grécia[editar]

Fora a história principal o jogo oferece toneladas de sidemissions, uma mais desinteressante que outra, coisas que podem variar entre caçar um javali gigante, caçar um veado chifrudo, caçar um leão gigante, caçar um urso gigante, caçar uma hiena gigante (isso é fauna da Grécia por acaso?), caçar um outro javali gigante, caçar um lobo gigante, caçar um touro gigante, lutar na arena de Creta, lutar na arena de Creta outra vez, pegar um tesouro para a Xenia, pegar outro tesouro para Xenia, pegar outro tesouro para Xenia e tudo isso sem contar as missões de destruir barcos atenienses e espartanos. Fora isso um DLC gratuito trouxe ainda mais sidemission:

  • Salvar uma tribo de feministas chamadas Lalaia de bandidos machistas.
  • Salvar Sócrates de ser preso e conhecer o garoto Aristócles (Platão) que revela que seu mestre é só um falastrão que tem vergonha do que fala e por isso queima todos os seus escritos.
  • Lidar com um portador da águia impostor.
  • Continuamente salvar dois irmãos merdeiros. Lykinos, um poeta fresco e Timotheus um guerreiro esquizofrênico.
  • Ser mandado pra lá e pra cá por uma mulher em Kechries.
  • Levar vinho para um diretor de teatro chamado Téspis e ainda contracenar em sua peça.
  • Ajudar Demócrito a encontrar o Paradoxo de Zenão, Proporção Áurea e o Teorema de Pitágoras, todos enterrados no cu do mundo.
  • Ajudar Barnabás a encontrar sua esposa.
  • Ajudar a fazenda de Polykleitos onde as pessoas tratam o protagonista como deus.
  • Encontrar Anaís, uma amiga de infância, transar com ela e depois descobrir que ela é casada e tem filho, e depois transar com ela novamente e descobrir que ela na verdade era viúva então tá tudo bem.
  • Lidar com o "mommy issues" de Orquimedes que não é aceito pela mãe Praxilla.
  • Ao invés de estar escrevendo um livro de história, você deve ajudar Heródoto a desvendar a natureza da mortes dos seus pais que tem a ver com uma conspiração dos persas para invadir a Grécia de novo.
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