Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Mongol warrior.jpg
Khan Khan Khan Khan!!! Este artigo é da Mongólia!!!

Ele mora em um Yurta, é pobre, vive no meio do nada, escreve com
alfabeto cirílico e nunca quer ser confundido com chineses!!!

Se você traiu Genghis Khan, CAIA FORA DAQUI!!!

Mongolia.jpg


60px-Bouncywikilogo.gif
Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais.

Cquote1.png Já comi... Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Excepcionais
Cquote1.png Não é onde você estava internado?? Cquote2.png
Eu sobre você

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (ie. "APAE") , é uma organização não governamental mongol situada no Brasil.

Missão[editar]

A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) é uma associação que reúne todas as pessoas do mundo para ajudar os excepcionais a refazerem o império mongol.

História[editar]

Gengis Khan, o fundador da APAE

Gengis Khan criou a Associação de Povo e dos Amigos dos Mongóis (APAM) durante a década de 80, auge do império mongol, para ajudar seu povo na conquista da China, convertendo seu império em uma associação beneficente devido aos benefícios fiscais envolvidos.

Os estadounidenses consideraram o nome politicamente incorreto e processaram Gengis Khan por racismo. O processo gerou um rombo fiscal no orçamento do império, que já não estava tão bem das pernas assim depois da construção da muralha da China que, embora construída para evitar a entrada de Chuck Norris na China, impediu que milhões de mongóis chegassem ao trabalho.

Gengis Khan perdeu todo seu dinheiro e foi obrigado a vender a APAM para uma megacorporação estadounidense que trocou o nome da entidade para Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (ie. APAE). Desde então, o povo mongol passou a ser chamado de excepcional, o que alegrou muito a população da Excepcionália, nome pelo qual a Mongólia passou a ser conhecida.

Seguiu-se um movimento de comercialização da APAE marcado por campanhas de Marketing maciças que fizeram com que as ações da APAE subissem muito em valor na bolsa de Nova Iorque. Ao se descobrir que a organização não possuia valor comercial nenhum, uma grande crise econômica se abateu sobre os Estados Unidos. A Bolha da APAE, como ficou conhecido o evento, culminou na depressão norte-americana na década de 1930.

O logotipo da empresa. Na verdade a planta aí é meio suspeita, mas...

Paulo Maluf então ofereceu ajuda aos estadounidenses e comprou a APAE a um preço superfaturado, lucrando milhões no negócio. A APAE então tornou-se brasileira e permance neste país desde então. Paulo Maluf a seguir vendeu a APAE a um grupo de descendentes de mongóis excepcionais brasileiros, lucrando milhões.

Devido à má administração dos mongóis excepcionais no comando da entidade, a mesma passou a aliciar pessoas com síndrome de Down para realização de trabalho escravo na forma de artesanato com macarrão e pintura a dedo, obras que passaram a ser vendidas em bazares "beneficentes", lucrando trocados.

Atualmente a APAE continua sob o comando de excepcionais e emprega não apenas portadores de síndrome de Down, mas também outros deficientes mentais como escravos em busca de seus nefastos objetivos finais, o renascimento do grande império excepcional, a integração da Excepcionália ao conselho de segurança da ONU e a volta de Gengis Khan ao poder.

Ligações externas[editar]

Este artigo ainda não é linnndo.
Ajude a Désciclo editando-o, meu rei. Ou não.