Atentado do Riocentro

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Ditaduramilitarbrasil.jpg ESTE ARTIGO TRATA DE REPRESSÃO E DITADURA

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Ditaduratumulo.jpg


Placa80.svg Este artigo discute coisas intrínsecas aos anos 80's!

Se você teve infância naquela época, certeza que quase morreu engasgado pela Bala Soft.


Um dos dois palermas que não sabia brincar de rojão de festa junina e se fodeu.

Cquote1.svg Você quis dizer: EPIC FAIL Cquote1.svg
Google sobre Atentado do Riocentro
Cquote1.svg Foi sem querer querendo. Cquote2.svg
O sobrevivente da explosão sobre Atentado do Riocentro

O Atentado do Riocentro foi a cagada mais mal feita pela ditadura no Brasil em 30 de abril de 1981 no Rio de Janeiro, durante um concerto musical comemorando o Dia do Trabalho com Elba Ramalho. O atentado ERA pra matar a Elba, já que os militares achavam a voz dela irritante, mas acabou que a bomba explodiu dentro do carrinho de mão que eles usavam para levá-la até o local de detonação, matando um e explodindo a perna do outro babacão. E tudo porque eles eram fumantes... tá vendo só, cigarro é um perigo, em especial para terrorista!

História[editar]

Basicamente o que aconteceu foi: um show que ia rolar no dia 1 de maio (ou melhor, no dia anterior, na noite anterior, sei lá, fica como você quiser entender) com Gonzaguinha, Elba Ramalho e mais um monte de cantor chato da MPB junto com outros viados. Eles na verdade estavam aproveitando para puxar um fuminho e fazer boca de urna para o povão idiota votar em massa no MDB e não na ARENA, ou em qualquer outra forma de votar que eles achavam tolo e continuísta como o voto em branco, voto nulo, voto no macaco Tião, que era na verdade a melhor opção. O show também tinha por objetivo arrecadar dinheiro para comprar armas russas para vitaminar a guerrilha a la Brasil, só que o tesoureiro fugiu com o apurado, deixando a dívida da locação do espaço para o povo carioca pagar, e os guerrilheiros do asfalto chupando dedo.

Uma meia dúzia de três ou quatro milicos ficaram indignados com o fato de terem marcado um evento e não os terem convidado para ouvir a Elba, e alguns, mais precisamente dois, ficaram muito irritadinhos, e a forma que eles acharam de protestar foi explodindo uns geradores e deixando no escuro todo mundo que tava na festinha, mas, esses nem teriam notado, pois, estavam todos paz e amor viajando no baseado enquanto as bagas íam de boca em boca.

Assim, os milicos putos foram num Fiat 147 pro caso de dar merda, mas o carro ficou sem gasosa e eles tiveram que roubar o Puma de um Marechal lá do Rio e foram com ele pro Riocentro pra explodir tudo. Só que eles não tinham a mínima ideia onde estavam os geradores, aliás, estavam em dúvida se eles existiam, e pior, tiveram uma surpresa: na pressa de sair para não perder o início do show, pegaram uma banana de dinamite que estava enferrujada e acabou explodindo no colo de um dos dois palermas, mandando-o pro colo do capeta na hora. O outro manézão só sofreu uns arranhõezinhos.

A história que o sobrevivente contou no dia é que na verdade a explosão tinha sido causada porque o carro não aguentou ouvir a voz da Elba e explodiu todinho, mas como sabemos que carro não tem orelhas (exceto os daquele filme feioso da Disney), claro que ninguém acreditou né, e o caso acabou engavetado como uma boa ideia mal executada.

Que fim levaram[editar]

  • O terrorista malfadado sobrevivente, que era sargento de terceira categoria, foi sendo promovido por antiguidade até o posto de general da banda, da banda mas general, isso é o que importa.
  • O puma não serviu nem para ferro velho, foi atirado no fundo da lagoa Rodrigues de Freitas, e o marechal que era o dono só recebeu o seguro do roubo após o fim da ditadura.
  • A ditadura acabou porque ninguém mais queria ser ditador.
  • O Riocentro continua até hoje sendo subutilizado, ou seja, continua um "elefante branco' para os contribuintes cariocas pagarem.
  • A Elba Ramalho está cada vez cantando pior.
  • A MPB continua uma merda, só é ouvida, e mal, no Brasil.
  • E fora os tiroteios, balas perdidas, assaltos, governadores ladrões (alguns presos), o Rio continua lindo.