Atlético Ladybug Goiabense

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Atlético Clube Goianiense
Escudo do Atlético Goianiense.png
Brasão
Hino "A pipa do vovô não sobe mais!"
Nome Oficial Atlético Clube Ladybug Goianiense
Origem Goiás
Apelidos Museu, Freguês do Vila ou Goiás
Torcedores Burro-Negros, Lagartixas, Ladybugs
Torcidas Supererro.jpg
Fatos Inúteis
Mascote Dragão Lagartixa
Torcedor Ilustre Supererro.jpg
Estádio Demônio Accioly
Capacidade 74,5 pessoas
Sede Campinas
Presidente Dercy Gonçalves
Coisas do Time
Treinador Anhanguera
Pior Jogador Nuvola apps core.png Perneta
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png Maneta
Patrocinador Sacolão do Zé
Time
Material Esportivo Bolla Gato
Liga Campeonato Caipira de Futebol
Divisão MWAHAHAHAHAHA!
Títulos NADA! NADA! NADA! NADA!
Ranking Nacional PQPº
Uniformes Atletico camisa 01.jpg
Atletico camisa 02 f.jpg



Cquote1.png Você quis dizer: Largatixa Cquote2.png
Google sobre Atlético Clube Goianiense
Cquote1.png Você quis dizer: Ladybug Cquote2.png
Google sobre Atlético Clube Goianiense
Cquote1.png Você quis dizer: Museu (porque só vive de história) Cquote2.png
Google sobre Atlético Clube Goianiense
Cquote1.png Puta que pariu! Essa porra vive de passado, mas nem história tem, ao contrario de mim. Cquote2.png
Dercy Gonçalves sobre Atlético-GO
Cquote1.png Esse time non ecziste. Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Atlético-GO
Cquote1.png Finalmente ganhamos uma do Goiás, depois de 10.000 anos. Cquote2.png
Torcida do Atlético sobre final do Goianão
Cquote1.png Pede pra sair! Pede pra sair! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre Atlético-Go na Copa do Brasil
Cquote1.png Ainda bem que o Íbis acabou. Achei que a gente ia perder pra eles no ano que vem. Cquote2.png
Dirigente do Atlético sobre Íbis, o pior time do mundo
Cquote1.png A pipa do vovô não sobe mais! Cquote2.png
Silvio Santos sobre a torcida de velhos do Atlético

Atlético Clube Goianiense é o time de futebol (ou quase isso) mais antigo de Goiás e mesmo assim isso serviu de nada. Fundado em 1937, o clube só conseguiu uma dúzia de campeonatos goianos durante toda a sua história.

O time do Atlético é composto por jogadores especialistas em fugir da concentração antes de clássicos importantes (Atlético x Asilo Nossa Senhora de Lourdes). Tais jogadores são adeptos à solidariedade, permitindo que um jogador adversário drible todo o time atleticano e faça o gol.

O time é daqueles que comemora título estadual como se fosse a coisa mais importante do universo, sendo que só ganha estes títulos quando Goiás e Vila Nova estão em má fase (o que convenhamos, é até frequente).

História[editar]

Fundação[editar]

Um dos primeiros times a serem criados em Goiás, completamente sem criatividade, do nome, uniforme, escudo, mascote e qualquer outra coisa. Já era fadado a perder sem nem mesmo existir o Goiás e Vila Nova.

O distintivo do clube é o mesmo do São Paulo, diferenciando-se pelas inscrições do distintivo ACG que significam "Adeus Campeonato Goiano". O uniforme é a mesma coisa brega do Flamengo, diferenciando-=se apenas pelo escudo e as trocentas patrocinadores estampados ali. O nome é o mesmo do Atlético original, e o mascote é o mesmo do América de Natal.

Estreia e primeiros anos[editar]

Orgulha-se de ser o primeiro campeão goiano, como se isso fosse lá grandes coisas, ainda mais porque golearam o chupetinha amador do Vila Nova por 11x1. Mas o fato é que o título estadual sempre foi o máximo que eles podem alcançar, então desde cedo já passaram a se contentar com pouco.

Ao longo das décadas de 60, 70 e 80 foi um time extremamente secundário, como sempre, ganhando torneios estaduais esparsadamente mas só porque em Goiás não existem times grandes.

Decadência e sumiço[editar]

Uma torcedora ao ver isso...

Após o título goiano de 1988, nunca mais alguém ouviu falar de Atlético Goianiense, com a chegada do sistema capitalista no Brasil, o Atlético não conseguiu se adaptar à modernização do futebol e simplesmente sumiu até cair para a quarta divisão do estadual goiano, vender todos seus uniformes para serem usados de pano de chão nas diversas casas do bairro de Campinas, vendeu o estádio para a criação de um pasto de bois, vendeu todas chuteiras, e assim abriu falência.

Anos 2000[editar]

No começo do século XX o Atlético Goianiense já nem existia mais. Completamente falido, sem estádio, e chafurdando nas últimas divisões do estadual goianiense, qualquer pessoa que se considerava sã e normal não conhecia mais o que era ou o que foi esse tal de Atlético Goianiense, sendo a equipe menos campeã que já também então falido Goiânia EC.

Ressurgimento[editar]

No ano de 2005 o time ressurgiu do nada, aproveitando-se muito de que em Goiás quase nem existem times de futebol, e subiu da série B estadual para a primeira divisão.

Já em seu ano de reestreia, em 2006, o time chegou à final do Goianão, sendo vice-campeão, o que é muito para eles o que foi muito comemorado, pois pelo menos valeu vaga para a última divisão do Brasileirão.

Brasileiro Série C de 2008[editar]

Destacou-se e reintegrou-se ao cenário nacional futebolístico a partir de 2008, quando sagrou-se campeão da Série C do Brasileiro com 30 rodadas de antecedência graças a um efeito residual da passagem do cometa Halley (que os atleticanos afirmam estar guardado em sua sala de troféus), o Atlético conseguiu misteriosamente ganhar este título nacional. Que afinal não é grande coisa, mas foi o último time goiano a ganhar um título nacional após a anexação do Acre ao Brasil. Falando nisso, diz a lenda que o Atlético foi o único time goiano a jogar uma partida de futebol no longínquo território acreano, justamente nesta edição da série C, contra o combinado da Ilha de Lost (atual Rio Branco FC), perdendo por 10x0 para o time anfitrião, revés que não afetou a classificação final do Atlético de Goiás que mesmo assim terminou campeão.

Brasileirão Série B de 2009[editar]

O Atlético de Goiás subiu de divisão na última hora, como alguém entrando pela janela. Ficando incríveis 11 pontos atrás do primeiro colocado, o Vasco da Gama, a medíocre quarta colocação valeu ao time de Goiás sua subida de divisão por mais que tenha perdido por 5x1 para o Duque de Caxias FC.

Temporada de 2010[editar]

Graças ao reforço do policiamento, que prendeu todo o time da matriz atleticana do Vila Nova, e devido ao fato do Goiás ter abandonado o campeonato para disputar amistosos na excursão à República dos Emos e à Conchinchina, o Atlético saiu da fila de meio século sem título e conquistou o Campeonato Rural de 2010, vencendo todas as partidas por W.O..

Destacou-se também na Copa do Brasil de 2010, época em que o regulamento beneficiava os times ruins, obrigando os times bons jogarem apenas a Libertadores. O Atlético Goianiense aproveitou-se da inexistência de rivais bons e surpreendeu chegando à semi-final da competição. Para se ter ideias das bostas que o time teve que eliminar, foram o ASSU, EC Bahia, Santa Cruz FC, SE Palmeiras e finalmente ser eliminado pelo totalmente tradicional EC Vitória com uma impressionante derrota por 4x0.

No campeonato brasileiro, fez o que já era esperado, apenas brigou para não ser rebaixado o ano inteiro e escapou na última rodada.

Campeonato Brasileiro de 2011[editar]

Por mais um ano, o Atlético entrou no Brasileirão fadado a brigar contra o rebaixamento, e assim foi o ano inteiro brigando pra não rebaixar. Graças à incompetência incrível das outras merdas de times, terminou numa incrível e surpeendente e totalmente excelente 13º colocação, que foi comemorada como título pois rendeu até vaga para Sul-Americana.

Temporada de 2012[editar]

Teve a honra de disputar o seu primeiro torneio internacional da história em 2012, que foi a Copa Sul-Americana de 2012. Passou chorando em cima do Figueirense para ser facilmente eliminado pelo Universidad Católica. Mas pelo menos o time viajou pro Chile uma vez na vida, viu os Andes e os condores de lá.

Já no Brasileirão, após resistir longos dois anos na elite, finalmente o clube foi tarde para a Série B com um total de 22 derrotas, sendo vice-lanterna na competição.

Anos na Série B[editar]

Aos poucos o Atlético de Goiás foi se acostumando à Série B do Brasileirão. Tanto na temporada de 2013 quanto na temporada de 2014 o Atlético chegava a ficar na zona de rebaixamento para a Série C, como na zona de classificação para a Série A, procurando o equilíbrio para se manter no meio da tabela, e assim se mantendo e se acostumando.

Aos poucos, a torcida do Atlético vai se acostumando a assistir a Série A para apenas ficar azarando os times grandes para rebaixar e assim jogar contra eles no ano seguinte.

Hino[editar]

Meu Caquético me dá um enfarte
És um desastre, desse jeito só fechando o portão
Meu Caquético tem a mania
De ser rebaixado pra outra divisão…
Meu burro-negro,
Eu choro e vejo
Você caindo, me envergonho de sofrer, sofrer, sofrer!
Dá pena ver nossa situação,
O time caindo pelo chão, levando um show
E mais um gol…
Se se-se-ferrô
Se se-se-ferrô
Se se-se-ferrô
Patético!

Torcida[editar]

A torcida do Atlético teve seu recorde de público quando levou, pela primeira e única vez, todos os seus 10.000 torcedores na decisão estadual contra o Goiás. A média de idade dos torcedores atleticanos é de 189 anos. Alguns dizem que o torcedor mais ilustre do Atlético foi o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva e a musa do time foi a famosa Cora Coralina. Outro fato interessante é que se conta o número de torcedores do Atlético pelo número de almofadinhas que eles levam ao estádio, para proteger as hemorroidas. Engraçado, contra o Vila Nova, o Atlético levou apenas 2.000. O que aconteceu com os outros 8.000? Ahh, devem estar na torcida do Vila.

A torcida do time é fantástica. Após a décima sétima derrota seguida no Campeonato Amador da Segunda Divisão de Capengas da Zona Sul de Goiânia, a torcida atleticana invadiu o campo, laçou os jogadores do próprio time como novilhos e espancou todos. A polícia apenas olhou de longe, enquanto tomava "umas" na companhia do presidente do adversário.

Estádio[editar]

Jogão no moderníssimo estádio do Atlético-Go.

O Estádio Antonio Accioly é a fazenda do Atlético. Há quem afirme que o poder e o fogo do dragão, como o Atlético é conhecido, vem da cápsula de césio enterrada na entrada de seu estádio, reconstruído após ter sido abandonado por conta de uma parceria fracassada com as Casas Bahia para a construção de um camelódromo no local. Durante o abandono, o estádio virou antro de toda sorte de malas e maconheiros, além de reduto romântico para emos.

Uniforme[editar]

A Camisa principal é uma cópia descarada da camisa do Flamengo e não satisfeitos, o segundo uniforme é uma cópia do uniforme do São Paulo. Pois no dia que o time foi fundado, foi pesquisado tudo quanto é time tradicional do Brasil na tentativa de fazer se passar por tais e assim ter alguma torcida.

Há quem diga também que, na realidade, o Atlético sobrevive até hoje graças aos milhões de dólares que arrecada em royalties pelo uso de seu uniforme pelo Flamengo e São Paulo. Este último, na verdade, seria uma filial secreta do Atlético Goianiense, um dos segredos mais bem guardados pela maçonaria.