Club Atlético Nacional

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Club Atlético Nacional
Escudo do Atlético Nacional.png
Brasão
Hino Pablito te la compro, te la compro
Nome Oficial La Corporación Deportiva Club Patetico Naciopan
Origem Medellín, Colômbia
Apelidos Verdolagas
Torcedores
Torcidas
Fatos Inúteis
Mascote Rato
Torcedor Ilustre Pablo Escobar
Estádio Atanasio Girardot
Capacidade 45.000
Sede
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador Nuvola apps core.png
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png Higuita
Patrocinador
Time
Material Esportivo Nike
Liga FPC - Futbol Patético Profesional Colombiano
Divisão primeira divisão
Títulos
Ranking Nacional Depende de quanto os árbitros cobrarem
Uniformes Atletico nacional uniforme.jpg



Porcoración Lochativa Club Patético NacíoMal é um tradicional clube de cachaceiros de Medellín, cidade da Colômbia, por lá falam que aquilo se trata de um time de futebol, difícil de acreditar, mas aquela bosta é considerado time de primeira divisão nacional. Apesar de deter um relativo destaque em seu país, na hora das competições internacionais não passa de um cavalo paraguaio.

O Atlético Nacional é muito tradicional no futebol local graças aos juízes comprados, corrupção de arbitragem que o time não consegue fazer a nível continental, onde coleciona derrotas. Em competições continentais foi onde levou a maior goleada de sua história a tomar um sacode de 10 a 0 Boca Juniors.

O Atlético Nacional tem sorte de existir o tal do Millonarios como rival, um time do qual insiste em ser derrotado pela porcaria Atlético Nacional, assim gerando uma falsa sensação de que o Atlético Nacional seja algo de bom.

História[editar]

Fundação[editar]

O Atlético Nacional foi o único time da história da Colômbia que já teve um goleiro com a capacidade de levitar.

Time fundado em 1947, a sua cor verde simboliza o passado do time, que inicialmente atuava como armazém de maconha. Durante sua história desenvolveu uma grande rivalidade contra o Independiente Medellín, no que ficou conhecido como El Clásico Marijuana.

Libertadores de 1989[editar]

Cquote1.png Já não é o Rei de Copas, já não é grande, já não é nada. Vendeu seus sentimentos e dá vergonha a toda a sua torcida. Joga como um time juvenil, não vai ao ataque, é um cagão. Que triste foi saber que pagaram para ser campeão. Pablito a comprou pra você, a comprou pra você, a comprou pra você Cquote2.png
Canção sobre o título de 1989

De tanto insistir, já que o Atlético Nacional sempre é o representante colombiano na Libertadores, o timeco chegou a final em 1989, que ninguém mais lembra, e ganhou a taça de presente de seu padrinho mais ilustre: Pablo Escobar. Por ser um dos dois únicos times colombianos a ter conquistado o torneio (o outro foi o minúsculo Once Caldas, campeão em 2004 depois de uma pipocada épica do Boca), a campanha na competição é lembrada até os dias atuais, e rendeu grandes homenagens dos times conterrâneos do Atlético, que até hoje quando o enfrentam, para saudar a postura sempre honesta e limpa do time, cantam a canção Pablito te la compró. Naquele mesmo ano de 89 os Verdolagos foram pagar mico no Mundial Interclubes e serem derrotados por apenas 1 a 0 para os juniores do cadeira de rodas do Milan. O grande herói do time era o artista circense e goleiro (quando estava cheirado) René Higuita.

Cquote1.png Abriram a porta do quarto onde estávamos, nos ofereceram dinheiro e ameaçaram de morte a nós e nossas famílias. Nos disseram que Nacional devia ganhar e falaram: "O dinheiro está aí, se quiserem pegar, pegam". E para que não restassem dúvidas, repetiram: "Ou o Nacional ganha ou vocês estão mortos!" Cquote2.png
Juan Antonio Bava, assistente do jogo entre Nacional e Danubio, na Libertadores de 1989

Década de 90 e década de 2000[editar]

Falta de insistência é o que ninguém pode falar do Atlético Nacional, todo ano na Libertadores sendo eliminado na fase de grupos, volta e meia dá suas cagadas e vai avançando. Inclusive chegou novamente a final da Libertadores em 1995, mas como o Atlético Nacional é freguês de carteirinha dos de times brasileiros, por nunca ter ganho uma partida sequer, perdeu a final para o Grêmio naquele ano.

Libertadores de 2016[editar]

Devido à conquista suspeita de 1989, os traficantes de Medellín tiveram então uma genial ideia em 2016, repetir o mesmo feito de 1989 e comprar um bi-campeonato para o clube, para então diminuir as suspeitas, pois ninguém acreditaria que dois títulos poderiam ser comprados. Sendo assim o Atlético Nacional teve vários pênaltis roubados contra o Club Atlético Huracán nas oitavas-de-final inclusive virando o ônibus dos argentinos antes do jogo. Depois nas quartas-de-final contra o Rosario Central houve anulações de gols do time argentino. Na semi-final foi a vez de garfar o São Paulo FC. Mas a grande estratégia do clube veio antes da final, quando juízes foram contratados para roubar contra o Boca Juniors na outra semi-final, e assim fosse para a final um grupo de amadores do Equador chamado Independiente del Valle. Para um time desprezível desses, o Atlético Nacional nem precisou comprar juízes, pode apenas comprar alguns vale-refeição e vale-transporte e subornar o time equatoriano, que jogou horrivelmente mal a final, e o Atlético Nacional assim conquista seu segundo título.

Sul-Americana 2016[editar]

Como a Copa Sul-Americana tem um regulamento que permite que o Campeão da Libertedores participe, o Atlético Nacional pegou times de qualidade três vezes inferior dos que enfrentou na Libertadores alguns meses antes (embora o tal Independiente del Valle, que venceu na final, está longe de ser grandes coisas). Chegou na final espancado no caminho os times de Deportivo Municipal, Bolivarianos, Sol do Inferno, Um certo time do Paraná e o Cerro Porteño.

Na grande final a ser realizada no final de novembro de 2016, iriam enfrentar a Chapecoense, um time inexpressivo e totalmente desconhecido até aquele momento, tanto que nenhuma grande televisão iria transmitir tal final fajuta. Mas o avião da Chapecoense caiu e o time catarinense do dia para a noite ganhou repercussão mundial, pois o povo gosta é disso, de tragédia! Os diretores do Atlético Nacional, percebendo toda a fama repentina que a Chapecoense tinha ganhado do dia pra noite, os colombianos decidiram literalmente entregar o título para um time de jogadores mortos, assim ganhar a simpatia da mídia que estava faltando após tantos títulos roubados, até porque extra-oficialmente todos considerariam o Atlético Nacional o campeão mesmo, e isso já basta para eles.

Embora o Atlético Nacional tenha abdicado do título, a Conmebol preferiu esperar o choro passar e deixar a decisão sobre o que fazer para depois do Natal, quando vão poder tomar decisões ocultamente sem a mídia encher o saco.

Títulos[editar]

Notas[editar]

  1. O futebol é tão fraco por lá que têm dois campeões a cada ano... para ficar quites
  2. Título abdicado por ser feio demais ficar com uma taça coberta de sangue alheio