Aura

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Harrypotterputa.jpg Hocus Pocus!

Este artigo se trata de charlatanismo magia, encantos e todo tipo de macumba. Ele serra pessoas ao meio, tira coelho de cartola, faz vodu e adora uma varinha mágica. Se vandalizar, Houdini fará você desaparecer.


Somebody set up us the bomb!!!

Esta página contém elementos bélicos, químicos, atômicos ou bombásticos,
podendo causar um grande estrago no computador (e na mente) do leitor.
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Tomadinha do poder.jpg Aura tem PODER!
E te levará para qualquer lado da Força


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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Aura.

Cquote1.png Isso non Eczizte! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Aura
Cquote1.png Existe sim seu otário, comprovado cientificamente. Cquote2.png
Walter John Kilner sobre citação acima
Cquote1.png A Aura esta comigo. Cquote2.png
Lucario sobre Aura
Cquote1.png A minha é preta! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre Aura

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Lucario está analisando a sua aura... Aguarde um momento...

Cquote1.png A minha é rosa Cquote2.png
Justin Bieber sobre Aura
Cquote1.png Não sei a cor da minha Cquote2.png
Pessoa normal sobre Aura

Aura é fenômeno físico que segundo Esoterismo é um campo de energia luminosa em torno do corpo, seja ele humano, animal, vegetal e objetos (incluindo corpos celestes). É uma energia emanada da alma, onde de acordo com a personalidade, saúde e pensamentos, ela pode alterar de cor.

História[editar]

O Doutor brincando de lançar fogos de artifício com sua aura.

Tudo começou com o monge induísta chamado Gehba Hathati, líder de uma ceita chamada Olho de Mira, formada por ex-monges, que, assim como Gehba Hathati, foram expulsos por trabalharem com forças ocultas ainda desconhecida, geralmente chamada de energia maligna, que ainda eram proibidas no induísmo em 350 e Guaraná com rolha. Depois de ser expulso do seu grupo de monges, Gehba Hathati, que não tinha família e nenhum lugar para ir morar, fugiu para a floresta, onde achou uma arvore, onde em baixo, entre suas gigantescas raízes, havia uma entrada para uma caverna. Gehba Hathati construiu uma casa lá com 7 cômodos, cozinha, sala, ante sala, 2 quartos, sala de pesquisa e um como secreto. Morou nela por 20 anos pesquisando a chamada “luz aurica”, que antes já era conhecida como lenda entre o povo de Acaboul.

A aura também significa poder!

Depois de esgotar sua energia Chi muitas vezes, sem sucesso, Gehba já estava desistindo, ate que dormiu. Acordando no meio de uma noite chuvosa, Gehba foi para a floresta onde achou uma flor rara, chamada Mira (nome que daria futuramente a sua própria ceita). Ele a levou para casa e a colocou num jarro . No meio da madrugada, Gehba escutara um som como zumbido e foi ver. Chegando perto a porta, olhou as escondidas e viu uma luz azul. Nunca tinha visto algo assim. Gehba abriu a porta e viu que a flor de Mira tinha um espécie de brilho azul em seu contorno. Ele ficou tão maravilhado que não conseguia fechar a boca, igual criança depois de ganhar PlayStation 3. Ficou olhando para ela ate pega no sono. Ao raiar do sol, Gehba acorda, sonolento, fedendo feito porco e resfriado da chuva que pegara anteriormente. Ficou triste depois de ver que no jarro a flor já estava morta, completamente murcha e não mais brilhava. Ficou imaginando o que poderia ter matando-a tão rápido. Teve a ideia de ir buscar outra flor de Mira. Chamou dois de seus melhores e únicos amgos e combinaram de irem para a floresta pegar outra for de Mira

Gheba num momento de transe cósmico.

Chegando a noite, Gehba, junto com mais dois amigos, foram para a floresta tentar encontrar a Mira brilhante. Depois de 4 horas sem achar nada, nem o caminho e casa Ebala pediu para sair, coçou a careca e disse: - Cara, que porra. Você deve ter fumado uma erva para ver isso. Só pode! Gehba disse que jurava pelos sete Guerreiros Mohradin que havia visto a flor brilhar. Aslanala disse em seguida: Gehba, você sabe que é meu melhor amigo, mas por favor, veja como estamos a quatro horas procurando uma coisa que você jura ter visto. Será que não podemos nem parar para comer algo? Gehba desiste e disse que podia esperar. Montaram uma barraca com galhos de árvore que achavam no chão, fizeram um telhado com as folhas, usaram o troco para sustentar a base da lage, bateram a lage com fezes de elefante com terra e montaram uma pousada. Gehba, depois de passar vergonha com seus amigos, sendo chamado de maluco bebedor de erva da alegria, ficou puto e saiu para o meio do mato, onde teve a infelicidade de se perder, de novo. Após escurecer, seus amigos ficaram preocupados com ele, afinal, foi ele quem havia prometido ensinar o chakra da masturbação cósmica.

Tente descobrir a personalidade do seu cavaleiro favorito. Obs: Athena Amarelo, Hyoga Azul claro (algumas vezes é branco), Shun rosa (ui!!), Shyriu verde, Ikki alaranjado (algumas vezes é avermelhado), e por último e menos importante, Seiya é azul.

No meio da noite, com frio, fome e saudade dos seus amigos, Gehba ficou encolhido encima de uma pedra e começou a chorar feito Emo. Tão logo começou a chover e já veio a enchorrada, levando Gehba com tudo ate chegar ir para numa região de relevo mais baixo. Foi empoçado num lago de lama, preso pela metade e com uma sangue suga no anus. Ficou horas achando que ia morrer, perdendo sangue, ate que desmaiou. Estava tão doido que sonhou com o barulho que a rosa Mira fez e acabou acordando ouvindo o barulho. Pensou que era sonho, mas continuou ouvindo.

Estando preso, não poderia explorar a região pare ver, mesmo porque, estava escuro e provavelmente havia muitos animais selvagens canibais que poderia comê-lo. Depois de peidar ate conseguir se livrar da sangue suga, Gehba conseguiu sair da lama e ir para amergem do lago, ate que viu a coisa mais bizarra e incrível de sua vida, uma arvore com ramos de flores de Mira e, ainda por cima, brilhava com um azul muito forte, tão forte que parecia um farol de LED. Então descobriu que elas não são flores de campo, mas de árvore, que poderia ter voado com o vento forte mentira. Ele entendeu que a flor de Mira precisava ficar na terra para sobreviver. Mas ainda estava curioso sobre a relação do brilho da Flor com a ”luz áurica”, antiga lenda do povo de Acaboul. Então pegou 5 flores e quis levá-las para casa. Ainda estava perdido ate que Ebala o achou e o levou de volta para a pousada. Chegando lá, Gehba contou sobre as flores. Seus amigos não acreditaram ate que ele tirou uma delas da bousa eviram que existia mesmo a flor de Mira, mas ela não brilhava como dizia Gehba.

Gehba ficou puto e pensou que estava morto. Tirou outra flor e viu que todas não brilharam. Começou a chorar de raiva e voltou para casa, não antes de bater a porta da pensão e a fazer desmoronar na cabeça de seus amigos. Chegando em casa, Gehba ficou olhando para as flores murchas. Pensou: - Sou um fracassado. Ninguém acredita em mim. Nem tenho mais amigos. Não pensou duas vezes e fez um chá com as flores e tomou. Como já era tarde estava cansado, ele foi dormir. Acordou uma vontade louca de soutar um cagalhão no vaso, mas como era a Ídia de 1700 A.C. e la vai pedrada, tinha que ir cagar no mato e foi o que fez. Encontrou uma moita e soltou uma cagada horrível, foi como se tivesse parido um acriança. Logo após, começou a passar mal e ficou tonto, começou a ver tudo turvo, tudo doidão, tudo beleza, tudo Bob Marley. Começou a ver tudo com um brilho colorido envolta. Olhava para seu pássaro e via verde. Olhava para seu cão e via alaranjado, se olhava no espelho e se via verde, amarelo, alaranjado, azul e vermelho, ou seja, um arco-íris (ui!).

Estudo modernos[editar]

Diferente do tempo de Gehba, hoje não precisamos tomar o “chá de Mira” para podermos ver a aura, porém, segundo os espíritas, induístas e outra religiões falsas exotéricas, somente pessoas com o espirito mais evoluído e mais tempo de reencarnações que podem ver a aura das pessoas, não sendo permitida e espíritos noobs curiosos.

Significado da aura[editar]

Basicamente não significa anda, pois é só uma maneira de pessoas paranormais conseguirem dar uma expiada na personalidade da pessoa de acordo com a cor de sua aura. A aura tem seus supostos significados baseado em que, dependendo da cor da aura de uma determinada pessoa, ser, vegetal etc, pode relevar a intimidade, suas ambições, suas taras afins.