Aurora polar

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Nota: Para outros significados de Aurora, ver Aurora.

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Cquote1.png Aurora boreal?! Nesta época do ano, a esta hora do dia, nesta parte do país, localizada inteiramente dentro da sua cozinha? Cquote2.png
Superintendente Chalmers sobre Aurora boreal

Um cidadão tendo o prazer de observar uma aurora boreal

Uma aurora polar, ou como todo mundo conhece, aurora boreal, é um fenômeno óptico composto por um brilho fashion no céu que formam as cores do LGBT nas regiões dos lenhador de barba laranja, formada pela relação sexual de partículas eletromagnéticas no campo magnético terrestre. Porém, não seja idiota, este fenômeno também acontece em outros planetas, por isso até os aliens estão virando emos irlandeses.

Mecanismo[editar]

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Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Aurora polar.

A aurora boreal fica se mexendo igual uma lagartixa com cãibra, fazendo com que as pessoas pobres da região acreditem que aquilo são almas do passado.

Aurora boreal terrestre[editar]

A nossa aurora boreal (com exceção se você for o ET Bilu) é formada por elétrons de energia, além de prótons e machos alfa partículas alfa, sendo que a luz se produz quando as partículas colidem com a atmosfera do planeta, predominantemente em oxigênio e nitrogênio, tipicamente em altitudes parecidas com a do tamanho do meu pau. Cada colisão emite parte da sua energia para o átomo ficar tranquilo e favorável, um processo de ironização, dissociação, associação e ereção excitação de partículas.

Aurora artificial[editar]

As auroras também são feitas por explosões nucleares lideradas por Kim Jong Un nas altas camadas da atmosfera. As simulações em laboratório começaram no século XIX (19, pros que não são nerds) por Cristiano Ronaldo, que provou, deixando a ex no vácuo, utilizando uma câmara de vácuo e uma esfera, que os elétrons também transam e que eles são gados guiados em tal efeito para as regiões polares da esfera, onde se localizam as partículas mais gostosas.

Aurora em outros planetas[editar]

Aurora em outros planetas. Espera, não...

Tanto Júpiter quanto Saturno e a Terra também, sua mula também possuem campos magnéticos muito mais fortes que os terráqueos só não mais que os marcianos e ambos possuem cintos pra não mostrar a cueca em calça jeans planetária de radiação. Tais auroras parecem ser originadas do vento solar gozo do sol. Por outro lado da lua, as luas de Júpiter, em especial Io, também são fontes fiáveis poderosas de auroras. Elas são formadas a partir de correntes elétricas pelo campo magnético, geradas pelo mecanismo de dínamo relativo ao movimento entre a rotação do planeta e a translação transação de sua lua. Como as terrestres, as auroras de Saturno criam regiões anais ovais totais ou parciais em torno do pólo magnífico magnético. Por outro lado, as auroras daquele planeta costumam durar por dias, diferente das terrestres que duram por alguns minutos somente, é tipo a diferença entre eu e você fazendo sexo (com mulheres, claro), sendo que eu sou Saturno e você é a Terra. Uma aurora foi recentemente detetada em Marte pela sonda espacial Mars Express durante suas observações do planeta em 2004, daí os marcianos emos ficaram muito felizes. Vênus, que não possui um campo magnético, apresenta também o fenômeno, no qual as partículas da atmosfera são diretamente ionizadas pelos ventos solares, o que significa que viadões estão localizados por toda a galáxia.

Histórico de pesquisas[editar]

As auroras vêm sido estudadas desde o século XVII (pros leigos, 17). Em 1621, o gastrônomo astrônomo francês Pierre Gassendi descreveu o fenômeno ocorrido no sul da França, uma aurora boreal com bigodinho de francês com nome de Reginaldo. No mesmo ano, Galileu Galilei começou a investigar o fenômeno como sendo parte de um estudo sobre o movimento dos astros do rock celestes. No século XVIII, o navegador (tinha que ser navegador) inglês James Wales Cozinhador presenciou no oceano uma aurora boreal austral.

O experimento de Kristian Birkeland com câmaras de vácuo

Em 1768, o neo-ateu Henry Cavendish calculou a altitude no qual o fenômeno ocorre (meu Deus, quantas vezes já disse a palavra "fenômeno"?), ou seja, uma perda de tempo. Porém, somente em 1896 uma aurora foi reproduzida em laboratório por Kristian Birkeland (como eu já escrevi antes seu idiota). O cientista, cujo experimentos eram extremamente inutilizáveis, propôs por volta de 1900 e guaraná com rolha que os elétrons da aurora são originados de raios solares. Esse modelo possui problema (por dois motivos: 1º: por falta de evidências no espaço (é mesmo?); 2º: por ser um completo desserviço para a humanidade), tornando-se mais uma merda em pesquisas anais atuais.

Mais evidências na conexão da sua internet lenta com com o campo magnético são os registros estatísticos (leaderboards) das auroras polares. Elias Loomis, em 1860, e posteriormente mais detalhadamente Romero Brito Hermano Frito, em 1881, estabeleceram que a aurora aparece principalmente em uma região em forma de (dar o) anel com raio de Zeus aproximadamente 2500 km em volta do pólo magnético terrestre. Loomis também foi responsável por descobrir a relação sexual da aurora com a atividade escolar solar, ao observar que entre 20 e 40 horas mais tarde de uma erupção solar, noticiava-se o aparecimento de auroras boreais no Canadá, também conhecido como Maconha Vermelha.

Cientista formado no estudo de auroras polares[1]

Os trabalhos de Carlos Streamer Stormer no campo de movimento de partículas eletrificadas em um campo magnético facilitaram a compreensão do povo (brasileiro) sobre os assuntos relacionados ao estudo de auroras, porque não dava pra entender nada do que eles tava explicando, era tudo umas equação complexa nada a ver. A partir da década de 1950 descobriu-se a emissão de matéria pelo Sol, a qual foi chamado vento solar, efeito que também explica pro povo como ocorre a viadagem de auroras. Tal teoria da conspíração foi formulada pelo físico (que belo físico!) estadunidense Estacionador de Novo Homem em 1957, tendo sido comprovada (ou não) pelo satélite natural Explorer I. A partir de então, a corrida espacial de Bugattis permitiu não somente um aumento do conhecimento desnecessário sobre as auroras terrestres, mas também a observação do fenômeno em outros planetas como Júpiter e Saturno e o planeta do ET Bilu.

James Van Allen provou, por volta de 1962, ser falsa a teoria que a aurora era o excesso de porra do cinturão de radiação. Ele mostrou que a alta taxa de impostos dissipação da energia da aurora iria rapidamente secar todo o cinturão de radiação. Logo após tornou-se claro que a maioria da energia era composta de cátions (particulas de gatos), enquanto que as partículas da aurora são quase sempre elétrons com relativa baixa energia.

Em 1972 foi descoberto que a aurora e suas correntes de presidiário magnetismo associadas também produzem uma forte emissão de rádio em torno de 150 kHz (tava passando novela na rádio), efeito observável do espaço sideral somente.

Galeria[editar]

Referências