Auxílio-gás

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Auxílio-Gás ou simplesmente Vale-Gás foi mais um programa assistencialista criado nos anos 90, re-nomeado e trazido à luz durante o desgoverno Fernando Henrique Cardoso, e extinto em 2003, quando seu sucessor resolveu fudê-lo ao famigerado Bolsa Família. O Auxílio-Gás como conhecemos foi criado em 2001, tendo origem de fato em 1994, durante o governo do Itamar Fusca Franco, para ajudar os verdadeiros fodidos que não podiam comprar nem um botijão de gás, quando este não passava de R$ 20.

Origem[editar]

A origem do programa

O programa surgiu como Vale-Gás e tinha como propósito de dar míseros cinco reais para ajudar os putaqueparivelmente fodidos da nação a ao menos comprar um botijão de gás e fazer uma câmara de gás particular, já que comprando o botijão continuariam na penúria extrema, só que sem o resto do dinheiro que juntava pra comprar comida — usado para completar o valor do botijão.

Depois o governo Fernando Henrique resolveu aumentar um pouquinho o valor do auxílio que continuou baixo, mas dessa vez subsidiava 3/4 do valor do gás.

Sobre o programa[editar]

O programa não era nada mais que a concessão de um subsídio (em português mais claro, um "desconto") na compra do gás, no valor de R$ 15 reais, isso numa época que o salário mínimo era R$ 100,00 conto e um saquinho de alfafa. Como na época quase todo mundo era desempregado igual é em 2016, então a ajuda não ajudava muito, já que ainda ficava faltando cinco reais para a compra do bojão.

Pagamento[editar]

O dinheiro era pago igual os demais programas do governo. O fodido ia até uma agência da Caixa com um cartão magnético sacar o valor do benefício que era depositado numa conta-poupança com o nome do infeliz beneficiário.

A diferença de hoje era que pouca gente recebia esses benefícios, ou seja, as agências da Caixa não ficavam cheirando a suvaqueira e não tinham trezentos catarrentos chorando ou correndo no interior das agências.

Ver também[editar]