Aveline de Grandpré

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Altaïr sobre Aveline de Grandpré
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Templários sobre Aveline de Grandpré


Aveline de Grandpré é um dos infinitos protagonistas presentes ao longo da série Assassin's Creed, e aparece no jogo Assassin's Creed 3: Liberation, caracterizado por ser uma desesperada tentativa do PS Vita de vender algo que preste. Sua presença é revolucionária para a série, uma vez que é a primeira protagonista feminina dos jogos lançados até agora. Na verdade, Aveline foi revolucionária na época, quando era a única mulher entre os protagonistas, já que hoje em dia, todos os holofotes foram desviados para a Evie Frye. Apesar disso, é um pouco mais apelona que os assassinos habituais, o que não é nenhuma surpresa, uma vez que a mesma é um assassina de primeira nos moldes de seus antecessores Altaïr e Ezio Auditore da Firenze (sendo portanto, uma especialista em Le Parkour).

Infância[editar]

Filha de um garçom francês com a caçula do chefe de uma tribo nativa africana, Aveline se mudou para os Estados Unidos ainda criança com sua mãe e seu pai, que acabara de mudar de ramo para tornar-se comerciante, e via na América as melhores possibilidades de enriquecimento, já que desde aquela época os Estados Unidos sempre foram os maiores consumidores de qualquer coisa que se vendesse de porta em porta (principalmente comida gordurosa e cheia de carboidratos).

Aveline fazendo pose pra foto.

Quando Aveline e sua família chegaram nos Estados Unidos, na primeira semana eles foram obrigados a dormir nos becos e debaixo das pontes locais, pois todos os quartos do único alojamento "hotel" de Nova Orleans, estavam ocupados. Porém, não teria como eles passarem a imagem de vendedores decentes vivendo nessas péssimas condições de moradia. Eles precisavam de um lugar para ficar e passar uma boa impressão, pois dificilmente alguém compraria qualquer coisa de mendigos.

Nessa época, Aveline começou a manifestar seus primeiros dotes psicopatas, provando que desde cedo já tinha dom para ingressar no mundo do assassinato. Ela, à mando de seus pais, simplesmente entrou de bicão sorrateiramente no estabelecimento, se dirigiu até a porta aberta mais próxima, e esfaqueou com uma faca semelhante aquela do Ghostface, um casal de velhinhos caquéticos que no momento encontravam-se distraídos tomando o remédio para o coração. Como os donos dos estabelecimentos da época evitavam sempre que podiam qualquer questionamento por parte das autoridades incompetentes locais, a única coisa que eles fizeram foi pegar o corpo dos coroas, jogar no rio mais próximo para servir de alimento para os peixes, e colocar no dia seguinte uma plaquinha de "Temos Vagas".

Logo, após o feito de Aveline, seus pais, orgulhosos da filha que capeta Deus lhes deu, compraram o quarto disponível e ficaram lá vivendo até os negócios da família finalmente despontarem. Daquele dia em diante, Aveline passou a provar que desde cedo, tinha um futuro muito promissor como assassina. Enquanto a maioria das menininhas de sua idade ficavam horas brincando com bonecas de pano sujas (que na época era item de luxo), Aveline sempre optou por coisas mais radicais e que estimulassem a adrenalina: saltava por cima das árvores, praticava alpinismo, batia nos garotos metidos à velentões, frequentava pântanos e florestas sombrias, escalava as Igrejas e outros monumentos gigantes da cidade, e aderiu ao Le Parkour.

Aveline, no início de sua vida na cidade, em muitas ocasiões era motivo de chacotas e zoações das outras crianças. Isso se dava devido ao fato de quê, ao invés de se vestir feito uma típica garotinha fresca da cidade como todas as outras, sempre se vestia como se fosse um general da Revolução Francesa. Quando não se vestia de general, se vestia feito um capitão de algum navio pirata. As outras crianças observavam Aveline e caçoavam de sua imagem, chamando-a de "Mané Macho". Como Aveline tinha pavio curto e não sabia brincar por ser muito séria, passou a encher todas as crianças da cidade da porrada, que com o tempo pararam de se meter com a jovem.

Surge uma psicopata assassina![editar]

Aveline no início da carreira.

Aveline, quando não estava se exercitando escalando alguma montanha sem ferramentas adequadas de alpinismo, ajudava seus pais no ofício de sapateiros comerciantes. Sua função era simples: quem se recusasse a comprar a mercadoria da família, deveria desaparecer misteriosamente para aprender o que era bom pra tosse. Porém às coisas iam de mal à pior, pois ninguém queria comprar os produtos da família, e à cada dia que passava, a população de Nova Orleans só diminuía.

Logo, a família se deu conta de que estava na hora de trocar de ramo, já que eles deram o azar de se mudar para a única cidade dos Estados Unidos onde as pessoas eram averentas e miseráveis. Porém, já era tarde demais para pensar em qualquer coisa: o senhorio do lugar, resolveu abordar a família, lhes cobrando os 14 meses de aluguel que eles deviam, do contrário, seriam expulsos e jogados na sarjeta. Foi então que, movida pelos seus instintos assassinos e pela ameaça que o infeliz representava, Aveline mata o velho com um canivete que sempre guardava consigo, enfiando o objeto no pescoço do infeliz. Foi então que a solução dos problemas da família veio à tona: decidiram se apossar do alojamento, que por ser o único da cidade, lhes traria muito dinheiro, pois todos só viriam procurar o seu estabelecimento.

O tempo foi passando, e a família de Aveline enriqueceu, ainda mais porque não havia concorrência, já que sempre que alguma outra pessoa tentava dar início a um negócio semelhante na cidade, era assassinada misteriosamente. Sua família logo passou a ser uma das mais respeitadas da cidade, quebrando inúmeros tabus de preconceito, já que o pai era um francês da França, sua mãe era uma africana pura vinda diretamente da África, e Aveline era uma espécie de França + África, com origens puras de ambas as nações. Apesar disso, Aveline continuava se recusando a se tornar uma patty mimada como todas as demais garotas de sua época, e enquanto elas gastavam dinheiro com coisa supérfluas como roupas e sapatos, Aveline esbanjava toda a sua mesada comprando equipamentos de luta, armas rústicas e revolveres.

Aveline praticando o Le Parkour pelos telhados da cidade, especialidade de todo assassino que se preze.

Certa noite, ao escutar ruídos estranhos no celeiro, Aveline acorda assustada, e imediatamente já prepara facas revestidas com prata, em caso de se tratar de mais uma das costumeiras invasões de lobisomens ou chupacabras que vinham atacando os rebanhos locais já há alguns meses. Porém, quando Aveline chega no celeiro, não encontra nem lobisomens, nem chupacabras, o fato é que sua mãe tinha acordado no meio da noite para tirar leite da vaca para o café da manhã, mas fora abordada por um grupo de racistas favelados que não se conformavam com uma afrodescendente sendo mais rica do que eles.

Aveline perseguiu os desgraçados, mas infelizmente, a única coisa que encontrou, em meio aos rochedos de um rio local, foi um pedaço do vestido de sua mãe, que tinha sido espancada até a Morte pelos racistas e jogada na água, virando isca de piranhas. Então, na margem do Rio Piedra Aveline sentou e chorou pela morte de sua mãe. Dias depois Aveline descobriu quem foram os responsáveis por tamanha barbaridade, e com um canivete, cortou-lhes fora o orgão reprodutor, e em seguida, meteu-lhes uma canivetada bem abaixo do queixo. Foi então que, ao presenciar a cena de camarote escondida numa árvore ali perto, uma mulher mais velha conhecida como Ellen Ripley, se dirigiu até Aveline, com todo aquele papo de "futuro promissor" até conseguir convencer Aveline de se unir à Ordem dos Assassinos sob sua tutela. À partir desse dia em diante, Aveline passou a dedicar sua vida à assassinar todos os racistas e envolvidos no tráfico de escravos clandestino em homenagem à sua mãe.

Primeiras investigações do tráfico[editar]

Depois de atingir a idade adulta, Aveline tornou-se uma exemplar assassina sob a tutela de sua mentora, sendo um das 4 melhores que já passaram pela Ordem dos Assassinos ao longo da história, tornando-se uma lenda ao lado dos grandes nomes do ramo como Altaïr, Ezio Auditore da Firenze e Connor Kenway. Assim como os outros, Aveline teve um quadro seu pintado e colocado na parede da sede da Ordem dos Assassinos, e também teve uam estátua sua confeccionada pelos melhores escultores da região, que mais tarde viria a ser colocada na sala principal do esconderijo dos assassinos.

Aveline fitando algum americano racista.

Certo dia, após acordar cedo e inicar mais uma chacina de templários racistas que ficavam perambulando pela cidade, Aveline tem conhecimento de que novos tráficos clandestinos de escravos estavam sendo realizados por debaixo dos tapetes, e para variar, com o dedo de poderosos políticos na história, muito semelhantes àqueles encontrados no Brasil. Aveline então descobre que o governador corrupto (acusado de pedofilia, desvio de dinheiro, assassinato, racismo e um dos possíveis líderes do tráfico ilegal de escravos) da cidade tinha sob suas ordens inúmeros salafrários Templários, que acobertavam todas as falcatruas e varriam toda a sujeira para debaixo do tapete.

Aveline, que só não detestava os políticos mais do que detestava os racistas, passou a perseguir um templário exilado espanhol que trabalhava para o governador. Ao seguir o dito cujo, Aveline chegou até o governador, e esperou o momento certo. Quando o templário saiu da sala, Aveline imediatamente juntou o sem-vergonha no sarrafo e o assassinou, pondo fim ao seu reinado de corrupção. Em seguida, passou novamente a perseguir o templário até capturá-lo. Antes de matá-lo, Aveline submeteu o infeliz a severas sessões de tortura, até descobrir que tanto ele como o governador atuavam sob as influências de um anônimo misterioso. Infelizmente, Aveline não teve tempo de fazer mais perguntas, pois o otário acabou morrendo antes.

O plano maléfico[editar]

Os anos passaram, e após a morte do governador, que era um dos mentores do tráfico negreiro ilegal, todos os demais envolvidos em barracos episódios com o racismo foram sendo assassinados, até se alcançar um ponto onde ninguém mais quis se envolver com um negócio extremamente mortal. Nova Orleans teve paz e sossego durante um bom tempo, e Aveline não precisou mais se preocupar com o tráfico escravo e passou a se concentrar unicamente em assassinar templários, que se proliferavam por todos os Estados Unidos como se fossem baratas, daquelas que quanto mais você mata, mais aparecem.

O filho do governador planejando sua vingança contra os nobres de Nova Orleans.

Porém, alguns anos mais tarde após a morte do governador, seu filho, que tinha ido passar as férias em Acapulco por 10 anos, descobre que seu pai tinha sido assassinado. Como ele não estava presente na época da morte do velho, ao ver que Nova Orleans possuía um novo governador, imediatamente deduziu que havia acontecido um golpe de estado que tinha deposto o antigo governador e o assassinado, o que não seria nenhuma surpresa, dada toda a corrupção dele, da qual inclusive, o próprio governador se gabava em cartas que escrevia para seu filho.

Achando que aquilo era obra da oposição, que recusava-se a reconhecer a vitória do governador nas últimas eleições, na qual o PPNO (Primeiro Partido de Nova Orleans) teria ganho após muita compra de votos, o filho do governador teria elaborado um plano infalível para envenenar todos os nobres da cidade, que na época, eram todos da oposiçãod e seu pai. Primeiramente, o filho do governador enviou um indivíduo, especialista na arte de entrar em festas de penetra, para invadir a grande reunião que teria na sede do atual governo da cidade, onde todos estariam reunidos e se comeriam mais do que porcos. A função do penetra era a de levar uma substância nociva e colocar a mesma na janta dos nobres.

Infelizmente, Aveline descobre os planos diabólicos do filho do governador, e antes que o plano se concretize, assassina o penetra da festa, pois um dos nobres estava lhe devendo 1000 reais em barras de ouro que valem mais do que dinheiro. Ao ver que a coisa estava preta, o filho do governador foge. Porém, como Aveline iria entrar de férias no próximo dia, a Ordem dos Assassinos envia um outro assassino, Agente 47, para se encarregar do serviço.

Rebelião na Louisiana[editar]

Aveline lutando pelos escravos na Rebelião da Louisiana.

Pelo fato de ser uma das melhores assassinas da Ordem, Aveline ganhou como prêmio um pacote de férias inteiramente grátis para a Louisiana, no alojamento mais luxuoso da cidade, no qual a mesma não precisaria pagar nada e poderia aproveitar até sua volta, onde novamente teria que se estressar pondo fim aos templários e aos racistas que querendo ou não, volta e meia davam as caras, e provavelmente fariam a festa em sua ausência.

Porém, toda a paz de Aveline é perturbada quando ela descobre que Louisiana estava passando por tempos de crise econômica, onde devido a ausência de comida, os caipiras e os nobres estavam brigando entre si pela posse dos poucos alimentos que ainda sobraram no mercadinho da esquina. Para completar, Aveline descobre que muitos dos escravos eram levados de New Orleans para Louisiana e de lá despachados para o México, onde seriam obrigados à trabalhar nas plantações de pimenta. O esquema estava sendo liderado por um tal de Antonio de Ulloa, que Aveline aborda e junta no sarrafo. Porém, como estava com preguiça de matá-lo, deixa ele vivo e vai curtir seus últimos dias de férias. Mais tarde, Agente 47, outro renomado assassino, volta e dá cabo do desgraçado, coisa que não foi mostrada no jogo.

Viagem à Chichen Itza[editar]

Em busca do fóssil perdido.

Quando Aveline volta de férias, mal chega e sua mentora, conhecida por ser uma tirana carrasca, à envia em busca de um templário aleatório (o tal anônimo misterioso que os assassinos procuravam) estava escondido na cidade vizinha. Aveline então sai de Nova Orleans, porém, diferentemente do que sua mentora esperava, Aveline na verdade desvio do caminho e foi parar numa cidadezinha esquecida por Deus e o mundo conhecida como Chichen Itza, desobedecendo sua mentora.

Aveline fora para Chichen Itza por que teve conhecimento de que nas ruínas do lugar, havia um artefato valioso que pertenceu à uma das primeiras civilizações evoluídas do planeta: um fóssil de dinossauro. Aveline então foi em busca do fóssil, mas não porque tinha qualquer interesse no objeto, e sim porque queria realizar um antigo sonho de infância: ser uma caçadora de recompensas. Aveline então procura pelo fóssil, o encontra, guarda em sua bolsa como recordação, e só depois volta para Nova Orleans, mentindo para a mentora Ellen Ripley, alegando que o anônimo misterioso já tinha escapado de lá.

Abordando o suposto anônimo misterioso[editar]

Aveline dando uma pausa de sua busca pelo anônimo misterioso para capturar o almoço.

Um longo tempo de busca se passa, e Aveline continua a procurar pelo desgraçado do anônimo misterioso após ter notícias de que ele tinha retornado para sua cidade. Caminhando por aí, Aveline acaba pedindo informações num beco para alguns mendigos analfabetos, que costumam ficar à par de todas as fofocas que rolam soltas pelas ruas da cidade. O líder deles, um sem-teto conhecido como Golpe Baixo, diz que já ouviu falar do tal anônimo misterioso, e alega que seu nome na verdade era Vásquez.

Aveline então passa a perseguir o único Vásquez que residia na cidade por todos os cantos. Como não sabai de quase nada, passou a interrogar qualquer indivíduo com quem ele entrava em contato: carteiro, leiteiro, vaqueiro, ferreiro, mercadeiro, etc. Finalmente Aveline descobre o paradeiro do sem vergonha, e se dirige até a casa do infeliz. Chegando lá, Aveline não perde tempo: entra de sopetão chutando a porta da casa de Vásquez e o assassina, mostrando seus claros dotes para a polícia: assassina primeiro, pergunta depois. Infelizmente, Vásquez não era o anônimo misterioso, e os mendigos só fizeram aquilo para sacanear com o pobre coitado e dar risadas da cara de Aveline. Como Aveline estava muito ocupada e precisava achar o anônimo misterioso à todo custo,a mesma telefonou para o Agente 47, que estava disponível no momento e assassinou os mendigos, quebrando o galho para Aveline.

De volta à Nova Orleans[editar]

Após o ocorrido, Aveline procura informações com novos mendigos. Desta vez os mendigos lhe passaram as informações certas, pois em troca de ajuda, Aveline deu três pães amanhecidos para cada um deles, logo, eles não tinham porque mentir. De acordo com tais fontes nada confiáveis, Aveline deveria seguir um oficial desempregado, que era um dos contatos diretos do anônimo misterioso.

Aveline ao lado de seu comparsa.

Porém, no meio do caminho, em meio a sua perseguição, Aveline decide parar num boteco ali perto e encher a cara com vinho. É nesse bar que Aveline encontra aquele que viria a ser um de seus maiores comparsas: Connor Kenway. Connor era um assassino filho de uma velha índia macumbeira de uma tribo nativa dos Estados Unidos, que tinha parado no bar para esfriar a cabeça após ter assassinado alguns templários que estavam à serviço do general local. Como Aveline tinha ficado bêbada e já estava pra lá de Bagdá, ela pede para Connor lhe ajudar a perseguir o oficial desempregado. Connor a ajuda, e após fazer uma mistureba de ervas que sua avó lhe ensinou para para curar ressaca, ele segue seu rumo. Enquanto isso, Aveline já curada da ressaca, volta a perseguir seu alvo.

Finalmente Aveline descobre sobre o anônimo misterioso: se tratava de sua madrasta Madeline de l'Isle, que tinha como objetivo dar o golpe do báu em seu pai. Aveline então, irritada com aquela desgraçada pela mesma estar tentando fazer seu pai de trouxa, assassina Madeline, encerrando os planos malignos da maldita. Para encerrar, antes de Madeline dar seu último suspiro, Aveline ainda a chama de gorda, mostrando que sabe ser maligna quando quer.

Por fim, Aveline voltou para Nova Orleans, cuidou do seu coroa até ele morrer de velhice aguda, e continuou a dedicar cada dia de sua vida à assassinar templários, racistas e traficantes de todas as idades.

Ver também[editar]

v d e h
Assassins-Creed-logo.jpg