Avião de papel

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Destino pior para uma folha de papel do que virar aviãozinho.

O avião de papel foi inventado em 1865 pelo engenheiro romeno naturalizado inglês chamado Aero Smith (essa é a real inspiração para o nome da banda Aerosmith). Seu conceito aerodinâmico foi inspirado no voo majestoso das aves de rapina - águia, falcão, passaralho e afins - e foi tão engenhosamente concebido pela mente brilhante do engenheiro Aero Smith que, mesmo depois de 1 século e meio não sofreu quase nenhuma alteração em seu layout básico.

História[editar]

Semblante de alguém a observar a passagem do avião de papel, perceba o arrebatamento.

O jovem Renato Mangina (ele escolheu esse sobrenome ao mudar-se para O BRASIL por achar que ninguém conseguiria pronunciar seu sobrenome correto) era um brilhante estudante de Itu, que sonhava em fazer história com alguma invenção que ainda não houvesse sido patenteada por seus colegas mais brilhantes e/ou com mais senso de oportunidade.

Sua obstinação por inventar algo o fez criar uma série de engenhos curiosos, como o aquecedor de assento de privada a vapor, o desentortador de banana, a máquina de engarrafar fumaça e a bomba pneumática para encher pneus de trem. Nenhum desses inventos foi reconhecido ou valorizado na época e, até agora, ninguém valoriza essas contribuições de tão grande valor tecnológico e cultural.

Percebendo que não iria longe com ideias tão simplistas, Aero resolveu que era hora de revolucionar geral e começou a trabalhar no que seria o maior marco tecnológico desde a invenção do atiçador de lareira: o avião de papel.

Baseando-se em observações científicas feitas na natureza, vendo como as aves voavam e como os tijolos não voavam, Aero Smith projetou seu invento, num processo árduo que lhe rendeu duas semanas sem dormir debruçado sobre uma escrivaninha comida por cupins e um maço de folhas A4. Ao fim de tão extenuante tarefa, no dia 1° de abril de 1865 os estudantes e professores da universidade de Liverpool puderam testemunhar, estupefatos, o vôo majestoso do primeiro avião de papel da história da humanidade, lançado pelo próprio Aero da janela de seu dormitório no campus.

Desde então, o mundo mudou dramaticamente em função da invenção desta maravilha. Os meios de transporte, antes restritos apenas à terra e ao mar, continuaram restritos à terra e ao mar (os balões já existiam, mas só doidos varridos se atreviam a voar naquelas verdadeiras bombas suicidas voadoras). O que realmente mudou a curto prazo foi o fim do tédio e o fim do desperdício de papel. Muitos lembram do nome Aero Smith como sendo o luminar do desenvolvimento sustentável, por ter dado o primeiro passo rumo à reciclagem de papel, ainda que de um modo acanhado, visto que de início sua invenção não foi bem aceita dada sua complexidade e custos envolvendo sua produção.

O avião de papel e seus usos na ciência moderna[editar]

Os primeiros protótipos não foram patenteados por seus criadores, desconhecidos até hoje.

Durante décadas, apenas estudantes universitários(pirralhos e nerds) dedicavam-se à confecção de aviões de papel, por interesses puramente acadêmicos. Aos poucos, porém, a invenção foi se difundindo, sendo então espalhada pela Inglaterra e pelo resto do mundo.

Nos Estados Unidos, dois retardados mentais conhecidos como Irmãos Wright tentaram construir um avião de papel de tamanho grande, com o intuito de possibilitar a um ser humano a chance de voar.

O fracasso deles foi notável tanto na primeira tentativa quanto na tentativa feita em comemoração ao centenário de seu fracasso, e só os norte-americanos hipócritas e bitolados ainda acreditam que aqueles dois idiotas inventaram realmente alguma coisa.

Em Paris, o brasileiro metido a inventor Alberto Santos Dummont inspirou-se nos protótipos de Aero Smith para produzir o primeiro avanço real na confecção de aviões de papel. Usando 10.000 folhas de papel sulfite Chamex e as peças de uma velha bicicleta Monark, o engenhoso brasileiro produziu uma versão em tamanho litro do invento inglês. Batizou-o de 14-Bis em homenagem ao seu chocolate favorito e à quantidade deles que consumiu durante o processo criativo que resultou no maior triunfo técnico brasileiro desde a invenção da corrupção.

Algumas pessoas preferem o elemento água para viajar.

Durante a reforma educacional da Era Vargas, o ensino público foi revisto para incorporar o ensino da confecção do avião de papel para crianças das séries iniciais. Em menos de 10 anos, as escolas brasileiras produziam mais aviões de papel do que qualquer outra instituição do planeta.

Em 2001, durante um teste realizado pela Al Qaeda, dois aviões de papel gigantescos, feitos com cartolina e papel-cartão colorido foram jogados do Afeganistão por Osama Bin Laden, cruzando todo o Atlântico e atingindo (sem querer) os dois edifícios do World Trade Center.

Onde não jogar um avião de papel[editar]

Depois de tudo, tenha o privilégio de ver como é na prática.

Durante 150 anos, estudos foram feitos para verificar em qual nicho (ui) da sociedade o avião de papel teria sua melhor e pior aceitação. O resultado foi que descobriram não os melhores momentos para se jogar um destes, mas ao menos listaram os lugares onde, em hipótese alguma, se deve jogar um avião de papel.