Avianca

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Este artígo es colombiano!

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¡Ponte las pilas! Usted puede ser secuestrado por por la guerrilla de las FARC


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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Avianca.
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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Avianca Brasil.
Não se esqueça, o nome mudou: OceanAir agora é Avianca! Os atrasos, no entanto, continuam a mesma merda!
Germán Efromovich: Cquote1.png É assim que você tem que catar as aeromoças e carcar nelas! Cquote2.png


Cquote1.png Você quis dizer: OceanAir? Cquote2.png
Google sobre Avianca

Cquote1.png Experimente também: Ir de ônibus Cquote2.png
Sugestão do Google para Avianca

Cquote1.png Atenção senhores passageiros da Hiper-Ponte Ocean... Ooops! Ééééé, digo, Avianca Brasil, com destino ao Rio de Janeiro, devido a nossa aeronave ser um Fokker 100 e o finger não se encaixar nela, vocês terão que tomar um ônibus e embarcar na chuva torrencial que cai neste momento no pátio. Tenham uma boa viagem! Cquote2.png
Comissária de Bordo da Avianca Brasil sobre embarque no Aeroporto de Congonhas

Cquote1.png Como que é o nome agora? "Ave Manca"? Cquote2.png
Surdinho sobre novo nome da Companhia OceanAir

Cquote1.png Ué, cade o guichê da OceanAir? Cquote2.png
Passageiro desavisado sobre novo nome da Companhia OceanAir

Cquote1.png Vocês acabaram com o nome de um ótimo avião... Cquote2.png
Avianca Brasil sobre TAM e Fokker 100

Cquote1.png É? Temos um monte deles na TAM Cargo e podemos vender para vocês! Cquote2.png
TAM sobre afirmação acima

Cquote1.png Nem de graça! Cquote2.png
Avianca Brasil sobre afirmação acima


A Avianca é uma quadrilha de narcotraficantes colombianos disfarçada de companhia aérea, que aliás, é a mais hollywoodiana existente no planeta já teve participação em vários filmes como: Lost, Momento Crítico e, ao contrário do que muitos desacreditam, Star Wars – é verdade!

A companhia colombiana pertence ao boliviano naturalizado brasileiro (que combinação, hein?) Germán Efromovich.

Germán Efromovich também controla as operações da Avianca Brasil e de uma meia dúzia de companhias falidas da América Latina.

Aqueles modelitos que os funcionários da empresa vestem foram usados na gravação do filme nos anos 60.

Origem do nome[editar]

Sai OceanAir, entra Avianca Brasil, mas continua a mesma merda...
Escala estratégica para desembarque de cargas ilícitas.

A empresa aérea que, por pouco, se chamaria JujubAir teve um começo bem colorido: cada avião vinha de uma cor, que nem jujubas sortidas.

No entanto decidiu-se pelo nome OceanAir após uma sugestão de um surfista carioca que ao tentar fazer um arrastão no proprietário da empresa disse:

Cquote1.png Aêêê! Ó, é a pura brisa do oceano... Cquote2.png

Moderna Aeronave Fokker 50: como os Fokker 100 são uma merda, essa é apenas meia-merda voadora

induzindo o empresário a estrangeirizar o temo brisa do oceano criando o nome OceanAir.

Contudo, existem mais curiosidades que cercam essa empresa: ela foi a primeira versão da companhia aérea açoreana SATA assim como de inúmeras outras empresas desconhecidas espalhadas pelo mundo.

Hoje a companhia resolveu unificar os nomes internacionais e mudou-se Avianca, o nome original da companhia na Colômbia, sede da multinacional.

O nome vem de "Aviação Andina Colombiana", que quer dizer que é previsto que os aviões utilizem apenas o espaço aéreo dos Andes, mas isso não é respeitado.

A Avianca na Colômbia surgiu após a fusão de várias empresas colombianas como a SCAT (Sociedade Colombo Alemã de Transportes Aéreos) - companhia aérea fundada por Cristóvão Colombo e Michael Schumacher, o "Alemão", que não voava, apenas utilizava caravelas e carros de Fórmula 1 da Mercedes - e a SACO (Serviço Aéreo Colombiano) - como o próprio nome já diz, voar nela era um saco, exceto quando havia distribuição de cocaína no serviço de bordo.

Provavelmente, você nunca ouviu falar de nenhuma delas, já que eram companhias minúsculas, destinadas ao fracasso.

A filial brasileira recebeu então o criativo nome de Avianca Brasil, contudo, os brasileiros, analfabetos leem o nome como "Aviança", com cê-cedilha, vocábulo não existente no espanhol, língua materna dos colombianos, deixando-os sempre com cara de interrogação quando falam com a operação brasileira.

Acidentes[editar]

Pilotos tomando umas cagibrinas antes de assumir o seu voo

Alguns aconteceram, mas foram ignorados pela imprensa. Não se sabe se pela ausência de gravidade deles ou pela insignificância da empresa mesmo.

Serviço de bordo na Avianca: comissárias loucas por um tapa na bunda!

Os acidentes que ocorreram foram por pura imprudência dos pilotos, geralmente bêbados. O whisky que não servem para os passageiros vai todo para a cabine, onde anima as partidas de Resta Um.

As aeromoças, perdão - comissárias de bordo - tiram zerinho ou um para ver quem leva o trago para eles, pois sua brincadeira preferida, além do referido joguinho, são os tapas nas bundas das pobres.

Um desses retardados conseguiu, numa aterrisagem suave, estourar os pneus do trem de pouso e ainda reclamou de uma boca de lobo na pista do aeroporto, mas os técnicos da Infraero foram claros em seu relatório: Cquote1.png Tá bichada essa porra! Também avião de terceira mão, você quer o que? Cquote2.png.

Os demais acidentes foram meramente devidos a turbinas que deixaram de funcionar: passageiros relataram um leve desconforto por viajar num avião angulado em 90º, principalmente na hora das refeições, pois o alimento, ao invés de descer, teve que aprender a seguir em frente. Também foi constatado um aumento significativo na quantidade de urina despejada na tampa da privada.

Frota[editar]

Um dia feliz de embarque no sol quente pela Avianca

Os comentários na internet giravam em torno da frota da antiga OceanAir : eram todos Fokker 100.

Na Internet e nos folhetos de bordo, eram chamados de MK-28, mas é a mesma merda. Sim, o Fokker 100, aquele que ficou famoso pelo seu péssimo hábito de cair sem motivo aparente e pela alergia ao logo da TAM contido em seus adesivos.

Dois modernos Fokker 100 MK 28 da frota, que milagrosamente ainda voam

O avião é tão bom que a empresa que o fabricava faliu em 1997, ou seja, se der em merda, não rola nem acionar o Procon.

Mas dizem que esses Fokker 100 aí eram da American Airlines, que operaram com eles durante 12 anos sem um único acidente, até o dia em que todos eles, numa sincronia inerente apenas às máquinas, resolveram quebrar ao mesmo tempo, em pontos diferentes do mapa, para demonstrar sua insatisafação com a segurança que transmitiam aos passageiros até então.

Puro orgulho. Daí, a American Airlines leiloou todos no Mercado Livre e ao verem os compradores se foderem, os executivos acharam a maior graça.

Piloto parando seu Fokker 100 em cima da faixa de pedestres e levando uma multa para a Avianca

Desempregadas e rebeldes, as aeronaves foram obrigadas a voar pela OceanAir e aceitaram mudar de nome pelo preconceito que os Fokker 100 enfrentavam até no Brasil.

Piloto da Avianca: Cquote1.png Senhores passageiros, comunicamos que fizemos mais um pouso bem sucedido e agradecemos a preferência... Cquote2.png

Apesar de toda a desgraceira, são consideradas uma das aeronaves mais seguras do mundo, com taxa de queda de 0,88 por milhão de voos. Devido a um TOC (são extremamente sentimentais), estão trabalhando para arredondar esse número para 1. A OceanAir era uma mãe nesse aspecto, incentivando suas garotos a voos irresponsáveis e fornecendo pilotos de aeromodelismo para tal proeza.

Devido ao mau comportamento dessas aeronaves, elas não tem direito a plataforma própria nos aeroportos (os ’’fingers’’ não chegam até suas portas), sendo os passageiros obrigados a caminhar 12km até o fundo das pistas para adentra-los. A exceção é a Rodoviária da Pampulha, em BH (conhecido vulgarmente como Aeroporto da Pampulha), onde os OceanAir eram recebidos como reis, por serem os únicos não guiados por controle remoto.

Depois da mudança de nome, os executivos pediram para pararem de sujar o nome da empresa e aposentarem os Fokkers.

Os brasileiros então foram novamente às compras e adquiriram sensacionais 2 Boeings 777 e um monte de sucata Boeings 737, Embraer Brasílias, Teco-tecos e alguns aviões de papel, todos (inclusive os 777) de 5ª mão, da falida Companhia BRA, que não pousam nos aeroportos da Ponte Aérea (Santos Dumont no Rio de Janeiro e Congonhas em São Paulo).

Como a manutenção dos Boeings 777 é caríssima, resta às aeronaves ficarem nos hangares enquanto os bons e velhos Fokkers 100 ainda sobrevivem.

Para resolver a situação de vez, a matriz colombiana passou a comprar Airbuses Airbus A319, porém como uma compra de avião demora e a manutenção dos Boeings 777 é caríssima, resta a essas últimas aeronaves ficarem nos hangares enquanto os bons e velhos Fokkers 100 ainda sobrevivem até a chegada dos Airbuses.

Ver também[editar]