Ayahuasca

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Htret.JPG Ayahuasca dá um tapa na pantera!

Por isso ninguém entende o que ele(a) diz!

Clique aqui se você quiser dar um tapa também.

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Cquote1.png Dorgas mano! Cquote2.png
Um idiota qualquer sobre Ayahuasca
Cquote1.png Eu uso todos os dias há 20 anos e não sou viciado! Cquote2.png
Evo Morales sobre Ayahuasca
Cquote1.png Dá barato e não é proibido! Mas que maravilha! Cquote2.png
Você sobre Ayahuasca
Cquote1.png Na União Soviética, a Ayahuasca é levada a uma interação subjetiva com o divino por VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Ayahuasca
Cquote1.png A ayahuasca não é uma droga, pô! É só uma forma de transcender! Cquote2.png
Um usuário, achando que engana alguém sobre Ayahuasca

A Ayahuasca, ou maconha inca, é uma bebida alucinógena produzida por tribos indígenas da América do Sul, supostamente para fins religiosos, ou seja, uma desculpa para passar o dia se drogando e falando com Deus, que, na maioria dos casos, é o seu cachorro.

Realmente, a maconha é muito mais prática que isso...

História[editar]

Certo dia, um jovem inca, de nome Tupac Ayahuasca, estava cumprindo uma missão em nome do Imperador. Deveria levar uma informação da capital, Cuzco, até um forte no norte do Equador. No meio do caminho, sentiu muita fome, e, ao ir pegar uma espiga de milho na bolsa que carregava, percebeu que havia perdido todo o seu estoque de comida. Olhou por todos os lados, e não encontrou nada que lhe parecesse comestível. Eis que viu dois arbustos, com folhas de cor viva, e aparentemente inofensivas. Para enganar o estômago, resolveu colher algumas e fazer um chá. O cheiro que saía da panela começou a lhe chamar a atenção. Bebeu o primeiro gole, e sentiu como se uma voz lhe falasse ao ouvido: "Manda o imperador à merda e vai pra casa, manda o imperador tomar banho...". A voz repetiu isso muitas vezes, e ele acabou sendo se convencendo disso. Correu de volta até Cuzco, entrou no palácio imperial, mandou o "Sapu" Inka (jeito fresco de dizer imperador) à merda. A droga recém descoberta efetivamente tinha poder. É evidente que ele foi morto, mas as pessoas, que detestavam o imperador, gostaram do poder da droga, e batizaram-na em homenagem ao descobridor.

Dorgas, mano!

O sobrenome do criador ganhou um significado, quando um antepassado inca do Professor Pasquale descobriu as origens etnológicas do termo, que passou a significar cipó dos espíritos. Com a expansão imperial, a prática se espalhou pela América Andina, e várias tribos, que faziam questão de puxar o saco e imitar os hábitos incas, passaram a adotá-la em seus rituais. Atualmente, ela é amplamente usada por maconheiros por seitas em vários países sulamericanos, como Equador, Peru, Bolívia, Brasil e Colômbia.

Preparo[editar]

A forma de preparo depende muito da região e da pureza da erva utilizada. A concentração de substâncias psicoativas depende muito do gosto do drogado freguês. De qualquer forma, o preparo demora mais de oito mil horas. Primeiro eu planto o cipó no seu vaso e espero uma década para chegar na colheita. Depois matele meu cipó até ele ficar amolescer e ferve até virar um caldinho... entre uma e outra triturada nas folhas, a pessoa que está fazendo acaba fazendo uso de umas coisinhas para se manter firme e garantir uma boa bebida. Cada um dos grupos que utiliza a Ayahuasca tem uma frescura diferente quanto ao preparo, como envolver atividades sexuais, músicas do Jimi Hendrix ou alguma coisa que combine com o momento de droga-adição.

Efeitos[editar]

Os usuários negam de forma veemente, mas a Ayahuasca provoca efeitos alucinógenos. Diz-se que, na Bolívia, houve uma distribuição maciça da bebida horas antes das eleições que levaram Evo Morales à presidência. Segundo especialistas do Núcleo de Estudos sobre as Dorgas da Universidade Federal do Acre, ela possui algumas substâncias efetivamente psicoativas, semelhantes às encontradas no chá de pau barbado e no lico de cair pinto.

Representação gráfica dos efeitos da Ayahuasca. E ainda querem dizer que não é droga...

Narrativas do século XVI retratam a reação dos recém chegados espanhóis ao conhecer a Ayahuasca. Francisco Pizarro, depois de pilhar as cidades incas, adentrou a selva, e tomou contato com aldeias onde a bebida era usada. Em uma carta enviada a seu primo Josesito, Pizarro narra a sua experiência:

Cquote1.png Querido José,ontem passei por uma situação incrível. Estava eu a matar um índio, como normalmente faço, e uma coisa muito curiosa foi-me alcançada. O cheiro era extremamente bom, e aceitei de bom grado, pois, mesmo que fosse veneno, o grande número de lombrigas em minhas tripas daria conta de absorver tudo. Tomei um gole daquela coisa verde, que tinha um gosto de bosta de vaca com estrume de cabra. Era bom demais, e resolvi tomar mais um pouco. Fiquei louca, quer dizer, perdi a compostura. Agarrei-me no índio que me alcançara a bebida, e dei-lhe um bom beijo. Tirei imediatamente as minhas vestes, e saí a dançar, gritando ofensas a El Rey. Nunca havia praticado tanta sodomia em um período tão curto de tempo, exceto aquela vez que fomos a Badajoz... Efetivamente, eu fiquei doidinhaaaaaaaaa!!!
Pizarro, contando as consequências da Ayahuasca, e deixando claro umas outras coisas aí.


De forma geral, pode-se apontar que são efeitos causados pela Ayahuasca:

  • Pequena sensação de tontura, semelhante àquela que você sente quando toma uma dosezinha de vodka;
  • Projeção da consciência, ou contatos espirituais profundos ou, simplificando, um barato;
  • Dor de cabeça;
  • Vontade de torcer para o Juventude;
  • Umas outras vontades aí...

Uso religioso[editar]

Basicamente, a Ayahuasca é utilizada durante determinados rituais de macumba religiosos, onde procura-se absorver o "espírito da planta", o que, de certa forma, pode denotar uma inclinação do usuário à botanofilia. Cabe assinalar que há distintas formas ritualísticas de se utilizar a bebida, de acordo com a região e com a seita.

Cquote1.png Quando meu bebê nasceu, eu vi o espírito da planta entrando nele! Cquote2.png
Uma usuária sobre a Ayahuasca, ou provavelmente os efeitos da maconha ou da falta do que fazer.

Movimentos religiosos que utilizam a Ayahuasca[editar]

  • A Barquinha:

Cquote1.png Eu ia lhe chamar, enquanto corria a barca. Cquote2.png
Morais Moreira sobre A Barquinha
Essa seita não existe, pois teria sido criada no Acre. Supostamente, ela seria uma mescla de um mol de outras denominações religiosas cristãs, indígenas e africanas. A criadora, de nome Nathália, era uma seringueira que passava seus dias tirando leite do pau que, durante um dia intenso de labuta, entrou em contato com a Ayahuasca, e desde então, nunca mais foi o mesmo. Dali em diante, saiu por aí espalhando a sua descoberta, levando mais gente para o mesmo caminho que ele. A "barca" seria a missão de cada um, e a vida seria o caminho a ser seguido no mar do Universo, e a Ayahuasca deixaria a viagem mais agradável, em substituição ao amendoim e às barrinhas de cereal servidas pelas comissárias de bordo, no caso, os xamãs.

  • União do Vegetal: É um sindicato de utilizadores da Ayahuasca, para comprar o produto com um menor preço, bem como proteger legalmente os usuários. Pregam o bem, a liberdade e o fim das piadas contra seringueiros, principal parcela dos usuários da bebida.
  • Natureza Divina e Santo Daime: A mesmíssima coisa que as anteriores. Tem esses nomes diferentes por pura frescura.

Ver também[editar]

Bambu.jpg Este artigo faz parte do incrível mundo Vegetal Folhoso

Este vegetal foi certificado pelo Greenpeace sendo livre de agrotóxicos e outras pragas nocivas.