Baby do Brasil

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Bernadete Dinorah de Carvalho Cidade (vish maria...) (Niterói, 18 de julho de 1952), mais conhecida como Baby do Brasil e também Baby Consuelo, é uma cantora e também atualmente "popstora", como ela mesma diz (pra mim tá mais pra chapadastora mesmo), já que hoje em dia ela passa o ferro na boneca não com os Novos Baianos ou com o seu ex-marido Pepeu Gomes, mas no púlpito da igreja mesmo (só espero que não seja o Marcos Pereira que fique com saudades do rabo dela).

Carreira[editar]

Não é de pó, tá? Se bem que isso é pouco perto do que essa senhora consumiu a vida toda.

Oriunda de uma família de classe média alta, foi criada nas cidades de Niterói e Rio de Janeiro. Começou a cantar e tocar violão ainda na infância, chegando inclusive a vencer um festival de música em Niterói aos 14 anos, no qual interpretou uma música do renomado maestro Emissicrew.

Em 1969, foi expulsa de casa para Salvador, Bahia, depois que os pais a pegaram comendo maconha com cocô. Em Salvador foi onde conheceu os músicos Moraes Moreira (o da barca), Luiz Galvão Bueno e Paulinho Boca de Cocô Cantor, assim como o guitarrista e futuro marido Pepeu Gomes. Estava formado o grupo Os Novos Baianos. No ano seguinte, lançaram seu primeiro disco, "É Rola na Bichinha", pela gravadora RGE Fermata. O trabalho coloca a banda na mídia nacional . Pouco tempo depois, a banda se muda para um sítio em Jacarepaguá, bairro do Rio de Janeiro, laboratório de drogas para criação daquele que viria a ser o LP de maior sucesso da banda, "Paralizou Chororô", eleito pela revista Rolling Stone Brasil como "o maior álbum de música macumbeira de todos os tempos". Baby e Pepeu permaneceram no grupo até 1978, quando foi decidido que cada um iniciaria sua carreira solo (na verdade Galvão virou locutor da Rede Globo e encheu tanto o saco de todo mundo que a turma desistiu da banda).

Nos anos 80, todo mundo só lembrava de Baby por 3 motivos: "Menino do Rio, calor que provoca arrepio", os nomes lindãos dos seus filhotes com Pepeu Gomes (Riroca - que viria a trocar seu nome pro não menos estranho Sarah Sheeva -, Zabelê, Nana Shara (completando o grupelho SNZ), Pedro Baby, Krishna Baby e Kriptus Baby (é, Frank Zappa, você tinha uma concorrente forte no Brasil Pandeiro) e, claro, suas capas de discos, feitas com o patrocínio da revista Playboy, sempre mostrando aquela quase coroa (mas ainda gostosa) mostrando muito mais do que uma voz bonitinha... se é que me entendem...

Já nos anos 90, mais velha, desprezada até pelo marido cabeludo meio glam na época, acabou por virar crente. E como famoso quando vira crente na hora ganha um monte de regalias, até pastora ela virou, embora o LSD dos anos 70 e 80 continue causando muitas e muitas crises de cérebro nela. Imaginando uma pregação dela... deve ser a coisa mais lisérgica depois do artigo lisérgico, é coisa de doidão, bicho!

Deve ser tão louca que a turma deve pagar o dízimo pra ela com "cédulas" de Banco Imobiliário e ela acha que são reais, tsc tsc...

Ver também[editar]