Bad Religion

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Nota musical22.gif PROJETO HITS
Este artigo está incluído no Projeto Hits, e recebeu a classificação B pela comissão do projeto. Se quiser contribuir neste projeto, contate a Comissão do Projeto Hits e ajude-nos a crescer com bom humor aos nossos ouvidos, organismos e palatos!!
BHits.jpg



Punk.gif
Este Ser Curte Panque Roque.

Ele deve praticar cheiramento de gatinhos ouvindo X.

Punkaosairdeshopping.jpg
Bad Religion
Bad Religion1.jpg
Bad Religion é coisa de macho!
Origem Califórnia do Sul
País EUA
Período Viadagem Total e chapação em maconha
Gênero(s) Punk, Música de macho e Fúria
Gravadora(s) Epitaph
Integrante(s) Greg Graffin, Brett Gurewitz, Jay Bentley, Greg Hetson, Brian Baker e Brooks Wackerman
Ex-integrante(s) Caras que decidiram seguir a carreira emo e por isso nem vale a pena falar deles (e o espaço é muito pequeno para botar o nome de todos...)
Site oficial {{{site}}}


Cquote1.png How could hell be any worse? Cquote2.png
Greg Graffin sobre Bad Religion
Cquote1.png Meu melhor amigo Cquote2.png
Tim Armstrong sobre Greg Graffin
Cquote1.png Meu também! Cquote2.png
Fat Mike sobre o comentário acima
Cquote1.png Meu também Cquote2.png
Jim Lindberg sobre o comentário acima
Cquote1.png Esses aí não trairam o movimento, véio! Cquote2.png
Dado Dolabella sobre Bad Religion
Cquote1.png AiH, iXo é cOisAh dE Maxuhh, nAuM é pRa mIm Cquote2.png
Emo sobre Bad Religion
Cquote1.png Deus me livre de emo ouvir a MINHA banda, e eu sou ateu... Cquote2.png
Greg Graffin sobre Bad Religion
Cquote1.png Uma das minhas bandas favoritas Cquote2.png
Chuck Norris sobre Bad Religion
Cquote1.png "A lifetime of scrutiny, prejudicial waters wash over me", mas que merda é esta, não consigo compreender, o Greg Graffin devia estar mesmo furioso... Cquote2.png
Eu sobre New Maps of Hell, novo álbum dos Bad Religion
Cquote1.png Ao menos não estão virando emo Cquote2.png
Eu sobre Bad Religion
Cquote1.png Greg Graffin é ateu e percebe mais da Bíblia do que Você Cquote2.png
Capitão Óbvio sobre Greg Graffin
Cquote1.png Nós gostamos da Alemanha, só que nós AMAMOS Bad Religion Cquote2.png
NOFX sobre Bad Religion
Cquote1.png Eles não tinham 3 guitarristas?! Cquote2.png
Pensamento que você tem ao ver um vídeo do Bad Religion
Cquote1.png "Infected" é a melhor música deles Cquote2.png
Fã de Guitar Hero Bad Religion sobre Bad Religion
Cquote1.png Bad Religion é a melhor banda do mundo, adoro "American Jesus" Cquote2.png
Mais um grande fã de Bad Religion
Cquote1.png Seus posers de merda, "You" é a melhor Cquote2.png
outro insuportável fã de Tony Hawk Bad Religion
Cquote1.png Filho, vai já pro seu quarto trocar essa roupa! Cquote2.png
Sua mãe sobre camiseta do Bad Religion
Cquote1.png I'M A HUGE FAN OF BAAAAAAAAD RELIGION!!! Cquote2.png
Fat Mike sobre ser um grande fã de Bad Religion
Cquote1.png BÉDI RELIJÓN! BÉDI RELIJÓN! BÉDI RELIJÓN!!! Cquote2.png
Fãs emos brasileiros gritando nos shows pelo Brasil

Bad Religion é uma banda punk formada na Califórnia em 1980, por Greg Graffin, Brett Gurewitz, Jay Bentley e Jay Ziskrout, que tem a particularidade de ter um número quase impossível de álbuns, de 70% das músicas falar contra a religião apesar de 4 em 6 membros da banda serem religiosos, e de ser uma das poucas bandas punk que não estão virando emo, o bad religion influenciou muitos muitos adolescentes (futuros drogados, bandidos e pastores), uma das bandas que seguem totalmente a linha do bad religion é a banda emopunk funnycore chamada The Mentes, de uma cidade no sul do Brasil (Arroio Grande - RS), todos os membros da bandas são dementes, principalmente o baixista e vocalista, que traçou lendas como Rita Lee, Dercy Gonçalves e Hebe Camargo. O guitarrista e o baterista mantém relações sexuais com cabritas (com autorização do IBAMA) o fã número 1 da banda é Mark Hoppus.

foteenha p orkut...miguxu

Tabela de conteúdo

[editar] Formação e Carreira

Os Bad Religion se formaram em 1980, no Sul da Califórnia, quando todo o mundo que sabia tocar qualquer coisa, e mesmo os que não sabiam, como Graffin, formava uma banda punk muito hardcore contra o sistema.
Greg Graffin está furioso de novo...
Armados com um dicionário de sinónimos e um ódio à religião, Graffin e Gurewitz iniciaram a banda com outros dois caras, Jay Bentley e Jay Ziskrout. Só havia um problema, Deus, irado com uns adolescentes californianos por eles fazerem a sua banda com o nome nada lisonjeador de "Bad Religion", decidiu amaldiçoar a banda e fazer com que eles passassem a fazer todas as canções com umas 30 palavras imcompreensíveis demasiado longas e idiotas para se cantar, para além de terem de passar 10 anos até que atingissem sucesso.

[editar] Primeiros Albuns

Como todas as bandas emo, os Bad Religion começaram como banda de garagem, com o talento musical de um ananás. Por não terem mais nada para fazer, lançaram o seu primeiro álbum, "How Could Hell be Any Worse?" em 1982, e como todos os primeiros álbuns de bandas de garagem, falhou miseravelmente. Aliás, tão miserávelmente que no seu segundo álbum em 1983, "Into the Unknown", os Bad Religion tentaram mudar de estilo, para a viadagem conhecida por "rock progressivo". Esse segundo álbum foi tão mau que a banda se separou durante 1 ano, em 1985.

[editar] Reunião, Suffer e o início do movimento cabra-ômi nos Bad Religion

Brett Gurewitz, guardião do dicionário de sinónimos sagrado e guitarrista foda
Em 1986, Brett Gurewitz, agora acordado do efeito da quantidade imensa de heroína que tinha consumido para fazer "Into the Unknown" e o seu "rock progressivo viadinho de merda", Graffin reuniu a banda e voltou a escrever músicas de macho com um som de macho e estilo de macho. O resultado foi o álbum "Suffer" em 1988, aclamado como um dos melhores álbuns do punk de todos os tempos, que SOZINHO salvou o punk do Sul da Califórnia. Após "Suffer", os Bad Religion nunca mais iriam cair no erro de tentar tocar música que fosse remotamente de viado.

Cquote1.png Rock progressivo o caralho! Música de viado... nunca mais! Agora é só guitarrada e gritar a toda a hora Cquote2.png
Greg Graffin sobre estilo musical dos Bad Religion
Cquote1.png Chefe, deixa só nos dizermos "Aaaaaaaahhhhhh" em todas as músicas, tipo coro de igreja, vai ver que vai botar para quebrar Cquote2.png
Brett Gurewitz sobre estilo musical dos Bad Religion
Cquote1.png Isso é coisa de viado? Cquote2.png
Greg Graffin sobre estilo musical dos Bad Religion
Cquote1.png Acho que não, se você meter uma letra furiosa, gritar a toda a hora e botar pesado na guitarra e na bateria, é capaz de resultar Cquote2.png
Chuck Norris sobre estilo musical dos Bad Religion
Cquote1.png Então senta o dedo nessa porra! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre estilo musical dos Bad Religion

[editar] Sucesso na mídia

Brooks Wackerman, especialista em bateria de metralhadora
Depois de "Suffer" ter iniciado o sucesso da banda, Graffin percebeu que valia a pena continuar com a mesma fórmula vencedora de tocar macho. Por isso, a banda produziu seu quarto álbum, "No Control" em 1989, outro álbum importante para o punk, pois era também no início dos anos 90 que começava a surgir o movimento emo, a escória da humanidade. Os Bad Religion, sendo uma banda de cabra-ômi, perceberam a gravidade da situação e ficaram furiosos, porque em nenhuma circunstância os Bad Religion ficam deprimidos ou tristes, isso é coisa de emo, e os Bad Religion ODEIAMemos. Óbvio, esse ódio só serviu para Graffin e Girewitz fazerem mais músicas de alto nível. Com isso, os Bad Religion começaram uma série de álbuns, "Against the Grain" (1990), "Generator" (1992), "Recipe for Hate" (1993) e "Stranger than Fiction" (1994), que obtiveram bom sucesso no "mainstream". Aí, Gurewitz voltou a ter dinheiro para comprar heróina, e aconteceu o cataclismo...

[editar] Traição da editora independente e saída de Gurewitz: Bad Religion na merda

Jay Bentley, baixista e senhor da guerra teutónico teutônico(analfabeto) nos tempos livres
Após o sucesso na mídia e o dinheiro associado, Graffin pensou que era melhor abandonar a editora independente que foi formada por Gurewitz para o primeiro álbum deles, a Epitaph, e assinar com a Atlantic Records. Obviamente, Gurewitz, que era dono da Epitaph, ficou furioso (nenhum membro dos Bad Religion fica possui outras emoções para além de furioso) e decidiu abandonar a banda. Sem o talento e o dicionário de sinónimos de Gurewitz, os Bad Religion perderam qualidade nas canções. Isso levou as que os álbuns "Gray Race" (1996), "No Substance" (1998) e "The New America" (2000) fossem uma merda. Sim, os álbuns até nem eram maus, mas para os Bad Religion nada é medíocre, tudo ou é furiosamente espectacular ou uma furiosa merda......

muito foda essa banda do caralho

[editar] Gurewitz volta: o Regresso do Rei

Brian Baker, um dos 3 guitarristas da morte furiosa
Após esgotar a heroína, Graffin acorda e em 2002 decide assinar outra vez com a Epitaph e trazer Gurewitz de volta. Gurewitz, que tinha saudades dos "Bons, mas furiosos velhos tempos", decidiu voltar, e em 2002, a banda lança "The Process of Belief", o seu primeiro álbum de jeito desde "Stranger than Fiction". Com Gurewitz de volta, Graffin e o resto da banda furiosos de novo e o dicionário de sinónimos sagrado guardado nas catacumbas nos cofres da Epitaph, a banda volta ao sucesso, desta vez prevenida para não mais sair da Epitaph. Em 2004, a banda lança "The Empire Strikes First", e em 2007 "New Maps of Hell", outros álbuns voltaram a atirar a banda para o sucesso. Agora, com outro álbum a caminho, os Bad Religion estão a ficar furiosos de novo...

[editar] Idade Aproximada e Leis de Graffin

Greg Hetson e o salto furioso da fúria suprema
Não sei se você se apercebeu, mas os Bad Religion estão ativos há 32 anos. Sim, 32 ANOS, com 17 Albuns e mais um a caminho. A quantidade de música produzida pelos Bad Religion é imensa, fato devido ao estado de fúria com que os Bad Religion fazem TUDO. Aliás, podemos delimitar um conjunto de regras que os Bad Religion seguem SEMPRE, as chamadas Leis de Graffin.

[editar] Leis de Graffin

  1. Lei da fúria extrema, ou Furor Bad Religionensis
    Os Bad Religion estão sempre furiosos, sendo desprovidos de qualquer outro estado mental
  2. Lei da polarização qualitativa
    Para os Bad Religion, não há meio, tudo é furiosamente bom ou furiosamente mau
  3. Lei da unificação crítica
    Tudo deixa os Bad Religion furiosos, especialmente Graffin, que fica furioso muito facilmente
  4. Lei da Proporcionalidade Furiosa
    Quanto mais furiosos os Bad Religion estiverem, maior será a qualidade da sua música
  5. Lei do Agnosticismo Religioso
    Apesar do nome da banda ser "Bad Religion", e de a maior parte das suas músicas ser contra a religião, só Graffin e Gurewitz é que são ateus, ou seja, os outro 4 caras acreditam em Goku. Isso deixa Graffin algo furioso
  6. Lei da Verbalização Desnecessária
    Todas as letras das canções tem de ter pelo menos 40 palavras incompreensíveis, apenas descobertas com o dicionário de sinónimos sagrado
  7. Lei da Idade Relativa da Ira
    Quanto mais tempo os Bad Religion estiverem ativos, mas a sua fúria aumenta, e assim a sua qualidade sobe ainda mais
  8. Lei da Quantificação Capilar Graffiniana Inversa
    Quanto mais cabelo Graffin perder, a fúria dele aumenta e a qualidade da música melhora proporcionalmente, sendo que ela já era alta antes de ele começar perder o cabelo
  9. Lei da Ira Relativa
    Emos deixam os Bad Religion muito furiosos, mas não no sentido de fazer música, mais no de dar porrada
  10. Lei da Sacramentalização do Dicionário dos Sinónimos
    O Dicionário dos Sinónimos sagrado, relíquia religiosamente guardada nas catacumbas da Epitaph, é sagrado pois contem o segredo das palavras ultra complicadas que a banda usa.

[editar] Ver também

Ferramentas pessoais
Ver e modificar namespaces

Variantes
Visualizações
Ações
Navegação
Colaboração
Votações
(F)Utilidades
Novidades
Redes sociais
Correlatos
Ferramentas
Outras línguas