Bado de Alcor

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Narutofuuga.jpg Este artigo é relacionado a fillers!

Você nunca vai ver num mangá, provavelmente não serviu para porra nenhuma
e é difícil pacas de encaixar na cronologia original (ou não).

Clique aqui para saber de outras coisas sem importância.


Gemeos.jpg Bado de Alcor é coisa de gêmeos...

Este artigo pode ser sobre irmãos gêmeos, alguém com um irmão gêmeo ou algo relacionado a gêmeos. Ele(a) teve que dividir o útero da mãe, tem uma linguagem própria e usa roupas iguais (ou não).


Bado

AlcorX.jpg

Classificação Guerreiro Deus
Cavaleiro
Deus a que serve Odin
Armadura Alcor
Golpes Garras do Tigre das Sombras (Shadow Lightning Tiger Claw)
Perfil
Nacionalidade Asgard
Local de Treinamento Asgard
Nascimento Desde quando filler nasce?
Frase Favorita "Manooo!!!!!!"


Cquote1.png Você quis dizer: Sombra? Cquote2.png
Google sobre Bado de Alcor
Cquote1.png Você quis dizer: Balde de Álcool? Cquote2.png
Google sobre Bado de Alcor
Cquote1.png Experimente também: Hypnos e Thanatos Cquote2.png
Sugestão do Google para Bado de Alcor
Cquote1.png Larga do meu pé! Cquote2.png
Shido de Mizar sobre Bado de Alcor
Cquote1.png Só eu sabia da existência dele! Cquote2.png
Hilda de Polaris sobre Bado de Alcor
Cquote1.png Por pouco não acabou comigo! Cquote2.png
Shun de Andrômeda sobre Bado de Alcor
Cquote1.png Me solidarizei com ele! Cquote2.png
Ikki de Fênix sobre Bado de Alcor
Cquote1.png Trapaceiro! Cquote2.png
Alderaban de Touro sobre Bado de Alcor
Cquote1.png Fala aí, Sombra! Cquote2.png
Ratinho sobre Bado de Alcor

Apresentação[editar]

Os irmãos Shido e Bado

Bafo de Licor Bado de Alcor é o irmão gêmeo univitelino (ou seja, são gêmeos idênticos) do Guerreiro-Deus Shido de Mizar, a Estrela Zeta, que aparece no filler da Saga de Asgard do anime yaoi Cavaleiros do Zodíaco. Se participar de um simples e curto filler já é um grande passo para ser esquecido no decorrer de todo o anime, imagine ainda mais ser o irmão gêmeo de um dos Guerreiros-Deuses, viver na sombra do irmão, vê-lo morrendo e não tomar nenhuma posição a respeito e (como se não fosse o suficente) não aparecer na frente dos outros até que o irmão vá para o Inferno (sendo que ele simplesmente só faz isso no final da Saga), dureza, não? Mas foi o que Bado de Alcor teve que sofrer durante todo a sua participação.

É um dos integrante do núcleo pobre desprovido de bens materiais necessários para a mínima sobrevivência do anime, assim como Fenrir de Alioth (o Mogli, o menino Lobo) e Thor de Phecda (o Gigante burro) também o eram. Bado de Alcor entrou para a categoria dos sete Guerreiros-Deuses sendo o "oitavo" dos sete (WTF?), mas isso somente através do sistema de cotas do desenho para tal categoria. A estrela do seu irmão Shido de Mizar (a estrela Zeta) é uma estrela gêmea (que tem uma correspondente que quase nem aparece atrás dela) e, para ter algum nexo entre a Mitologia Nórdica e o desenho, resolveram colocá-lo como um dos guerreiros, mas somente como um coadjuvante do seu irmão (sendo que devia somente seguir Shido para onde quer que o mesmo fosse), ou seja, uma simples Sombra.

Negligência Familiar[editar]

A única lembrança que Bado tem de sua família (apesar dele nunca ter sequer percebido isso)

Bado de Alcor, diferentemente do seu irmuxo da Estrela Zeta, viveu uma vida desgraçada e comendo o pão que o Diabo amassou com a unha encravada do pé, desde o momento em que respirou o ar vindo da atmosfera terrestre, fora da barriga da sua mãe (começando exatamente a partir do dia seu nascimento, com um destino que ninguém gostaria de possuir). Nascido em Asgard, no Norte da Europa, Bado descende em uma das famílias mais ricas da localidade, Zelite mesmo (perdendo, talvez, para a família dos Alberichs, da qual descende Alberich de Megrez, ou não). Porém, para o seu mais triste azar, sua família era totalmente supesticiosa, acreditando em tudo o que diziam a eles, como na Cuca, Saci Pererê, Lobisomem e Nerd Gostosa, ou seja todas as lendas que deveriam existir por aquelas bandas.

Bado lutou muito para chegar aonde chegou, enquanto Shido recebia tudo de mãos beijadas

Reza uma lenda em Asgard que, se uma família acaba tendo como primogênito gêmeos, isso trará a eles mais desgraça do que se eles tivessem comido leite com manga juntos. Temerosos por tal desgraça que poderia cair em cima de suas riquezas (como acabar na rua da amargura e com duas bocas a mais para alimentar), os pais de Bado acharam "melhor" ficar com somente um dos filhos, matando o outro (nesse tempo não tinha locais para adoção, pelo visto), conservando assim pelo menos um deles e sua riqueza. Para o azar de Bado, ele acabou sendo o escolhido para o "sacrifício", já que nasceu depois de Shido (ou não, ah, sei lá). Porém, tal ato não acabou sendo concretizado, eles ficaram com pena do moleque que nem se defender podia. Por isso, afim de levá-lo a uma morte rápida e indolor, sem contribuirem diretamente para tal, eles resolveram abandornar o recém-nascido em uma floresta, junto com um punhal de ouro, para que (quem sabe) quem o encontrasse fizesse o trabalho por eles e ficassem com a faquinha como pagamento. Nada mais justo.

Mais o tiro acabou saindo pela culatra dos ricassos, Bado foi encontrado por um casal de pobres humildes e esfomeados camponeses que, com pena do pobrezinho que estava quase tendo uma hipotermia naquela neve, resolveram servi-lo no jantar, já que morriam de fome mesmo adotá-lo sem nem sequer penhorar a faquinha, que poderia dar uma boa nota se eles vendessem (só em desenho mesmo isso). E, assim, Bado cresceu, vivendo junto com pais pobres, com uma família pobre, cercado de camponeses pobres e vivendo em um casebre mais pobre ainda, enquanto isso, seu irmão gêmeo vivia comendo do bom e do melhor, vivendo aquecido em um casarão e com os seus pais de verdade (se bem que, pensando bem, se os pais não tivessem abandonado ele, eles poderiam estar na mesma situação em que Bado está atualmente, ou pior).

Reencontro Fraternal[editar]

Cquote1.png Filho da mãe... ele tem um cavalo de estimação e eu nem tenho o que comer! Cquote2.png
Bado sobre Shido, no dia em que descobriu sua relação familiar com ele

Em um dia de trabalho mais do que normal para Bado (sendo que Shido dificilmente deva ter escutado a palavra trabalho na vida), quando estava lá pelos seus sete ou oito anos de idade por aí (o que também pouco importa, já que desde cedo eles já começam a matar até pessoas), enquanto caçava alguns coelhos para matar a sua fome e a da sua "família" (já que frango e um uma bela tigela de açaí por alí eram raros), ele se depara com a sua presa mais do que rápido, conseguindo capturá-la facilmente (já que eram anos de treinamento). Quando voltava para a sua mais do que humilde residência, já pensando em que parte do coelho iria ser a sua (já que foi ele quem caçou e merecia a maior parte), Bado se depara com um garoto bem no seu caminho, que o interroga e lhe propõe uma troca-troca.

A Armadura do Guerreiro-Deus de Alcor, a Estrela Zeta. Plágio da do Guerreiro-Deus de Mizar (se não fosse pelo fato de ser branca e não ter nenhuma Safira de Odin).

Esse garoto era o pequeno Shido e vestia-se como um verdadeiro "Lorde Inglês", se comparado com o trapo esburacado e sujo que Bado estava usando naquele momento. Shido estava montado em (nada mais e nada menos, já que era da Zelite mesmo) um cavalo e aborda o garoto maltrapilho que carregava o inocente coelho. Shido pede para que o garoto venda o animal para ele, em troca disso, ele entrega a Bado a sua faquinha de cortar pão pessoal, dourada e cravejada de rubis, que vinha ainda com o símbolo da família talhada nela. Bado aceita a permuta e entrega o bicho para Shido, que sobe em seu pangaré e vai embora. Porém, tal objeto que recebeu não lhe é estranho, Bado então compara o que ganhou com a faquinha que possuia desde muito tempo (aquela, que foi deixada com ele no dia do seu abandono pelos pais biológicos negligêntes).

Nesse momento, Bado percebe que, na realidade, aquele garoto alí era o seu irmão (sendo que eles tinham a mesma cara, mas nenhum dos dois tinha notado isso), aquela era a sua família e ele era podre de rico (como ele chegou a essa conclusão, não faço ideia). Bado então amaldiçoa o seu destino, já que os seus familiares o haviam abandonado, ainda mais por saber que o seu irmão andava esbanjando os bens da família por aí, dando tudo (ui!) em troca de animais que poderiam conter todas e quais quer verminoses da floresta. Ele então promete treinar, ficar forte e superar o seu irmão, ficando mais acima dele do que Shido estava atualmente a ele (não se sabe o porquê dessa escolha, se bem que ele poderia estudar para conseguir mais grana do que ele, ou jogar na loteria).

Saga de Asgard[editar]

Shido tentando ser mais poser do que o irmão Shido (em alguma coisa ele tem que ser maior que ele)

Depois de ser possuída pelo poder do Capeta Anel de Nibelungo, dado a ela por Sorento de Sirene, a mando do Imperador dos Mares Poseidon, Hilda de Polaris, a representante de Odin em Asgard, resolve ressuscitar as sete Armaduras dos Guerreiros-Deuses de Asgard, que estavam adormecidas desde 1900 e guaraná com rolha a última reencarnação do Deus Nórdico na Terra, para que os seus Cavaleiros invadissem o Santuário de Athena. Por possuir maior poder "material", Shido acabou sendo agraciado como Guerreiro-Deus de Mizar. Bado, por ser pobre mais humilde (além de estar utilizando-se do sistemna de cotas do anime), teve que se contentar com a sua armadura do Guerreiro-Deus de Alcor, a sombra da armadura de Mizar (se bem que essa "sombra" é branca, ao invés de preta afro-descendente, mas tudo bem, detalhes).

Impossível Shido ficar sozinho sem o irmão dele ficar por perto igual uma sombra

Hilda era a única que sabia da existência desse "oitavo" Guerreiro-Deus e do seu parentesco fraternal com Shido (já que ela era a única que se ligava na astrologia da Ursa Maior, a constelação protetora dos Guerreiros de Odin, e sabia que a Estrela Zeta possuia uma "sombra") e o proibiu de se revelar para qualquer um dos outros rapazes e, principalmente, para o seu irmão (também para evitar problemas familiares na justiça e tudo mais), que era o VERDADEIRO Cavaleiro de Mizar, a Estrela Zeta, sendo que ele somente deveria seguí-lo. Bado, indignado, interroga Hilda do porquê de sua armadura de Alcor, a Estrela Zeta, não possuir uma Safira de Odin como as demais. Hilda lhe explica que somente são necessárias sete safiras para ressuscitar a Sagrada Armadura de Odin oito seria exagero, safira não é tão fácil achar não, sendo que ele poderia tornar-se um utilitário de uma se o seu irmão "acidentalmente" morresse.

Com isso em mente, Bado segue, com todo o prazer, Shido para onde quer que o cara vá, sempre ficando na torcida de que ele bata as botas logo no primeiro combate, que acaba sendo, com nada mais e nada menos, do que com o ruminante Aldebaran de Touro, protetor da Segunda Casa dos Zodíaco. Shido ainda dá (ui!) uns sopapos em Aldebaran, mas não consegue derrubar o cara facilmente. Bado percebe que o ki chakra cosmo de ambos são parecidos e percebe que isso vai demorar "um pouquinho", podendo ser que os dois acabem morrendo no final. Desejoso disso, mas sem paciência para esperar pela eternidade, Bado resolve aproveitar um distração do Touro e o ataca pelas costas, derrotando-o (se bem que todo mundo pensa que, na verdade, quem o derrotou foi Shido), mesmo que Shido pense que foi ele.

Luta contra Ikki de Fênix[editar]

Cquote1.png Gostou da sola do meu sapato Fênix? Cquote2.png
Bado sobre Ikki de Fênix ter admirado o seu solado

Mesmo ficando oculto nas sobras por uma boa parte do tempo, no final todo mundo já sabia da história de Bado de Alcor e da sua existência seguindo Shido. Aldebaran de Touro contou a verdade para Marin de Águia, que contou para Shina de Cobra, que contou para Shun de Andrômeda, antes que o mesmo fosse morto por Bado, depois de Shun ter matado o irmão de Bado, Shido de Mizar, em uma luta em que, finalmente (depois de ter apanhado de todo mundo, principalmente de Mime de Benetnasch), Shun resolveu vencer alguém (ufa!). Mesmo tendo salvo Shun do ataque de Bado, o Cavaleiros das Correntes sadomasoquistas não foi forte contra Alcor (como sempre), levando uma dura do cara (ui!). Shina ainda tentou lutar com ele, mas também falhou. Até que apareceu alguém que realmente entende como Bado se sente, Ikki de Fênix.

Se Bado sobreviveu depois dessa cena ninguém sabe (ou pelo menos ninguém se importa em saber, era filler mesmo)

Quando chega, Ikki fica abismado com o drama familiar que alí rolava (já bastavam as briguinhas sem sentido de Kanon de Dragão Marinho e Saga de Gêmeos que ele ainda iria presenciar, agora vem mais uma?), mas como já estava sem tempo, uma luta violenta entre os dois é travada, já que, mais uma vez, como sempre, Ikki se intromete no meio das lutas de seu "querido irmão", e isso sempre quando Shun tá a beira da morte, somente atrasando ainda mais a visita dele ao Mundo dos Mortos para se tornar finalmente o Imperador Hades, sendo que só nessa Saga já foi a segunda vez, sendo a primeira com Mime de Benetnasch. Para que a história ganhe um pouco mais de lógica, Bado resolve contar a Ikki a sua emo história de vida (também pra ocupar mais tempo do anime). Ikki se solidariza com Bado, pois sabe como é que é ter um irmão mala e que sempre se dá bem às custas do outro.

Bado, porém, não deseja a piedade de Ikki e resolve derrotá-lo com (o famoso) "último golpe". Ikki vendo que o papo talvez não rendesse tanto quanto ele queria, resolveu então lutar também com todas as suas forças. Como Ikki é o personagem principal, é claro que ele não perderia, e vence Bado de Alcor com a foderosissíma Ave Fênix. Quando Ikki já está sem forças e Bado esgotado, Shido acorda e dá uma encoxada em Ikki por trás, agarrando-o com força. Shido então pede para que Bado mate Ikki, não se importando com o corpo dele, mesmo que ele seja o seu irmão. Bado, ao escultar tais palavras (e perceber que Shido o havia reconhecido com brother), fica com medo e não pretende atacar, mesmo que Ikki tenha dito a ele que não iria reagir de forma alguma. Mas Bado acaba arregando, e, por fim, Shido acaba morrendo. Bado desiste da luta e carrega o corpo do irmão nos braços (ui!), levando-o para ser sepultado como merece (Ou não).

Curiosidades[editar]

Mais uma coisa, foi ele quem realmente derrotou o Touro do Aldebaran
  • Ikki teve pena de Bado, por isso não o matou, afinal ele sabe o drama que vive quem tem irmão que é um verdadeiro pé no saco e que tem que ser protegido a todo momento.
  • A Armadura de Alcor não possui Safira de Odin, já que ele só é um Guerreiro-Deus da Sombra de Mizar, ou seja, secundário e totalmente desnecessário;
  • Shido e Bado foram inspirados na antiga dupla Sandy e Júnior (metaforicamente falando), sendo que um é a "sombra" do outro;
  • Não se sabe se ele sobrevive depois da piedade de Fênix, já que, no decorrer do anime, ele aparece jogado na neve ao lado de Shido, aparentemente morto;
  • Se ele sobreviveu, é um dos poucos Cavaleiros que sobrevive ao enfrentar Ikki de Fênix.

Golpes[editar]

Pra variar, Bado de Alcor tem somente um golpe, diferentemente do seu irmão Shido de Mizar que tem dois. O dele é:

  • Garras do Tigre das Sombras (Shadow Lightning Tiger Claw) - É basicamente o arranhão em versão turbinada e com um nome gigantesco, nada de demais. Um verdadeiro plágio do Garras do Tigre Negro Afro-descendente de seu irmão, só que bem mais forte e violento.

Ver também[editar]


Viking.JPG Ek est årtikkel Vikingen!

Este artigo veio das frias terras dinamarquesas! Ele gosta de remar, louva Odin e o Deus Metal, não tem nenhum senso de privacidade ou de educação e seu autor chegou ao Valhalla. Não vandalize ou envolva a Finlândia neste artigo!


Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Bado de Alcor no Mundo do Contra:

Espelhonomdc.jpg

Cavaleirospredef2.jpg