Baldim

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Pão-de-queijo... hum... bão dimais...
Minas
Uai sô, ocê num intendeu?
Esse artigo é de humor mineiro uai! E foi feito por arguém que tava comeno um queijim... Pra entender, só comeno um pãozim de queijim com um copo de leitche! Ooooô trem baum de mais da conta, sô!


A principal avenida de Baldim.

Baldim é uma cidadezinha insignificante, localizada na região metropolitana de Belo Horizonte. Assim como a grande maioria das cidades vizinhas, Baldim é apenas um território inútil, cheio de mato até a altura do joelho, e que não produz nada que ajude na economia do estado de Minas Gerais. Na verdade, a única coisa que é produzida em Baldim são doces, que nem exportados para os outros estados são, até porque a população local não tem dinheiro para comprar um caminhão...

Apesar de toda a inutilidade, muitos turistas adogam ir para Baldim, pois a cidade (ou tribo indígena, se preferir), fica bem próxima da Serra do Cipó, famosa por ter servido como casa de verão do Tarzan, quando este quis vir para o Brasil, após ter ouvido alguns boatos de que aqui era a República das Bananas.

História[editar]

A moderna e elegante prefeitura de Baldim: Projetada por Oscar Niemeyer, ela serve como exemplo para a arquitetura mundial.

Nem mesmo os espertalhões da Wikipédia sabem quando foi que essa cidade [carece de fontes] foi fundada. Na verdade, ninguém sabe, até porque, como a cidade é do tamanho de um cocô de pombo, a prefeitura nem se deu ao trabalho de criar um site e escrever qual é a história do local. Porém, como Baldim é uma cidade reconhecida pelo governo, não podemos deixar a parte de história em branco. Por isso, nós, da Desciclopédia, fomos fazer algumas pesquisas em cavernas da região, para tentar descobrir um pouco do obscuro passado da região.

Após muitos estudos (e gatinhos cheirados), descobrimos que Baldim foi fundada por alguns bêbados, que estavam fugindo de Belo Horizonte, pois estavam devendo uma grana considerável para o dono do boteco. Quando chegaram na região, os bêbados resolveram se estabelecer, até porque eles não tinham mais para onde ir. Para sobreviver, os bêbados começaram uma plantação de cana, pois dessa forma, eles já poderiam formar uma comunidade auto-sustentável.

Alguns meses após o estabelecimento dos bêbados, eles já tinham formado uma comunidade bastante sólida, contando com uma das maiores plantações de cana do estado. Por conta disso, eles conseguiram atrair diversos outros bêbados, que, interessados em toda aquela cana que estava plantada, resolveram ajudar a levantar uma cidade que fosse realmente significativa. Assim, depois de alguns anos de trabalho duro (e de muita bebedeira), finalmente surgiu Baldim, como ela é hoje.

Após a criação da cidade, os bêbados viveram mais algum tempo, mas acabaram morrendo de cirrose. Com a morte dos boêmios, a nova geração, que era abstêmia (pelo menos foi o que a Veja disse) resolveu aproveitar toda aquela cana para fazer diversos doces, que serviriam para deixar a população "alegrinha". Dessa maneira, surgiram os famosos doces de Baldim, que todo mundo já ouviu falar, mas que ninguém nunca comeu.

Geografia[editar]

A paisagem mais comum em Baldim.

Basicamente, podemos dizer que a maior parte do terreno de Baldim é utilizado na plantação de cana. Porém, também existem alguns riozinhos na proximidade, que são quase tão limpos quanto o Rio Tietê. Como em Baldim o saneamento básico só vai chegar em 8299, e esses rios estão sempre jorrando a mais pura água com cheiro de esgoto, toda a população usa essas águas para tomar banho, lavar as mãos, e, principalmente, beber. Talvez seja por isso que quase sempre aparece alguém dizendo que está com diarreia lá por aquelas bandas...

A região mais preservada de Baldim é a que corresponde à Serra dos Cipós, pois, como essa é a única coisa que realmente presta na cidade, todos os moradores se unem para evitar que os turistas façam xixi ou congêneres nas águas puras. Porém, mesmo com toda essa vigilância, sempre um ou outro turista acaba fazendo merda (literalmente).

Economia[editar]

A economia de Baldim é uma das mais sólidas de Minas Gerais, pois, com o contrabando a compra e venda de doces, a cidade consegue faturar, anualmente, aproximadamente 24 reais com 42 centavos. Com todo esse dinheiro em caixa, a prefeitura local sempre investe em novas plantações de cana, que é a matéria-prima de todos os doces que são produzidos.

Educação[editar]

MWAHAHAHAHAHA! A única escola que existe na cidade foi vítima de vândalos vagabundos (desculpem o pleonasmo) no ano de 1989 (indo no chutômetro). Ou seja, todo mundo da cidade é completamente analfabeto, e acha que escola se escreve com "i" e isqueiro se escreve com "e".