Banco

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"Um por todos e todos por um!"

Este artigo é suíço! Ele vive em cima do muro, come fondue de queijo, usa Rolex, produz canivetes, pratica esqui e tênis, além de ter a melhor qualidade de vida do mundo.

Aproveite nosso ex-melhor chocolate do mundo.

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O Descionário possui um verbete sobre Banco
Banco faliu!
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Nem o Seu Creysson quita suas dívidas!

Outros que ficaram no vermelho.

Caixa, um dos maiores bancos do Brasil
Político ao lado do dono do banco localizado na praça "É Nossa"
Dia fraco no banco.
Para o banco, seu dinheiro é uma piada
Um gerente de banco após fazer um empréstimo pessoal ou vender capitalização a um trouxa como nós!
Estava debaixo de nossos narizes o tempo todo.
Fiquei com pena dos Lehman Brothers, coitados. Com a crise do mercado financeiro, eles perderam tudo que tinham. Até a roupa do corpo.
Cuidado quando for ao banco

Cquote1.png Sou apenas um rapaz latino-americano sem dinheiro lá. Cquote2.png
Belchior sobre Bancos
Cquote1.png Bradescompleto Cquote2.png
Propaganda de banco
Cquote1.png Ter uma razão para abrir uma conta é bom. Ter 974 é Prime Cquote2.png
Propaganda do Bradescompleto
Cquote1.png U cão foi quem butô pa nóis roba Cquote2.png
Jeremias sobre o Banco
Cquote1.png Na América Capitalista, o banco assalta você!! Cquote2.png
União Soviética sobre bancos

Bancos são Organizações Não-Governamentais que cobram para que você empreste seu dinheiro para negociações de altíssimas volatilidade e risco. Sua excelência em serviços, sua cordialidade no atendimento e seu empenho em ajudar uma nação são belos exemplos de uma organização que colabora em diminuir nossos problemas financeiros.

Serviços[editar]

Conta Corrente: Você protege seu dinheiro no banco (mediante uma taxa mensal) e passa a sacá-lo em agências espalhadas pela cidade, mediante uma taxa. Para evitar ataques de sequestro relâmpago, limites são estipulados para saque diário, que dificilmente ultrapassam os 4 dígitos, o que está de acordo com a realidade brasileira.

Poupança: Você entrega seu dinheiro ao banco. Se você não sacar (mediante uma taxa) no meio do mês, irá lucrar 0,6%, o que não evita mas diminui as perdas com a inflação.

Extrato: Para saber quanto você deve ao banco, este lhe dá um papelzinho mediante uma taxa. Sua tinta desaparece com o tempo, garantindo falta de evidências nos tribunais.

Cheque Especial: é o conceito de "dinheiro negativo". Se está devendo para alguém, pode sacar dinheiro (mediante uma taxa) que não existe da sua conta (mediante cobrança de juros). Entrar no cheque especial é como virar gay, você nunca mais vai conseguir voltar ao normal. O valor deste tende ao infinito negativo.

Cartão de Crédito: Assim como o cheque especial, esse pedaço de plástico permite que você faça compras com dinheiro que não é seu (mediante uma taxa mensal). Ideal para presentear filho(s) ou esposa(s), especialmente os limites. Você pega os produtos agora e só paga no final do mês (mediante taxas e juros).

Empréstimo: Em sua máxima benevolência, o banco empresta dinheiro para você, seja pra montar seu próprio negócio ou resolver algum problema, comprar carro, etc. Para isso, basta penhorar sua alma, assinando com o sangue do seu sétimo filho. Cobrando juros simbólicos, ter uma dívida com o banco é garantia de noites bem dormidas.

Fila do Banco[editar]

Como é uma instituição de caridade sem fins lucrativos, não há quase dinheiro para pagar funcionários suficientes(geralmente só 40% dos caixas tem atendentes), assim, todos os clientes devem aguardar em filas.

O banco também tem em vista que temos muito tempo livre, e não nos importamos de passar um dia inteiro em pé antes de poder entregar todo nosso dinheirinho a eles. este fato é evidente, uma vez que a fila que supostamente serviria para atender idosos e gravidas é a que mais demora, afinal de contas ja que se aposentaram não devem ter nada o que fazer e assim podem desfrutar de algumas horas de alegria em pé em uma fila.

Curiosidade: A maioria dos bancos não possui bancos.

curiosidade 2: o tempo maximo de espera por lei é de 30 minutos em fila, passivel de multa, mas...já viu algum banco ser multado por isso?

O Banco e o Governo[editar]

A política não tem vínculo algum com os bancos. Todas as decisões do Banco Central tentam beneficiar apenas o povo, diminuindo os lucros dos banqueiros. Sempre foram tomadas medidas para reduzir as taxas de juros ao mínimo possível, incentivando o crescimento da nação. Nunca ouvimos falar de lobby dos bancos com políticos.

Como entrar no negativo fácil e rápido[editar]

Você chega no banco com um cheque de R$ 10,00. Já é descontado 2,80 de multa por fazer um cheque tão baixo.

Como ele está cruzado e nominal, você é forçado a abrir uma conta e pagar a taxa de abertura de R$ 15,23. Então você já paga uma taxa de R$ 23,82 de manutenção da conta do primeiro mês.

Como é obrigado a ter o cartão do banco, entra uma taxa anual de R$ 184,00, que deve ser paga agora. Também existe uma taxa de segurança de R$ 33,33.

Como após isso tudo você já entrou no negativo, paga uma taxa de estouro de conta de R$ 51,26 e seu nome é automaticamente adicionado ao Serasa e SPC, gratuitamente.

Agora você tem uma dívida com o banco de R$ 890,21, mas espere - ainda não caiu os juros sobre juros sobre juros sobre juros. Veja, com juros simbólicos de 800% x 800% x 800% x 800%, você agora possúi uma dívida de R$ 380.543.798,41.

Nesse ponto, seus filhos já vão nascer escravos do banco, e os netos de seus netos também.

Dica: Se você der a bunda pro gerente, ele abate a CPMF.

Palavras Finais[editar]

Bancos são um pedaço do paraíso na terra. Vá a um banco e presencie um espetáculo de atendimento, um show de competência e boa vontade. Entre na comunidade, "Eu me fodo gostoso com os bancos" e tenha orgasmos ao acessar seus extrato. bancários são sempre frustrados, por terem abdicado de sua vida e das mulheres para obter os requisitos para ser um bancário(ver administração), logo estão sempre a fim de SEXO pois sempre procuram te foder, foder sua esposa seus vôs e todo e qualquer indíviduo que ousar portar uma carteira.

Carta Aberta ao Banco Roubôncio[editar]

"Senhores Diretores do BANCO ROUBÔNCIO,

Gostaria de saber se os senhores aceitariam pagar uma taxa, uma pequena taxa mensal, pela existência da padaria na esquina de sua rua, ou pela existência do posto de gasolina ou da farmácia ou da feira, ou de qualquer outro desses serviços indispensáveis ao nosso dia-a-dia. .

Funcionaria assim: todo mês os senhores, e todos os usuários, pagariam uma pequena taxa para a manutenção dos serviços (padaria, feira, mecânico, costureira, farmácia etc). Uma taxa que não garantiria nenhum direito extraordinário ao pagante. Existente apenas para enriquecer os proprietários sob a alegação de que serviria para manter um serviço de alta qualidade.

Por qualquer produto adquirido (um pão francês, um remédio, uns litros de combustível etc) usuário pagaria os preços de mercado ou, dependendo do produto, até um pouquinho acima. Que tal?

Pois, ontem saí de seu Banco com a certeza que os senhores concordariam com tais taxas. Por uma questão de equidade e de honestidade.

Minha certeza deriva de um raciocínio simples. Vamos imaginar a seguinte cena: eu vou à padaria para comprar um pãozinho. O padeiro me atende muito gentilmente. Vende o pãozinho. Cobra o embrulhar do pão, assim como, todo e qualquer serviço. Além disso, me impõe taxas. Uma "taxa de acesso ao pãozinho", outra "taxa por guardar pão quentinho" e ainda uma "taxa de abertura da padaria". Tudo com muita cordialidade e muito profissionalismo, claro.

Fazendo uma comparação que talvez os padeiros não concordem, foi o que ocorreu comigo em seu Banco.

Financiei um carro. Ou seja, comprei um produto de seu negócio. Os senhores me cobraram preços de mercado. Assim como o padeiro me cobra o preço de mercado pelo pãozinho.

Entretanto, diferentemente do padeiro, os senhores não se satisfazem me cobrando apenas pelo produto que adquiri.

Para ter acesso ao produto de seu negócio, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de crédito" - equivalente àquela hipotética "taxa de acesso ao pãozinho", que os senhores certamente achariam um absurdo e se negariam a pagar. Não satisfeitos, para ter acesso ao pãozinho, digo, ao financiamento, fui obrigado a abrir uma conta corrente em seu Banco. Para que isso fosse possível, os senhores me cobraram uma "taxa de abertura de conta". Como só é possível fazer negócios com os senhores depois de abrir uma conta, essa "taxa de abertura de conta" se assemelharia a uma "taxa de abertura da padaria", pois, só é possível fazer negócios com o padeiro depois de abrir a padaria.

Antigamente, os empréstimos bancários eram popularmente conhecidos como "Papagaios". Para liberar o "papagaio", alguns gerentes inescrupulosos cobravam um "por fora", que era devidamente embolsado. Fiquei com a impressão que o Banco resolveu se antecipar aos gerentes inescrupulosos. Agora ao invés de um "por fora" temos muitos "por dentro".

Tirei um extrato de minha conta - um único extrato no mês - os senhores me cobraram uma taxa de R$ 5,00. Olhando o extrato, descobri uma outra taxa de R$ 7,90 "para a manutenção da conta" - semelhante àquela "taxa pela existência da padaria na esquina da rua". A surpresa não acabou: descobri outra taxa de R$ 22,00 a cada trimestre - uma taxa para manter um limite especial que não me dá nenhum direito. Se eu utilizar o limite especial vou pagar os juros (preços) mais altos do mundo. Semelhante àquela "taxa por guardar o pão quentinho". Mas, os senhores são insaciáveis. A gentil funcionária que me atendeu, me entregou um caderninho onde sou informado que me cobrarão taxas por toda e qualquer movimentação que eu fizer. Cordialmente, retribuindo tanta gentileza, gostaria de alertar que os senhores esqueceram de me cobrar o ar que respirei enquanto estive nas instalações de seu Banco.

Por favor, me esclareçam uma dúvida: até agora não sei se comprei um financiamento ou se vendi a alma? Depois que eu pagar as taxas correspondentes, talvez os senhores me respondam informando, muito cordial e profissionalmente, que um serviço bancário é muito diferente de uma padaria. Que sua responsabilidade é muito grande, que existem inúmeras exigências governamentais, que os riscos do negócio são muito elevados etc e tal. E, ademais, tudo o que estão cobrando está devidamente coberto por lei, regulamentado e autorizado pelo Banco Central. Sei disso. Como sei, também, que existem seguros e garantias legais que protegem seu negócio de todo e qualquer risco.

Presumo que os riscos de uma padaria, que não conta com o poder de influência dos senhores, talvez sejam muito mais elevados. Sei que são legais. Mas, também sei que são imorais. Por mais que estejam garantidas em lei, tais taxas são uma imoralidade."


Algum tempo depois, o indignado cidadão recebeu a resposta do banco: Cquote1.png Foda-se Cquote2.png

Conversa telefônica no Banco[editar]

- Alô? Quem tá falando?

- É o ladrão.

- Desculpe, eu não queria falar com o dono do banco. Tem algum funcionário aí?

- Não, os funcionário tá tudo como refém.

- Eu entendo. Trabalham quatorze horas por dia, ganham um salário ridículo, vivem levando esporro, mas não pedem demissão porque não encontram outro emprego, né? Vida difícil. Mas será que eu não poderia dar uma palavrinha com um deles?

- Impossível. Eles tá amordaçado.

- Foi o que pensei. Gestão moderna, né? Se fizerem qualquer crítica, vão pro olho da rua. Não haverá, então, algum chefe por aí?

- Claro que, não, meu amigo. Quanta inguinorânça! O chefe tá na cadeia, que é o lugar mais seguro pra se comandar um assalto.

- Bom... Sabe o que que é? Eu tenho uma conta...

- Tamo levando tudo, ô bacana. O saldo da tua conta é zero.

- Não, isso eu já sabia. Eu sou professor. O que eu queria mesmo era uma informação sobre juro.

- Companheiro, eu sou um ladrão pé-de-chinelo.Meu negócio é pequeno. Assalto a banco, vez ou outra um sequestro. Pra saber de juro é melhor tu ligar pra Brasília.

- Sei, sei. O senhor tá na informalidade, né? Também, com o preço que tão cobrando por um voto hoje em dia... Mas, será que não podia fazer um favor pra mim? É que eu atrasei o pagamento do cartão e queria saber quanto vou pagar de taxa.

- Tu tá pensando que eu tô brincando? Isso é um assalto!

- Longe de mim. Que é um assalto, eu sei perfeitamente. Mas queria saber o número preciso. Seis por cento, sete por cento?

- Eu acho que tu não tá entendendo, ô mané. Sou assaltante. Trabalho na base da intimidação e da chantagem, saca?

- Ah, já tava esperando. Vai querer vender um seguro de vida ou um título de capitalização, né?

- Não... Eu... Peraí, bacana, que hoje eu tô bonzinho e vou quebrar o teu galho.

(um minuto depois)

- Alô? O sujeito aqui tá dizendo que é oito por cento ao mês.

- Puxa, que incrível!

- Tu achava que era menos?

- Não, achava que era isso mesmo. Tô impressionado é que, pela primeira vez na vida, consegui obter uma informação de uma empresa prestadora de serviço, pelo telefone, em menos de meia hora e sem ouvir Pour Elise.

- Quer saber? Fui com a tua cara. Dei umas bordoadas no gerente e ele falou que vai te dar um desconto. Só vai te cobrar quatro por cento, tá ligado?

- Não acredito! E eu não vou ter que comprar nenhum produto do banco?

- Nadica. Tá acertado.

- Muito obrigado, meu senhor. Nunca fui tratado dessa...

- Ih, sujou! (tiros, gritos) A polícia!

- Polícia? Que polícia? Alô? Alô?

- (sinal de ocupado)

- Alô?... Droga! Maldito Estado. Sempre intervindo nas relações entre homens de bem!

Ver tamém[editar]

Mafiapre.jpg Este artigo é criminoso!
Este artigo fala sobre um bando, uma quadrilha ou sobre um criminoso qualquer. Ele usa de sua influência nas forças armadas para praticar crimes numa boa e não paga impostos, pois é protegido pelo governo. Tem boa convivência com os populares, frequenta estádios de futebol apenas para fazer baderna e tem supostas ligações com a máfia.

Aviso: Alto nível de corrupção!

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