Barão Geraldo

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Cquote1.png Não ecziste! Iczo é um boato para especulação imobiliária! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre Barão Geraldo
Cquote1.png Aoba! Cquote2.png
Saudação comum de tiozinhos em Barão Geraldo.
Cquote1.png Auêba! Cquote2.png
Resposta comum a saudação acima.
Cquote1.png Como dizia Nietzsche: Deus não existe! Cquote2.png
Estudante da Unicamp sobre Igreja Universal de Barão Geraldo
Cquote1.png Ah! Cala a boca! Cquote2.png
Antigo morador de Barão Geraldo sobre comentário acima
Cquote1.png Na União Soviética, os estudantes da Unicamp são importunados por VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre estudantes da Unicamp
Cquote1.png Na União Soviética, Vitachi toma uma vitamina de VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Vitachi
Cquote1.png Não estudou? Agora paga! Cquote2.png
Estudante da Unicamp sobre você
Cquote1.png Tudo bem, eu tenho dinheiro e catei muita mulher enquanto você estudava! Cquote2.png
Playboy do condomínio Barão do Café sobre comentário acima
Cquote1.png Ainda bem que você tem dinheiro, assim paga o seu e o meu também! Cquote2.png
Estudante da Unicamp sobre comentário acima
Cquote1.png Ai, gente! Do que eles tão falando? Cquote2.png
Aluno da Facamp sobre mulheres


Esta é a cara do Barão que aparece nos livros, mas...

Barão Geraldo Magela Alckmin de Resende, vulgo Barão Geraldo, foi um impiedoso senhor de engenho e cafeicultor que aterrorizou os habitantes de seu grande latifúndio que ia de Campinas a Paulínia. Inimigo mortal dos Nogueira, de Artur Nogueira, semeou o pânico e a desgraça em meio aos habitantes, especialmente nas guerras de Cosmópolis. Mandou matar o Engenheiro Coelho e muitos outros cidadãos anônimos, que mandou jogar sem um pingo de sangue com um sapato de concreto dentro do Rio Atibaia.


Origens[editar]

Este é o verdadeiro Barão Geraldo
Poucos sabem, porém o Barão Geraldo na verdade era Conde Vladimir Polanski, morava num castelo na Transilvânia, Romênia. Convidado pelo Imperador D. Pedro II para vir ao Brasil colaborar com o esforço na Guerra do Paraguai, recebeu o título de Barão de Resende, Senador do Império. Resende, contudo, significava pau murcho em romeno, portanto sempre utilizou apenas o nome de Geraldo.

Fim do Barão Geraldo[editar]

Diz a História que após sessenta anos de terror o Barão se suicidou com uma bala na cabeça em sua fazenda de Santa Genebra. É mentira. O Barão foi encontrado com uma estaca no centro do peito.


No meio do Canavial surge a especulação imobiliária[editar]

Naquela manhã fria de 196..e trá-lá-la, como se dizia na época, um cara esperto chamado Zeferino Vaz vislumbrou o imenso canavial falido a sua frente e resolveu criar uns bairros residenciais e lucrar com a especulação imobiliária. Uma cigana tinha dito a ele que no futuro próximo celas monásticas de paredes finas e sem privacidade seriam alugadas por Cr$ 1.000.000 (+_R$1000,00 em valores atuais) facinho facinho. Assim, o eminente pesquisador resolveu montar a Unicamp, para ter algumas melhorias urbanas naquela imensidão de terra vermelha. Logo os caipiras do local, que moravam em torno da antiga estrada de ferro que ligava o lugarejo à distante Campinas, destruiram seus galinheiros e construíram edículas para abrigar os muleques de cabeça raspadas tentando falar grosso, que introduziram conversas sobre "curvas de derivadas sobre a estatistica de morte no Bar do Vitaki" e sobre o novo computador tijolátil de 8 bits. Mas o que mais valorizou o lugareco nos seus idos anos foi aquele povo cansado de levar porrada nas praças na capital por enrolarem um do bão, plantado com muito esforço na jardineira da vó, sobre as enfumaçadas avenidas de Sampa. Em Barão eles prosperaram , montaram blocos de carnaval e criaram até um gueto com casinhas coloridas e ruas de terra, chamado Vila São João, onde podiam plantar seu fuminho e consumi-lo a vontade, enquanto no resto do pais o mesmo fuminho era usado pela polícia como pretexto para matar preto pobre.hfghgfhfgh

Progresso em Barão[editar]

No início era apenas o Bar do Vitaqui e um buteco que vendia um frango frito por inteiro, jogado quase com pena e tudo dentro de uma enorme bacia de óleo fervente. Só havia uma rua em Barão Geraldo e os locais ainda pescavam no Rio das Pedras e no Anhumas e sonhavam em ir morar em campinas, distante 45 km em linha reta. Logo depois, os locais viram com espanto 2 grandes avenidas serem abertas em direção aos canaviais degradados e um monte de almofadinhas (como diziam) chegando. Pensaram ser o fim dos tempos e que esses seres fossem matar os seus cães e envenenar sua água. Ficaram mais calmos quando viram que eles se isolaram naquelas construções quadradas esquisitas. Chegavam cedo e saiam a tarde em reluzentes ônibus fretados. Sem dúvida os habitantes do lugar ficaram mais contentes quando a Rhodia, uma empresa química, montou sua planta nos arredores do bairro, dando emprego e matando as cobras e os gaviões dos matagais adjacentes. O lugareco agora iria para frente. Tudo bem que de vez em quando uma criança dos arredores da nova fábrica nascia com 4 pernas ou cinco olhos, mas isso só poderia ser coisa "Daquele que Caminha entre as Fileiras de Cana", uma antiga deidade do distrito. Um sinistro vendedor de galinhas e azeite de tambor montou um supermercado. Sem concorrência, tal emprendimento chegou a vender uma pasta de dentes Kolinos a R$ 5,00. Foi nesse intervalo que derrubaram a igreja e montaram um banco Banespa. O Bairro ganhou uma Farmácia sem PH e a loja Leandrini passou a vender tenis Bambas invocados. Anos depois, com as galerias sem estacionamento - aliás nunca houve estacionamento em Barão Geraldo, e por isso até hoje se estaciona na calçada - o bairro ganhou uma academia, a Chris sports e até uma banca de jornal que vendia cigarro de palha pronto. Na última década o bairro ganhou 2000 salões de cabeleireiro, dizem que todos foram empregados do Seo Miro, que foi aluno do barbeiro de sevilha, 3000 funilarias e um McDonald's. Também há uma autoescola que trocou recentemente o gordini por um Celta e a imobiliária Professor Sebastião, famosa por pedir 10 fiadores para alugar uma edícula pulguenta que eles chamam de Casa nos Fundos para Estudante Solteiro.

Atrações Culturais de Barão Geraldo[editar]

Como há um grande contigente universitário em Barão Geraldo julga-se por tabela que a vida cultural do Bairro seja viceje como um poodle de velha. Esse julgamento está correto quando passa nas bancas aos domingos e se vê um badá-badá (mpb dijavânica ou elisânica)sendo entoado para ninguém na banca central do bairro. Ele está correto quando se vê os blocos de carnaval formados por mundrungos da Unicamp e os antigos moradores pingaiadas do bairro. Aliás, dizem que os mundrungos da unicamp já são um patrimônio cultural do Bairro. Salientando a vocação alucinógena do lugar, que tem como seu mito fundador a visão de um boi falante por um escravo, suspeitamente próximo dum arbusto de uma florida espécie de canhâmo e de uns cogumelos não-comestíveis. Também estara correto quem dizer que "Barão é cultura" quando passar por um lugar camado Santa Fé e junto com uma pizza de rúcula de 30 contos ver um lançamento de um livro de algum engenheiro aposentado metido a poeta só por que tá namorando um estudante de pós graduação em letras do ieL. Sem falar nas exposições de arte de algum ex-aluno da Duduch (uma escola de pintura)que aprendeu a desenhar originalíssimos vasos com girassóis. Mas, o incauto não poderia falar de cultura em Barão sem falar dos animados barzinhos toscos que pululam nas ruas residenciais do Bairro, neles a originalidade "come solta", e temos desde do finado Bar Mondrian, até a breguisse praieira da Oca Brasil. É comum passar pelas ruas do bairro e ver donos de bares na faixa dos 25 anos sentados com os amigos no barzinho recém crido por eles. Na prática, esse pessoal acha mais barato montar o seu próprio bar do que pagar R$4,00 numa Itaipava no bar dos amigos. Ganha quem tem mais amigos, já dizia Adam Smith. A cultura de Barão também se manifesta nas festas de repúblicas de engenheiros, mais conhecido como Open Bar de 10 pila", onde a antropológica refri com vodka, jurupinga e alunas da unicamp quase-virgens rolam soltas (sim pois as da Puc são virgens, veja a Sandy, por exemplo, aplicada aluna do curso de letras que permanece virgem mesmo após seu casamento com um aluno da música da Unicamp).

Moradia Estudantil da Unicamp[editar]

Como as mansões assombradas dos Sires ingleses a Moradia estudantil da Unicamp desperta infinitas reações no imaginário dos habitantes de Barão Geraldo. Sua inusitada arquitetura, os tipos que os locais vêm saindo dali, festins lendários, venda de drogas, etc. O fato é que todos tem algo ruim para falar da Moradia, embora nunca fossem lá pra conferir. Assim, dizem que na moradia o Osama Bim Laden se esconde, lá há uma legião de drogados e gays canibais prontos para degolar as criancinhas do bairro e até salteadores de caminhão de supermercado, pois os entregadores do Barão se recusam a entregar alguma coisa lá. Também há relatos sobre fantasmas e corpos de doentes de AIDS que foram enterrados lá mesmo. Mesmo sem ter uma festa há séculos, a moradia é tida por ser um lugar de festas orgíacas. Folcloristas estudam esse fenômeno em pleno século XXI, mesmo com internet, celulares 3g, máquinas digitais, etc. os descendentes de canavieiros de Barão criam uma lenda urbana tão bem criada. É por isso que destacamos a moradia como uma das atrações culturais do Bairro, talvez a maior.

Culinária em Barão[editar]

Desde o supra citado frango "sarraceno" de Barão até a sofisticada Pizza de rúcula, Barão Geraldo oferece atrativos culinários vários. Se quisermos uma comida japonesa vamos ao Yakitem, que em japonês significa "Trocadilho tosquinho". Também temos o Pier 4, como era chamado o deck desse bar nos dias de inundação do Rio das Pedras. Barão é o único lugar do mundo onde uma padaria furréca é chamada de PANNETERIA, alías os "ias" são uma constante no Bairro, há as frutarias, panquecarias, batatarias, gelateria e por ai vai. Todas essas ias vendem itaipava como se fosse uma cerveja belga. O que é um fato interessante na culinária baronense e campineira, que seguem a "coperfieldienne cuisine" (fundada pelo chef "David Copperfield"), cuja esmerada arte consiste em vender frango congelado como perdiz e o cliente pagar preço de perdiz e sair contente de ter comido uma legítima perdiz das charnecas irlandesas. O que inspirou alguns estudantes de psicologia a admitir a realidade da autosugestão mesmérica no dia-a-dia. Não é a toa que Fábio Fuentes ministrou um curso de culinária em Barão.

Frangonete - Garçonete vestida de galinha? (onde foi parar a avícola)

Lendas de Barão[editar]

Além da lenda do escravo Elesbão que segurou o chicote de seu açoiteador e a mais famosa lenda do "boi falô", Barão guarda verdadeiras lendas vivas. Pessoas aparentemente comuns que perambulam pelas ruas e são conhecidas por todos os moradores, exceto os estudantes da unicamp, que sempre são turistas e não conhecem nada sobre Barão. Abaixo algumas das lendas vivas (outras já mortas) de Barão:

Coquinho: Ele andava com um braço torto e corria atrás de quem o chamasse de coquinho ou Thunder Dog. Uma vez agarrou alguém que o insultou e só largou o coitado com uma paulada na cabeça. Ficou estribuchando no chão.

Créusio: Esse é o Forest Gump de Barão, ele conhece todo mundo, e todo mundo o conhece. Ele tem uma mediunidade forte, para quem acredita. Os descrentes o acham simplesmente louco, mas não todos devem tomar cuidado, pois eventualmente ele incorpora alguns espíritos.

Mamão: Uma lenda antiga, ele entrava na sua casa e furtava butijão de gás, bicicletas, cuecas do varal. Um bandido temido, de uma época em que a criminalidade em Barão se restringia aos ladrões de galinha.

Zé da Voadora e seus amigos: Próximo ao colégio Augustinho Pátaro fica uma gangue de rua, se você passar por lá e eles não forem com a sua cara, corre o risco de tomar uma voadora de graça. Eles simplesmente atacam qualquer um sem motivos aparentes.

A bruxa da Cidade Universitária: Ela era cega de um olho, vivia numa casa abandonada e tinha 3 dedos mutilados, todo mundo que a viu machucou o pé devido a uma maldição!

Paulinho Louco: Diz a lenda que pegou sarna na barriga em um ato de zoofilia, alé disso, dizem que ele sumiu por roubar uma lojinha de posto de gasolina desarmado (ele foi pegoporquevoltou para comprar balas).

Família Puta: Você entrava na casa e podia comer uma puta mais linda que muita modelo por aí (de graça), mas para isso tinha que comer a veia pelancuda mãe dela!

Veia louca da rua de terra: Você chingava a filha dela de "carcaça" e ela fazia uma macumba para cair o pênis (no caso das mulheres não sei o que ela fazia).

Tiozinhos Bêbados: Tem uma lenda viva dessas a cada esquina de Barão, eles sempre aparecem felizes, cantando e falam uma porrada de besteiras pra quem tiver tempo de sobra pra ouvir e rir.

Estudantes da Unicamp: Iden aos tiozinhos bêbados.

Estuprador do Abacateiro: Ele estuprou uma mulher no abacateiro, a versão da história varia de um serial killer descontrolado a um moleque que deu um tapinha na bunda de uma velha e saiu correndo.

Depravado Compulsivo: Esse cara não se contentava com sexo casual, ele fez sexo com um excepcional (mongol) dentro de um bueiro.

Tião: Caminhoneiro que atropela por diversão as pessoas que estão de madrugada naquela pista que entra em barão, saindo do dom pedro.

Anão Degustador de Cachaça: Ele cambaleia de bar em bar, degustando diversos tipos de cachaça, as vezes ele se encontra caído em uma sarjeta qualquer.

Dinos: Esse cabelereiro gay anda com sua motocicleta cor-de-rosa espalhando alegria pelas ruas, sempre com o som alto. Ele até se candidatou a deputado ou algo assim.

Vitachi (ou Vitaqui): Você entra no bar e ele simplesmente diz: "Se serve aí e depois coloca o dinheiro no caixa". Suas vitaminas são muito energéticas e nada higiênicas. É uma verdadeira roleta russa de diarreia, você entra e nunca sabe se vai matar a fome ou ficar o dia todo no banheiro.

Bar do Vitaqui[editar]

Na verdade ninguém sabe a grafia correta, pois não há placas indicando o lugar. Sabe-se pelo cheiro de fruta podre que estamos perto da mais afamada suqueria de Barão. Sobre seu proprietário sabe-se pouco, a não ser que nunca lava a mão 2 vezes por dia. Esse heroi de Barão chega ao ceagesp às 11:30 (faltando 10 minutos para fechar) para comprar as melhores frutas. Dizem que o Vitaqui é um bom lugar para preparar o organismo dos pesquisadores antropólogos e linguistas da Unicamp para o trabalho de campo nas matas e nas aldeias indígenas do Brasil ou em Bangladesh. Se você resistir à higiene do vitaqui seu organismo resistirá aos piores restaurantes às margens do Ganges. Apesar de estar em Barão, o vitaque não tem essa boiolagem de frutas cítricas, ele só tem frutas Críticas.

Avenida Santa Izabel[editar]

Em 1900 e lá vai burduada, Um incêndio destruiu metade da regíão, mas milagrosamente, apesar de tudo ao redor estar queimado, a Avenida Geraldo Luís Souza não foi afetada. Os vizinhos falaram que foi oração para Santa Luzia, e as autoridades decidiram homenagear a santa, dando seu nome à avenida. Infelizmente eles escreveram errado e a avenida passou a se chamar Santa Izabel.


Bandeira do Estado de São Paulo.svg.jpg Salve, truta! Este artigo é paulista: não gosta de gaúcho nem de carioca e se acha um puta trabalhador, né, meu! E não tá completo, pois o vacilão foi tomar um chôps e dois pastel, meu!

Hino dos Bairros de Paulínia[editar]

Fui lá no João Aranha caçar homem, não achei
Só achei vários baitolas que comi e me esbaldei
Fui ali no Morro Alto ver um belga, não encontrei
Só encontrei uma cambada de preto que desprezei
Fui ali no Marieta comprar casa não achei
Só achei muito mato por todo lado, cansei
Fui lá no Bom Retiro ver um gênio, não encontrei
Só achei um monte de burro, loira, feio e português
Fui lá no São José comprar droga, e achei
Fumei e cherei pra caralho, e agora me ferrei


v d e h
PAULÍNIA