Baré Esporte Clube

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Baré Esporte Clube
Escudo do Baré.png
Brasão
Hino '
Nome Oficial Guaraná Baré Esporte Clube
Origem link={{{3}}} Roraima - Boa Vista
Apelidos
Torcedores
Torcidas
Fatos Inúteis
Mascote
Torcedor Ilustre
Estádio
Capacidade
Sede
Presidente
Coisas do Time
Treinador
Pior Jogador Nuvola apps core.png
Melhor Jogador Crystal Clear action bookmark.svg.png
Patrocinador
Time
Material Esportivo
Liga Campeonato Roraimense
Divisão Primeira divisão enquanto não falir
Títulos
Ranking Nacional
Uniformes



Baré Esporte Clube é um time de futebol pertencente a uma famosa empresa de refrigerantes amazonense que joga no longínquo estado de Roraima, conhecido por ser aquele adversário fácil e grátis que não mete medo em ninguém e que todo mundo quer enfrentar na Copa do Brasil e Série D caso tenham a chance.

História[editar]

Fundação[editar]

Registros arqueológicos retirados de cemitérios Yanomamis na aldeia de Boa Vista comprovam que o Baré foi fundado em 1946 antes mesmo do território de Roraima ter sido descoberto e ter sua existência comprovada pela ciência, sendo ele o segundo time de Roraima a ser criado, tal que o time é vice até nisso para o mais bem sucedido rival Atlético Roraima, primeiro time da região.

De 1960 até 1972 o Baré ganhou um montão de campeonatos estaduais inventados. Como a tecnologia do papel e lápis e caneta ainda não havia chegado nas tribos de Roraima, a autenticidade dos 9 títulos do Baré conquistados nessa época permanecem um mistério sem comprovação, uma vez que existia apenas a tradição oral, e nenhum registro sobre tal feito.

Fase amadora[editar]

Como o estado de Roraima ainda sequer existia, e a região ainda era território do Acre sob o nome de Território Federal do Rio Branco, os times de futebol ainda tinham que ser fictícios devido à ausência de comprovação da existência da região, sendo assim o Baré seria o campeão fictício dos campeonatos roraimenses fictícios dos anos de 1982, 1984, 1986 e 1988, jamais sendo capaz de um mísero bi-campeonato, demonstrando que mesmo na época em que era um time fictício já era uma bela porcaria irregular.

Torneio Integração da Amazônia[editar]

A década de 80 ficou marcada na história do Baré pois o time viria a conquistar seus únicos dois títulos fora do estado de Roraima, que seria os dois títulos (1983 e 1985) do Torneio dos Estados Inexistentes da Amazônia, que reunia todos times inexistentes do Acre, Rondônia, Amapá e Roraima. Para se ter ideia, em 1983 o título foi conquistado sobre o Independência do Acre, um time que nem existe, e em 1985 o título veio sobre o Ypiranga de Rondônia, outro time que nem existe. Isso porque na edição de 1984 o Baré foi derrotado na final para o Rio Branco do Acre que é um time que nem existe.

Profissionalização[editar]

Em 1995 o Baré é forçado a se profissionalizar, porque embora faltasse estrutura, verba, interesse empresarial, torcida, estádio decente e tudo, a Federação Roraimense de Futebol colocou na cabeça a ideia esdrúxula de que deveriam existir times profissionais no estado, nem que fossem profissionais apenas no papel e nunca na prática, o caso do Baré.

A única vantagem disso tudo, além de ser um time eternamente falido e endividado, foi ser possível disputar a Série C do Brasileirão de 1995, no qual ficou na 31º colocação, mesmo sem ninguém saber contra quem o Baré jogou.

Década de 90: Participações em competições nacionais[editar]

Devido a falta de times existentes em Roraima, o Baré jogaria ainda a Série C nos anos de 1996, 1997 e 1998, sendo uma completa decepção em todas as vezes, claro. Inclusive de ser o 58º no ano de 1997, uma posição tão ridícula que sequer dá para imaginar que existam 57 times de série C melhores que o Baré.

Na Copa do Brasil foi obviamente só um sparring, primeiro sendo eliminado pelo Rio Branco FC em 1997 e por um time que ninguém sabe mas pouco importa em 1998.

Nem na Copa Norte o time conseguiu alguma coisa, pois diferente do tal Torneio Integração da Amazônia disputado nos anos 80, dessa vez times do Amazonas e Pará jogavam, então não havia chances para os cachaceiros do Baré.

Copa João Havelange[editar]

O Baré participou daquela suruba chamada Copa João Havelange em 2000, mas tal qual o guaraná que perde o gás rápido pra cacete, o Baré que começou bem, deu uma de cavalo paraguaio e perdeu o gás, perdendo a vaga logo na primeira fase perante o fortíssimo Tocantinópolis EC.

Temporada 2016[editar]

Após 16 anos no ostracismo total, ganhando um ou outro campeonato estadual, e mais por ausência de times em Roraima do que por outro motivo, o Baré tornou-se um daqueles timecos falidos que desistem de suas vagas em Copa do Brasil e Série D, pois já sabe que vai perder mesmo e só vai desperdiçar dinheiro viajando. Mas em 2016, a prefeitura de Boa Vista cedeu seu campinho de várzea e o Baré decidiu não desistir da ir participar da Série D de 2016, vaga conquistada apenas porque faltam times em Roraima, porque a equipe foi campeã de absolutamente nada.

Títulos[editar]