Barra do Garças

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O Mico Azul passou por aqui em 1948!!!

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Sugestão do Google para Barra do Garças

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Capeta sobre clima agradável da cidade
Cquote1.png É mais uma cidade do Vale dos Esquecidos! Cquote2.png
Cuiabano sobre Barra do Garças

Barra do Garças (também conhecida por Farra do Garças, ou Barra das Garças por alguns turistas que acham que "Barra do Garças" é um erro de concordância nominal) é um município goiano que por acaso está localizado no Mato Grosso, a vergonha de serem mato-grossenses é tanta que a cidade copiou todos os costumes goianos possíveis, como hábito de comer pequi, escutar música de corno e dar festinhas em postos de gasolina. Nunca na história da humanidade alguém falou alguma frase sobre Barra do Garças até a data deste presente artigo, afinal Barra do Garças e Goiás é tudo a mesma merda. É também conhecida por ser a capital de um suposto estado novo chamado Araguaia, nome dado a uma fazenda invadida por goianos do MST que lutam, basicamente, pela reforma agrária e pela autonomia da fazenda, assim, se separando de Mato Grosso.

História[editar]

Vista aérea da principal rota de figa de Barra do Garças.

Fruto abortivo da expedição Roncador-Xingu, a cidade foi oficialmente fundada por Bandeirantes usurpadores de diamantes no século XVIII, um deles molestou uma índia sedenta por sexo e na incapacidade de continuar o coito pela voracidade carnal da índia, enfiou uma garrafa de diamantes no ânus da mesma que petrificou e hoje encontra-se exposta na praça, e serve de marco para a cidade.

Esta região tornou-se famosa no mundo quando desapareceu por essas terras o coronel inglês Percy Fawcett. Incubido de fazer medições na fronteira boliviana, o coronel ficou sabendo de muitas lendas sobre civilizações perdidas nas florestas da América do Sul. Tendo recebido uma estatueta de basalto negro, a qual continha inscrições em uma língua desconhecida, e que segundo consta, seria remanescente de uma cidade perdida no interior do Brasil central. Abandonado pelos peões que se desligaram da expedição, o coronel seguiu sozinho e no dia 29 de maio de 1925 escreveu para sua mulher, sua última carta que terminava com "Você não deve recear fracasso algum". Místicos acreditam que Fawcett teria encontrado uma civilização subterrânea e partido com eles para o centro da Terra, e dali fundaram Barra do Garça.

Nunca aconteceu nada de interessante nos pouco mais de 100 anos de história de Barra do Garças. A única coisa digna de registro ocorreu no final do século XX quando um prefeito goiano de ocasião, construiu na cidade um aeroporto para disco-voador: algo inédito no mundo. Ocorre que a greve dos controladores de voo e a crise na Anac e na Infraero, tem prejudicado o movimento no aeroporto interplanetário de Barra do Garças, sem contar que Willian e Xandó - heróis do vôlei brasileiro - foram flagrados na Praia Quarto Crescente, consumindo Cannabis Sativa ao assistirem ao milésimo show da Tetê Espíndola na mesma localidade, isso explica a possibilidade extensa de aparecimento dos OVNI's naquela região.

Geografia[editar]

A cidade localiza-se na beiradinha do Mato Grosso, na fronteira com Goiás, utilizando por livre e espontânea vontade o fuso-horário de Goiás, sendo também a única cidade de todo Mato Grosso que utiliza a tensão é 220V, o que fode com a vida dos estudantes que chegam de fora.

Clima[editar]

O clima é quase o mesmo de Cuiabá, sendo esta a única similaridade de Barra do Garças com qualquer outra coisa mato-grossense.

Com temperaturas típicas do epicentro do inferno, as chuvas ocasionais servem para converter o asfalto em sauna natural, toda maionese estraga, todo cuspe seca, toda cerveja ferve, todo sexo sua e todas as piscinas são quentes, exceção feita ao clube das Águas Quentes, lugar preferido do Sr. Lúcifer no cozimento de seus ovos termais.

O clima é tão quente que dá pra fritar um ovo, no asfalto assim como em Cuiabá. As chuvas são algo raro, mas quando resolve chover, é sempre do mesmo modo de manhã chove e atarde faz aquele calor de matar.

Economia[editar]

Para disfarçar que a atrasada população da cidade ainda utiliza telofone público, foram instalados essas garças gigantes.

Por ser uma cidade goiana no Mato Grosso, a economia de Barra do Garças segue o padrão goiano de desenvolvimento: a criação de cantores sertanejos e da maior taxa de caloteiros por cm². Além do que, de cada 10 empresas lá sediadas, 11 são farmácias.

Por outro lado, o setor turístico e comercial é dominado pelos turcos, libaneses, árabes e outras espécimes típicas e eficazes no ato de surrupiar o alheio com sorrisos e apertos de mão. Paralelamente, a saltenha (pastel de origem paraguaia) e as mesas de sinuca, são as responsáveis pelo superávit da economia local. No período noturno, espetinhos e peitinhos na esquina são os grandes responsáveis pela microrregião econômica.

Tudo isso sem mencionar o ponto das travesti, onde empresários e pessoas de bem vem a procura do puro prazer sexual puritano, por apenas R$ 50,00 qualquer um consegue se divertir com as ferramentas das travas que são sempre avantajadas.

Durante o dia, aos domingos, acontece um festival de horrores, com a venda das mais variadas carnes, desde galinhas mortas ao vivo à carne bovina, penduradas cuidadosamente em cordinhas, arames e varais, na feira livre da cidade. Tudo lá é caro! Qualquer bolsa oriunda da 25 de março custa acima de 200,00 reais.

Política[editar]

A política ainda baseia-se totalmente no coronelismo, sendo o único lugar do país onde o PT se associa ao PMDB, o PSTU faz aliança com o PL, e o PCdoB articula com o PFL.

Por mais que qualquer prefeito roube a população descaradamente, de alguma forma ele sempre acaba re-eleito sempre que quer.

Bairros[editar]

  • Centro: O polo comercial da cidade, tem o maior número de farmácias por m² de todo Mato Grosso.
  • Nova Barra: Bairro localizado a 756 km do centro, foi criado para alocar todos os fudidos menos favorecidos da cidade. As pessoas que lá residem são conhecidas como pé-vermei.
  • Aragarças: Bairro localizado no lado goiano, onde todo dia alguém morre na facada falece misteriosamente, sendo este um local que você tem que entrar de tanque de guerra.
  • Santo Antônio: Também conhecido como Bangú I ao céu aberto, alta concentração de bandidos, marginais, reformados da PM, engraxates, trombadinhas, vendedores de côco, putas arrependidas e mulheres chefes de família porque o marido desapareceu numa perseguição da PM no Araguaia.
  • COHAB: Depósito da classe média falida que imagina saquear o Estado e foi garfada pelo financiamento público. É a faixa de Gaza barra-garcense, espremida entre o verde cinza queimado da Serra Azul e o desmatamento das regiões próximas ao Araguaia, leva o frigorífico às Águas Quentes.
  • Dermat: O único morro conhecido como o bairro dos riquinhos.
  • Palmares: Outro bairro longínquo a 832km do centro, que na verdade nada mais é do que um desvio para Nova Xavantina (tão nova que nem tem nada).
  • São Benedito Bairro que fica do lado do centro mas está pior que o Nova Barra. Este bairro é conhecido pelo ginásio de fumantes esportes e pela praia da nóia Rapadura que é conhecida pelo grande numero de usuários de maconha que por coincidência residem no Nova Barra.

População[editar]

Uma típica bizarrice que você só poderia encontrar em Barra do Garças e nenhum outro lugar do mundo.

As pessoas que lá nascem são goianas e mesmo assim a cidade fica no Mato Grosso. O sonho dos cidadãos de Barra do Garças é um dia, se tornarem goianos. Tudo o que se fala sobre Barra do Garças também se aplica a Goiás e vice-versa.

A culpa de tudo isso é dos irmãos Villas-Boas que definiram a cidade como aporte de sua expedição, hoje a cidade tem a maior concentração e diversidade de espécimes raciais do universo: brancos mulatos pelo sol escaldante, negros ainda mais negros pelo sol escaldante, roxos de origem indígena, maranhenses albinos, OVNIs de etnia bororo, galegos de origem africana e aragarcenses cuiabanos de pelagem indefinida.

25% da população é do sexo masculino, 50% é do sexo feminino e o resto é formado por lésbicas, gays, travestis, simpatizantes e seres extraterrestres.

O homem barra-garcense médio são pessoas folgadas não profissionais, e se algum barra-garcense dever dinheiro pra você, já era seu dinheiro. São o exemplo típico de machista grosseiro que acham que a culpa de alguma mulher engravidar é exclusivamente delas.

A mulher barra-garcense, principalmente aquelas que já foram casadas ou tem um filho com um homem que nem sabem quem é o pai, por ter dado para tantos e depois faz conta pra saber qual deles é o pai de seus filhos quando não acha um babaca pra assumir o filho de outro e sai exibindo uma criança que não tem nada a haver com ele, só sabem reclamar da vida e de seus ex-parceiros, embora sejam elas as vagabundas. As separadas, vivem falando do ex-marido, criticam eles, dizem que eles não fazem falta pra elas, mas o que realmente querem é dar para o cara novamente e ficam se achando as gostosonas, mas vivem solitárias e solteiras com seus filhos, dizem que preferem ficar só do que mal acompanhadas ao lado das amigas igualmente encalhadas, falando mal dos homens. Barra do Garças é muito conhecida por ser a cidade de pistoleiras oferecidas e convencidas, patricinhas que sonham um dia serem atriz pornô e que não respeitam casamentos de ninguém.

Cultura[editar]

Tudo que se movimenta tem som automotivo e barras de neon: motos, biz, bicicletas, patins, caminhão de lixo, carrinho de supermercado e carros. Costume este adquirido dos goianos que também gostam de se mostrar.

Educação[editar]

Barra do Garças é habitada por pessoas sem educação alguma, todos são grosseiros e mau humorados, além de não entenderem coisas básicas como tabuada do 8, o que é superávit primário e concordância nominal (por isso o nome da cidade veio com erro de concordância).

Há na cidade um campus avançado da UFMT, com seus cursos bem estruturados [e o motivo de todo mundo bombar no final do semestre, os alunos são muito exigidos para o baixo nível de educação da pequena cidade.

Há também simulacros de Faculdades Particulares, como a "Catredal" (os nativos são incapazes de pronunciar corretamente certas palavras tais como "conzinha", "pobrema", "mendingo", "rezistro" e outras)e UniVARA (sigla autoexplicativa); estas tem como principal característica explorar as potencialidades dos estudantes nativos ou que foram estudar em Barra do Garças por falta de opções melhores, ou seja: sugam o pouco dinheiro da pobraiada, fazendo de conta que ensinam alguma coisa, enquanto os otários se iludem achando que serão alguma coisa na vida.

Recentemente esta infeliz cidade também tem sido vítima de uma epidemia aguda de cursos com nomes escrotos e que dão certificados de merda a troco de valor de prestação de tv 32 polegadas. Exemplos de cursos ofertados: "Assédio moral: deixe de ser goiano e aguente"; "Como atender mal no comércio"; "preguiça: se não pode vencê-la, disfarce-a"; "como pronunciar corretamente rômitítcher"

Lazer[editar]

O famoso Restaurante Não-Tão-Flutuante de Barra do Garças. O único do mundo com esse conceito inovador.

Não há, o único registro disponível sobre o lazer barra-garcense é que 10 em cada 10 mulheres tem como hobbie dar.

Turismo[editar]

A principal fonte de turismo é a prostituição, principalmente prostituição infantil. Por ano, 100.000 pessoas visitam Barra do Garças. Destas, 90% aparecem ali para comer conhecer melhor as mulheres nativas, que tem como hobby dar o cu facilmente se enturmar com todo mundo. Os outros 10% só aparecem ali para destruir o rio pescar mesmo.

Um dos maiores turistas de Barra do Garças, são os motoqueiros que vem para o evento Motocycle, só para aumentar a população da cidade. Sempre nove meses depois desse evento há uma explosão demográfica de natalidade nos hospitais da cidade.

Da totalidade de turistas, grande parte é composta por candangos bombados e descamisados de peitinho raspado, goianienses em busca do frescor indígena da região, cuiabanos em fuga do caos desértico, paulistas visitando a pré-civilização, mineiros em busca do queijo perfeito, gaúchos em busca de machos, ufólogos em busca de homens verdes, cafetões em busca de funcionárias, e motoqueiros para infernizar o trânsito local.



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NEY MATO GROSSO DO NORTE
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