Bashar al-Assad

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Muammar al-Gaddafi e Caio Blinder sobre Bashar al-Assad

Cquote1.png Nhénhénhém! Daqui não saio, daqui ninguém me tira! Cquote2.png
Mensagem cordial de Bashar al-Assad ao povo sírio

Bashar al-Assad é o eterno ditador disfarçado de presidente da Síria, notável por sua opressão brutal contra seus dissidentes políticos e seu bigode sempre impecavelmente bem aparado.

[editar] Antes de presidência

Bashar foi gerado artificialmente em laboratório a partir do cruzamento entre espermatozoides de Hafez al-Assad e uma girafa.

Como teve defeito ele foi colocado como reserva na sucessão do trono de seu pai, portanto teve uma infância normal, era muito zoado na escola devido à seu pescoço anormalmente grande. Na oportunidade foi um dos primeiros da turma em despotismo embora reprovado em humanismo e ética.

Quando jovem trabalhou em um Wal Mart de Damasco por seis anos, mas largou o emprego ao saber que a versão estadunidense do mercado contava com horários de almoço.

Com a morte de seu irmão mais velho, Basil al-Assad, vitimado por uma fratura no crânio após um jogo intenso de badminton. Bashar, tornou-se então o próximo na linha de sucessão ao trono real, e por causa desta tragédia Bashar foi forçado a se preparar para o reinado. Seu pai o mandou a Bagdá para estudar com o tio Saddam para garantir que ele seria adequadamente corrupto, cruel e ditatorial.

[editar] Presidência

Bashar al-Assad assume o trono da Síria e dá adeus aos seus opositores políticos e a quaisquer chances de prosperidade da Síria.

Bashar assumiu o trono da Síria em 2000 após a morte acidental de seu pai e seu tio, removendo assim o fardo de ter que matá-los ele mesmo. Assim que herdou o trono se tornou também automaticamente dono de todos os partidos da Síria, também das forças armadas e da vida dos seus cidadãos.

Muitos temiam que Bashar não teria a experiência política para ser um grande tirano como foi seu pai. Seu primeiro ato como rei foi a proibição de filmes de Jason Friedberg e Aaron Seltzer na Síria, ato que foi recebido com grande aprovação. Seu segundo ato como rei foi criar um feriado nacional no dia 10 de junho.

Seu terceiro ato como rei foi mais polêmico, veio na forma de um aumento de impostos para todos que não fossem o rei da Síria. Este decreto foi recebido com forte oposição política, especialmente a partir de outros membros dentro de seu partido, que pediram o aumento de impostos apenas para aqueles que estão fora do Partido Baaz.

Bashar critica Israel e Estados Unidos por subjugar os muçulmanos, um direito que ele acredita que é reservado exclusivamente para os muçulmanos, especialmente o rei da Síria. Os EUA tem evitado se preocupar com regime Síria por causa de sua falta de petróleo e abundância de terroristas. Nove em cada dez americanos não podem apontar a Síria em um mapa, e três em cada dez acreditam que "a Síria" é uma marca de refrigerante sabor citrus, dez de cada dez americanos não sabem quem é Bashar al-Assad.

Bashar al-Assad foi reeleito em 2007 com 97% dos votos em eleições anti-democráticas onde foi concorrente único e quem não votasse nele seria banido no deserto.

Numerosos grupos de direitos humanos acusam o regime de Bashar por torturar, prender e matar opositores políticos. Bashar nega estas acusações, apontando a falta de adversários políticos, afinal o seu pai já havia matado a maioria deles até o final de seu governo.

Em 2011 o povo animado com as revoltas bem sucedidas no Egito, Tunísia e Libia começou a realizar protestos pedindo a renúncia de Bashar. Asshad disse que ainda respondeu apenas matando sua própria população e alegando que realizará algum dia uma eleição fraudulenta que certamente resultará de forma estranha em uma maioria de 90% em favor dele.

Todavia todos seus esforços de ter um país inteiro só para si foram em vão, e em 2014 os rebeldes venceram a guerra civil da Síria. O país foi imediatamente dissolvido, desintegrado e anexado ao Estado Islâmico, uma nação que os rebeldes que apoiam a democracia criaram, este que é o resultado legítimo do que acontece no Oriente Médio se você deixar o povo decidir democraticamente o que quer por maioria de voto com livre e espontânea opressão religiosa.

[editar] Veja também

Precedido por
Abdul Halim Khaddam
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Presidente da Síria

2000 — atualidade
Sucedido por
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Conheça também a versão oposta de Bashar al-Assad no Mundo do Contra:


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