Batistério de São João

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Batistério de São João é uma gigantesca caixa de bombons no centro de Florença, ponto turístico muito famoso da cidade pelo fato de suas portas serem mais valiosas que o resto do edifício inteiro, tão valiosas que foram retiradas de lá.

Por muito tempo otários acharam que este batistério era, na verdade, um templo romano dedicado a Marte. Teoria que não passou de uma trollada de Dante que o povo engoliu.

Construção[editar]

Inicialmente não passava de uma torre de guarda romana do século V engenhosamente elaborada de modo que, ao menor alerta de invasores no horizonte, um grupo de hamsters (ratazanas mesmo, lembre-se, era século V) eram soltas e desciam por um engenhoso sistema de tubulações e caiam em cima das camas dos soldados florentinos.

O Império Romano faliu e aquela construção se tornou um albergue até 1059 quando o Papa Nicolau II decidiu transformar aquilo numa igreja porque era vizinho de um McDonald's que ele adorava, e seria uma ótima hospedaria.

Em 1128 o prédio foi oficialmente transformado em batistério e de um dia para outro mil marceneiros trouxeram mármore e transformaram o prédio no que é conhecido hoje.

Arquitetura[editar]

A fachada da igreja em formato de míssil.

O Batistério de São João está situada num plano octogonal que simboliza o octava dies (os oito dedos dos personagens de Simpsons), com diâmetro de 25,60 m representando o corpo de 6 papas enfileirados.

As paredes são feitas do mais tradicional e puro isopor, e por isso que o edifício é rodeado por uma cerca elétrica para evitar danos e vandalismos com sua frágil estrutura.

O teto piramidal é feito de latão disfarçado de bronze em estilo congolês gótico.

Portas[editar]

Em 1329 alguém teve a ideia de fazer as portas (sim, por 300 anos todos entravam pelas janelas), para gastar dinheiro público a toa decidiram fazer portas de bronze puro e maciço com relevos representando cenas da vida de São João Batista, sem nem o santo ter pedido isso.

Alguns anos depois em 1401, uma competição foi anunciada para a execução das Portas Norte do Batistério. Competiram sete escultores, entre eles Lorenzo Ghiberti, Filippo Brunelleschi, Donatello, Jacopo della Quercia, Totó Ramos, Pizza com Calone e Don Corleone. Ghiberti, então com 21 anos, ganhou a encomenda depois que seus pais compraram os juízes dando para eles uma noite com Beatrice. Brunelleschi ficou tão desiludido com a perda da encomenda que virou emo e partiu para Roma onde cortou os pulsos e nunca mais esculpiu. Ghiberti levou 21 anos para finalizar as portas só enrolando.

A porta feita por Ghiberti exibe 28 figuras com cenas do Novo Testamento. O pessoal gostou tanto que em 1425 Ghiberti recebeu uma segunda encomenda, fazer mais uma porta, que ele executou, dessa vez com mais preguiça, fez apenas dez figuras com cenas do Velho Testamento. Michelangelo se referiu a essas portas como As Portas do Paraíso, como ironia aos afrescos do interior repletos de imagens demoníacas.

As portas originais foram removidas em 1990 porque estavam entrando em estado de deterioração devido ao excesso de chuva ácida, poluição. As portas originais estão no Museo dell'Opera del Duomo, preservadas em contêineres cheios de álcool com vinagrete.

Mosaicos[editar]

Uma das sinistras obras de vilões de anime contidas no interior do batistério.

O interior do batistério é escuro por dois motivos, o primeiro é para dar um ar sombrio, o segundo é para disfarçar os defeitos dos afrescos. A construção contém o esplêndido túmulo do Antipapa João XXIII, projetado por Donatello, e o corpo fica fedendo lá para quem quiser ver.

Em 1225 foi concluído um imenso mosaico representando o Julgamento Final com cenas de horríveis de diabos comendo pessoas. Dante Alighieri cresceu olhando os mosaicos o que inspirou a sua fanfic Divina Comédia.