Bayonetta 2

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Virtualgame.jpg Bayonetta 2 é um jogo virtual (game).

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Bayonetta 2
Bayonetta 2.jpg

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Informações
Desenvolvedor Platinum Games
Publicador Nintendo
Ano 2014
Gênero Ação pornô
Plataformas Wii U
Avaliação Ninguém jogou pra saber
Idade para jogar Recomendado para pré-adolescentes (10 a 15 anos) - muito conteúdo pra punheta

Bayocetta 2 é apenas um jogo de ação pornográfica criada pela Platinum Games para ser a continuação do aclamado jogo Bayocetta 1, o antigo jogo detentor do recorde de quantidades exageradas de focalizações na bunda de uma protagonista, posto este que foi tomado pela sua continuação, o jogo Bayonetta 2 com ainda mais exageros de focalizações desnecessárias na bunda sem estrias de uma personagem fictícia feita de polígonos, algo que acontece a todo santo segundo. É basicamente um jogo destinado a um público estrito e específico formado apenas por garotos pré-adolescentes que sanam suas frustrações de suas vidas medíocres batendo punheta o dia inteiro, o que faz de Bayonetta 2 uma enorme tentação de se jogar para estes seres. E se você é uma menina, esqueça, Bayonetta 2 não tem você como público-alvo, vá jogar Barbie Groom and Glam Pups.

Produção e recepção[editar]

Assim que o jogo Bayonetta 1 foi lançado, o seu roteirista Hideki Kamiya tornou-se uma lenda do punhetismo, uma comunidade mundial formada por derrotados sem namorada que amam essas japonesices retardadas envolvendo mulheres fictícias fazendo poses sensuais, e assim o cara se amplamente aclamado por fãs de hentai de todas partes do mundo, já surgindo uma grande expectativa para a criação de uma sequência. O projeto do Bayonetta 2 foi desenvolvido em segredo nos porões de Hiroshima com anos de pesquisas em mais de 100 sites especializados em hentais, de modo que o jogo abrangesse todos fetiches bizarros japoneses possíveis, como amarras, tentáculos, zoofilia, incesto, pedofilia, milfs e mais uma infinidade de obscenidades retiradas da tara japonesa a qual claramente não encontra limites.

Resultado da merda que é fechar alguma parceria com a Nintendo.

Todavia, apesar de todas grandes expectativas, a grande decepção veio em 2012 com a péssima notícia que surpreendeu negativamente a todos, quando Kamiya declarou que Bayonetta 2 seria exclusivo apenas para o Wii U, um console que ninguém tinha. O motivo de tal decisão esdrúxula ainda é um grande mistério, mas há teorias plausíveis. Uma das teorias diz que o público que tinha PS3, Xbox 360 e PC já era formado por gente de 20 a 30 anos quer não eram necessariamente punheteiros, ao contrário do público da Nintendo que é inteiramente formado por punheteiros, porém essa teoria não parece válida quando analisamos que muitos manés de 30 anos jogam videogame por ainda serem virgens. Outra teoria diz que foi uma manobra desesperada da Nintendo de ter um jogo adulto onde uma mulher de bunda grande fica constantemente pelada.

Por ninguém saber o que é um Wii U, o jogo nunca pode ser jogado e consequentemente nunca foi avaliado, recebendo notas altas por dó mesmo porque é feio chutar cadáveres (Wii U e sua meia-dúzia de jogos).

História[editar]

Bayonetta executando algum tipo de seus golpes especiais.

Depois de se tornar uma atriz pornô de sucesso, Cereza (cujo nome artístico de puta é Bayonetta) tem a ideia de ir às compras durante o natal nas ruas de New York para comprar seus dildos, algemas, mordaças, chicotes, consolos, vibradores, coleiras e todos os demais itens que ela ainda usará no decorrer do jogo. Ela leva consigo o seu capacho, um ex-cafetão chamado Enzo, que tornou-se escravo particular de Bayonetta, numa cômica inversão de papéis no qual o cafetão é submisso e obediência à puta. Neste momento aparece outra atriz pornô e amiga de Bayonetta, a loira oxigenada Jeanne, que aparentemente nunca paga multas pelo modo como dirige feito besta a sua motocicleta. Jeanne informa Bayonetta que o Vaticano decidiu extinguir o Xvideos e que isso poderia ser extremamente mal para os negócios, enquanto que o Reino do Mal (Brasil) estava muito ocupado com outras coisas para lutar pela causa de sites pornôs livre. Nesse momento a conversa é interrompida por uma invasão inesperada da Al-Qaeda que começa a arremessar caças na cidade, mas Bayonetta como é uma vadia overpower apenas chutas esses aviões como se fossem nada, utilizando apenas o poder de sua magnífica abertura de pernas. Neste momento aparecem no cenário ainda uma invasão de brinquedos sexuais do Paraguai (auto-denominados anjos), máquinas defeituosas as quais Bayonetta fez questão de exterminar no jogo anterior quando trabalhava para a Receita Federal, mas sabe como é produto pirata, é impossível de eliminar completamente, então cabe à Bayonetta eliminar cada um desses robôs paraguaios utilizando seus super-poderes oriundos da força de seus pelos pubianos. No final da batalha Bayonetta então executa o seu famoso fatality, no qual seus pelos pubianos se transformam num demônio que esmigalha até o último robô paraguaio. O problema é que os pelos pubianos de Byaonetta ficaram tão grandes que decidiram se rebelar contra sua dona, exigindo que ela lhe pagasse cachê, e como Bayonetta recusou, os seus pelos pubianos decidem sequestrar sua amiga Jeanne e levá-la para o submundo, que fica em algum lugar entre o útero e as trompas de falópio de Bayonetta. Neste local também conhecido como umbral Jeanne seria forçada a assistir em looping todos os programas do Domingão do Faustão eternamente.

Cabe agora então a Bayonetta ir resgatar sua parceira de filmes eróticos Jeanne que está presa em seu útero numa dimensão paralela. Para descer ao inferno ela viaja até o Brasil e começa a subir o Morro do Alemão, um local infestado de produtos eróticos paraguaios os quais ela extermina sem dó, e nessa jornada encontra um trombadinha chamado Loki, o qual ela adota sem nenhum motivo aparente, apenas pelo motivo de que japonês tem fetiches sobre milfs pedófilas. Junto desse pirralho o qual Bayonetta não tem vergonha de assumir ser uma pedófila e não parar de mostrar os peitões, empinar a bunda e abrir a buceta para ele, ambos finalmente chegam no inferno, uma cidade chamada Teresina onde a população é tão feia que Bayonetta decide quebrar a cara de todo mundo por lá, até conseguir resgatar a alma de sua amante Jeanne.

Parece que o jogo é só isso mesmo, sobre o rabo da Bayonetta, do começo ao fim.

Infelizmente Bayonetta tem sua jornada interrompida por um mago safado que é eunuco e assexuado, ou seja, é totalmente imune às sensualizações, empinadas de bunda e aberturas de pernas de Bayonetta, sendo o adversário mais formidável que ela já enfrentou, e que acaba enviando-a 500 anos no passado, porque as pessoas nesse jogo tem golpes desse tipo. No passado distante, Bayonetta cai num bordel onde encontra uma cafetina chamada Rosa, que na verdade é a Bayonetta com uma roupa de latex de dominatrix. Esta Bayonetta dominatrix infelizmente acaba morrendo após ter sido muito descuidada numa sessão de BDSM. Para voltar para o futuro, Bayonetta precisa realizar todos fetiches japoneses imagináveis contra uma enorme variedade de inimigos em formatos variados de pênis, peitos, bundas, cus e vaginas. Para então voltar para o futuro e realizar o fetiche supremo do tabu japonês ao dar mole para o moleque Loki, e assim zerar o jogo concretizando a tão esperada cena de pederastia.

Jogabilidade[editar]

O jogo é destinado a deixar qualquer um com câimbra, do tanto que os combates se resumem a apenas massacrar um mesmo botão interminavelmente até destruir irreversivelmente todos os seus tendões de suas mãos. O resultado é um punho bem treinado que posteriormente auxiliaria o jogador a bater punheta a noite inteira sem cansar, o que determina o custo-benefício de se jogar Bayonetta 2 muito alto, ainda mais dependendo do parco controle do Wii U (lembrando que se você for menina, ninguém fez esse jogo pensando em você, é um jogo para punheteiros).

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