Behaviorismo

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Google sobre Behaviorismo
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Rato albino sobre Skinner
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Freud sobre Skinner
Cquote1.png É o meu Deus! Graças à ere tô rico pra carário! Cquote2.png
Kumon sobre Behaviorismo

Cquote1.png Na União Soviética, o rato manipula você!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Behaviorismo

Behaviorismo (ou Psicanálise disfarçada de ciência), também conhecida nacionalmente como Comportamentalismo, é o conjunto das teorias psicológicas que no Brasil são estudadas por aquelas estudantes universitárias de Psicologia que não conseguem arrumar um namorado dentro do curso, pois geralmente 99% dos alunos da graduação em Psicologia são do sexo feminino e 0,05 são gays. O resto passou no vestibular e teve plena sabedoria para sequer iniciar as aulas, ou estão perdidos no curso

Teoria[editar]

No Behaviorismo, o comportamento geralmente é definido por meio das unidades analíticas respostas e estímulos. Se você é leigo em termos psicológizados, eis um exemplo: imagine que você vê sua irmã dando para o seu vizinho da direita (o mesmo que tem posto aí atrás). Isso é um estímulo. A resposta a essa estímulo é a sua reputação indo por água abaixo. O Behaviorismo defende que tudo de bom ou mau que o ser humano fez ou pensa em fazer é produto de aprendizagem. Traduzindo: O behaviorismo teoriza que o indivíduo não nasce ladrão, não nasce vagabundo e não nasce burro; ele vai se transformando em ladrão, vagabundo e/ou burro conforme a situação vivida. Esta é uma boa notícia pra você, hein? Sua burrice tem cura... ou não.

Primeiros Behavioristas[editar]

O primeiro behaviorista que se tem notícia foi Descartes. Quando afirmou que o corpo humano era como uma máquina, esse francês deu margem para uma psicologia mecânica.

Depois de Descartes, vieram os empiristas ingleses. Bacon (já comi) e Locke, principalmente, acreditavam que a mente humana era uma tábula rasa e que as ideias eram aprendidas com o tempo. Os behavioristas acreditam que a mente humana... não, os behavioristas não acreditam na mente humana, ou seja, apenas no que é observável, até mesmo o ar é inexistente para um behaviorista.

Os empiristas não deram conta de explicar o comportamento humano por inteiro porque passavam muitas noites nos pubs de Londres enchendo a cara. Então, anos depois, Kant trouxe uma nova contribuição ao campo behaviorista - mas ninguém entendeu o que ele quis dizer até hoje, por isso os seus livros são considerados excelente para calçar sofá, geladeira, entre outras tranqueiras da sua casa.

História[editar]

O criador do Behaviorismo, Watson, fazendo experimentos acerca da fase oral.

Oficialmente, o behaviorismo foi criado no inicio do século XX nos Estados Unidos da América, aquele continente situado acima da America Latina, por John B. Watson. Em 1913, Watson, cansado de ficar refletindo diante de um espelho acerca dos conteúdos da mente humana resolveu apelar: escreveu um manifesto de nome "Psicologia como um behaviorista a vê", cujo título original era "Não consigo entender a psicanálise".

No manifesto, Watson, o filho de Wat, defendia a criação de uma psicologia preocupada apenas em analisar o comportamento humano que pode ser observado, medido, modificado e controlado. Em outras palavras, ele afirmou que a mente humana era uma grande mentira. Isso causou grande comoção na psicologia da época, que há tempos tentava se tornar uma ciência... e ainda tenta. Watson liderou laboratórios onde experimentos com sondas anais eram efetuados em animais infra-humanos. O estímulo era a introdução da sonda. A resposta tendia a ser um pedido de quero mais, pricipalmente daqueles animais criados pela avó. Os planos de Watson, entretanto, não surgiram efeito, uma vez que as estudantes de psicologia não suportam a ideia de trabalhar em laboratório com animais como os ratos, pombos e o Lula.

Behavioristas na atualidade[editar]

Skinner, pai do Behaviorismo Radical

Entre os behavioristas atuais, podemos destacar Burrhus Frederic Skinner, no campo internacional, e O Capitão Nascimento e a sua mãe, no campo nacional, que sempre utilizam recursos de punição para controlar o seu comportamento, seu ingrato.

Burrus Frederick Skinner (é esse mesmo o nome dele), é um dos principais teóricos da Psicologia, na qual desenvolveu diversas teorias através do experimentos com ratos, na qual a sua notoriedade lhe rendeu uma homenagem em Os Simpsons, no papel de diretor do colégio, isto ele passou toda a sua vida tentando controlar o comportamento de ratos, esforço em vão, retratado na série de desenhos da família amaricana, ao tentar controlar o Bart e os demais pirralhos da escola de Springfield.

Veja também[editar]


Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Behaviorismo no Mundo do Contra:

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