Belém

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Município de Belém do Pará
"Cidades sem latas de lixo e lixo nas ruas"
Bandeira de Belém.png
Bandeira
Aniversário 12 de janeiro
Fundação 12 de janeiro de 1616
Gentílico belemense
Lema Vai chover hoje a tarde
Prefeito(a) Não disponível
Localização
Localização de Belém do Pará
Estado link={{{3}}} Pará
Mesorregião Cidades-dormitório de Belém
Microrregião Belém exceto Castanhal
Municípios limítrofes Ananindeua, Barcarena
Distância até a capital 2149Km quilômetros
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Não disponível
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima Não disponível
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$
PIB per capita R$

Cquote1.png Você quis dizer: Belém da Cisjordânia? Cquote2.png
Google sobre Belém
Cquote1.png É minha! Toda minha!! E ninguém toca!! Cquote2.png
Jáder Barbalho sobre Belém e tudo que estiver no Pará
Cquote1.png Capital de uma Sicília verde cada vez menos verde Cquote2.png
Lúcio Flávio Pinto sobre Belém
Cquote1.png Isso e muito mais você só vai encontrar em Belém do Parááááá Cquote2.png
Joelma do Calypso sobre Belém
Cquote1.png Cooorageee Cquote2.png
Christian Pior sobre Belém
Cquote1.png Muito obrigado, mas prefiro receber um cartão postal Cquote2.png
Comercial da Record News sobre Belém
Cquote1.png E hoje teremos chuva em Belém... Cquote2.png
Previsão do tempo diária sobre Belém
Cquote1.png MWAHAHAHAHAHAHAH! Cquote2.png
Manaus sobre Copa do Mundo de 2014
Cquote1.png É uma cidade ótima pra se viver! Cquote2.png
Cascão sobre Belém
Cquote1.png Nem eu aguento esse povo porco Cquote2.png
Luiz, o espalha lixo sobre Belém]]
Cquote1.png Isto non ecziste! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre temperaturas abaixo de 30 graus em Belém
Cquote1.png Of preibói em Belém eviftem por culpa da Zelite Cquote2.png
Lula sobre o grande número de playboys em Belém
Cquote1.png É uma cilada, Bino! Cquote2.png
Pedro sobre um pedido para transportar carga até Belém
Cquote1.png Esta terra tem mangueiras, onde canta o urubu Cquote2.png
Gonçalves Dias sobre Belém
Cquote1.png Ahn?? Cquote2.png
Caboco que desconhece Gonçalves Dias, da citação acima (e ficou sem entender a piada)
Cquote1.png Use filtro solar!! Cquote2.png
Pedro Bial aconselhando os que moram ou vão para Belém
Cquote1.png Essa turminha do barulho vai se meter na maior roubada em uma cidade de altas temperaturas que até Deus duvida!! Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde sobre turistas indo para Belém
Cquote1.png Tirem essa roupa da Makell e essa camisa roxa do Remo de 1995! Vocês são muleques!! MU-LE-QUES!! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre cabocos
Cquote1.png E vocês, tirem essas roupas da Gucci e da Diesel, seus playboyzinhos de merda! Cquote2.png
Capitão Nascimento, agora sobre playboys belenenses
Cquote1.png E o senhor aí, tira esse jaleco que tu não é médico, tu é muluque!! Cquote2.png
Capitão Nascimento, desta vez sobre Duciomar Costa os açougueiros de Belém
Cquote1.png Na União Soviética, as aparelhagens se emputecem com VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Belém e suas aparelhagens
Cquote1.png Que tal minha roda aro 19 e meu carro importado?? Cquote2.png
Playboy belenense sobre seus "brinquedos" à outro playboy

Belém, a capital do Pará (ou Belém do PARIL) é a cidade-estado sede do governo do Velho Centro-Oeste Brasileiro (vulgo Pará). Fundada durante o processo de conquista do Centro-Oeste Selvagem. Também é o lugar original do qual se baseia a série "Lost". É conhecida como a Capital Mundial dos Urubus, dos cachorros vira-latas sarnentos, das calçadas esburacadas (imagina as ruas então...) e dos artistas circenses de sinal de trânsito. Ainda conhecida como Cidade das Mangueiras, teria um rótulo mais condizente se fosse Cidade das Filas Duplas (ou Triplas!).

Os esgotos e bocas de lobo são abertos até mesmo em bairros considerados nobres, o que torna impossível estacionar próximo a calçada, o que faz o belenense estacionar em cima dela.

História

Jesus, retornando à sua cidade natal

Belém se constituía apenas num pequeno litoral do rio Cudomá quando Jesus nasceu na cidade, uns anos antes do ano 0 cristão. Mas logo depois Ele se mudou pra Nazaré (atual Manaus) com Seu Zé e Dona Maria, por considerarem esta uma cidade mais promissora. Os demais habitantes de Belém (umas 40 pessoas; se hoje a cidade é um ovo de codorna, naqueles tempos era o gameta de um fitoplâncton) que não foram mortos pela dominação romana diasporaram pelo mundo. A cidade, então, passou a ser habitada por tribos filisteias (que dariam origem aos atuais descendentes de libaneses na cidade).[1][2]

A partir de 1616, inicialmente como um Forte Apache às margens do rio Cudomá, a cidade foi ocupada pelos europeus, dentre eles, judeus locais e outros que fugiam da falta do que fazer no Marrocos. Daquele ano até a década de 20 do século XIX não aconteceu porra nenhuma de interessante; em 1822, entretanto, Belém e todo o Grão-Pará (que, apesar do "Grão" no nome, era imenso, abrangendo toda a região amazônia brasileira - menos o Acre, é claro, que ainda era da Bolívia) recusavam-se a reconhecer a Independência do Brasil forjada por Dom Pedro I, razão pela qual a cidade foi bombardeada por tropas de mercenários ingleses financiados pelo imperador, liderados por gringos de nomes legais como John Pascoe Grenfell e Lord Cochrane, esmagando assim a resistência (existente devido ao grande número de portugas na cidade, cujos descendentes são expressivos até hoje, embora poucos ainda torçam pela Tuna Luso). Mas foi só D. Pedro abdicar que os ratos fizeram a festa: uma década depois, eclodiu a Cabanagem, a única revolta regencial em que o povão conquistou o poder (por isso é apenas lembrada nos livros escolares, e não estudada, nem mesmo em Belém), só para serem de novo ferrados pelos mesmos gringos de dez anos antes.

No final do século XIX Belém experimenta um enriquecimento meteórico graças ao advento do Ciclo da Borracha. Com os lucros do comércio, a cidade se moderniza aos moldes europeus, chegando inclusive a ser a terceira cidade mais importante do país (atrás apenas do Rio e Sampa), sendo chamada naqueles tempos da Belle Époque de "Paris n'América". Produções teatrais e cinematográficas europeias, como Emmanuelle, Garganta Profunda e atrizes de renome como Sylvia Saint, aportavam primeiro em Belém, onde eram encenadas/exibidas no Theatro da Paz ou no Cinema Olympia (o mais velho do Brasil ainda em atividade), para só depois seguirem para o Sudeste. Mais alguns judeus chegariam à cidade, com o movimento sionista, fugindo do antissemitismo europeu. No início do século XX, entretanto, o Ciclo da Borracha acaba entrando em colapso devido aos (advinha quem?) ingleses, que inventam o corretivo (que ao contrário da borracha, podem apagar anotações feitas a caneta) e dildos de silicone, muito mais confortáveis que os anteriores feitos de borracha. E a cidade de Belém se fode mais uma vez e de terceira cidade mais importante do Brasil despenca para 132º cidade mais importante do país.

Mas o que era ruim piorou: ao longo do século, nasceram e/ou viveram pela cidade pessoas como Jader Barbalho, Jarbas Passarinho, Edmílson Rodrigues, Hélio Gueiros, Carlos Santos (um Sílvio Santos falsificado), Duciomar Costa (atual prefeito, que tem um diploma falsificado de médico), Fafá de Belém, Dira Paes, Nílson Chaves, Banda Calypso, os Maiorana (os Marinho do Pará), Vic Pires Franco, Arthur Tourinho, Ana Júlia Carepa, Almir Gabriel, Sandro Goiano e Carlos Lucena. O que poderia ser a salvação, o nascimento do jogador de futebol Sócrates (esse realmente virou médico), não deu em nada, pois ele logo se mudou pra Sampa (seu irmão Raí nasceu por lá), onde jogou no Corinthians e até hoje todos os tratam como se fosse paulista de nascença, pois é isso o que acontece com paraenses bem sucedidos.

Tema de uma das últimas versões do game GTA com a versão Grand Theft Auto: Belém, a cidade, ultimamente, brigava para ser uma das sedes da Copa 2014. É claro que não surpreendeu ninguém que não tenha sido escolhida, mesmo tendo surpreendentemente sediado o Fórum Social Mundial em janeiro de 2009. Antes disso tudo, a última vez que havia sido notícia mundial foi dois anos antes, com o término da maratona aquática de um desocupado que se meteu a nadar todo o Rio Amazonas, o esloveno chamado Martin Strel, que muitos duvidaram que fosse realmente esloveno por não ter "ic" no final do sobrenome.

Vendo o estado de calamidade pública e completo detrimento no qual se encontra Belém, "os maninhos" tiveram uma ideia: candidatar a terra de Jesus a sub-sede da Copa do Mundo de 2014. Assim os recursos entrariam, as obras seriam superfaturadas e todo mundo ficaria feliz. No entanto o tiro saiu pela bunda da cuia de tacacá e "os maninhos" tomaram uma bela rasteira do seu conterrâneo e governador do Estado "hermano", Dudu Porradeiro que, entre puxa-saquismo ao Blatter e a venda da Amazônia para a Coca-Cola e a Sony, encheu o povo baré de alegria: levou a copa pra Manaus e ainda lascou um cotoco muito bem dado no rabo dos paraenses, que ficaram revoltadíssimos com a não escolha de Belém como sub-sede. No entanto, sabemos que Belém não teria as mínimas condições de sediar o Mundial: a cidade é uma verdadeira terra de ninguém, os pobres vivem na mais absoluta miséria, as ruas são verdadeiros esgotos a céu aberto, o povo é mal-educado, a violência tomas as ruas de Belém, e quando se grita "pega ladrão!" nas ruas de Belém, todo mundo some.

Segundo os jornais de Belém da Cisjordânia, os grandes culpados pela derrota para a vizinha e desafeto Manaus (acreditem, as duas parecem duas putas brigando por causa de ponto na esquina!) foram o prefeito Duciomar Costa e a governadora Ana Júlia Carepa que, por não ter força política nenhuma (na verdade, ela não passa de uma tiazona que se acha patty), pediu ao Presidente Mula Lula chorar pro Blatter mandar a Copa pro muquifo de cidade no entanto o Blatter preferiu levar a copa pra Manaus que, com todos os problemas causados pelos próprios paraenses, que invadem a cidade em busca de comida e emprego, consegue ser a menos pior do Norte.

Mas pior que perder a vaga de sub-sede pra Manaus é ter a reputação manchada em escândalos nacionais que fuderam de vez a imagem já manchada da cidade. O local é uma putaria só: bebês morrem na maternidade, mãe vende filha por R$ 500, a Câmara de Vereadores, à noite, vira um bordel... E por aí vai. Resumindo: a cidade é uma bela, grande e fétida merda que se instalou na buca do Rio Amazonas.

Clima

Belém, em dia de pouca chuva

Cquote1.png Nas outras regiões dia ensolarado com chuvas no fim da tarde. Cquote2.png
Moça do tempo sobre clima de Belém

Em Belém existem dois climas bem definidos, em duas diferentes estações: a que faz calor, com chuvas e ar abafado, e a que faz MUITO calor, com rios de chuva e suor escorrendo pelas calçadas. Os que se atrevem a usar roupas ficam com as mesmas grudadas no corpo suado enquanto exibem suas testas brilhosas de suor. São elas:

  • Verão: De Maio a Outubro, faz um calor IMENSURÁVEL e você não aguenta andar por 20 minutos no período de 07:00 às 17:00 horas sem perder 3 litros de água suando desesperadamente e remelentando a pele. À noite, o calor dá uma trégua, e, com chuva e nuvens densas, a madrugada fica com temperaturas semelhantes às de 12h no verão do sul. Nessa estação, o ar fica "seco" para os padrões amazônicos (ou seja: umidade de 70%), e, enquanto o sudeste curte um friozinho, o paraense tem ataques de insolação e perde aparelhos de ar-condicionado para as baforadas satânicas vindas da Baía. Chove TODOS OS DIAS.
  • "Período de Chuva": De Novembro a Abril, faz quase tanto calor quanto no verão. A diferença é que chove a cada 2 horas, quando não está chovendo O DIA TODO, sem parar. Os canais transbordam, os moradores andam de canoa e os paraenses mais deslumbrados saem de casa de jaqueta. A umidade nunca fica abaixo de 90%: nesse caso, você sua mais ainda mais e não pode sair sem um guarda-chuva que suporte chuva e sol. É nessa época que ocorre a cena mais típica da capital paraense: a famosa CHUVA COM SOL, paradoxo existencial que consegue mandar as leis da física para o espaço.

Portanto, se você acha que estar na floresta amazônica é sinônimo de conforto climático, esqueça: ao contrário de outros infernos-na-terra tropicais como Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT), NUNCA faz frio em Belém. E, devido ao esfrega-esfrega com o matagal (ops, a floresta), a umidade relativa do ar é MUITO, mas MUITO alta.

Economia

Uma importante observação sobre Belém, um detalhe precisa ser destacado sobre a qualidade do atendimento que as empresas em geral oferecem. O atendimento ao consumidor é muito ruim. Atendentes grosseiros, antipáticos e mal educados já estão fazendo a fama de Belém pelo Brasil afora.

Para quem não é de Belém e está na cidade, um mês é suficiente para se perceber isto. Os serviços essenciais e não essenciais são precários. Talvez isso explique a razão de alguns se sentirem no direito de tratar os consumidores como se estivessem lhes fazendo um favor. Quando não é a grosseria, é burrice a falta de treinamento. Por exemplo, no restaurante o garçon traz a bebida, mas não traz os copos. Traz a comida, mas esquece de levar os talheres. Mas os moradores da cidade nem se tocam para isto, pois nasceram vendo as coisas assim, por isso acham normal.

População

Povo belemense é bem educado, sempre junta o lixo em algum lugar aleatório.

A cidade possui a população fundamentalmente composta por uma mistura de cabocos (sem "L" mesmo!), netos de portugueses, netos de japoneses de Tomé-Açu, netos de libaneses, netos de judeus, filhos de fazendeiros de Paragominas (Paragobala) - que na verdade são do sul -, jagunços, cantores de brega, gente preguiçosa e filhinhos de papai.

Além de todos esses, encontram-se ainda grande número de maranhenses pobres despachados pelo Sarney para que este pudesse reformar São Luís, podendo ser encontrados em campos de refugiados como a invasão Che Guevara, Pratinha, e todo e qualquer lugar que você paga para entrar e reza para sair.

Os nordestinos, que migraram para o Pará na época da borracha e mais recentemente do Maranhão, constituem, junto com os cabocos (que também vieram do interior) grande parte da população de Belém. Habitam diversos bairros campos de refugiados como a Pratinha, Che Guevara, Terra Firme, Benguí, Guamá, dentre outros. Ou seja, só lugar de nome bonito que você não deve chegar nem perto, pois, como citado acima, é do tipo que se entra vivo e sai de lá só no carro do IML.

Os cabocos também são um exemplo de beleza, com esta sendo comparável apenas a da mulher nordestina. O povo é mal educado, burro, e sem noção do mundo, além de serem uns bandos de mal elementos que vão encher os presídios de Manaus, já que nem pra ser ladrão os manauaras servem. A maioria deles nunca saiu da cidade. No máximo, foram até Salinas em ônibus de piquenique. Para este pessoal, Belém é uma das sete maravilhas do mundo. Mas aqueles que saem costumam não voltar mais, pois ficam deslumbrados com as belezas e com a qualidade de vida fora do estado. A maioria das fêmeas cabocas têm o rosto redondo.

Um dos poucos dados positivos é que Belém é um dos poucos lugares no mundo onde pessoas de origem judaica e libanesa (importantes minorias étnicas da cidade) convivem em paz, principalmente ao adentrar nas festas de 15 anos (os quinzolas) como penetras. Há também um pequeno número de japoneses, que trouxeram na bagagem os Kumons que existem em Belém.

Bairros

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Bairros de Belém.

Por ter sido constituída historicamente à base da cagada, Belém possui todos os traços de uma metrópole pós-colonial, sem nenhum planejamento urbano e com problemas estruturais latentes e insolucionáveis. Apesar de interligados, os bairros da cidade têm aspectos próprios e às vezes geram contrastes sociais que, igual, só há na Zona Sul do Rio de Janeiro.

Educação??

As quatro universidades mais prestigiadas de Belém são duas públicas (UEPA, conhecida como "colejão", e UFPA, caída aos pedaços e repleta de urubus e lixo, no meio de uma favela) e duas particulares (Cesupa e Unama, onde o critério de admissão é a conferência do contra-cheque). Há também uma terceira pública, a UFRA, que ocupa uma área enorme e só tem três prédios, também caindo aos pedaços. Das demais, praticamente todas são uma aliteração sem fim de "Fa": Faci, Facid, Fibra, Fap, Fapan, Fapen, Feapa, Fabel, Faculdade Ipiranga, Faz, Famaz e Fama, havendo também Iesam, Esamaz, Esmac e outras tantas cuja taxa de inscrição e mensalidade consistem na doação de 1kg de alimento não-perecível. As mais desesperadas atrás de alunos são normalmente as que permitem aos candidatos agendar a própria prova, tradicional ou eletrônica.

Em um de seus vestibulares, nem com mil repescagens todas as vagas de um curso do Iesam foram preenchidas. Como o último critério de eliminação é a idade do candidato (o mais velho é favorecido), foram chamados os mais velhos que haviam faltado na prova!

Em 2006, a Fapan marcou seu vestibular para um sábado. Sendo que o candidato poderia inscrever-se até as 10 horas da noite da sexta-feira anterior, e de graça! Mesmo assim, tiveram que fazer outro vestibular, em seguida.

Enquanto maior parte dos e-mails das faculdades são do domínio delas ("@uepa.br", "@unama.br", "@cesupa.br", por aí), o da Fama é [email protected]

Transportes

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Ruas de Belém.

O trânsito de Belém é um caos. É comum observar veículos sem usarem o lacre na placa traseira, além de muitos carros são emplacados no Tocantins, onde o IPVA é mais barato, inclusive os carros oficiais do município. Os motociclistas (em parte são policiais militares) retiram a placa de identificação do veículo quando não a entortam ou não pregam um adesivo para não serem identificados. Circulam pela cidade sem capacete, na contramão ou sem possuir permissão para dirigir. O motorista que transita ao seu lado muda de faixa sem ao menos se dar ao trabalho de olhar para o lado. Isso quando a rua tem faixa pois a maioria só tem riscos de giz da perícia, que além de péssima, é particular. Além disso, em Belém vigora um artigo não-escrito do Código de Trânsito: ele diz que, se ligar o pisca-alerta, pode parar em qualquer lugar, pelo tempo que se quiser, mesmo que em forma de filas duplas (ou mesmo triplas).

As ruas, avenidas, travessas e vilas de Belém têm como fator comum seu mal-asfaltamento, as suas calçadas desniveladas, emporcalhadas e exalando fortes essências à base de ureia humana e/ou canina, além de suas valas transbordáveis, com plantas asquerosas nas margens. Mas podemos dividi-las em vários tipos. Esta classificação é quando à nomenclatura:

As calçadas também merecem destaque. Onde os belenenses iriam guardar seus entulhos? Degraus enormes e lixo fazem com que a população ande no meio dos carros, fazendo a festa do que querem ver todos os índios da cidade mortos. Chamar aquilo de calçada é piada. Não é mais confortável para o pedestre andar na borda da pista pois ali corre as valas de esgoto nas mais diversas colorações, sendo assim mais recomendável andar na pista dos carros, pois o esforço de andar em calçadas mal cuidadas, desniveladas e sem um padrão de altura e largura torna árdua a tarefa de caminhar pela cidade.

Os motoristas de ônibus em Belém são capacitados em um curso avançado para jogadores de Need for Speed (em nome apenas, pois os cabocos ainda não conhecem Burnout), cuja formação os capacita a tentar ser os mais perigosos possível, com alguns tendo um curso de extensão em GTA. Confiam no seu tamanho e se mostram pouco preocupados se sua manobra perigosa pondo em risco a segurança dos demais usuários da via. Vale ressaltar a linha de ônibus de cabocos Sacramenta (vulgo Sacrabala), que é conhecida por nunca parar em ponto algum, e que para entrar é necessário pular e para sair também. Enfim, dirigir em Belém dá a mesma sensação como se estivesse praticando roleta russa, pois ninguém sabe o que há de vir. Andar de bicicleta pela cidade é o mesmo que pedir para morrer.

Os motoristas de carro seguem um Código de Trânsito próprio de Belém, que diz que os semáforos são meramente informativos ou decorativos, sendo facultativo obedecê-lo ou não, especialmente se passar das 21:00h da noite. As ruas estreitas típicas de uma cidade pré-colonial só aceitam carros de pequeno porte e que mesmo assim precisam tomar cuidado para não atolarem no esgoto que corre nas valas laterais. Além de não obedecer a divisão de faixas e estacionarem em qualquer lugar, o que mais chama atenção em Belém é o costume de buzinar, não importa a hora, não importa a situação. É permitido buzinar até para alguém parado num sinal vermelho ou num cruzamento onde não tem a preferência.

Cultura

Em Belém, como sabemos, os cabocos estão sempre fazendo caboquices. As modinhas da cidade são sempre cafonas e pipiras. Sempre alguém se encaixa em um perfil destes colocados abaixo:

  • Modinha Tecno Brega: Tecnobrega sempre foi moda em Belém, com a diferença que agora todo tipo de gente gosta, de emos a playssons de Nike falsificado. Acontecem festas de todo o tipo de nível social, como na AP ou na APororoca.
  • Modinha Pagode: Infelizmente esta modinha ainda não foi esquecida. Em diversos lugares da cidade ocorrem festinhas com pagodeiros de meia tigela, seja no bar mais imundo ou na boate mais chic. É impressionante a caboquice paraense, uma boate aparentemente chic, onde as pessoas vão arrumadinhas, tem como programação o pagode. Os filhinhos de papai e patricinhas se abalam pra um lugar chamado Pagode na Casa do Caralho Hilário, que fica em Outeiro (um notório cabocódromo) no intuito de se rasgar ao som de pagode. Sempre com as mesmas bandas de nomes imbecis(Sorriso Maroto, Jeito Moleque, Jeito Boquete, Jeito Nosense) praticamente iguais ou grupos femininos de gostosas que não cantam porra nenhuma.
  • Modinha Sertanejo: Essa é a mais recente e famosa da cidade ultimamente. Os playboys caipiras, ou agroboys, se reúnem no Parrilla com chapéu de peão e a L200 do papai fedendo a boi para ouvir duplas sertanejas de cabocos nunca vistas.
  • Modinha Dance: viciados em heroína, maconha, ecstasy,cogumelos e o caralho que seja, e os que fingem ser viciados em tudo isso, se reúnem em sítios macabros para fritar dançar até morrerem. E ficam se vangloriando por serem "malucões". Hoje em dia as raves são frequentadas por pipiros, cabocos e gente daí pra baixo.
  • Modinha Reggae: Uma chatice que fala de coisas idiotas que os imbecis idolatram e tem como lema na sua vida as músicas do Natiruts. Vão para algodoal para fazer capa de maconheiros "paz e amor", adoram dizer por aí que são aventureiros mas não passam de gente fútil e caboca.
  • Modinha Axé: Essa merda moda perdura até hoje. Tudo culpa das patys e dos playboys que se cansaram de ir pra Salinópolis, vulgo "Sal", e agora vão pra Fortaleza só pra dizer que pegaram um avião. Com isso, conheceram uma porra boate chamada Mucuripe, que dizem ser a única em Fortaleza, e lá se apresenta um velho que tem uma banda chamada Mr.cagão Babão, que faz uns covers do Chiclete com Banana e Asa de Águia. Como todo paraense é empolgado, os pseudos-empresários(donos das pseudos-boates), viram que as patys e os playboys adoram jogar dinheiro fora pra tudo que é merda que venha de fora, então esse Mr.cuzão Babão vive fazendo "shows" aqui nos cafofos de Belém, para a piração dos cabocos com dinheiro, vulgos playboys. Além de toooda essa "piração", todo ano em novembro acontece o PARÁFOLIA, que consegue reunir o maior número de cabocos por metro quadrado, perdendo apenas para os shows de techno brega que acontecem no CASOTA.
  • Modinha JRock: Um monte de pseudo otakus e emos , que passam o dia escutando The Gozette, sonham em ser como o Uruha e saem com um absorvente na cara pra imitar o Reita. Sentem-se os descolados e os maiorais culturalmente, quando na verdade os japoneses estão pouco se fodendo para eles todos. Se amontoam em eventos como Animazona no Taikai, Animazona Connection, Otaku no Matsuri e Tomodachi. Passam horas e horas fazendo chapinha no cabelo todo picotado e mal-pintado com papel crepom, pra vestirem calça de couro, blusa de seda, suspensório, coturno, carregarem na maquiagem e irem pro calor infernal de Belém do Pará, suarem e estragarem o visual todo, voltando pra casa de busão lotado, mas mesmo assim, crentes de que estão abafando com seus cabelos coloridos. Idolatram uns outros cabocos metidos a cosplayers e jrockers, cada um mais feio (e tosco) que o outro. Um tem o cabelo loiro de um tom "branco-ceguei", outro tem um cabelo de formato indefinido e de um tom de loiro "loiro-morri" e o último nem vale a pena descrever, de tão nonsense que era. Todos os três são bossais, convencidos e metidos a fodões, só que em graus variados, indo do mais metido (o do cabelo "loiro-morri") ao menos metido (o do cabelo "branco-ceguei"). Nem é preciso dizer que um encontro dos três resulta em gritinhos e viadagens e gurias retardadas pagando pau.
  • Modinha Indie: Os indies belenenses podem ser encontrados facilmente em lugares como Café com Arte, Café Taverna, Palafita ou em algum evento pseudo-cultural. 80% deles cultuam bandas como The Strokes, Arctic Monkeys, MGMT,LOSERmanos e Radiohead. A outra parcela são hipsters que ouvem Beirut depois de ter conhecido na mini-série 'Capitu' e coisas lo-fi pseudo-experimentais e saem por aí com a sua sandalinha de couro e roupas velhas encardidas e barba por fazer(wannabe-mendigos).Geralmente aqueles que se acham donos da verdade, e se estão em um bar tomando café com tapioca e contam uma piada que uma outra pessoa de "classe inferior" dá uma 'risadinha',rapidamente ficam sérios e pedem sua conta(na verdade eles foram peidar).
  • Modinha New Rave: Nesse mesmo contexto, há também os 'New Ravers' que consistem, na sua maioria em pattys (lésbicas) que usam ray-ban wayfarer falsificado e roupas coloridas ridículas, meninos (gays) com lenços no pescoço e calças coloridas, crentes que vão aparecer no site do Cobra Snake, esses escutam Klaxons, Crystal Castles e Justice porque toca na 'balada'. Tirando isso, a parcela restante (cerca de 0,001%) ouvem Sonic Youth e Velvet Underground e se acham superiores por causa disso, mas não passam de alienados musicalmente. Resumindo, são pessoas burras, influenciadas, alienadas, que vivem na 'balada' pagando de drogadinhos e bissexuais.
  • Modinha Malokera: São aqueles que ficam o dia todo caindo andando de Skate nas ruas cheias de buracos, e são interrompidos a todo momento por algum acidente que ocorre, ou assalto perto dali. Vivem com um MP3 fuleira comprado em uma barraca do VER-O-PESO escutando bandas como blink-182 (das antigas), Charlie Brown Jr. (das antigas) e Raimundos (das antigas).

Música

capa de um disco do Stress, repleta de simbolismos em relação à temperatura da cidade
Kimi Räikkönen após escutar nos seus fones de ouvido os primeiros segundos de um tecnobrega

Belém é a cidade de Joelma e Chimbinha, integrantes da Banda KY, ou melhor, Calypso. Começaram tocando seu brega nos becos úmidos, fétidos e quentes de belém, onde tiveram seu talento descoberto, sendo uma das piores bandas do universo. Como já foi dito, há um grande número de pagodeiros na cidade, o que ultimamente é a moda do momento, principalmente entre pattys e playboys. Quando não é isso vemos os paraíbas, que são uma herança maldita deixada pelos nordestinos, muito conhecidos no eixo Sul-Sudeste, onde aparecem com seus carros entupidos de caixas de som tocando o hit do momento (na concepção deles), um forró grudento e irritante, enquanto bebem cerveja e dançam sem parar e acham que estão arrasando. Possuem um ritmo característico, o carimbó (???), que é uma mistura de dança do sol (já que não para de chover) com sinal de fumaça, enquanto os índios rebolam os traseiros.

Nos anos 70, surgiu em Belém a primeira banda brasileira de metal, chamada Stress. Os músicos que não morreram de fome acabaram morrendo de estresse, já que não tinham o que fazer em Belém no anos 70. Muitos formaram a a banda "zona rural" que era uma merda, tocava música escrota, e ainda se diziam os pais do heavy metal mesmo cantando zezé di camargo e luciano.

Aliás, pode até não parecer, mas Belém também tem suas bandas emo, com destaque especial para Mocotó Elétrico e Núcleo R2. Aliás, Heavy Metal em Belém é um fenômeno obscuro. Como sempre puxando para o lado terceiro-mundista, as bandas de heavy metal são na verdade "protesto contra os excluídos", com letras mal escritas em inglês, bucefalia em grau avançado, música malfeita e bandas cujo nome saíram de filmes de terror baratos.

O povoado de Belém também ficou em festa com o mais novo sucesso do local. Francisdalvo dos Prazeres, natural de Cametá e radicado em Belém há 24 anos, foi escolhido para ser o mais novo integrante da banda Village People. Encarnará um tipo de personagem chamado "catador de açaí", o qual se integrará aos demais já existentes. A expectativa é enorme porque nunca uma expressão artística caboca alcançou prestígio internacional.

Esportes

O futebol em Belém é como Palestina e Israel. Em dia de jogo, é melhor nem sair de casa, pois é quando as facções terroristas torcidas organizadas resolvem sair de seus becos para brigar.

O chamado Re x Pa, a grande rivalidade da cidade e do Estado, é um dos clássicos mais equilibrados do país, fazendo com que ambos os lados discutam acaloradamente (no mínimo, perto de vias de fato) para definir qual dos dois times é o menor pior, pois a situação de ambos é desoladora. Vejamos:

  • Remo: o que falar de um time cujas maiores alegrias são relacionadas apenas ao rival, direta (tem maior número de vitórias nos clássicos, além de um tabu de 33 jogos que durou cinco anos e um pentacampeonato estadual) ou indiretamente (secando, e MUITO)? Que demorou exatos 100 anos pra conquistar uma mísera Série C, quando tanto o rival e até o terceiro time (Tuna Luso) demoraram bem menos para conquistar uma B (sendo que o Paysandu tem duas)? Que retruca que "passado é coisa de museu" ao ouvir o rival relembrar os tempos mais recentes de Série A e Libertadores, mas cuja maior "glória" para a torcida ocorreu bem antes (o mencionado tabu)? Que não joga na Série A desde 1994 (e só chegou lá no meio da virada de mesa que resgatou o Grêmio da Segundona)?
  • Paysandu: o que falar de um time que tem dois títulos na Série B e acha isso grandes coisas, tem igual número de títulos estaduais enquanto ninguém se importa com o estadual paraense fora de Belém. O Paysandu orgulha-se de ser o único time da Região Norte a disputar uma Libertadores e a conquista do memorável resultado de ter sido humilhado e goleado dentro de casa pelo Boca Juniors da Argentina, o que lhe fez figurar em 39º lugar no ranking mundial da IFFHS de melhores times.

De certa forma, comparando ao clássico mineiro, o Remo estaria para o Atlético (apesar de este ser listrado) e o Paysandu, para o Cruzeiro (apesar de este ser todo azul). A Tuna Luso, talvez consiga estar em pior situação, pois não mete mais medo em nenhum dos dois; pelo contrário, atrai até a simpatia deles. Terceira força em títulos e tradição e bem atrás dos dois "grandes", seria o América, se mantivermos a comparação com o futebol de Minas.

Lazer

Graças ao clima opressor, não existe atividade de lazer tolerável ao ar livre, portanto todo belemense tem como principal fonte de lazer se acolher em ar condicionado de shoppings, sendo os principais:

  • Castanheira Shopping Center - Vulgo "Cabonheira" Shopping. É o lugar mais distanciado do centro, para onde as pessoas das classes F,G,H,I ... Z vão. É um lugar repleto de cabocos, indies, pobretões, favelados, emos e ladrões. Antes do cinema do Iguatemi ser inaugurado, esse fim de mundo atraía os preibóis da "zona sHiKiIi" da cidade (vulgo Umarizal) que queriam ver filmes super atuais como A Lagoa Azul. É considerado o maior (ou menos menor) shopping da região norte (vulga "aldeia indígena"), mas ninguém nunca confirmou isso, já que nunca se conseguiu chegar vivo à outros lugares do norte brasileiro.
  • Iguatemi Pátio Belém Shopping Center - Este é o shopping (shopping?) "orgulho dos preibóis" paraenses, já que ali só entram pessoas das classes A+, A, Muito A e B (preibóis pobres). Todos os domingos, o agradável lugar se torna um emocódromo, já que os MiGuXiNhOs resolvem se encontrar ali para conversar, alisar a franja, soltar a franga ou simplesmente fumar um baseado antes que algum sergurança ou preibói dedo-duro os denuncie. Com a abertura dos novos cinemas, o cubículo de cinco andares (vulgo estacionamento) ficou lotado e hoje é impossível arranjar uma vaga neste shopping antes de 48 horas de tentativas. Antes Iguatemi, foi renomeado para "Pátio Belém", um nome muito nada a ver e que não chama a atenção. Segundo psicólogos formados na UFPA (moradores do "merroba") as crianças terão sérios problemas psiquiátricos pela escolha desse nome, pois o shopping do "coração da cidade" não tem muito a ver com fato de ser pátio. Mas já que Átrio esquerdo Belém ou Ventrículo direito Belém seria muito complicado resolveram chamar shopping de pátio mesmo.
  • IT Center Shopping - Mais um cabocódromo, que na verdade, nem é um shopping, tem só isso no nome para parecer mais stáili, já que por aí funcionam umas míseras lojas que pagam 10 reais por mês para os empregados, que são forçados a trabalhar 23 horas e 59 minutos por dia debaixo de um frio infernal (que para os paraenses é igual a 2181826321°).
  • Boulevard Center - Novo shopping que fica na zona preibóiesca da cidade, no meio de um bairro (vulgo bordel) onde só existem prédios luxuosos de R$8122634127542673219,69. No mais, serve para reunir camelôs do Paraguay interessados em gerar uma grana preta sem fazer muito esforço.
Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Bares e casas noturnas de Belém.

A noite de Belém tem muitas festas de aparelhagem, que são "bailes" de brega, forró e tudo que não presta mais, com grandes estruturas que mais parecem naves espaciais , para onde as classes C, D, E, F, G, H, I, J...etc vão no fim de semana, deixando a cidade vazia e livre de assaltos, roubos, sequestros, furtos e etc.

Quando não é isso, há uma imensa concentração de filhinhos de papai e playboys em seus carros importados circulando pela noite atrás da festa que vai "bombar", como eles próprios dizem; ou vão para os barzinhos pé-sujo da Almirante Wandenkolk e arredores. Já os eupátridas da cidade (que nada mais são do que os pais dos playboys) à noite se reúnem, quando não em seus domínios, no Boteco das Onze ou no Mangal das Garças. Os fuderosamente poderosos também vão ao La Vie En Rose, onde altas surubas ocorrem.

A comunidade indie teve um aumento significativo recentemente, onde o Ibama, até o momento, está conseguindo evitar a superpopulação, restringindo-os (por enquanto) aos festivais da Serasgum. Há um número considerável de emos em Belém (associado ao crescente número de otakus), que de uns tempos pra cá começaram ser facilmente vistos em lugares como o Café com Arte e o Shopping Iguatemi, porém as medidas do Ibama e dos pais antes desavisados foram efetivas e a superpopulação foi evitada (quer dizer, quase!).

Outro problema atual é a epidemia de pagode entre os playboys. Em todo lugar que se olha a noite está tocando pagode com pagodeiros no meio. Outra epidemia que está se alastrando é a de Rebelde nos cabocos (verdadeiramente dito um bando de desocupados!). Isso foi considerado um grave problema da cidade em relatório recente da ONU. Outro dado bastante preocupante é o do caboco que tornou-se emo: como são pobres para fazer uma chapinha decente, eles apelam para umas melecas que tornam os cabelos petrificados e de aparência grudenta. Quando também se metem a querer deixar o cabelo loiro, utilizam umas substâncias (como descolorante de farmácia ou tinta guache) que acabam deixando-no mostarda.

Turismo

  • Ver-o-Peso: Conhecido como principal ponto de encontro de urubus turístico de Belém por ter a maior quantidade de bêbados jogados por metro quadrado, fede pra cacete e é infestado de pivetes que tentam assaltar gringos desavisados, enquanto estes passam horas fotografando urubus, lixo espalhado por todo o lado, peixes podres (estes traficados vendidos pelos cabocos que passam a noite pescando) e água barrenta. Os banheiros fétidos vivem quebrados. Dizem que existe policiamento, mas ninguém nunca viu por lá. É o maior centro de escambo da América Latina, e também único lugar do Brasil onde a vigilância sanitária permite ausência de higiene em prol da diversidade cultural.
  • Estação das Docas: Espécie de shopping caboco que fica ao lado do Ver-o-Peso. Vez ou outra rola alguma convenção lá, mas quem quer que vá é só pra encher a pança por mil reais com o sem-número de restaurantes que lá se encontram enquanto escuta covers de Djavan (principalmente a do "insiste em zero a zero, eu quero um a um..."). Um dos pontos preferidos das putas da cidade, atrás de um programa sexual em troca de dinheiro. Existe um canal em frente para que os turistas avistem merda boiando.
  • Centro: Do luxo ao lixo. Antigamente era um requintado local de boutiques e lojas que vendiam produtos das mais diversas origens e tipos, hoje padece por sua ocupação quase que total por cabocos, seja com seus lojões de bugigangas contrabandeadas importadas, seja com seus camelôs vendendo filmes piratas e todo o tipo de tralha. Tem inclusive uma rua, a João Alfredo, que é o maior camelódromo de Belém, contendo cabocos das mais variadas formas e tamanhos. Há boatos de que exista em algum local do Comércio uma fonte de onde brotam cabocos ultimamente, fato esse que seria supostamente a razão do rápido crescimento populacional de Belém.
  • Praça da República: Já foi considerada a mais bela Praça da República do Brasil (pois toda cidade tem ao menos uma "Praça da República"), abrigando o Theatro da Paz e o Teatro Waldemar Henrique, estando de frente ao Grande Hotel, que foi derrubado para a construção de uma casa da Paris Hilton. Atualmente, é lar de hippies, mendigos, vagabundos, emos, maconheiros, travestis, cheiradores de gatinhos e, principalmente, de putas atrás dos gringos hóspedes da casa Hilton. Aos domingos, a praça fica lotada de ambulantes. Vendem desde CD´s e DVD´s piratas a produtos contrabandeados. Além de ser um enorme mijódromo ao ar livre do mundo, é também o maior abrigo dos emos sem-teto que ficam fingindo que estão bebendo. O local também é conhecido aos finais de semana por terem mais gays se comendo beijando do que na parada de São Paulo.
  • Círio de Nazaré: chamado de maior procissão religiosa do Brasil, é o evento preferido dos paraenses que desmaiam antes, durante e depois do evento, atraindo de todos os cus do mundo pagadores de promessas que se encoxam fedidos e suados para conduzir uma corda. Vários garis free-lancer acabam sendo contratados para varrer a imundície (e bota imundície nisso) de papel picado, leques de papel-cartão e comidas largadas no chão por todo mundo. Todo o paraense se orgulha desse evento, no qual esquecem todos os males da cidade para festejar não se sabe o que.
  • Basílica de Nazaré: Segundo maior templo eclesiástico da cidade (só perde pra Universal da BR-316), serve de pretexto para os filhos de carolas irem ao parque de diversões em época de Círio (cuja montanha russa era a mais emocionante do mundo pois era a única em que o usuário poderia ver as porcas e os parafusos se soltando durante a descida ou subida do carrinho). Ou servia: o tal parque, o Centro ITA (cuja propaganda o descrevia como "maior parque de diversões da América Latina", não por acaso só enganando os cabocos) encontra-se fechado pela 389712ª vez.
  • Hangar: Um supergalpão que poderia servir de festas rave, festas de aparelhagens, shows de reggae, bailes funk, festivais indies ou armazenamento de cargas contrabandeadas ou substâncias ilegais, mas que, ainda bem, foi reformado para virar um centro de convenções (não sem ter as suas obras superfaturadas, é claro).
  • Memorial da Cabanagem: Escultura de concreto também conhecida como "Língua de Jáder", é um enorme obelisco em forma de uma mão com os dedos polegar e indicador decepados (era o que os cabanos - como os cabocos eram chamados na época - faziam com os fazendeiros playboys naquela revolta regencial, para impedi-los de atirar), embora só sendo muito louco pra perceber isso. O resto do povo acha que não significa porra nenhuma mesmo. Serve de túmulo para um tal de Eduardo Angelim, um dos heróis dos cabanos, cujos descendentes de hoje (os cabocos) fizeram com que esta seja talvez a única obra de Oscar Niemeyer pichada. Sua função é apontar a localização dos 80312945 motéis que existem na BR 316.
  • Museu Emílio Goeldi e Jardim Botânico (ex-Bosque Rodrigues Alves): os dois são a mesma merda em lugares diferentes. Os portões são abarrotados de vendedores de balões e brinquedinhos vagabundos de miriti. Quem entra lá é pra se sujar de terra e cheirar cocô de onça. Também servem para levar as meninas do colégio estadual para "passear", desde que com cuidado para o vigilante não os seguir... Em geral os playboys se mantém longe, por causa das ferradas de carapanãs, às quais os cabocos são imunes. De vez em quando são visitados por excursões de colégios em que as professoras putas já não tem mais como distrair os pivetes e resolvem os trazer para perturbar os pobres animais.
  • Planetário: O primeiro da região norte. Falam que é um dos mais modernos do Brasil. Só falam porque ninguém conhece por dentro, pois nunca está aberto.
  • São José Liberto: Lugar dedicado a pedras preciosas, abrigando o Pólo Joalheiro e o Museu das Gemas. Mas é mais lembrado por ter sido um presídio onde ocorreu uma rebelião nos anos 90, com direito a decapitação de interno (o vulgo "Ninja"), gente se atirando do alto, plantão na TV e tudo o mais.
  • Visconde de Souza Franco, "Doca": Uma das avenidas mais caras e famosas e também mais desenvolvidas de Belém e também uma das menos arborizadas, abriga um canal esgoto a céu aberto, mantendo a tradição existente nas maioria das capitais do Brasil. Há também incontável número de barraquinhas e trailers de comida "come-morre", com destaque para o Milleo, o único a prosperar. No fim-de-semana é ponto de encontro de jovens desocupados de carros tunados, playboys e "cabocos playboys" exibindo seus turbos e rodas aro 19 para outros playboys e para os cabocos que ficam sentados as margens do canal tomando uma Cerpa de 2,50 no copo descartável (que passa pelo menos na boca de uns 10 cabocos), todos lisos sem dinheiro para entrar em festas. Alguns dos jovens lisos e desocupados também vão ao hipermercado 24 Horas situado em frente, o Líder Doca, para encher o saco. Lá costumam se esbarrar nos playboys que voltaram das festas, e, porres, vão aperrear os pizzaiolos do estabelecimento.
  • Salinas: Já é uma abreviação do nome original da cidade (Salinópolis), e mesmo assim uns frescos passaram a popularizar nos últimos anos a abreabreviação "Sal". A 200 km de Belém, a cidade lota especialmente em Julho, onde suas praias ficam cheias de carros com sistemas de som superdeci-bélicos, e os donos destes disputando entre si qual som tem maior volume, alcance e emputecimento alheio. O pior é que, com o recente crescimento de brega e pagode entre os playboys, acaba ocorrendo uma confraternização destes com os cabocos, que originaram estes ritmos. Quem quer tomar banho de mar tem que andar 3 km pra dentro, por que o mar foge. A nossa sorte é que de vez em quando o mar se vinga e invade o "estacionamento", calando a barulheira dos "tuítis", "tum-tsts-tum-ts" e "subiúfis" superdeci-bélicos.
  • Mosqueiro: Outra opção tradicional para férias dos belenenses, também conhecida como Moscou ou Moscredo e pode-se chamar de Piscinão de Ramos paraense. Suas águas são tão puras quanto as do canal da Doca. Nas férias é o point local dos cabocos da região. O prefeito criança e caboco-por-opção Edmílson Rodrigues barateou a tarifa de ônibus, colocando o preço normal para todos. Como resultado, vimos a esculhambação, roubos, furtos e consequentemente o aumento exponencial de festas de aparelhagem e filhos da puta no local em Julho.
  • Maconhódromo de Algodoal: Belém tem seu maconhódromo também. Algodoal fica a 100 km de Belém e a uma travessia de barco de Marudá. A ilha é famosa pela sua misteriosa neblina que emerge do nada e pode ser vista a quilômetros de distância.
  • Cabocódromo de Outeiro: Se Mosqueiro é o Piscinão de Ramos, nem queira imaginar o que é Outeiro, um cantinho da África Subsaariana no Pará, em termos de desenvolvimento. Nas férias de Julho é outro point dos cabocos. Se você estiver liso, basta pagar a passagem de ônibus local e ir aproveitar as fétidas praias do local.

Referências

  1. Nota¹: com a expansão da cidade, Nazaré foi anexada e hoje é um bairro. Foi lá que Jesus formou sua gangue, realizou milagres (como ter transformado água em Cerpa num quinzola - há relatos apócrifos que dizem ter sido numa festa de aparelhagem), foi traído (arrependido, Judas teria feito uma peregrinação até o Acre, lugar onde perdeu as botas), morreu (carregando uma cruz no calorzão de meio-dia também...) e ressuscitou (diz-que...).
  2. Nota²: Jesus realmente não era o branco caucasiano popularizado pela Igreja, mas tampouco era negão, como alguns creem. É óbvio que, como todo belenense naquela época, ele só podia ser índio!
v d e h
PROVÍNCIA DO GRÃO PARÁ
Bandeira do Pará.png