Belém

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Casa de Caboco
Belém vive no Meio do Mato!
Esse artigo fala sobre algo que esta localizado no mato e provavelmente vai te levar para o Lado Verde Escuro da Força.
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Agora me deu medo!!!

Belém é mais um nativo desse estado pai d'égua que é o Pará! Te manca da parada?
Então, mermão, deixa da tua fuleiragem e aproveita pra tomar um Tacacá enquanto tu estás lendo!

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Este artigo é queeeente...

Vá morar na Noruega ou na Suécia!

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Belém, em dia de pouca chuva
Jesus, retornando à sua cidade natal
Belém é conhecida por ter as ruas mais limpas do Brasil
U Cão foi quem butô pá nóis lê

Cquote1.pngVocê quis dizer: Belém da Cisjordânia?Cquote2.png
Google sobre Belém
Cquote1.png É minha! Toda minha!! E ninguém toca!! Cquote2.png
Jáder Barbalho sobre Belém e tudo que estiver no Pará
Cquote1.png Capital de uma Sicília verde cada vez menos verde Cquote2.png
Lúcio Flávio Pinto sobre Belém
Cquote1.png Isso e muito mais você só vai encontrar em Belém do Parááááá Cquote2.png
Joelma do Calypso sobre Belém
Cquote1.png Experimente também: Pastel de Belém Cquote2.png
Google sobre Belém
Cquote1.png Cooorageee Cquote2.png
Christian Pior sobre Belém
Cquote1.png Muito obrigado, mas prefiro receber um cartão postal Cquote2.png
Comercial da Record News sobre Belém
Cquote1.png O Cão foi quem butô pra nóis bebê Cquote2.png
Jeremias sobre açaí
Cquote1.png E hoje teremos chuva em Belém... Cquote2.png
Previsão do tempo diária sobre Belém
Cquote1.png A solução é a E-DU-CA-ÇÃO Cquote2.png
Cristovam Buarque sobre povo de Belém
Cquote1.png MWAHAHAHAHAHAHAH! Cquote2.png
Manaus sobre copa de 2014
Cquote1.png É uma cidade ótima pra se viver! Cquote2.png
Cascão sobre Belém
Cquote1.png Nem eu aguento esse povo porco Cquote2.png
Luiz, o espalha lixo sobre Belém]]
Cquote1.png Você pode definir Belém como a cidade do filho de Deus e do calor da terra do Diabo Cquote2.png
Oscar Wilde sobre Belém
Cquote1.png Isto non ecziste! Cquote2.png
Padre Quevedo sobre temperaturas abaixo de 30 graus em Belém
Cquote1.png Of preibói em Belém eviftem por culpa da Zelite Cquote2.png
Lula sobre o grande número de playboys em Belém
Cquote1.png É uma cilada, Bino! Cquote2.png
Pedro sobre um pedido para transportar carga até Belém
Cquote1.png Esta terra tem mangueiras / onde canta o urubu Cquote2.png
Gonçalves Dias sobre Belém
Cquote1.png Ahn?? Cquote2.png
Caboco que desconhece Gonçalves Dias, da citação acima (e ficou sem entender a piada)
Cquote1.png Use filtro solar!! Cquote2.png
Pedro Bial aconselhando os que moram ou vão para Belém
Cquote1.png Essa turminha do barulho vai se meter na maior roubada em uma cidade de altas temperaturas que até Deus duvida!! Cquote2.png
Narrador da Sessão da Tarde sobre turistas indo para Belém
Cquote1.png Tirem essa roupa da Makell e essa camisa roxa do Remo de 1995! Vocês são muleques!! MU-LE-QUES!! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre cabocos
Cquote1.png E vocês, tirem essas roupas da Gucci e da Diesel, seus playboyzinhos de merda! Cquote2.png
Capitão Nascimento, agora sobre playboys belenenses
Cquote1.png E o senhor aí, tira esse jaleco que tu não é médico, tu é muluque!! Cquote2.png
Capitão Nascimento, desta vez sobre Duciomar Costa os açougueiros do PSM da 14
Cquote1.png Na União Soviética, as aparelhagens se emputecem com VOCÊ!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Belém e suas aparelhagens
Cquote1.png Que tal minha roda aro 19 e meu carro importado?? Cquote2.png
Playboy belenense sobre seus "brinquedos" à outro playboy
Cquote1.png U Cão foi quem butô pá nóis lê Cquote2.png
Jeremias José sobre Diário do Barbalho e O Marginal


Belém do Pará(ou Belém do PARIL) é a cidade estado sede do governo do Velho Centro-Oeste Brasileiro (vulgo Pará), Belém também é conhecida por "terra de ninguém" ou "Calixolândia". Fundada durante o processo de conquista do Centro-Oeste Selvagem, a cidade possui a população fundamentalmente composta por uma mistura de cabocos - sem "L" mesmo! -, netos de portugueses, netos de japoneses de Tomé-Açu, netos de libaneses, netos de judeus, filhos de fazendeiros de Paragominas (ou Paragobala) - que na verdade são do sul -, jagunços, cantores de brega e gente preguiçosa.

Além de todos esses, encontram-se ainda grande número de maranhenses pobres despachados pelo Sarney para que este pudesse reformar São Luís, podendo ser encontrados em campos de refugiados como a invasão Che Guevara, Pratinha, e todo e qualquer lugar que você paga para entrar e reza para sair. Também é o lugar original do qual se baseia a série "Lost". É conhecida como a Capital Mundial dos Urubus, dos cachorros vira-latas sarnentos, das calçadas esburacadas (imagina as ruas então...) e dos artistas circenses de sinal de trânsito. Ainda conhecida como Cidade das Mangueiras, teria um rótulo mais condizente se fosse Cidade das Filas Duplas (ou Triplas!).

Os esgotos e bocas de lobo são abertos até mesmo em bairros considerados nobres, o que torna impossível estacionar próximo a calçada, o que faz o belenense estacionar em cima dela.

Tabela de conteúdo

História

Belém se constituía apenas num pequeno litoral do rio Cudomá quando Jesus nasceu na cidade, uns anos antes do ano 0 cristão. Mas logo depois Ele se mudou pra Nazaré com Seu Zé e Dona Maria. Os demais habitantes de Belém (umas 40 pessoas; se hoje a cidade é um ovo de codorna, naqueles tempos era o gameta de um fitoplâncton) que não foram mortos pela dominação romana diasporaram pelo mundo. A cidade, então, passou a ser habitada por tribos filisteias (que dariam origem aos atuais descendentes de libaneses na cidade) lideradas por patriarcas como Zaidan, Saliba, Mutran, Massoud, Xerfan, Nasser/Nassar, Ruffeil, Hosn, Salame, Tuma, Gorayeb, Kalume, Sefer, Kahwage e Chamié, dentre outros.

Nota¹: com a expansão da cidade, Nazaré foi anexada e hoje é um bairro. Foi lá que Jesus formou sua gangue, realizou milagres (como ter transformado água em Cerpa num quinzola - há relatos apócrifos que dizem ter sido numa festa de aparelhagem), foi traído (arrependido, Judas teria feito uma peregrinação até o Acre, lugar onde perdeu as botas), morreu (carregando uma cruz no calorzão de meio-dia também...) e ressuscitou (diz-que...).

Nota²: Jesus realmente não era o branco caucasiano popularizado pela Igreja, mas tampouco era negão, como alguns creem. É óbvio que, como todo belenense naquela época, ele só podia ser índio!

A partir de 1616, inicialmente como um Forte Apache às margens do rio Cudomá, a cidade foi ocupada pelos europeus, dentre eles, judeus locais e outros que fugiam da falta do que fazer no Marrocos - também tendo seus patriarcas, como Maneschy, Haber, Bentes, Benchimol, Sicsú, Serruya, Barcessat, Bemerguy, Tobelem, Benzecry, Unger, Levy, Elmescany, Assayag, Hatchwell (corruptela pomposa para Hachuel) e outros. Daquele ano até a década de 20 do século XIX não aconteceu porra nenhuma de interessante; em 1822, entretanto, Belém e todo o Grão-Pará (que, apesar do "Grão" no nome, era imenso, abrangendo toda a região amazônia brasileira - menos o Acre, é claro) recusavam-se a reconhecer a Independência do Brasil forjada por Dom Pedro I, razão pela qual a cidade foi bombardeada por tropas de mercenários ingleses financiados pelo imperador, liderados por gringos de nomes legais como John Pascoe Grenfell e Lord Cochrane, esmagando assim a resistência (existente devido ao grande número de portugas na cidade - ver Ruas de Belém -, cujos descendentes são expressivos até hoje, embora poucos ainda torçam pela Tuna Luso). Mas foi só D. Pedro abdicar que os ratos fizeram a festa: uma década depois, eclodiu a Cabanagem, a única revolta regencial em que o povão conquistou o poder (por isso é apenas lembrada nos livros escolares, e não estudada, nem mesmo aqui), só para serem de novo ferrados pelos mesmos gringos de dez anos antes.

No final do século XIX Belém experimenta um enriquecimento meteórico com o Ciclo da Borracha. Com os lucros do comércio, a cidade se moderniza aos moldes europeus, chegando inclusive a ser a 3ª cidade mais importante do país (atrás do Rio e Sampa), sendo chamada naqueles tempos da Belle Époque de "Paris n'América". Produções teatrais e cinematográficas europeias, como Emmanuelle, Garganta Profunda e Sylvia Saint, aportavam primeiro em Belém, onde eram encenadas/exibidas no Theatro da Paz ou no Cinema Olympia (o mais velho do Brasil ainda em atividade), para só depois seguirem para o Sul. Por aqui também o renomado DJ Carlos Gomes viveu seus últimos anos. Mais alguns judeus chegariam à cidade, com o movimento sionista, fugindo do antisemitismo europeu. No início do século XX, entretanto, o Ciclo da Borracha acaba entrando em colapso devido aos (advinha quem?) ingleses, que fabricam o corretivo, que, ao contrário da borracha, pode apagar anotações feitas a caneta. E a cidade se fode mais uma vez.

Mas o que era ruim piorou: ao longo do século, nasceram e/ou viveram pela cidade pessoas como Jader Barbalho, Jarbas Passarinho, Edmílson Rodrigues, Hélio Gueiros, Carlos Santos (um Sílvio Santos falsificado), Duciomar Costa (atual prefeito, que tem um diploma falsificado de médico), Fafá de Belém, Dira Paes, Nílson Chaves, Banda Calypso, os Maiorana (os Marinho do Pará), Vic Pires Franco, Arthur Tourinho, Ana Júlia Carepa, Almir Gabriel, Sandro Goiano e Carlos Lucena. O que poderia ser a salvação, o nascimento do jogador de futebol Sócrates (esse realmente virou médico), não deu em nada, pois ele logo se mudou pra Sampa (seu irmão Raí nasceu por lá), onde jogou no Corinthians. Para o mesmo estado, mas pra jogar no Santos, foram embora (pra nunca mais voltar, como é o sensato a se fazer) outros possíveis salvadores, o abaetetubaense Giovanni, o monte-alegrense Lima e o ananindeuense Paulo Henrique Ganso.

Tema de uma das últimas versões do game Grand Theft Auto, a cidade, ultimamente, brigava para ser uma das sedes da Copa 2014. É claro que não surpreendeu ninguém que não tenha sido escolhida, mesmo tendo surpreendentemente sediado o Fórum Social Mundial em janeiro de 2009. Antes disso tudo, a última vez que havia sido notícia mundial foi dois anos antes, com o término da maratona aquática de um desocupado que se meteu a nadar todo o Rio Amazonas, o esloveno chamado Martin Strel, que muitos duvidaram que fosse realmente esloveno por não ter "ic" no final do sobrenome.

Shoppings

Castanheira Shopping Center : Vulgo "cabonheira" shopping. É o lugar mais distanciado do centro, pra onde as pessoas das classes F,G,H,I ... Z vão. É um lugar repleto de cabocos, indies, pobretões, favelados, emos e ladrões. Antes do cinema do Iguatemi ser inaugurado, esse fim de mundo atraía os preibóis da "zona sHiKiIi" da cidade (vulgo Umarizal) que queriam ver filmes super atuais como A Lagoa Azul. É considerado o maior (ou menos menor) shopping da região norte (vulga "aldeia indígena"), mas ninguém nunca confirmou isso, já que nunca se conseguiu chegar vivo à outros lugares do norte brasileiro.

Iguatemi Pátio Belém Shopping Center : Este é o shopping (shopping?) "orgulho dos preibóis" paraenses, já que aqui só entram pessoas das classes A+, A, Muito A e B (preibóis pobres). Todos os domingos, o agradável lugar se torna um emocódromo, já que os MiGuXiNhOs resolvem se encontrar aí pra conversar, alisar a franja, soltar a franga ou simplesmente fumar um baseado antes que algum sergurança ou preibói dedo-duro os denuncie. Com a abertura dos novos cinemas, o cubículo de cinco andares (vulgo estacionamento) ficou lotado e hoje é impossível arranjar uma vaga neste shopping antes de 48 horas de tentativas. Hoje foi renomeado para Pátio Belém, um nome muito nada a ver e que não chama a atenção. Segundo psicólogos formados na UFPA (moradores do "merroba") as crianças terão sérios problemas psiquiátricos pela escolha do nome, pois o shopping do "coração da cidade" não tem muito a ver com fato de ser pátio. Mas já que Átrio esquerdo Belém ou Ventrículo direito Belém seria muito complicado resolveram chamar shopping de pátio mesmo.

IT Center Shopping : Mais um cabocódromo, que na verdade, nem é um shopping, tem só isso no nome para parecer mais stáili, já que por aí funcionam umas míseras lojas que pagam 10 reais por mês para os empregados, que são forçados a trabalhar 23 horas e 59 minutos por dia debaixo de um frio infernal (que para os paraenses é igual a 2181826321°).

Boulevard Center : Novo shopping que vai ficar na zona preibóiesca da cidade, no meio de um bairro (vulgo bordel) onde só existem prédios luxuosos de R$8122634127542673219,69. No mais, servirá para reunir camelôs do Paraguay interessados em gerar uma grana preta sem fazer muito esforço.

Clima

Cquote1.png Nas outras regiões dia ensolarado com chuvas no fim da tarde. Cquote2.png
Moça do tempo sobre clima de Belém

Em Belém existem dois climas bem definidos, em duas diferentes estações: a que faz calor, com chuvas e ar abafado, e a que faz MUITO calor, com rios de chuva e suor escorrendo pelas calçadas. São elas:

  • Verão: De Maio a Outubro, faz um calor IMENSURÁVEL e você não aguenta andar por 20 minutos no período de 07:00 às 17:00 horas sem perder 3 litros de água suando desesperadamente e remelentando a pele. À noite, o calor dá uma trégua, e, com chuva e nuvens densas, a madrugada fica com temperaturas semelhantes às de 12h no verão do sul. Nessa estação, o ar fica "seco" para os padrões amazônicos (ou seja: umidade de 70%), e, enquanto o sudeste curte um friozinho, o paraense tem ataques de insolação e perde aparelhos de ar-condicionado para as baforadas satânicas vindas da Baía. Chove TODOS OS DIAS.
  • "Período de Chuva": De Novembro a Abril, faz quase tanto calor quanto no verão. A diferença é que chove a cada 2 horas, quando não está chovendo O DIA TODO, sem parar. Os canais transbordam, os moradores andam de canoa e os paraenses mais deslumbrados saem de casa de jaqueta. A umidade nunca fica abaixo de 90%: nesse caso, você sua mais ainda mais e não pode sair sem um guarda-chuva que suporte chuva e sol. É nessa época que ocorre a cena mais típica da capital paraense: a famosa CHUVA COM SOL, paradoxo existencial que consegue mandar as leis da física para o espaço.

Portanto, se você acha que estar na floresta amazônica é sinônimo de conforto climático, esqueça: ao contrário de outros infernos-na-terra tropicais como Campo Grande (MS) e Cuiabá (MT), NUNCA faz frio em Belém. E, devido ao esfrega-esfrega com o matagal (ops, a floresta), a umidade relativa do ar é MUITO, mas MUITO alta.

Migração

Típica caboca do Pará

Os nordestinos, que migraram para o Pará na época da borracha e mais recentemente do Maranhão, constituem, junto com os cabocos - que também vieram do interior - grande parte da população de Belém. Habitam diversos bairros campos de refugiados como a Pratinha, Che Guevara, Terra Firme, Benguí, Guamá, dentre outros. Ou seja, só lugar de nome bonito que você não deve chegar nem perto, pois, como citado acima, é do tipo que se entra vivo e sai de lá só no carro do IML. Os cabocos também são um exemplo de beleza, com esta sendo comparável apenas a da mulher nordestina. O povo é mal educado, burro, e sem noção do mundo, além de serem uns bandos de mal elementos que vão encher os presídios de Manaus, já que nem pra ser ladrão os manauaras servem. A maioria deles nunca saiu da cidade. No máximo, foram até Salinas em ônibus de piquenique. Para este pessoal, Belém é uma das sete maravilhas do mundo. Aqueles que saem costumam não voltar mais, pois ficam deslumbrados com as belezas e com a qualidade de vida fora do estado. A maioria das fêmeas cabocas têm o rosto redondo (ver foto ao lado).

Como dito, em Belém não há ódio entre judeus e libaneses. No caso específico desses dois, muito pelo contrário!
Um dos poucos dados positivos é que Belém é um dos poucos lugares no mundo onde pessoas de origem judaica e libanesa (importantes minorias étnicas da cidade) convivem em paz, principalmente ao adentrar nas festas de 15 anos (os quinzolas) como penetras. Há também um pequeno número de japoneses, que trouxeram na bagagem os Kumons que existem em Belém - há inclusive um zaibatsu na cidade, o Yamada (o quê que é zaibatsu? vai no Google - ou no artigo sem graça da Wikipédia!).

Trânsito

O trânsito de Belém é um caos. É comum observar veículos sem usarem o lacre na placa traseira. Muitos carros são emplacados no Tocantins, onde o IPVA é mais barato. Até os carros oficiais do município. Os motociclistas (em parte são policiais militares) retiram a placa de identificação do veículo, quando não a entortam ou pregam um adesivo para não serem identificados. Circulam pela cidade sem capacete, na contramão ou sem possuir permissão para dirigir. O motorista que transita ao seu lado muda de faixa sem ao menos se dar ao trabalho de olhar para o lado. Isso quando a rua tem faixa; a maioria só tem riscos de giz da perícia, que além de péssima, é particular. Além disso, em Belém vigora um artigo não-escrito do Código de Trânsito: ele diz que, se ligar o pisca-alerta, pode parar em qualquer lugar, pelo tempo que se quiser, mesmo que forma filas duplas (ou mesmo triplas).

As calçadas também merecem destaque. Onde os belenenses iriam guardar seus entulhos? Degraus enormes, lixo, fazem com que a população ande no meio dos carros, fazendo a festa do que querem ver todos os índios da cidade mortos. Chamar aquilo de calçada é piada. É mais confortável para o pedestre andar na borda da pista, pois o esforço de andar em calçadas mal cuidadas, desniveladas e sem um padrão de altura e largura torna ainda mais árdua, a tarefa de caminhar pela cidade.

Os motoristas de ônibus em Belém são capacitados em um curso avançado para jogadores de Need for Speed (em nome apenas, pois os cabocos ainda não conhecem Burnout), cuja formação os capacita a tentar ser os mais perigosos possível, com alguns tendo um curso de extensão em GTA. Confiam no seu tamanho e se mostram pouco preocupados se sua manobra perigosa põe em risco a segurança dos demais usuários da via. Vale ressaltar a linha de ônibus de cabocos Sacramenta (vulgo Sacrabala), que é conhecida por nunca parar em ponto algum, e que para entrar é necessário pular e para sair também. Enfim, dirigir em Belém dá a mesma sensação como se estivesse praticando roleta russa, pois ninguém sabe o que há de vir. Andar de bicicleta pela cidade é o mesmo que pedir para morrer.

Vendo o estado de calamidade pública e completo detrimento no qual se encontra Belém, "os maninhos" tiveram uma ideia: candidatar a terra de Jesus a sub-sede da Copa do Mundo de 2014. Assim os recuros entrariam, as obras seriam superfaturadas e todo mundo ficaria feliz. No entanto o tiro saiu pela bunda da cuia de tacacá e "os maninhos" tomaram uma bela rasteira do seu conterrâneo e governador do Estado "hermano", Dudu Porradeiro que, entre puxa-saquismo ao Blatter e a venda da Amazônia para a Coca-Cola e a Sony, encheu o povo baré de alegria: levou a copa pra Manaus e ainda lascou um cotoco muito bem dado no rabo dos paraenses, que ficaram revoltadíssimos com a não escolha de Belém como sub-sede. No entanto, sabemos que Belém não teria as mínimas condições de sediar o Mundial: a cidade é uma verdadeira terra de ninguém, os pobres vivem na mais absoluta miséria, as ruas são verdadeiros esgotos a céu aberto, o povo é mal-educado, a violência tomas as ruas de Belém, e quando se grita "pega ladrão!" nas ruas de Belém, todo mundo some.

Segundo os jornais de Belém da Cisjordânia, os grandes culpados pela derrota para a vizinha e desafeto Manaus (acreditem, as duas parecem duas putas brigando por causa de ponto na esquina!) foram o prefeito Duciomar Costa e a governadora Ana Júlia Carepa que, por não ter força política nenhuma (na verdade, ela não passa de uma tiazona que se acha patty), pediu ao Presidente Mula Lula chorar pro Blatter mandar a Copa pro muquifo de cidade no entanto o Blatter preferiu levar a copa pra Manaus que, com todos os problemas causados pelos próprios paraenses, que invadem a cidade em busca de comida e emprego, consegue ser a menos pior do Norte.

Mas pior que perder a vaga de sub-sede pra Manaus é ter a reputação manchada em escândalos nacionais que fuderam de vez a imagem já manchada da cidade. Sério, o local é uma putaria só: bebês morrem na maternidade, mãe vende filha por R$ 500, a Câmara de Vereadores, à noite, vira um bordel... E por aí vai. Resumindo: a cidade é uma bela, grande e fétida merda que se instalou na buca do Rio Amazonas.

Futebol

Futebol em Belém é como árabes e palestinos, EUA e Bin Laden, Jáder e ACM. Em dia de jogo, é melhor nem sair de casa, pois é quando as facções terroristas torcidas organizadas resolvem sair de seus becos para brigar.

O chamado Re x Pa, a grande rivalidade da cidade e do Estado, é um dos clássicos mais equilibrados do país, fazendo com que ambos os lados discutam acaloradamente (no mínimo, perto de vias de fato) para definir qual dos dois times é o menor pior, pois a situação de ambos é desoladora. Vejamos:

  • Remo: o que falar de um time cujas maiores alegrias são relacionadas apenas ao rival, direta (tem maior número de vitórias nos clássicos, além de um tabu de 33 jogos que durou cinco anos e um pentacampeonato estadual) ou indiretamente (secando, e MUITO)? Que demorou exatos 100 anos pra conquistar uma mísera Série C, quando tanto o rival e até o terceiro time (Tuna Luso) demoraram bem menos para conquistar uma B (sendo que o Paysandu tem duas)? Que retruca que "passado é coisa de museu" ao ouvir o rival relembrar os tempos mais recentes de Série A e Libertadores, mas cuja maior "glória" para a torcida ocorreu bem antes (o mencionado tabu)? Que não joga na Série A desde 1994 (e só chegou lá no meio da virada de mesa que resgatou o Grêmio da Segundona)?
  • Paysandu: o que falar de um time que tem dois títulos na Série B enquanto o rival possui apenas uma C, tem igual número de títulos estaduais que o outro mas em menos tempo de vida, que foi o único da Região Norte a disputar a Libertadores, tendo ainda feito campanha marcante no torneio (vitórias fora de casa sobre Sporting Cristal e Cerro Porteño, além de ser o único time ao lado do Santos de Pelé a vencer o Boca Juniors em La Bombonera), o que lhe fez figurar em 39º lugar no ranking mundial da IFFHS de melhores times mas que dentro de casa é freguês do maior rival, tendo apanhado dele (bem) mais do que batido??? E que no auge da história, após vencer o Boca no jogo de ida, conseguiu pipocar na volta e ser eliminado?

De certa forma, comparando ao clássico mineiro, o Remo estaria para o Atlético (apesar de este ser listrado) e o Paysandu, para o Cruzeiro (apesar de este ser todo azul). A Tuna Luso, talvez consiga estar em pior situação, pois não mete mais medo em nenhum dos dois; pelo contrário, atrai até a simpatia deles. Terceira força em títulos e tradição e bem atrás dos dois "grandes", seria o América, se mantivermos a comparação com o futebol de Minas.

Pontos Turísticos

Ver-o-peso
  • Ver-o-Peso: Conhecido como principal ponto de encontro de urubus turístico de Belém por ter a maior quantidade de bêbados jogados por metro quadrado, fede pra cacete e é infestado de pivetes que tentam assaltar gringos desavisados, enquanto estes passam horas fotografando urubus, lixo espalhado por todo o lado, peixes podres (estes traficados vendidos pelos cabocos que passam a noite pescando) e água barrenta. Os banheiros fétidos vivem quebrados. Dizem que existe policiamento, mas ninguém nunca viu
  • Estação das Docas: Espécie de shopping caboco que fica ao lado do Ver-o-Peso. Vez ou outra rola alguma convenção lá, mas quem quer que vá é só pra encher a pança por 6838749878387 reais com o sem-número de restaurantes que lá se encontram enquanto escuta covers de Djavan (principalmente a do "insiste em zero a zero, eu quero um a um..."). Um dos pontos preferidos das putas da cidade, atrás de um programa sexual em troca de dinheiro. Existe um canal em frente para que os turistas avistem merda boiando.
  • Centro: Do luxo ao lixo. Antigamente era um requintado local de boutiques e lojas que vendiam produtos das mais diversas origens e tipos, hoje padece por sua ocupação quase que total por cabocos, seja com seus lojões de bugigangas contrabandeadas importadas, seja com seus camelôs vendendo filmes piratas e todo o tipo de tralha. Tem inclusive uma rua, a João Alfredo, que é o maior camelódromo de Belém, contendo cabocos das mais variadas formas e tamanhos. Há boatos de que exista em algum local do Comércio uma fonte de onde brotam cabocos ultimamente, fato esse que seria supostamente a razão do rápido crescimento populacional de Belém.
  • Praça da República: já foi considerada a mais bela Praça da República do Brasil (é, seu sem-cultura! Há várias delas!), abrigando o Theatro da Paz e o Teatro Waldemar Henrique, estando de frente ao Grande Hotel, que foi derrubado para a construção de uma casa da Paris Hilton. Atualmente, é lar de hippies, mendigos, vagabundos, emos, maconheiros, travestis, cheiradores de gatinhos e, principalmente, de putas atrás dos gringos hóspedes da casa Hilton. Aos domingos, a praça fica lotada de ambulantes. Vendem desde CD´s e DVD´s piratas a produtos contrabandeados. Além de ser um enorme mijódromo ao ar livre do mundo, é também o maior abrigo dos emos sem-teto que ficam fingindo que estão bebendo. O local também é conhecido aos finais de semana por terem mais gays se comendo beijando do que na parada de São Paulo.
  • Círio de Nazaré: chamado de maior procissão religiosa do Brasil, é o evento preferido dos paraenses que desmaiam antes, durante e depois do evento, atraindo de todos os cus do mundo pagadores de promessas que se encoxam fedidos e suados para conduzir uma corda. Vários garis free-lancer acabam sendo contratados para varrer a imundície (e bota imundície nisso) de papel picado, leques de papel-cartão e comidas largadas no chão por todo mundo.
  • Basílica de Nazaré: segundo maior templo eclesiástico da cidade (só perde pra Universal da BR-316), serve de pretexto para os filhos de carolas irem ao parque de diversões em época de Círio (cuja montanha russa era a mais emocionante do mundo pois era a única em que o usuário poderia ver as porcas e os parafusos se soltando durante a descida ou subida do carrinho). Ou servia: o tal parque, o Centro ITA (cuja propaganda o descrevia como "maior parque de diversões da América Latina", não por acaso só enganando os cabocos) encontra-se fechado pela 389712ª vez.
  • Hangar: Um supergalpão que poderia servir de festas rave, festas de aparelhagens, shows de reggae, bailes funk, festivais indies ou armazenamento de cargas contrabandeadas ou substâncias ilegais, mas que, ainda bem, foi reformado para virar um centro de convenções (não sem ter as suas obras superfaturadas, é claro).
  • Memorial da Cabanagem: Escultura de concreto também conhecida como "Língua de Jáder", é um enorme obelisco em forma de uma mão com os dedos polegar e indicador decepados (era o que os cabanos - como os cabocos eram chamados na época - faziam com os fazendeiros playboys naquela revolta regencial, para impedi-los de atirar), embora só sendo muito louco pra perceber isso. O resto do povo acha que não significa porra nenhuma mesmo. Serve de túmulo para um tal de Eduardo Angelim, um dos heróis dos cabanos, cujos descendentes de hoje (os cabocos) fizeram com que esta seja talvez a única obra de Oscar Niemeyer pichada. Sua função é apontar a localização dos 80312945 motéis que existem na BR 316.
  • Museu Emílio Goeldi e Jardim Botânico (ex-Bosque Rodrigues Alves): os dois são a mesma merda em lugares diferentes. Os portões são abarrotados de vendedores de balões e brinquedinhos vagabundos de miriti. Quem entra lá é pra se sujar de terra e cheirar cocô de onça. Também servem para levar as meninas do colégio estadual para "passear", desde que com cuidado para o vigilante não os seguir... Em geral os playboys se mantém longe, por causa das ferradas de carapanãs, às quais os cabocos são imunes. De vez em quando são visitados por excursões de colégios em que as professoras putas já não tem mais como distrair os pivetes e resolvem os trazer para pertubar os pobres animais.
  • Planetário: O primeiro da região norte. Falam que é um dos mais modernos do Brasil. Só falam porque ninguém conhece por dentro, pois nunca está aberto.
  • São José Liberto: Lugar dedicado a pedras preciosas, abrigando o Pólo Joalheiro e o Museu das Gemas. Mas é mais lembrado por ter sido um presídio onde ocorreu uma rebelião nos anos 90, com direito a decapitação de interno (o vulgo "Ninja"), gente se atirando do alto, plantão na TV e tudo o mais.
  • Visconde de Souza Franco, "Doca": Uma das avenidas mais caras e famosas e também mais desenvolvidas de Belém e também uma das menos arborizadas, abriga um canal esgoto a céu aberto, mantendo a tradição existente nas maioria das capitais do Brasil. Há também incontável número de barraquinhas e trailers de comida "come-morre", com destaque para o Milleo, o único a prosperar. No fim-de-semana é ponto de encontro de jovens desocupados de carros tunados, playboys e "cabocos playboys" exibindo seus turbos e rodas aro 19 para outros playboys e para os cabocos que ficam sentados as margens do canal tomando uma Cerpa de 2,50 no copo descartável (que passa pelo menos na boca de uns 10 cabocos), todos lisos sem dinheiro para entrar em festas. Alguns dos jovens lisos e desocupados também vão ao hipermercado 24 Horas situado em frente, o Líder Doca, para encher o saco. Lá costumam se esbarrar nos playboys que voltaram das festas, e, porres, vão aperrear os pizzaiolos do estabelecimento.

Bairros

Por ter sido constituída historicamente à base da cagada, Belém possui todos os traços de uma metrópole pós-colonial, sem nenhum planejamento urbano e com problemas estruturais latentes e insolúveis. Apesar de interligados, os bairros da cidade têm aspectos próprios e às vezes geram contrastes sociais que, igual, só há na Zona Sul do Rio de Janeiro. É possível separá-los em quatro grupos ou "zonas":

  • Zona I – CENTRO EXPANDIDO: Reúne centro histórico, centro comercial, centro da Idade classe média de Belém e centro noturno da cidade. Em suma, é um “ovinho” que demora 15 minutos para ser percorrido de carro, mas que representa Belém inteira para os turistas e moradores das classes A+ e A que vivem na cidade.
    • Batista Campos: Onde se concentram "a zelite", tem uma praça de mesmo nome que os cabocos insistem em comparar ao Central Park, mas que na verdade ainda está a anos-luz até do Ibirapuera. Pode até parecer que não, dado o nível das pessoas que passam por lá com o cooper feito, mas não passa disso mesmo.Hoje se aproxima muito do Jurunas e já se confunde com ele em algumas partes pelos prédios de luxo localizados próximos a barracos sujos. E ah, não se empolgue com o ar bucólico: a bandidagem também dá umas passadas por lá.
    • Campina: Todo mundo passa por lá todo dia, mas ninguém lembra que ele existe. Ainda hoje não se sabe exatamente onde começa a Campina e acaba o Reduto. Bairro famoso, principalmente, por concentrar a atividade de putas e travecos (embora estes fiquem mais pelo Reduto) ao longo da região central, entre a Praça da República e a confluência da rua Riachuelo com a travessa Padre Eutíquio.
    • Cidade Velha: É bem isso aí mesmo: a parte de Belém que está velha, caquética e caindo aos pedaços. Apesar disso, é um dos lugares mais visitados por famílias com um mínimo (mas também sem o máximo) de poder aquisitivo nos fins de semana, por causa de suas "atrações", como Janela Para o Rio, Casa das 11 Janelas, ou mesmo a Catedral, onde as pessoas só vão em época de Círio.
    • Nazaré: Tem esse nome por causa do túnel de mangueiras que o corta, debaixo do qual passa uma avenida homônima. Ali ficam a Basílica de Nazaré e o CAN, onde você não sabe o que vai lhe matar primeiro: um skatista/patinador/qualquer coisa ou a barulheira infernal dos periquitos que às seis da tarde ali revoam aos milhares. Quer dizer, isso se você não tiver o azar de levar uma manga (verde!) na cabeça enquanto está andando na calçada.
    • Reduto: É um buraco no meio da cidade: sujo, fétido e malcuidado. Abriga o contingente de travecos cabocos da cidade, assim como todos os cheira-colas que fazem seu expediente na região central. Mesmo assim, praticamente todo mundo precisa passar por lá, já que é o bairro mais próximo do Ver-o-Peso e que intermedeia Umarizal e Comércio.
    • Umarizal: Outro bairro de playboys. A diferença deste pra Batista Campos é que o tédio abunda no Umarizal. Quem quer um pouco de ação tem que respirar fundo e descer uma ladeira qualquer até a Doca, já fora dos litígios do bairro. Bem, mas ainda morre uns na esquina, outros no meio da rua antes de chegar na Doca...
  • Zona II – PERIFERIA CENTRAL: O nome é paradoxal, mas diz tudo. O topônimo é utilizado para definir o conjunto de bairros onde a bala come solta (e, quando não é bala, é na base da terçadada mesmo). Um anel de pobreza e miséria que o governo deixou crescer e agora toma conta da cidade por meio de bairros. São eles:
    • Canudos - Dependendo do ponto de vista, é onde começa o anel de pobreza e violência de Belém, próximo a São Brás e Marco. Curiosamente, é um dos menos sem-lei da periferia - para compensar, o bairro vive afundando em aterros vagabundos e canais que transbordam no "inverno". A falta de árvores também gera um calor infernal, mesmo à noite.
    • Condor - Próxima à Cidade Velha, "a" Condor (como classificam seus cabocos moradores) pode ser considerada, também, o começo da grande periferia. O bairro é a porta de entrada da região "mais vermelha" da cidade (os quatro bairros abaixo), mas é mais conhecido por sua caboquice que por seus índices de violência.
    • Jurunas - Conhecido por ser a única referência de pobreza amazônida da área histórica da cidade, o 'Jurunão' faz fronteira com Batista Campos e empresta seus vagabundos e pivetes às belas praças e esquinas do bairro nobre. O bairro, limítrofe também da Cremação e Terra Firme, marca qualquer um que passe pela profusão de barracos de madeira, vielas sem saneamento, ruas sem sinalização e lamaçais a céu aberto. Curiosamente, é nele que ruas "suntuosas" da cidade nascem, como as travessas Quintino Bocaiuva e Rui Barbosa.
    • Cremação - O nome deste resquício de inferno em Belém provém do antigo forno crematório da cidade (que hoje é um mijódromo e ponto de consumo de drogas próximo à feirinha do bairro). Ponto de encontro de traficantes e policiais corruptos de toda a Região Metropolitana, o bairro é violento até o caralho dizer chega e só não virou a Terra Firme por ser relativamente bem localizado (fácil acesso ao Centro). Já possui uma parte "nobre" da avenida Conselheiro Furtado até a Caripunas onde alguns prédios bastante luxuosos sem encontram.
    • Terra Firme - Este dispensa apresentações. Centro de toda a bandidagem pé-rapada do Pará inteiro, entre traficantes, pivetes, vagabundos, bêbados e putas de baixo escalão, a Terra Firme possui índice de mortes diárias superior ao da Faixa de Gaza em período de guerra. A delegacia do bairro já registrou tantas fugas que não funciona aos finais de semana. Os bandidos andam armados na rua de dia, na cara de pau. Todo dia, amanhece um corpo esfaqueado/metralhado na rua. Juntos, Terra Firme e Guamá compõem uma região que nem a Polícia Militar arrisca adentrar, dependendo do setor. Todos os veículos de imprensa do Estado já foram assaltados/ameaçados por lá.
    • Guamá - Mesmo sendo um "pouquinho" melhor que a Terra Firme, o Guamá - onde ficam a Universidade Federal do Pará (UFPA) e o Cemitério Santa Izabel - é o tipo de bairro que ou você conhece detalhadamente, ou você vive. Nele, fica o famoso Canal do Tucunduba, tradicional centro de tráfico/contrabando do Estado, além de algumas reservas naturais que servem como área de desova de corpos. Recentemente, em uma tentativa política aviadada frustrada, o querido prefeito Duciomar Bosta Costa, inaugurou a Praça Vermelha Benedicto Monteiro, com uma área incrivelmente dantesca de 1 cm², localizada na Rua Meroba Barão de Igarapé Mirí (vulgo, parte "nobre" do distinto bairro), esquina com meestupra Ezeriel. O bairro tem uma paisagem que fascina, ao caminhar pelas ruas avistamos uma miríade de fezes (esterco, esterco e mais esterco - de cavalo, égua, jegue, burro, cachorro, cachorra, tchutchucas "plocs" e favelados). É um bairro rico por mirarmos continuamente suas reservas de metais voadores, chumbo para todo lado, o que faz com que seus habitantes (os que não são maconheiros, cheiradores, meliantes, casseteiras) ingressem na carreira artística como malabaristas e contorcionistas. Por fazer fronteira com Canudos, que é mais mansinho, e com São Brás, o bairro também tem a fama de "exportar" seus bandidos. Quem está queimado por lá, diz-se, acaba se mudando para a Cidade Nova.
  • Zona III – PERIFERIA “HABITÁVEL”: Reúne bairros que não são exatamente centrais, mas podem ser habitados por seres humanos decentes e têm ligação fácil com o centro. Mesmo assim, concentra alguns bairros sem lei como Barreiro e a Sacramenta.
    • São Brás: Como é onde se localiza o Terminal Rodoviário, é um ponto de confluência de cabocos viajantes com suas mochilas de R$ 1,99. Aos poucos vai entrando nos bairros centrais, pois já possui asfalto na maioria de suas ruas, boa iluminação, prédios classe A+ e avenidas de grande importância, apesar de ainda ser um bairro onde os bandidos brincam de pira. No entanto, a principal atração é a Praça da Leitura, onde você pode encontrar de tudo (menos leitura): mendigos, sem-terras, a escultura mais bizarra do mundo (a Coluna da Vergonha) e até um museu abandonado, apelidado carinhosamente de "Chapéu do Barata" (pelos decanos da cidade) ou "Nave da Xuxa" (por 99,5% da população belenense).
    • Marco: Se você tem mais de 20 anos (Ok, 18), certamente você aprendeu na escola que o nome vem de um monumento que, antigamente, separava Belém de sua latrina, Ananindeua. Agora, abaixo disso, pode esquecer. Não somente porque agora o limite é depois do Shopping Castanheira (que, por sua vez, é depois daquele nó-de-marinheiro chamado Entroncamento), como também porque ninguém mais sabe se o tal monumento está lá. Tudo o que dá pra ver é um viaduto muito do escroto, única herança da administração Edmilson Rodrigues. Fora isso, é importante ressaltar que o Marco é, basicamente, a versão amazônida da Marginal Pinheiros: dia sim, dia também, o trânsito congestiona, e só alivia quando você chega em Ananindeua.
    • Souza: Liga o Entroncamento ao Marco, mas ninguém liga.
    • Fátima: O bairro pobre mais sem-graça de Belém. Só vê alguma coisa em junho, quando o Santuário de Fátima organiza sua quermesse anual. Nem sanguinolento é, tanto que nem tem delegacia própria. Demorou muito tempo para o nome atual ser proferido pela população (principalmente pelos moradores de outros bairros), e ainda hoje há os que o chamam "carinhosamente" de Matinha, o nome original.
    • Pedreira: Em face da situação geral da cidade, é um bairro relativamente tranquilo(apesar dos sem número de canais sazonalmente transbordáveis por onde a bandidagem ronda), a não ser que você dê o azar de estudar na Unama. Se der, não saia da faculdade sob hipótese alguma - aliás, não saia nem de casa para ir à faculdade, que é um grande ponto de convergência de pivetes filhos da puta que só vêm de turma pra fazer o rapa na galera à espera do bonde. Curiosamente, alguns playboys, quando passam por aqui, relatam a sensação de estarem jogando GTA.
    • Sacramenta: Conhecido Também como "Sacrabala", por sua concentração de traficantes, ladrões de galinha, cachaceiros e fugitivos da justiça, é um dos principais points da cabocada, pois é onde fica a AP: A Pororoca. Fica o conselho: não saia de casa com carteira. Do mesmo jeito você vai voltar sem ela. Maior índice de furtos e roubos imbecis e malsucedidos do Norte do País.
    • Telégrafo: Chamado por extenso de "Telégrafo Sem Fio" pelos anciões locais (pior que é verdade [1]), o maior perigo aqui são os moleques empinadores de papagaio. Ou seja, não passe de moto por aquelas ruas empoeiradas, esburacadas e sem calçada, ou você corre o risco de ser decapitado. Sim, eles abusam do cerol só pra pegar o primeiro incauto que passar. E você achando que era pra cortar a linha de outros papagaios...Pode ser que melhore e vire centro, pois não ta tendo mais lugar onde por prédio no bairro do Umarizal que fica ao lado e os prédios estão invadindo o telégrafo que breve vai mandar parte dos moradores pra algum novo conjunto passando o paar, como indenização.
  • Zona IV – PERIFERIA LIMÍTROFE: Aqui ficam os bairros mais escrotos da cidade, não só pela violência como pela dificuldade de acesso, distância do centro e falta de serviços básicos como saúde, saneamento e transporte público. A região é fronteiriça com Ananindeua, o que piora o índice cabocal local. A cabocada vinda do interior do Estado e que não consegue emprego constrói seus barracos aqui – por isso mesmo, 99,99999% da área é de invasão. Para piorar, um bairro se funde no outro e ninguém se entende direito. Eis os bairros:
    • Barreiro: Olha o nome e pergunta se precisa dizer mais alguma coisa. Entre as especificidades deste bairrinho - que concentra points de extrema periculosidade como o Canal São Joaquim e o Canal do Galo -, estão a Unama Senador Lemos que abriga só os alunos de direito,que desde o incício do curso já vão entrando em contato com os marginais que irão defender,coisa que só a unama disponibiliza,tem também a famosa "Feira da Robalto", onde aquele som que tiraram do seu carro foi comercializado. Lá, os bandidos vendem a preço de banana tudo o que roubam.
    • Marambaia: Tem gente que acha que fica em Ananindeua, de tão absurda que é sua localização - uma parte do bairro, diz-se, fica depois do Castanheira. Além de ser o bairro mais quente de Belém (por lá, não se vê sombra em um raio de quilômetros), também é um dos mais malcuidados - só perde para a Cabanagem. Colete à prova de balas é item essencial quando se navega pelas ruas da Marambaia, a não ser que você resolva atravessar a Rodovia Augusto Montenegro, devido à falta de sinalização e à tendência que os motoristas têm de brincar de Fórmula Indy por lá (isso quando o MST não resolve fechar a rodovia, que aí é que trava tudo). Se quiser morar no bairro, melhor comprar terrenos próximos à via, por ser a região de Belém em que mais há construções de condominíos fechados/luxuosos (como Greenville I, II e Executive, Cidade Jardim, e uma outra porrada de prédios clubes).
    • Val-de-Cães: Principal porta pela qual os playboys podem escapar da cidade, já que lá fica o Aeroporto "Internacional" Júlio César ("Internacional" entre aspas porque, de lá, só sai avião pra fora do país se for pro Suriname ou pra Guiana Francesa, países altamente representativos da Amérdica do Sul). Aliás, se você vir cabôcos por lá, não se engane: eles só estão lá pelo free shop mesmo. Por falar neles, merece menção também o conjunto do Marex, que é onde a vagabundagem se concentra, e que fica nos arredores da avenida de mesmo nome do aeroporto. Ao que parece, no entanto, eles não tem coragem de sair de lá pra pegar os turistas que acabam de chegar da cidade, então fazem a miséria de quem mora por lá mesmo (mas com baixo risco de morte, o que no cenário atual da cidade é lucro).
    • Maracangalha: O nome diz tudo: é uma grande cagada. Ninguém sabe onde começa, tampouco onde termina. Só se sabe que esta trolha fica ali na área da avenida Júlio César, perto do T1, e abriga todos os militares corruptos do Estado. Por ser área militar em boa parte de seu percurso, não é local dos mais perigosos. Mas é feio e pobre.
    • Pratinha: Pobre, perigoso, sujo, feio, longe para cacete e praticamente esquecido pelas autoridades públicas, o bairro vive em absoluta decadência. Vive num estado paralelo, sob a legislação de cachaceiros, traficantes e líderes comunitários ligados ao tráfico e às megaaparelhagens, e tem como principal via de acesso a asquerosa Rodovia Arthur Bernardes. É o tipo de lugar que nem no Google Earth você acha direito.
    • Médici: Conjunto tranquilo, daqueles que todos se perguntam se estão em Belém ou no interior, de tão morte lenta que é. Atualmente, é até que bem cuidado, principalmente depois que nosso "querido" prefeito Duciomar Costa resolveu asfaltar tudo quanto é lugar, com a sua empresa de asfalto. Atualmente vem acontecendo uma imensa e inexplicável especulação imobiliária com casas caindo aos pedaços a preços passando de R$ 130.000,00. Chegar e sair do bairro é uma incógnita que nem seus moradores sabem resolver.
    • Bengui: Leia-se: chumbo grosso. Se na Marambaia o colete à prova de balas é essencial, nem chegue perto do Bengui se você não estiver usando um - assim como um capacete de titânio, também, por precaução. Composto de invasões e lixões humanos que recentemente foram asfaltados pela Prefeitura - em jogada eleitoral, claro -, o bairro abriga, ironicamente, conjuntos da high society local que se enjoou de morar no centro, como Água Cristal e Cristal Ville.
    • Tapanã: Extensão do bairro acima, o Tapanã é tão sem lei quanto o "bengola", somado o agravante de boa parte de suas ruas não ser asfaltada. Lá, a bandidagem se enfia em uns becos que nem o BOPE seria capaz de desbravar. O índice de mortes violentas é de 15098 para cada 2 habitantes.
    • Parque verde: Os cabocões da Augusto Montenegro (ou alguns moradores dos condomínios de luxo do Green Ville) insistem em dizer que tem um bairro com este nome, mas sinta-se desafiado a procurá-lo. Chuck Norris fez uma excursão pra lá e disse que parece o Leste Europeu de tão quebrado e abandonado.
    • Tenoné: Conjunto-bairro que já fica dentro do distrito (?!?) de IcUaraci, foi criado num ramal da estrada inútil e inexistente de ferro Belém-Icoaraci. Primeiramente, abrigou os pobres cabocos que não tinham grana para comprar casa nem no Tucunduba. Depois, mandaram famílias de funcionários públicos e policiais, oferecendo-lhes casinhas escrotas pré-fabricadas com uma janela. Desde 2008, no entanto, a governadora resolveu mandar para lá todos os bandidos moradores da periferia que está sendo submetida à macrodrenagem. Resultado: tráfico, putaria e bala para tudo que é lado. Se chegar lá (depois de 50 min de viagem da Augusto Montenegro para dentro), tome cuidado para não entrar nos conjuntos Helena Coutinho e Roberto Marinho. Já são carinhosamente apelidados pelos moradores de Terra Firme II e Nova Sacramenta.
    • Cabanagem: Como o nome indica, este aqui vive em clima de revolução. Revolução marcada por tiroteios diários, barracos desabando com a facilidade com que são construídos (em cima da rede de esgoto que escorre da Augusto Montenegro), alagamentos diários causados pela chuva e uma briga diária com as obras da Cohab lá por perto. O bairro é entupido de conjuntos de baixa qualidade de vida. Morar por lá é reduzir a expectativa de vida em uns 15 anos, no mínimo.
    • Icoaraci: Também não é um bairro - afrescalhadamente falando, é uma "Região Distrital", tal qual Mosqueiro e Outeiro. E, tal qual Mosqueiro e Outeiro, é bordejada por praias de rios tão sujos que nem urubu chega perto (só a Praia do Cuzeiro Cruzeiro é interditada pela Prefeitura bem umas 367 vezes por ano).E também, tal qual Mosqueiro e Outeiro, é preciso andar com cautela, pois um pivete pode vir do nada (mesmo nos espaços mais abertos) e lhe subtrair coisas à toa, como alguns poucos litros de sangue e ainda lhe dar uma pirocada.

Educação??

Colégios

Grande parte nativos não são muito afeitos ao estudo. Os poucos que sobram, são iludidos pelos colégios que pairam pela cidade.

Ensino Superior

As quatro universidades mais prestigiadas são duas públicas (UEPA, conhecida como "colejão", e UFPA, caída aos pedaços e repleta de urubus e lixo, no meio de uma favela) e duas particulares (Cesupa e Unama, onde o critério de admissão é a conferência do contra-cheque). Há também uma terceira pública, a UFRA, que ocupa uma área enorme e só tem três prédios, também caindo aos pedaços. Das demais, praticamente todas são uma aliteração sem fim de "Fa": Faci, Facid, Fibra, Fap, Fapan, Fapen, Feapa, Fabel, Faculdade Ipiranga, Faz, Famaz e Fama, havendo também Iesam, Esamaz, Esmac e outras tantas cuja taxa de inscrição e mensalidade consistem na doação de 1 kg de alimento não-perecível. As mais desesperadas atrás de alunos são normalmente as que permitem aos candidatos agendar a própria prova, tradicional ou eletrônica (!). As lendas (algumas realmente verdadeiras) mais significativas sobre os níveis de algumas destas:

  • em um de seus vestibulares, nem com mil repescagens todas as vagas de um curso do Iesam foram preenchidas. Como o último critério de eliminação é a idade do candidato (o mais velho é favorecido), foram chamados os mais velhos que haviam faltado na prova!
  • Em 2006, a Fapan marcou seu vestibular para um sábado. Sendo que o candidato poderia inscrever-se até as 10 horas da noite da sexta-feira anterior, e de graça! Mesmo assim, tiveram que fazer outro vestibular, em seguida.
  • Enquanto maior parte dos e-mails das faculdades são do domínio delas ("@uepa.br", "@unama.br", "@cesupa.br", por aí), o da Fama é [email protected] - mas se você for adicioná-la no MSN, uma mensagem dirá que tal contato não existe.

Ruas

As ruas, avenidas, travessas e vilas de Belém têm como fator comum seu mal-asfaltamento, as suas calçadas desniveladas, emporcalhadas e exalando fortes essências à base de ureia humana e/ou canina, além de suas valas transbordáveis, com plantas asquerosas nas margens. Mas podemos dividi-las em vários tipos. Esta classificação é quando à nomenclatura:

  • Pessoas que ninguém sabe quem foi: Pedro Miranda, Dr. Moraes, Conselheiro Furtado, Almirante Wandenkolk, Dom Romualdo de Seixas, Dom Romualdo Coelho, Brás de Aguiar, Padre Eutíquio, Quintino Bocaiuva, Aristides Lobo, Augusto Montenegro, Assis de Vasconcelos, Joaquim Távora, Manoel Barata, Gentil Bittencourt, João Balbi, Boaventura da Silva, Antônio Baena, Bernal do Couto, Lauro Sodré, Senador Lemos, Augusto Corrêa, Bernardo Sayão, Roberto Camelier, Cipriano Santos, Veiga Cabral, João Alfredo, Castilho França, Jerônimo Pimentel, Domingos Marreiros, Diogo Moia, Tavares Bastos, Alcindo Cacela, Serzedelo Corrêa, Dr. Freitas, Ferreira Pena, Tavares Bastos, Gama Abreu, Frutuoso Guimarães, Henrique Gurjão, Oliveira Belo, Djalma Dutra, Antônio Overdose Everdosa e outras.
  • Datas que ninguém sabe o que ocorreu de importante: 9 de Janeiro, 15 de Janeiro, 20 de Fevereiro, 3 de Março, 14 de Março, 14 de Abril, 3 de Maio, 13 de Maio, 2 de junho, 13 de Junho, 19 de Julho, 12 de Agosto, 1º de Setembro, 5 de Setembro, 25 de Setembro, 28 de Setembro, 12 de Outubro, 25 de Outubro, 3 de Novembro, 22 de Novembro, 1º de Dezembro (atual João Paulo II), 16 de Dezembro e outras.
  • Nomes de batalhas e personalidades da inútil Guerra do Paraguai: Vileta, Humaitá, Umarizal (ops, isso é um bairro), Perebebuí, Timbó, Angustura, Curuzu, Chaco, Lomas Valentinas, Riachuelo (um dos points de compra e venda de corpo na cidade), Duque de Caxias, Mauriti, Barão do Triunfo, Almirante Barroso, Mariz e Barros, Almirante Tamandaré, Visconde do Inhaúma, Marquês de Herval e outras.
    • É importante ressaltar, aqui, que a esmagadora maiora dessas ruas se encontra entre Pedreira e Marco. Sabe lá Deus por quê. As únicas exceções, no caso, seriam a Almirante Tamandaré (que começa na Cidade Velha e acaba no Reduto) e a Riachuelo (entre a Campina e a Cidade Velha).
  • Pessoas famosas que não têm nada a ver com a cidade: Benjamin Constant, João Paulo II, Mário Covas, Rui Barbosa, Tiradentes, Pedro Álvares Cabral, Arthur Bernardes, José Bonifácio, Campos Sales, Joaquim Nabuco, Generalíssimo Deodoro e outras.
    • Outra nota: Embora pareça, Júlio César não se enquadra nesta categoria, mas na de "Pessoas que ninguém sabe quem foi", pois o nome não se refere ao Imperador de Roma, e sim a um engenheiro de aviação que era nativo da cidade. Ou seja, um engana-trouxa.
  • Nomes de tribos indígenas em maioria desconhecidas: Apinagés, Jurunas (ops, isso também é um bairro), Pariquis, Tamoios, Tupinambás, Tupiniquins, Tambés, Amanajás, Mundurucus, Timbiras, Sapucaias, Caripunas e outras.

Modinhas

Em Belém,como sabemos, os cabocos estão sempre fazendo caboquices. As modinhas da cidade são sempre cafonas e pipiras. Sempre alguém se encaixa em um perfil destes colocados abaixo:

  • Modinha Tecno Brega: Tecnobrega sempre foi moda em Belém, com a diferença que agora todo tipo de gente gosta, de emos a playssons de Nike falsificado. Acontecem festas de todo o tipo de nível social, como na AP ou na APororoca.
  • Modinha Pagode: Infelizmente esta modinha ainda não foi esquecida. Em diversos lugares da cidade ocorrem festinhas com pagodeiros de meia tigela, seja no bar mais imundo ou na boate mais chic. É impressionante a caboquice paraense, uma boate aparentemente chic, onde as pessoas vão arrumadinhas, tem como programação o pagode. Os filinhos de papai e patricinhas se abalam pra um lugar chamado Pagode na Casa do Caralho Hilário, que fica em Outeiro (um notório cabocódromo) no intuito de se rasgar ao som de pagode. Sempre com as mesmas bandas de nomes imbecis(Sorriso Maroto, Jeito Moleque, Jeito Boquete, Jeito Nosense) praticamentes iguais ou grupos femininos de gostosas que não cantam porra nenhuma.
  • Modinha Sertanejo: Essa é a mais recente e famosa da cidade ultimamente. Os playboys caipiras, ou agroboys, se reúnem no Parrilla com chapéu de peão e a L200 do papai fedendo a boi para ouvir duplas sertanejas de cabocos nunca vistas.
  • Modinha Dance: viciados em heroína, maconha, ecstasy,cogumelos e o caralho que seja, e os que fingem ser viciados em tudo isso, se reúnem em sítios macabros para fritar dançar até morrerem. E ficam se vangloriando por serem "malucões". Hoje em dia as raves são frequentadas por pipiros, cabocos e gente daí pra baixo.
  • Modinha Reggae: Uma chatice que fala de coisas idiotas que os imbecis idolatram e tem como lema na sua vida as músicas do Natiruts. Vão para algodoal para fazer capa de maconheiros "paz e amor", adoram dizer por aí que são aventureiros mas não passam de gente fútil e caboca.
  • Modinha Axé: Essa merda moda perdura até hoje. Tudo culpa das patys e dos playboys que se cansaram de ir pra Salinópolis, vulgo "Sal", e agora vão pra Fortaleza só pra dizer que pegaram um avião. Com isso, conheceram uma porra boate chamada Mucuripe, que dizem ser a única em Fortaleza, e lá se apresenta um velho que tem uma banda chamada Mr.cagão Babão, que faz uns covers do Chiclete com Banana e Asa de Águia. Como todo paraense é empolgado, os pseudos-empresários(donos das pseudos-boates), viram que as patys e os playboys adoram jogar dinheiro fora pra tudo que é merda que venha de fora, então esse Mr.cuzão Babão vive fazendo "shows" aqui nos cafofos de Belém, para a piração dos cabocos com dinheiro, vulgos playboys. Além de toooda essa "piração", todo ano em novembro acontece o PARÁFOLIA, que consegue reunir o maior número de cabocos por metro quadrado, perdendo apenas para os shows de techno brega que acontecem no CASOTA.
  • Modinha JRock: Um monte de pseudo otakus e emos , que passam o dia escutando The Gozette, sonham em ser como o Uruha e saem com um absorvente na cara pra imitar o Reita. Se amontoam em eventos como Animazona no Taikai, Animazona Connection, Otaku no Matsuri e Tomodachi. Passam horas e horas fazendo chapinha no cabelo todo picotado e mal-pintado com papel crepom, pra vestirem calça de couro, blusa de seda, suspensório, coturno, carregarem na maquiagem e irem pro calor infernal de Belém do Pará, suarem e estragarem o visual todo, voltando pra casa de busão lotado, mas mesmo assim, crentes de que estão abafando. Idolatram uns outros cabocos metidos a cosplayers e jrockers, cada um mais feio (e tosco) que o outro. Um tem o cabelo loiro de um tom "branco-ceguei", outro tem um cabelo de formato indefinido e de um tom de loiro "loiro-morri" e o último nem vale a pena descrever, de tão nonsense que era. Todos os três são bossais, convencidos e metidos a fodões, só que em graus variados, indo do mais metido (o do cabelo "loiro-morri") ao menos metido (o do cabelo "branco-ceguei"). Nem é preciso dizer que um encontro dos três resulta em gritinhos e viadagens e gurias retardadas pagando pau.
  • Modinha Indie Os indies belenenses podem ser encontrados facilmente em lugares como Café com Arte, Café Taverna, Palafita ou em algum evento pseudo-cultural. 80% deles cultuam bandas como The Strokes, Arctic Monkeys, MGMT,LOSERmanos e Radiohead. A outra parcela são hipsters que ouvem Beirut depois de ter conhecido na mini-série 'Capitu' e coisas lo-fi pseudo-experimentais e saem por aí com a sua sandalinha de couro e roupas velhas encardidas e barba por fazer(wannabe-mendigos).Geralmente aqueles que se acham donos da verdade, e se estão em um bar tomando café com tapioca e contam uma piada que uma outra pessoa de "classe inferior" dá uma 'risadinha',rapidamente ficam sérios e pedem sua conta(na verdade eles foram peidar).

Nesse mesmo contexto, há também os 'New Ravers' que consistem, na sua maioria,em pattys(lésbicas)que usam ray-ban wayfarer falsificado e roupas coloridas ridículas, meninos(gays) com lenços no pescoço e calças coloridas, crentes que vão aparecer no site do Cobra Snake, esses escutam Klaxons, Crystal Castles e Justice porque toca na 'balada'. Tirando isso, a parcela restante (cerca de 0,001%) ouvem Sonic Youth e Velvet Underground e se acham superiores por causa disso, mas não passam de alienados musicalmente. Resumindo, são pessoas burras, influenciadas, alienadas, que vivem na 'balada' pagando de drogadinhos e bissexuais.E por fim temos a modinha mais mal sucedida de todas,é a modinha "Malokera",são aqueles que ficam o dia todo caindo andando de Skate nas ruas cheias de buracos, e são interrompidos a todo momento por algum acidente que ocorre,ou assalto perto dalí.Vivem com um MP3 fuleira comprado em uma barraca do VER-O-PESO escutando bandas como blink-182(das antigas),Charlie Brown Jr.(das antigas) e Raimundos(das antigas).

Vida Noturna

A noite de Belém tem muitas festas de aparelhagem, que são "bailes" de brega, forró e tudo que não presta mais, com grandes estruturas que mais parecem naves espaciais , para onde as classes C, D, E, F, G, H, I, J...etc vão no fim de semana, deixando a cidade vazia e livre de assaltos, roubos, sequestros, furtos e etc.

Quando não é isso, há uma imensa concentração de filhinhos de papai e playboys em seus carros importados circulando pela noite atrás da festa que vai "bombar", como eles próprios dizem; ou vão para os barzinhos pé-sujo da Almirante Wandenkolk e arredores. Já os eupátridas da cidade (que nada mais são do que os pais dos playboys) à noite se reúnem, quando não em seus domínios, no Boteco das Onze ou no Mangal das Garças. Os fuderosamente poderosos também vão ao La Vie En Rose, onde altas surubas ocorrem.

A comunidade indie teve um aumento significativo recentemente, onde o Ibama, até o momento, está conseguindo evitar a superpopulação, restrigindo-os (por enquanto) aos festivais da Serasgum. Há um número considerável de emos em Belém (associado ao crescente número de otakus), que de uns tempos pra cá começaram ser facilmente vistos em lugares como o Café com Arte e o Shopping Iguatemi, porém as medidas do Ibama e dos pais antes desavisados foram efetivas e a superpopulação foi evitada (quer dizer, quase!).

Outro problema atual é a epidemia de pagode entre os playboys. Em todo lugar que se olha a noite está tocando pagode com pagodeiros no meio. Outra epidemia que está se alastrando é a de Rebelde nos cabocos (verdadeiramente dito um bando de desocupados!). Isso foi considerado um grave problema da cidade em relatório recente da ONU. Outro dado bastante preocupante é o do caboco que tornou-se emo: como são pobres para fazer uma chapinha decente, eles apelam para umas melecas que tornam os cabelos petrificados e de aparência grudenta. Quando também se metem a querer deixar o cabelo loiro, utilizam umas substâncias (como descolorante de farmácia ou tinta guache) que acabam deixando-no mostarda.

Barzinhos e Casas Noturnas

  • Solar Antique: Um lugar com nome de chiiiiiiiiiiiiic, onde a alta sociedade fazia suas festas, contudo sua comida não é nada agradável. O espaço reservado para dançar é menor que o estacionamento. Hoje em dia o lugar e dispintado sendo frequentado apenas por cabocos e mulher feia.
  • Café com Arte (ou Café com Emo): Belém não poderia deixar de ter seus lugares alternativos. Todo sábado e nos dias de Quarta Que Pariu (ô nome escroto!) está cheio de indies e pseudointelectuais naquele ambiente mínimo e quente que nem o inferno. O que salva o café é justamente algo que não está lá dentro, e sim na porta: a cerveja do tarzan. Barata e gelada, é o que vale a pena lá, o problema são os indies e pseudoindies que ficam em volta fumando seus cigarros de cravinho e ouvindo Bonde do Rolê.
  • Amnésia: o nome já diz tudo, as bichas inrustidas vão pra lá, se quebram com outras bichas e no outro dia dizem que não lembram de nada. É o pub GLS da cidade onde vemos vários indies-gays, emos-gays, lésbicas e os gays normais. Lá eles soltam a franga, encontram seus "amigos" e se amassam diante de todos ao som de músicas alternativas, ou melhor, música emo.
  • Malícia: Considerado o bar GLS mais apertado e quente do Brasil (tanto quanto o furico dos que lá frequentam). Não raro vemos (na verdade, não vemos) conhecidos por lá, normalmente se comendo no meio de uma muvuca no corredor para os banheiros os quais são dois e onde se forma uma fila maior que a do INSS em dia de pagamento de pensão e aposentados, começando na porta do local e terminando a um milímetro da maçaneta. As bebidas são caras, servidas pelos barmen suados sem camisa e sem graça. Localiza-se na rua GLS de Belém, Rui Barbosa, junto a outras do ramo.
  • Veneza: Outro bar GLS, esse um pouco mais "sofisticado". Lá é possível encontrar as bichas velhas, as sapatas quarentonas, além das cantoras (todas sapatas) que fazem você cantar por elas e te impregnam com fumaça de "erva". O banheiro é o lugar preferido para darem uns amassos ( as bibas ficam no corredor só uruservando)
  • New Lux Boate: Boate Gaaaayy uuuiii!! As bichas se rasgam!! Lá ninguém tem receio de soltar a franga. Travestis, lésbicas, transsexuais, gays, bisexuais, pansexuais, multisexuais, emos, indies e você são encontrados lá.
  • Ventura Bar: um lugar água com açúcar na bombante "rua da onda" Wandenkolk esquina com Boaventura. As mesas ficam apertadas umas entre as outras e ninguém se escuta. Como sempre chove em Belém, os espertalhões resolveram colocar uns toldos nas laterais ocasionando um efeito estufa dentro do bar. As más línguas dizem que ocorreram mortes por asfixiamento por causa dos fumantes que ali praticavam seu vício. Como não poderia deixar de ser, point de playboys acéfalos e também de patys sem dinheiro para o ser e metidas a pop, muitas delas ex-mães solteiras e empolgadas com a aprovação em algum concurso público em que o salário só dá pra ir pra São Luís no Carnaval e de caravana.
  • Templários: Quiseram fazer um local meio antiquado, com louças antigas, castiçais etc. Mas como sempre em Belém tudo acaba em caboquice resolveram cagalizar tudo colocando pagode para tocar nas terças feiras. No fim de semana rola umas bandas de quarentões roqueiros (como a Zona Rural) e alguns cabocos.
  • Café Taverna: Semelhante ao Café com Arte, com algumas diferenças que residem no fato de por exemplo de ser mais alugado pelos indies e emos para que possa fazer seus eventos. Uma casa velha na verdade, e como no Café com Arte o que salva é a cerveja vendida em um depósito ao lado, o que faz com que fique mais gente fora do que dentro.
  • Café Dalí que virou The Box: Mudaram só a faixada pros otários acharem que está totalmente diferente. Lugar apertado onde os playboys e as pattys vão fritar (literalmente) no trance. Os mesmos playboys e pattys que dizem gostar de trance são vistos no Parrilha escutando sertanejo todo o sábado.
  • APororoca: Bagaceira das grandes. Mulher feia, calor infernal e confusão são marcas registradas dessa casa. Os cabocos a adoram, já que quase todo fim-de-semana está tocando tecno brega e forró. Se você estiver sem dinheiro, cidade devagar, o point é lá, onde só sai desacompanhado quem quer.
  • Palco Mix: Casa recente em Belém, virou local noturno preferido dos agroboys de Paragobala, com seus tuítis, subiúfis e tum-tsts-tum-ts tocando alto os últimos sucessos de César Menotti & Fabiano em suas 4x4. Também tem dia de forró, sendo a predominância de cabocos muito superior neste dia e consequentemente de mulher feia também.
  • Trânsito: Localizado na esquina da onda - Senador Lemos com a Wandenkolk -, possui um nome que por enquanto é bem apropriado ao bar, que, ainda novo, vive engarrafado, principalmente aos sábados. Sua grande proximidade com o também recém-inaugurado Barcelona cria grande emputecimento e confusão em quem pretende estacionar perto para frequentar um dos lugares - ou também quem quer ir apenas ao Roxy Bar, no mesmo local. Do mesmo criador do Escritório (este, mais pé-sujo), ambos como trocadilhos infames para advogados enganarem suas esposas.
  • Barcelona: O não tão mais novo empreedimento de Belém,possui ainda uma boate anexada, a Prime.É mais uma tentativa frustrada de se igualar as casas noturnas do Sudeste do Brasil. Como tudo em Belém, está em seu ápice, com dias em que a porta do local mais parece o Círio de Nazaré.Também está localizado na esquina da onda.Um ponto positivo é o fato do lugar ser livre de cabocos, já que a entrada se resume ao mesmo valor gasto por eles em três meses de saídas noturnas. Logo a mágica acaba e o lugar acaba por promover festas meia-tigela de pagode arrasta-povo com o Jeito Inocente e/ou Sorriso Moleque (aliás, os nomes das bandas de pagode daqui são todos iguais entre si ou em relação às de fora, seguindo uma cadeia; exemplo: Jeito Inocente/Jeito Moleque/Sorriso Moleque/Sorriso Maroto) para não ficar no prejuízo.Como foi dito antes, tudo em Belem dra pouco. O Barcelona se sustenta hoje em dia pelas plocs que frequentam para tentar descolar um coroa rico.
  • New York City (NYC): Não passava de um Jurássico Mini-Galpão que os frequentadores chamam de boate. O lugar era pequeno (tente se esconder) e após as duas da manhã o calor era infernal (o povo derretia feito cera quente). Situado quase em frente ao Barcelona, do lado do Roxy Bar e perto do Trânsito. Aí já viu né, sem vaga pra estacionar, motoristas putos da vida e a playboyzada se fazendo dentro de umas BMW, Mercedes e "tunados". A boate é a "prima pobre" da esquina da onda, mas que lota igualmente as demais. Mas como Belém é a terra do "já teve", a tal boate fechou suas portas pela terceira vez. Vamos esperar qual o novo nome que eles vão colocar pra enganar os otários - em sua segunda encarnação, havia adotado o nome de Iguana.
  • São Nunca:Mais uma dor de cabeça para as vovós residentes na Almirante Wandenkolk,situado ao lado do Barcelona e perto de vários outros antros de perdição,como dizem as senhoras.Lá você senta e pede uma cerveja,mas os putos dos garçons trazem um balde.O Bar é mais uma oportunidade dos velhos casados,pipiros,viados e putinhas teens enganarem seus familiares dizendo que estão na igreja!
  • D'O Pará: reduto para aqueles que, estando na seca (financeira e/ou sexual), vão fazer programa de velho, neste lugar onde abundam mesas de sinuca (na verdade, elas são 90% do local), cerveja barata, desocupados e ares de boteco fedorento.
  • Mormaço: O lugar é cool. A estrutura não. Um lugar no coração do bairro da cidade-velha, e que faz jus ao nome de onde se encontra. Vem de outras épocas em que já teve uma fama de pequeno maconhodrómo, que é sustentada até hoje nos dias em que o reggae abunda como atração principal.
  • Zero 21: Com o nome que se refere ao DDD do Rio de Janeiro, o novo bar da Wandenkolk é uma cópia fiel dos pitorescos bares cariocas. Bem frequentado, pelo menos até a modinha em torno dele acabar, é ponto de encontro de descolados e de playboys, (afinal, todo boyzinho que se preze passa férias no Rio pelo menos uma vez ao ano e não se conforma de não morar lá) e o bar veio para acalentar a "mania carioca" da sociedade local.
  • Parrilla: Uma porcaria que ficou no lugar do Rango (outra porcaria que tocava pagode da pior categoria), que toca Sertanejo (modinha entre os playboys e pattys caipiras). Todos que vão lá nunca ouviram falar da dupla sertaneja que se apresenta, nunca tiraram leite da vaca mas vão de chapéu de peão e bota.
  • Palafita: Novo point de emos e indies, já que o Café com Arte agora é frequetado por "empolgados". Acontece uma tal de "Pogobol", uma festa escrota em um lugar escroto(!!), onde filhinhos-de-papai e bichinhas enrustidas emos e indies usam fantasias idiotas com o pretexto de pular, beber, fumar e soltar a franga.
  • Sil Vous Plait: Nova cafeteria da cidade, com adega e tabacaria agregadas. Excelente lugar, exceto pelo fato de o dono não vender cerveja por considerar "coisa de pobre" (pobres irlandeses e alemães que vendem cerveja...) e por ser um caboco metido a chic. O lugar é frequentado basicamente pelos classe-médias que pensam que são ricos e por jovens desocupados que vão fumar narguilê a custa de um esporro do dono.
  • Sarajevo: Depois de Liverpool, New York City, Barcelona (que já se chamou Casablanca) e Veneza, este é a nova casa-noturna com nome de alguma cidade que nada tem a ver com Belém - o finado Liverpool até tinha a sua explicação (já que era uma casa dedicada a receber shows cover de Beatles). Apesar de exaustiva propaganda na TV anunciando o nome correto do lugar, não se surpreenda se ouvir flanelinhas cabocos referindo-se à ele falando "Saragêvo".
  • Favela: Apesar do nome, é frequentado pela elite acefala local, cuja referencia à pobreza consiste em vasos sanitários utilizados como vasos para´plantas decorativas. Atualmente cumpre a trajetória de ascensão e queda de todos os lugares que bombam na cidade
  • Mirage: antiga "Zeppelin Club" que só mudou o nome mesmo. No começo era um lugar da elite, mas, como todas as boates belenenses, está decaindo, fazendo 92034328947893 cervejas por 1 real para poder manter o lugar.
  • Vegas: Localizada na Doca. Agora, a boate mais bem frequentada de belém. tocando funk e hip-hop. Só dá a Zelite de Bells (o que é ser dazelite em belém?).
  • Deja Vu: Um cubículo, mal da pra respirar. Já foi mais bem frequentada. As pessoas que iam pra lá agora vão pra vegas. Mas o lugar aos sabados e domingos continua cheio, agora, pelo povo da classe média.
  • Public Beer: pra conseguir entrar no local, necessariamente tem que chegar la bem cedo. Mesmo nível do favela, música boa, um ótimo lugar. (também frequentado geralmente pela elite.)
  • Louvre Club: a futura boate que, daqui a pouco, todo o povo que frequenta a Vegas vai pra lá. Porque em belém, quase nunca mais de 2 boates conseguem bombar.


Uma importante observação sobre Belém, um detalhe precisa ser destacado sobre a qualidade do atendimento que as empresas em geral oferecem. O atendimento ao consumidor é muito ruim. Atendentes grosseiros, antipáticos e mal educados já estão fazendo a fama de Belém pelo Brasil afora.

Para quem não é de Belém e está na cidade, um mês é suficiente para se perceber isto. Os serviços essenciais e não essenciais são precários. Talvez isso explique a razão de alguns se sentirem no direito de tratar os consumidores como se estivessem lhes fazendo um favor. Quando não é a grosseria, é burrice a falta de treinamento. Por exemplo, no restaurante o garçon traz a bebida, mas não traz os copos. Traz a comida, mas esquece de levar os talheres. Mas os moradores da cidade nem se tocam para isto, pois nasceram vendo as coisas assim, por isso acham normal.

Música

capa de um disco do Stress, repleta de simbolismos em relação à temperatura da cidade

Belém é a cidade de Joelma e Chimbinha, integrantes da Banda KY, ou melhor, Calypso. Começaram tocando seu brega nos becos úmidos, fétidos e quentes de belém, onde tiveram seu talento descoberto, sendo uma das piores bandas do universo. Como já foi dito, há um grande número de pagodeiros na cidade, o que ultimamente é a moda do momento, principalmente entre pattys e playboys. Quando não é isso vemos os paraíbas, que são uma herança maldita deixada pelos nordestinos, muito conhecidos no eixo Sul-Sudeste, onde aparecem com seus carros entupidos de caixas de som tocando o hit do momento (na concepção deles), um forró grudento e irritante, enquanto bebem cerveja e dançam sem parar e acham que estão arrasando. Possuem um ritmo característico, o carimbó (???), que é uma mistura de dança do sol (já que não para de chover) com sinal de fumaça, enquanto os índios rebolam os traseiros.

Nos anos 70, surgiu em Belém a primeira banda brasileira de metal, chamada Stress. Os músicos que não morreram de fome acabaram morrendo de estresse, já que não tinham o que fazer em Belém no anos 70. Muitos formaram a a banda "zona rural" que era uma merda, tocava música escrota, e ainda se diziam os pais do heavy metal mesmo cantando zezé di camargo e luciano.

Aliás, pode até não parecer, mas Belém também tem suas bandas emo, com destaque especial para Mocotó Elétrico e Núcleo R2. Aliás, Heavy Metal em Belém é um fenômeno obscuro. Como sempre puxando para o lado terceiro-mundista, as bandas de heavy metal são na verdade "protesto contra os excluídos", com letras mal escritas em inglês, bucefalia em grau avançado, música malfeita e bandas cujo nome saíram de filmes de terror baratos.

O povoado de Belém também ficou em festa com o mais novo sucesso do local. Francisdalvo dos Prazeres, natural de Cametá e radicado em Belém há 24 anos, foi escolhido para ser o mais novo integrante da banda Village People. Encarnará um tipo de personagem chamado "catador de açaí", o qual se integrará aos demais já existentes. A expectativa é enorme porque nunca uma expressão artística caboca alcançou prestígio internacional.

Kimi Räikkönen após escutar nos seus fones de ouvido os primeiros segundos de um tecnobrega

Tecnobrega

Junto com o pagode, uma das piores invenções recentes da música ocidental, ou pelo menos da música nortista brasileira. Também conhecida como um sintoma de bucefalia.

Basicamente conhecida como tecnocorno ou Tecnocorno Music, ou ainda simplesmente como Música de Corno Chique, basicamente retrata uma coisa: a frustração sexual e altamente boiolística de um caboco que foi traido novamente por uma puta e, em vez de sair pra pegar outra mulher, fica se lamentando feito uma bicha louca.

Invariavelmente presente entre podres metidos a besta que acham que estão "bombando" com aquela lata velha que eles insistem em chamar de carro, andando pelo caótico trânsito de Belém, ouvindo uma música de corno manso e sentindo-se o mais machão de todos... Mesmo assumindo publicamente que é um chifrudo de marca maior.

Em dias de festas dessa porra de música, não passe perto dos lugares onde a festa ocorre: o número de bandidos, viciados em drogas, portadores de doenças sexualmente transmissíveis e todo tipo de caboco safado e nojento estará lá em um verdadeiro louvor e culto de cornos mansos e igonorantes. Se mesmo assim você insistir em passar perto, por qualquer motivo, aconselhamos o uso de coletes à prova de balas, lança-chamas, escopetas, lança-mísseis e um bom tapa-ouvidos.

O ritmo é considerado sagrado pelos cabocos, sendo uma das formas de culto local nas já citadas festas de aparelhagem. Nestas festas, são colocadas milhares de caixas de som lado a lado que começam a tocar os "hits" de tecnobrega vendidos pelos camelôs no centro da cidade.

Depois, um caboco para servir de "DJ" com um microfone, e que mais parece animador de festa infantil, mandando abraço pra Deus e o mundo.

Some-se a isso uma versão shareware do Traktor, que pode ser baixada gratuitamente no site Superdownloads (mixagem nem pensar!! O programa é para fazer a lista!) e milhares de vinhetas canalhas gravadas no quintal de casa. Assim se tem uma perfeita festa de aparelhagem.

Se você, belenense, não gosta de tecnobrega, azar o seu, porque todo pobre igonorante, ladrão, vagabundo e safado que more na cidade gosta, e vai não apenas escutá-la, como também o fará em um volume mais alto do que uma bateria de escola de samba. Caso você não goste e não queira se acostumar mesmo assim, existem algumas coisas que podem ser feitas para amenizar seu sofrimento:

  1. Isole-se em um quarto (de preferência o seu) e coloque o rock mais pauleira que você tiver (ou qualquer outro tipo de música que você curta), no volume mais alto possível. Ainda que não sirva para neutralizar os cornos que ouvem tecnobrega, pelo menos você não sente os efeitos.
  2. Vá ao Aeroporto, é o único lugar da cidade sem a menor chance de você ouvir essa porra de música.
  3. Tranque seu quarto, ligue o ar-condicionado no máximo, e os ventiladores idem.
  4. Tome cerveja (ou qualquer outra coisa que possa deixá-lo inconsciente) até cair...
  5. Vá à zona. Mesmo que lá você ouça essa porra, pelo menos vai se divertir...
  6. Use um bom protetor auricular.
A aparelhagem Águia de Fogo

Receita para se tornar um famoso "DJ" de aparelhagem

Para se tornar um ídolo do tecnobrega não é preciso muito (se quiser, você pode até utilizar os mesmos passos pra criar algo que, ainda que muito, mas MUITO vagamente parecido, a cabocada possa chamar de "forró". Funciona do mesmíssimo jeito).

Ingredientes:

  • Crie um nome artístico, abuse dos diminuitivos: "Cledsin", "Robsinho" e Junhinho e tudo que tiver "inho" são exemplos perfeitos da nova mania do momento. Você terá sucesso suficiente para atrair as garotas pipiretes de tomara-que-caia de cor de lã branco-encardido-bege.
  • Um computador minimamente decente para programar tudo com samples pré-definidos (um 386 já é o suficiente);
  • Um teclado canalha;
  • Um caboco (a) que não saiba cantar, de preferência com o já comentado cabelo mostarda (dizem as lendas que eles só fazem figuração, já que as vozes são todas iguais (há uma preferência por vozes de taquara rachada com o timbre modificado no máximo, de forma que não se assemelhe à voz de ninguém, mas quanto mais insuportável soar, melhor);
  • Imitar sucessos estrangeiros (de preferência americanos);
  • Fazer uma foto ridícula no Paint Photoshop, de preferência com um fundo podre, e usar a mesma como imagem de fundo no menu principal do seu DVD (você vai acabar fazendo um eventualmente, mesmo que ninguém conheça sua "banda");
  • Pega-se uma letra semelhante às ambíguas de funk carioca ou uma que relate um amor caboco não correspondido, ou ainda uma letra que faça propaganda da aparelhagem no maior descaramento. Quanto a estas duas últimas categorias, é imprescindível lembrar do passo que diz "imitar sucessos estrangeiros": você pode precisar chupar uma música gringa qualquer e aí é só jogar uma letra nada-a-ver em cima (vide, por exemplo, as trocentas versões bastardas de "Single Lady" da Beyoncé). A não ser que você confie no seu taco e queira meter a cara pra compor;
  • Ter menos de um metro e meio de altura, ser gordinho e ter a cabeça oca e chata;
  • Ter um nível de escolaridade até a quinta série, ser corno manso ou boiola (de preferência os dois);
  • Cheirar maconha/fumar cocaína no café da manhã, almoço e jantar;
  • Nome que comece em Ed. Ex: Edílson, Edielson, Edinho, etc.
  • Também saber criar músicas sobre a periquita da vizinha;
  • Colocar sempre uma marmota no nome, como "Novíssimo Treme-Terra Golden Plus Mega Super Pop".

Bata tudo e pronto, está criado o hit do momento, que irá impregnar jovens mentes cabocas, perverter mães de família e indignar senhoras (não-cabocas, claro). Correm também boatos pela cidade de que o estilo seria uma das criações de Jáder Barbalho e seus sobrinhos (alguns distantes, da Normandia), em uma de suas tentativas de conquistar o mundo, depois que Pinky e Cérebro o abandonaram.

Balneários Próximos

  • Salinas: Já é uma abreviação do nome original da cidade (Salinópolis), e mesmo assim uns frescos passaram a popularizar nos últimos anos a abreabreviação "Sal". A 200 km de Belém, a cidade lota especialmente em Julho, onde suas praias ficam cheias de carros com sistemas de som superdeci-bélicos, e os donos destes disputando entre si qual som tem maior volume, alcance e emputecimento alheio. O pior é que, com o recente crescimento de brega e pagode entre os playboys, acaba ocorrendo uma confraternização destes com os cabocos, que originaram estes ritmos. Quem quer tomar banho de mar tem que andar 3 km pra dentro, por que o mar foge. A nossa sorte é que de vez em quando o mar se vinga e invade o "estacionamento", calando a barulheira dos "tuítis", "tum-tsts-tum-ts" e "subiúfis" superdeci-bélicos.
  • Mosqueiro: Outra opção tradicional para férias dos belenenses, também conhecida como Moscou ou Moscredo e pode-se chamar de Piscinão de Ramos paraense. Suas águas são tão puras quanto as do canal da Doca. Nas férias é o point local dos cabocos da região. O prefeito criança e caboco-por-opção Edmílson Rodrigues barateou a tarifa de ônibus, colocando o preço normal para todos. Como resultado, vimos a esculhambação, roubos, furtos e consequentemente o aumento exponencial de festas de aparelhagem e filhos da puta no local em Julho.
  • Maconhódromo de Algodoal: Belém tem seu maconhódromo também. Algodoal fica a 100 km de Belém e a uma travessia de barco de Marudá. A ilha é famosa pela sua misteriosa neblina que emerge do nada e pode ser vista a quilômetros de distância.
  • Cabocódromo de Outeiro: Se Mosqueiro é o Piscinão de Ramos, nem queira imaginar o que é Outeiro, um cantinho da África Subsaariana no Pará, em termos de desenvolvimento. Nas férias de Julho é outro point dos cabocos. Se você estiver liso, basta pagar a passagem de ônibus local e ir aproveitar as fétidas praias do local.

Referências

Ligações externas

  1. CRUZ, Ernesto. Ruas de Belém: Significado histórico de suas denominações, pág. 34.




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