Bengkulu (província)

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Bengkulu (do indonésio, literalmente, Lar de Cthulhu) é uma das inexpressivas províncias da ilha de Sumatra, sendo o seu território apenas um fiapinho de litoral (e isso porque a ilha inteira de Sumatra pode ser considerada só um fiapo de terra, mas enfim) virado pro oceano Índico, e por falta de território só possui uma cidade, a capital Bengkulu de mesmo nome além da ilha Enggano que era para ser da Austrália mas acabou vindo fazer parte de Bengkulu por engano.

História[editar]

Ritual bengkuluense de dopação de turistas.

A primeira vez que ouviu-se falar de Bengkulu foi em 1985 com a chegada da Companhia Britânica das Índias Orientais na região, caravelas que em 1600 foram sugadas por um vórtice temporal e cuspidas em Bengkulu aleatoriamente, onde então fundaram um vilarejo que deram o nome de "Cu", que no idioma tangamandapiano (língua local) significa Bengkulu, dando assim origem à província.

Foi na região construído o Forte Marlboro, que serviu para absolutamente porra nenhuma, já que nunca existiu um povo que desejasse conquistar aquele pedaço de nada. O local, todavia, por questões de patrocínio, teve que servir de depósito de cigarros que eram exportados para a Astrália onde sempre tem um malandro fumando um cigarrinho.

O local é conhecido por ser a terra natal de Shurato, grande herói local que libertou a Indonésia com a força da amizade. Após sua morte, sua casa na região tornou-se local de peregrinação para a religiosa população de babuínos da Sumatra.

O nome da província teve que ser Bengkulu porque já existia Sumatra do Norte, Sumatra do Oeste, Sumatra do Sul e Sumatra do Leste, então na falta de nomes, tiveram que usar um nome que mais parece a famosa expressão "enfia essa bengala no cu".

Geografia[editar]

Por estar localizado próximo à Falha de Sonda, a província de Bengkulu é vítima de terremotos anualmente, então sua geografia está sempre sendo modificada.

Economia[editar]

A economia da província é baseada na produção de gengibre, atum, bambu e carvão. Absolutamente nada especial ou que alguém realmente se importe, além de pandas que gostam de bambu.