Bernardo Guimarães

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Ele(a) talvez tenha heterônimos, sua "inspiração" vem de um copo de whisky e sua obra só ficará boa quando morrer de tuberculose.

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Cuidado com o molho pra salada!

Dom Pedro IIBernardo Guimarães vestindo sua roupa de noitada

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Você sobre a citação acima

Introdução[editar]

Falaremos agora de mais um daqueles que gastaram todo o tempo de suas pobres vidas sendo pobres, já que escolheram ser escritores por acharem que tem algum dom para esse tipo de atividade inútil... O dito cujo de hoje é Bernardo Guimarães, aquele que consegue ser mais caipira que o Tio Barnabé.

Enfim, ele era mais um romantista idiota que idealizava mulheres, mas ao contrário dos que faziam apologia aos índios e dos que juravam estar criticando a sociedade, este era um grande puxa saco da nobreza da época e, em todos as suas papeladas que chama de livros, ele mostra isso.

Vida[editar]

Bernardo após ler as merdas que escreveu

Minero de Minas Gerais, passou a vida em Ouro Preto, pois seu pai levava a sério demais o nome da cidade e achava que ia ficar rico. Como parecia um baiano e só pensava em sua rede, Bernardo só foi resolver ingressar na faculdade quando já tinha 24 anos e ainda sim não tinha vocação para nada e chegou a ser reprovado por incompetência em sua tese de conclusão de curso. Ficou mais um ano lá de recuperação pra fazer a tal tese que diz tudo, mas nunca diz nada e aí sim pôde receber seu tão sacrificado diploma.

Depois de terminada a tal faculdade, ele vconheceu alguns escritores como Álvares de Azevedo e José de Alencar, vendo como eram atoas e não faziam nada da vida, Bernardo começou a se interessar em ser escritor...Nunca tinha gostado das letras, vide sua grande dificuldade na faculdade, mas pensando em ser um desocupado e só ficar na rede fingindo que está escrevendo pelo resto da vida, ele resolveu então ser escritor mesmo! Logo passou a viver em um ambiente de muita putaria e boemia junto a seus amigos e inspiradores escritores.

Quando finalmente, 100 anos depois tornou se bacharel em direito (por isso que eu prefiro fazer errado mesmo) ele escreveu seu primeiro livrinho de poesias, mas infelizmente (ou não) todos da época odiaram o livro por este ser totalmente satírico e erótico. Foi neste ponto que ele percebeu que para ser famoso o jeito era escrever coisas que puxavam o saco da nobreza mesmo, já que eles eram os únicos da época que sabiam ler e não iam gostar de ler putaria (iam sim) ou coisas que os criticavam.

A partir de então ele começou a escrever ficção, já que não havia verdades boas sobre os nobres, o jeito era inventar coisas e colocar no papel. Por causa de suas ficções Bernardo ficou conhecido como o contador de casos. Todo mundo já sabia que, se algo fora contado por ele, é porque é mentira, nada do que ele disser pode ser dado por verdadeiro.

Ficou mesmo conhecido como "O caipira" ou "O sertanejo" por causa de sua fala analfabeta que predominava seus contos. Não ficou muito famoso como uma pessoa que sabia escrever e tinha verdadeiro talento, mas sim como uma pessoa que conseguiu não morrer de fome mesmo com uma profissão tão...anormal. Mas de qualquer forma, ele nem era só escritor mesmo, foi juiz da infância, deu aulas de latim e chegou a trabalhar até para o imperador. Morreu em 1884, aos 58 anos, sabe se lá do que e como todos os outros escritores, autores e artistas da época, morreu pobre, na miséria e só foi receber qualquer homenagem ou reconhecimento um século após a morte!

Surrealismo[editar]

Lugares frequentados por Bernardo (esperto ele).

Invenção de moda

Para tentar parecer diferente dos outros também escritores daquela época, Bernardo tentou inventar uma nova moda, o surrealismo na literatura. A literatura surrealista se resumiu basicamente à poesias. Bernardo Guimarães teria introduzido no Brasil o bestialógico ou pantagruélico (não me pergunte o significado), que se tratava de poesia cujos versos não tinham nenhum sentido, embora bem metrificados. Digamos então que era algo até bem planejado, mas que no final das contas ficava totalmente nosense e cheio de blá blá blá!

É mais que óbvio que isso não ia dar certo, já que os brasileiros apesar de idiotas e analfabetos em maioria não são tão otários a ponto de ficarem apreciando o nada e falando que está bonito. Dessa forma, as poesias surrealistas de Bernardo não fizeram nenhum sucesso, e nem podiam, já que não tinham sentido algum.

Mesmo com a falta de sucesso com sua nova moda surrealista, ele não parou e foi considerado por isso o precursor do surrealismo no Brasil. O que é de se espantar é ele foi realmente o único que fizera isso (tinha tempo) e mesmo assim foram poucas obras desse caráter (graças a Deus).

Obra[editar]

A obra de Bernardo que de tão interessante virou até novela

Bernardo estava meio que envolvido com um monte de coisas sem sentido algum (e não era o único) então não teve muito tempo para escrever tudo o que tinha vontade... De qualquer forma ele escreveu muitas coisas inúteis e gostaríamos nós, meros mortais, que ele nem tivesse tido tempo para escrever tudo isso. As obras mais importantes dele foram A escrava Isaura e O Seminarista, mas também vale destar algumas outras coisas (ou não).

  • A escrava Isaura: É ao mesmo tempo o romance mais famoso e mais criticado de Bernardo, ninguém teve saco o suficiente para ler o livro inteiro, já que este é muito pedante e não é possível nem virar a página sem dormir. Mesmo sem ler todo mundo já deve ter cansado de ver, já que passou como novela na Globo umas duzentas vezes, no SBT umas 100 e na Record mais de oito mil...Todos sabem daquela velha estória da escrava branca que era gostosa e deixava o patrão com desejos ardentes por ela, o que irritava o patrão, a patroa, os outros escravos e até ela mesma. A trama, apesar de não parecer termina com uma tragédia, que se você quiser saber vai ter de ler o livro. O livro fora muito criticado porque se tratava de uma defesa ao abolicionismo e um puxa saco da nobreza não pode ser abolicionista, então Bernardo quase fora para a forca por causa desse livrinho aí!
  • O Seminarista: Não é tão bom quanto o de cima, mas foi muito mais bem aceito pela sociedade por economizar nas críticas aos ricos...Este muitos ainda não conhecem porque o livro é tão chato para se ler quanto o anterior e este ainda não fora protagonizado em nenhuma novela (e nem será, já que a estória é chata e não daria audiencia alguma). Falando por cima, ele fala de uma mulher que se apaixona por um rapaz que é trouxa e quer ser padre, aí ele vira padre mesmo e não pode ficar com ela e fica o livro todo girando em cima disso e não chega a lugar nenhum. A única coisa que pode soar interessante, é a crítica ao celibato dos padres e tal, mas, como ninguém quer saber disso, o livro fica meio no anonimato mesmo.
  • O Garimpeiro: É também um dos livros de Bernardo que nunca fizeram - e nem farão - sucesso porque são um pé no saco e ninguém está interessado em fazer novela sobre. Fala sobre um carinha que se apaixona pela filha de um fazendeiro, mas para ter qualquer relacionamento sexual social com ela era preciso que ele tivesse grana, como ele não tinha, resolveu trabalhar em um garimpo para ver se conseguia algo. É também mais uma das tentativas de criticar a escravatura.
  • Cantos da solidão: É como se fosse um livro feito ao estilo Marília de Dirceu, é claro que ele não foi tão malvado como Tomás Antonio Gonzaga e não fez mais de oito mil versos. Os cantos são poesias, mais ou menos grandes (dá a maior preguiça de ler) que contam uma estória. Esses cantos contam uma trama de amor muito mal sucedida em que o eu lírico termina sozinho no final.

Curiosidades[editar]

Uma boa pergunta...

Já fora dito que Bernardo era muito amigo de José de Alencar e Álvares de Azevedo, ele era tão amigo que resolveu até compartilhar ações de livros dos dois com a vida real. Por exemplo, a casa satânica da noite na taverna era frequentemente frequentada por Álvares e Bernardo era também um grande frequentador e admirador da tal casa.

Além disso, ele ficou conhecido por ser o único poeta que não gostava de estudos, fazia de tudo para evitar os livros e cadernos e só gostava de ver qualquer folha em branco quando estava realmente inspirado a escrever. Só não perdeu todos os seus anos de faculdade porque morava junto a um velho ranzinza que sempre jogava ele para fora da cama e até ameaçava a expulsá lo da casa se ele não fosse para a escola diariamente (isso que é aplicação).

Muitos perguntam também se Bernardo Guimarães foi algum parente do também escritor, o simbolista Alphonsus de Guimaraens. Na verdade eles não tinham nada em comum na escrita, mas eram sim meio parentes, o senhor Alphonsus tinha fortes atrações pela filha gostosa de Bernardo, que era sua prima. Mas ela morreu e ele nem ficou com ela (isso porque não era um romantista).