Beto (gíria)

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PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um ishtränho vinho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe


Pewds Milionário.jpg Ai que nojo, é de prástico!!

Este artigo é rico e seu autor só compra coisa chic. Seus advogados estão de olho em você, então não vandalize! Pobre? Tenho nojo de pobre, tudo o que tem é feito de prástico...

Vamos, meu bem, meu tempo vale ouro!

Cquote1.png Odeio betos! Cquote2.png
Dread sobre Beto

Cquote1.png Eu curto, ó maninho. Bons assaltos. Cquote2.png
Mitra sobre citação acima
Cquote1.png Modah windah! Adowuh xer betah! Cquote2.png
Pita sobre Beto


O Beto é uma praga que prolifera por esse Portugal fora, especialmente, junto a famílias abastadas, se bem que tem alta afluência entre a classe-média adolescente e pobres vulgo alpinistas sociais.

O que é essa porra?[editar]

O "Beto", palavra proveniente do Latim Homo Betus Ricus, pode ser considerada como a 11ª praga egípcia da Bíblia cristã: antes, o conceito de "Beto" era de fácil definição, sendo restrito aquilo que se intitula de "Beto Puro-Sangue" (ver mais abaixo), contudo, com a evolução dos tempos, o Beto deixou de se cingir às classes altas da sociedade e infiltrou-se nas outras, principalmente na classe-média.

Isto é uma típica Beta Puro-Sangue (e "Betinha Pullover") aqui há alguns anos atrás: agora mais parecem a Paris Hilton.

Há quem pense que o Beto é aquele aluno de mérito, "certinho" e que vai entrar numa das universidades de topo do país: isso é um Nerd (convém fazer esta distinção). A prática da "compra de notas" já não é restrita aos Betos puro-sangue, pois há muitos papás que se deslocam até às escolas desse Portugal fora a implorar aos professores que passem os meninos, ou muitas meninas que dão o cu para terem 18's a várias disciplinas. Contudo, mencionar que frequenta o ensino privado é uma marca de poder na cultura beta, e se, "acidentalmente" revelar a quantia que o papá paga de mensalidade, isso é a cereja no topo do bolo! Para o Beto, qualquer escola abaixo do Externato é lixo e coisa de pobre: o quê? Eu a partilhar o meu espaço escolar com pretos e ciganos? Escola pública!? Que horror! Caso andem no ensino secundário público, terão sempre de ser "liceus" com "boa reputação" entre a betalhada, como um Pedro Nunes ou um Camões (em Lisboa) ou um Dona Maria (em Coimbra).

Apesar de ser um "menino de colégio", o Beto tem de ter o seu lado boémio e decadente (para se distinguir dos atrofiados com notas de 20 que um dia serão seus subordinados na empresa do papá que vai herdar); pelo que às sextas-feiras à noite vai snifar umas linhas de coca e beber uns Gins tónicos para a Discoteca Lux com as "Tias de Cascais", amigas da sua mamã, ou para o Garage; talvez isto seja a típica boçalidade e o lado animalesco da adolescência a vir ao de cima, ou pertencem ao tipo do "Beto revoltado". Como o Beto se acha muito "rebelde" e "bué-da-fixe" (mesmo ao estilo Morangos com Açúcar), instituiu-se que beber, fumar e vomitar atrás de Volvos e Audis são actos "cool". Se a Beta conseguir que dois seguranças a carreguem ao colo até casa, por estar demasiado bêbada para andar, é o cúmulo do "cool".

Outro elemento primordial entre a Betalhada é o "grupo": um beto sozinho não passa de uma criatura estúpida e colorida, agarrada ao telemóvel a enviar mensagens compulsivamente. Por isso tem de pertencer a um grupo, que deve consistir em 5 ou 10 betos, de preferência os mais populares da zona, e são os "melhores amigos" e as "melhores bestas à face da terra"... pelo menos até outros betos se tornarem mais populares e o beto ir a correr tentar integrar-se nesse grupo. Mas adora dizer que "ama os seus amigos!" e colocar o nome completo deles na lista de interesses do Facebook. Os grupos betos caminham muito juntos uns dos outros e, por vezes, as betas soltam guinchos estridentes (como gatas com o cio), e vão observando as pessoas que passam, para depois comentarem uns com os outros que "aquele não tem ténis de marca" ou "o telemóvel não é topo de gama" ou "aposto que aquela comprou aquele vestido na Feira de Carcavelos, que pobre!".

As Betas de hoje em dia parecem-se mais com isto.

Falando em telemóveis... estas máquinas dominam o Mundo Beto. Fora as saídas nocturnas á sexta e ao sábado à noite, e umas idas casuais às praia "chiques", a vida beta é maioritariamente processada dentro de um computador ou de um telemóvel. E eles têm sempre o mais recente modelo que se encontra no mercado, quer seja iPhone, Samsung, Nokia, Motorola, ou o raio que os parta! Quem não tem telemóvel que tire fotografias que nem uma Canon profissional, não é beto! De certeza que já viram um beto a escrever compulsivamente no ecrã da gerinçonça que nem um maníaco. Estavam provavelmente a falar com o namorado Afonso Maria ou a amiga Constança Carlota sobre alguma dramática situação de liceu. Quem sabe se eles não acabaram de ver um tipo com uma meia de cada cor?! Isso tem que ser partilhado no Facebook.

Nomes[editar]

Esta gente pode ter tudo o quanto é nome. Contudo, maior afluência nos chamados "nomes de rico".

Seguem, no mínimo a fórmula: Nome Próprio1 + Nome Próprio2 + Apelido da Mãe1 + Apelido da Mãe2 + Apelido do Pai1 + Apelido do Pai2

  • Exemplo:
  Maria do Carmo de Albuquerque Massamá dos Borges e Resende
  Tomás Lourenço dos Prados Brasão e Magalhães Queiroz

Sistema de Castas[editar]

A Realeza da Betalhada: o "Beto Puro-Sangue"[editar]

O brinquedo favorito do Beto Puro-Sangue.

Proveniente das "grandes" famílias portuguesas, o Beto "puro-sangue" descende sempre dos Albuquerques, Mellos, Mascarenhas, Bettencourts, De Souzas, Resendes, Dos Prados, etc... E tem de ter um nome com, pelo menos, sete apelidos de família a indicar a sua origem nobre. Os papás e os vovôs são o seu resguardo: sempre que se envolve em confusões, basta ao Beto dizer "Espere até o meu pai saber acerca disto!" ou "Você sabe quem é o meu pai?" - estas palavras mágicas fazem desaparecer todos os problemas (incluindo do foro legal) da vida do Beto puro-sangue, colocando as culpas noutro ou apagando a ocorrência ("Perdão, senhor doutor. Foi um engano, claro.").

O principal foco da realeza da Betalhada nacional puro-sangue é Cascais e Sintra, ainda que os negócios da família estejam em Lisboa e, possivelmente, no Porto. Em Coimbra, proliferam os Betos puro-sangue da Medicina e do Direito, obviamente. Geralmente, o papá é empresário de negócios obscuros e a mamã é uma socialite desocupada, repleta de cirurgia plástica, que passa os dias às compras e no ginásio, enquanto é traída com a empregada doméstica ou com putas de luxo, até ser trocada por uma modelo 30 anos mais nova.

Clássico Beto puro-sangue, também um espécimen do "betinho pullover".
Típica mãe de todo "Beto puro-sangue".

O Beto puro-sangue é um ser tão bem-educado e proveniente dos melhores colégios privados do país que trata todas as pessoas por Você; claro que o Beto puro-sangue só se relaciona com pessoas do "seu nível", de "boas famílias" e com muito dinheiro no banco proveniente da fuga ao fisco e de contas off-shore na Suíça. A pobretanas que nem Você, o Beto puro-sangue não diz "bom dia", nem "obrigado" nem "por favor", quer dizer, querido, você é da Plebe, e existe para me servir. Os serviçais (conhecidos como "lambe-cus") dirigem-se ao Beto puro-sangue como "senhor doutor" ou "senhor engenheiro" (e este insiste em ser tratado assim), mesmo que não tenha nenhum Doutoramento e a sua Licenciatura tenha sido comprada pelos papás em alguma Universidade Privada gerida por "amigos" seus. Alias, as únicas faculdades públicas permitidas ao Beto puro-sangue são a Faculdade de Medicina e a Faculdade de Direito, ambas da Universidade de Coimbra, pelo prestígio que ostentam, e após os papás terem subornado pago pelas notas do Ensino Secundário, para os meninos terem média para entrar nos respectivos cursos.

Obviamente, o Beto puro-sangue continuará o eterno ciclo de revanchismo da classe alta sobre as classes mais baixas, exercendo profissões como Médico, Juiz, Advogado (mas só se for dos seus amigos empresários), Embaixador, Político (geralmente de Direita), Empresário (que levará as empresas fundadas pelos seus antepassados à ruína por má gestão).

A Praga da Betalhada: o "Beto Classe-Média"[editar]

Sem um nome sonante de família por trás, o Beto da classe-média tem de se esfolar para subir na vida e vê-se obrigado a almoçar sandes no bar da escola durante um mês para poupar os tostões da mesada que recebe para comprar o pólo Lacoste. Contudo, com as chamadas "lojas de fast-fashion" a copiar modelos de grife da moda das Betas puro-sangue, as de classe média já podem comprar imitações na Zara ou na H&M. Tal como os Betos puro-sangue, vivem no mundo das aparências, mas sem o dinheiro para o sustentar: podem preferir viver num barraco mas ter um Mercedes, um Audi ou um BMW à porta (que nem garagem têm). O seu sonho é a união com os Betos puro-sangue, o que nunca vai acontecer, já que estes casam entre si.

O Beto de classe-média apenas anda num colégio privado porque este tem contracto de associação e os pais pagam menos: quando o Governo decide acabar com a palhaçada, o Beto de classe média vai para a televisão nacional fazer figura de otário enquanto é gozado pelos Betos de sangue-puro (estes pobres querem ser ricos e nem têm dinheiro para manter o lifestyle!). Geralmente são filhos de gente frustrada porque nunca conseguiram enriquecer, então têm o futuro do menino bem delineado: entrar numa boa universidade e para um curso que dê dinheiro, com Medicina à cabeça das preferências. Quando terminar a sua Licenciatura, vai exigir que todos se dirijam a ele como "senhor doutor" ou "senhor engenheiro".

Entre os Betos de classe-média proliferam os Brazes, que, como não têm o dinheiro nem a herança familiar dos "puro-sangue" viram as suas atenção para se tornarem os mais populares das escolas que frequentam, deslumbrando os "Betos Pobres" com as suas roupas compradas na Mango: para o Beto pobre, dar 25 euros por uma camisa é muito dinheiro. Contudo, os mais ambiciosos vão tentar fazer amizade com os "Salvadores Maria" e as "Marias do Carmo" desse país, tudo na esperança de serem convidados para as suas festas do Jet7 e beber Moët & Chandon pelo menos uma vez na vida.

O Parasita da Betalhada: o "Beto Pobre" (mais conhecido como "Alpinista Social")[editar]

Recurso utilizado por Betas pobres para chamar a atenção dos Betos puro-sangue.

Sem pertencer a uma família "de nome" a nível nacional ou internacional, e sem dinheiro, o que fazem estes aqui? Passando a explicar: o Beto pobre, de um modo geral, nasceu sem recursos financeiros mas foi abençoado com bons genes (ou adquiriu-os com recurso a artificialidades, no caso das mulheres com soutiens push-up ou almofadados, por exemplo).

O Beto Pobre tem sempre vergonha das suas origens, tentando ocultá-las ao máximo: estes meus pais, se tivessem trabalhado mais para subir na vida, tinha nascido rico! Tentando pegar em exemplos concretos, a personagem da Maria Laurinda da telenovela da TVI "Tempo de Viver" é o melhor exemplo de um espécimen desta casta: pobre, fingia-se passar por rica e até inventava que vivia numa mansão, enquanto tentava dar o Golpe do baú num Beto revoltado (que mais tarde se viu que era Gay).

Então, o único recurso que está ao alcance do Beto Pobre é o de teor sexual mesmo: vai-se aconchegando nos Betos puro sangue até conseguir dar o Golpe do baú em algum mais inocente, mas só conseguirá se suceder em ludibriar os papás, pois estes não aceitam "rélé" na família: antes ver o meu filho na reabilitação do que a namorar a Plebe! Portanto, o Beto Pobre vai utilizar mil e uma artimanhas para se fazer passar por rico, para se conseguir integrar no "lifestyle" dos Betos puro-sangue: desde "comprar" roupa de grife a crédito e devolver no dia a seguir, a ir fazer um test-drive de Mercedes, roubando o carro durante uma hora para ir ter com os Betos puro-sangue a quem quer enganar, frequentar festas "chiques" sem ser convidado (mas fingir que foi)... Enfim, as técnicas desta casta são múltiplas. O objectivo final é sempre o mesmo: fingir ter uma vida e uma fortuna que não tem, para conseguir dar o golpe.

Mas nesta casta não se incluem apenas mulheres, mas também homens, geralmente gays, que tentam extorquir os Betos puro-sangue que, secretamente, gostam de levar de empurrão, de modo passivo. Como as aparências são tudo para o Mundo Beto, nenhum Beto vai querer que se descubra que, na verdade, ele gosta mesmo é de banana split, uma vez que se encontra casado com a única descendente viva do 5º Conde de Mascarenhas. O gay alpinista social pode gerir uma vida de luxos só com base na chantagem de Betos puro-sangue, que lhe pagam fortunas para que ele mantenha a boca calada face à sua mariquice.

Tipos de Beto[editar]

Típica festa em casa do "Beto puro-sangue".

Betinho Pullover[editar]

Este é o clássico Beto: só se veste com marcas do género Quebramar, Sacoor brothers, Lacoste, Ralph Lauren e afiliados. É assim designado pelo uso abusivo de pólos, camisas e camisolas de malha (pullovers), geralmente usadas atadas em torno do pescoço, por razões que vá-se lá saber quais são. Também podiam ser chamados "betinhos sapato de vela", porque é o seu calçado de eleição, juntamente com calças de pregas, de preferência beges, também conhecidas como "calças de tio". Ou seja, é ter 20 anos e vestir-se como se tivessem 50, no chamado "estilo de pai".

O cabelo parece ser transversal a todos os betos: o chamado "franjinha-capacete" ou "cabelo à fodasse", mas nos "Betinhos Pullovers" também é comum usar o cabelinho penteado para o lado, colado à nuca com gel comprado no salão de cabeleireiro do Eduardo Beauté.

As "Betinhas Pullovers" são semelhantes ao seu equivalência masculino: uso abusivo de pólos, camisas e camisolas de malha, juntamente com as clássicas calças de pregas ou saias pelo joelho, geralmente em tons de rosa e com uma mala da Chanel ao ombro. Este tipo de Beta também revela uma particular preferência por brincos e colares de pérolas e bandoletes na cabeça.

Beto Caviar[editar]

Beto caviar a bordo do seu iate no Sul de França.

Afiliado com o "Betinho Pullover", este tipo tem gostos muito "chiques" e "luxuosos": este Beto é requintado. Amante de viagens, é sempre dono de um iate que esteja na Marinha de Vilamoura e proprietário de uma vinha (onde a única porra que faz é provar vinho), e adora tudo quanto seja experiência náutica (talvez isso explique a sua obsessão por vestir branco, azul-escuro, preto e cinzentos). Tem a sua veia intelectual, é comum vê-lo a ler algum livro a bordo do seu barco e é um apaixonado por Arte: os grandes colecionadores privados de Arte são sempre Betos Caviar (ainda que a sua ocupação profissional não tenha um pintelho sequer a ver com Arte).

O Beto Caviar costuma ter um Mastim Napolitano ou um Dálmata como animal de estimação, ainda que os mais perfumados prefiram os Yorkshire Terrier, para ter no colo enquanto leem o seu livro de poesia. Tem uma estranha preferência por camisolas de gola alta e sapato oxford, e opta por perfumes com "notas de madeiras e tabaco". O Beto Caviar também fala com todo o género de "requinte vocabular" para demonstrar a sua classe e literacia.

fuma charutos importados de Cuba (ou cachimbo) e bebe vinho italiano, poliglota (sabe falar umas 7 línguas, no mínimo) e é tão perfumado, letrado e galã que possivelmente é Gay. A sua casa parece saída de uma revista de decoração de interiores, já que ele não olha a despesas quando o assunto é conforto e luxo, e tudo da melhor qualidade possível mesmo que aquela mesa de mogno dos Alpes custe o suficiente para alimentar uma família de 5 pessoas durante um mês inteiro, e ainda pagar a conta luz, da água e do gás. O Beto Caviar costuma ter uma estranha fixação com madeiras e cores escuras, parece saído de um anúncio publicitário da Giorgio Armani.

Barbies e Kens[editar]

Beta "Barbie", também conhecida como "Popstar".

Os "plastificados", ou seja, aquilo a que no Brasil se chama de Patricinha. Estes são do género Paris Hilton: exuberantes, loiras burras e "fashion victims", ou seja, ainda mais idiotas do que os "Betinhos Pullover". Este tipo nos últimos anos começou a optar pelo uso diário de maquilhagem à prova de água, uma vez que as luzes das discotecas estão cada vez mais fortes e faziam a base escorrer pela cara abaixo. São o cliché dos "reis da escola populares" em todos os filmes norte-americanos para adolescentes.

O nome deste tipo não é de difícil adivinhação: basta olhar para um espécimen para perceber o seu ar "plastificado", louro descolorado, pele tipo tosta, mamas à altura do queixo e maquilhagem com 2 centímetros de espessura (se alguém passasse uma espátula naquela cara tinha-se material suficiente para cobrir um bolo). Mas, como a burrice não escolhe cor de cabelo, também existem morenas/os neste tipo.

Fútil e materialista ao extremo, este gosta mesmo é de gastar a fortuna dos papás em roupa e festas. Tem sempre um rol de seguidores alucinados atrás e é quem dita todas as tendências entre os Betos. Ambos, Betos e Betas, frequentam ginásios, os mais caros e "chiques" da sua zona, mas os Betos tendem a ser todos bombados (talvez com a ajuda de esteroides), enquanto a Beta, em algum ponto da sua vida, vai colocar Silicone nas mamas e no cu, e, de certeza, que aos 10 anos já fez a sua primeira lipoaspiração. Nada neste tipo de Beto é natural, e são adeptos de cirurgia plástica, tanto que antes de chegar aos 40 já parecem a Lili Caneças.

Contudo, nos dias que correm, a "Barbie" e o "Ken" também se infiltraram na classe-média, com pitas e putos a fingir que são ricos e com a mania que são Top Models, com as suas caras cobertas de base, cabelos esticados, soutines push-up, calças alapadas ao pacote e saltos altos de 10 centímetros (no mínimo), que se pavoneiam pelas ruas desse Portugal fora, abandando as ancas e empinando o rabo, na esperança que todos olhem para eles, mas fingindo-se de difíceis: só pego quem for rico, 'tá, querido? Falam com uma voz afectada e nasalada, fingindo ser de Cascais, e acham-se muito "chiques" e "ai-querida-não-me-toques" mas são só ridículos, ainda que idiotas burros como Você fiquem babados sempre que veem uma Beta Barbie por aí.

Braze[editar]

O beto que acha que é "rebelde" e "desportista".

Crystal Clear app xmag.pngVer artigo principal: Braze

Beto Revoltado[editar]

Bruna Surfistinha: um exemplo de uma Beta revoltada que virou Puta de luxo.

Fico com uma lágrima no canto do olho só de escrever acerca deste tipo de Beto (Ou não): coitadinho, é o "pobre menino rico", cujos papás nunca estão em casa, porque estão demasiado ocupados a ganhar dinheiro para sustentar os seus caprichos e o menino fica revoltado porque nunca tem a sua atenção e só recebe um cartão de crédito com plafond ilimitado.

Como tal, este Beto vai revoltar-se e virar a maior Attwhore da zona: desde consumo de drogas, a homossexualidade assumida, a envolver-se em porrada nas discotecas "chiques", fazer filmes porno caseiros, ser fotografada nua para a Playboy, virar Puta de luxo, espetar o Lamborghini do papá... ele vai fazer de tudo para arrastar o nome da família para a lama! Enfim, armar escândalo é a sua especialidade, tudo para se vingar dos seus papás mauzões.

Depois de fazer "trinta por uma linha", este tipo de Beto acabará por ir parar a uma clínica de reabilitação chique, juntamente com os outros Betos revoltados, filhos de papás ricos e de "gente importante", e tem sessões de terapia com os Psicólogos mais "chiques" de Portugal, onde se lamenta da "triste e miserável" vida que leva, como é tudo uma hipocrisia, como o dinheiro não trás felicidade, que está cansado de chorar dentro do seu Porsche... Isto tudo enquanto diz que os pobres é que têm culpa da sua condição, afinal, ninguém os mandou nascer pobres, não é?

Betó-Alternativo[editar]

Se esta casta tivesse um slogan seria algo do género: podes tirar a roupa de Beto, mas não tiras o Beto da pessoa . O "Betó-Alternativo" gravita em torno de criaturas da sua laia, uma vez que ninguém do universo ao qual eles dizem pertencer não lhe dá qualquer tipo de credibilidade, pois não passa de um Poser, e diz coisas do género: Só uso botas Doc Martens, pólos da Fred Perry e óculos de sol da Ray Ban! Usar roupa sem ser de "marca"? O quê!? Eu!? Alguma vez?

Esta fracção tem as mais variadas nuances: desde putos que andaram no colégio privado, até Brazes durante o Secundário, que, das duas uma:

  • Ou chegam à universidade e viram "alternativos" depois de ingressarem num curso de "Artes", do género Arquitectura, Design e afins;
  • Ou ainda durante o Secundário começam a achar-se muito "diferentões", ainda que se vestiam de modo igual a toda a gente num raio de 50 quilómetros (porque os papás não deixam ter um estilo "diferentão").

Será sempre um Beto pois a sua mentalidade continua a ser a de um, independentemente de andar vestido como um Punk ou não (colocar "pseudo" antes de "Punk"): contudo, em algum ponto da sua idade adulta voltará a vestir-se como um Beto. De um modo geral, costuma estar afiliado com o tipo Beto Revoltado, que apenas de veste assim para contrariar e chatear os papás.

Você pode testar aqui mesmo se é um Beto ou não[editar]

  • 3. Você só se relaciona com pessoas do "seu nível" ou ricas?
  • 4. Uma das suas ocupações favoritas é gozar com os outros por causa de bens materiais (roupa, calçado, etc.: ou seja, que se vistam de um modo diferente do seu e do dos populares)?
  • 5. Você compra sua roupa de acordo com aquilo que todas as pessoas "populares" usam?
  • 6. Ser popular, giro, rico e magro é tudo o que é importante na sua vida?
  • 7. Você só compra "roupa de marca", ou queria que assim fosse?
  • 10. Você acha completamente normal eu estar a referir-me a si enquanto "Você" mesmo sabendo que não somos brasileiros?


Se você respondeu "sim" a 1 ou mais questões: Você é um Beto e um otário de merda.

Afiliados[editar]

Mirror2.jpg Conheça também a versão oposta de Beto (gíria) no Mundo do Contra:

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MainardiInv.JPG Este artigo se trata de uma personalidade mortalmente, incrivelmente e filhadaputamente odiada!
A casa dessa pessoa vive quebrada e pichada.

Conheça outros filhos da puta clicando aqui.
Putz, além de Beto (gíria) andando por aí você vai ter o azar de encontrar também:
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