Black Mirror

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Ei, pode continuar lendo! Isso aqui não tem a ver com a série...

Black Mirror é uma série de... como o próprio nome sugere, humor negro, e é produzida com o objetivo de demonstrar que, às vezes, algumas tecnologias podem causar uma baita tempestade de merda na vida das pessoas. Ou então que, por mais que a tecnologia cumpra seu papel e as coisas funcionem direito, o ser humano é a verdadeira praga justamente por não saber (ou não querer) ler o manual até o fim e/ou não utilizar os recursos da maneira esperada.

Em cada agradável episódio desta série que tem a intenção de ser altamente perturbadora, pode-se perceber duas coisas logo de cara: a maconha fornecida aos produtores é das boas, e certos personagens se fodem bonito. Nem mesmo os protagonistas escapam da regra.

Episódios[editar]

Como o tempo aqui não significa coisa alguma, é possível assisti-los de trás pra frente, de frente pra trás, de qualquer jeito e em qualquer ordem, devido à evidente falta de continuidade dessa bagaceira. Vez ou outra, aparece uma referência de um episódio no outro; mas ainda assim, vale lembrar que eles não possuem qualquer relação, e que se essas referências realmente existem, na verdade são FNORD e foram plantadas de propósito na sua mente pelos iluminights.

Gtk-paste.svg.png Aviso: Este artigo ou seção contém revelações sobre o enredo, como o fato de que não há um enredo linear. Portanto, veja o que acontece em cada episódio por sua conta e risco.

1ª temporada[editar]

"Paintificação" de uma das melhores cenas do primeiro episódio. Convenhamos que o negócio já começou em grande estilo.
  • O porco nacional: Certa vez, o primeiro-ministro inglês se deparou com uma delicada situação. Deixar que uma princesa/condessa patricinha recém-sequestrada fosse executada, ou enrabar um porco em plena rede nacional? Sim, é isso mesmo que você leu. Ser ou não ser, eis a questão... Enfim, depois de muito enrolar e choramingar, um de seus comparsas até tenta dar um toco em quem a sequestrou, contratando um ator pornô pra fazer o papel de dublê do político e comer o suíno no vídeo. O problema é que, de alguma maneira, a trapaça é descoberta; daí então o primeiro-ministro fica desesperado ao receber um dos dedos da menina empacotado, e resolve comer o animal. Depois do ato, ele fica sabendo que ela foi solta antes... puta trollagem. E o dedo nem era dela.
  • Quinze milhões de milhas: O ambiente desse episódio parece ser o sistema carcerário perfeito. Nele, o povo confinado só existe mesmo pra gerar energia pedalando, e acabou. Todo dia é isso. E tudo de que precisam (alimentação, pasta pra escovar, a descarga da merda e outras bugingangas) tem que ser pago com o valor das milhas que pedalaram, olha só que vantagem! Desta vez, o personagem é um negão que herdou as milhas do irmão, mas acaba gastando tudo só pra mandar aquela gostosa que ele viu pra um programa interno de talentos (no estilo do Ídolos). Só que os jurados não a aceitam, e ela acaba indo pro ramo pornográfico dar outras coisas que não são a voz. Frustrado, ele dá uma de Usain Bolt da bicicleta e resolve pedalar quinze milhões de milhas, tudo de novo... só pra ter uma chance de chegar perto dos jurados e ameaçar se matar, ao vivasso. Mas como um deles percebeu que ele é covarde demais pra isso, reconhece a atuação do nego e resolve contratá-lo para que este faça propagandas depressivas com o vidro no pescoço.
  • A história inteira de um corno: Neste episódio, aparece uma tecnologia super inovadora da Polishop. É um implante no formato de um feijão que, através de um controle manual, permite que as memórias do sujeito sejam projetadas. Olha só que barato. Só que aí, um certo cara resolve investigar a vida da esposa, e... Pimba! Ela desconversa e tudo o mais, rola um sexo de reconciliação por causa da briga. O bizarro disso é que, como ela também possui o implante, eles trepam, e trepam de novo assistindo eles mesmos (???). Enfim, uma putaria total. Porém, como chifre é que nem consórcio (um dia você é contemplado), o maluco resolve analisar direitinho os detalhes, e pega ela na mentira. Depois de dar um pé na bunda da rapariga, ele passa a sentir um vazio. Claro, porque ela levou todos os móveis.

2ª temporada[editar]

  • Volto na outra vida: O homem parte, morre, e deixa sua mulher sozinha. Até aí, tranquilo. Vida que segue. Mas não: mal sabia ela que o inferno estava prestes a começar quando aceitou uma proposta em pleno velório. Como não soube lidar com a perda, a viúva resolveu cometer a idiotice de mandar os dados do finado para uma aplicação que tem a única função de copiar o sujeito em tudo. Isso mesmo. Tom de voz, respostas, piadas. Com o tempo, ela passou a acreditar que o marido estava realmente dentro do celular, chegando a um estado bem paranoico. Cansado de ser tratado como um Tamagotchi, o sistema revela que, caso positivo, está pronto para a próxima fase (ainda que experimental). Assim como o esperado, a mulher não pensa nem duas vezes. Um tempo depois, ela recebe um andróide (não um Android, um ciborgue mesmo) por Sedex e segue as instruções de ativação, que são: colocá-lo numa banheira, adicionar água, açúcar e o elemento X. Feito isto, quem sai de lá é uma cópia do marido dela, e pra aumentar ainda mais a desgraça, ela descobre que está grávida (mas isso depois de transar com o robô). Quanta putaria, viu?
  • Urso branco: Esse episódio começa meio sem noção. Isso porque a suposta protagonista acorda amarrada numa cadeira sem saber bulhufas do que está ocorrendo. As pílulas no chão sugerem que ela se drogou pra valer, mas como nem o próprio nome ela sabe (e se soubesse, não seria Cássia Eller), ela começa a investigar o ambiente depois que tá soltinha. Vê um bagulho estranho na TV. Do lado de fora da casa, ninguém parece dar uma foda pros pedidos de ajuda dela, mas mesmo assim todos ficam filmando a louca. Então, do nada, surgem sujeitos querendo matá-la, no melhor estilo serial killer e tudo o mais. Ela resolve fugir com a única pessoa que parece ter a cabeça no lugar: outra mulher, desta vez mais atraente. Porém, no fim, quando ela acha que matou um dos sujeitos, é revelado que são todos atores, que o lugar na verdade é um parque de exposições... e que a drogada (na verdade cúmplice de assassinato) é a atração principal! Todo mundo que estava filmando passou a tacar bosta. Depois do desfile forçado, ela teve as memórias apagadas e voltou pra mesma cadeira de novo.
  • O momento do besta: Waldo é um desenho animado de um ursinho azul zoeiro inventado por um cara qualquer que quis dar uma de humorista. Detalhe que esse personagem fala mais palavrão do que todo o elenco de South Park junto. Até aí, legal. Só que ele resolve tirar sarro dum político careta qualquer, e até fica de marcação com o sujeito. Façamos uma pausa aqui: como no episódio anterior praticamente não teve sexo, é preciso compensar, não é verdade? Pois bem, o criador do Waldo trepa com a rival do candidato. Pra aumentar ainda mais a avalanche de merda, o imbecil apela para que não votem em seu personagem, mesmo com todo mundo fazendo isso. Ainda assim, Waldo tira o segundo lugar no total de votos, e seu criador é despedido e trocado por um outro cara (o que estava antes virou um mendigo).

Especial de natal[editar]

Este aqui começa com dois sujeitos dentro duma cabana, num frio de rachar (felizmente, eles não sentem atração um pelo outro). Um deles é mais tímido, já o outro começa a contar suas histórias, do tempo que ajudava os virgens a chegar nas minas... isso graças à uma tecnologia que o permitia ver o que estavam vendo e dar dicas pros tapados. Mas não apenas esta: ele também trabalhou com outra que colocava em um aparelho uma cópia da consciência de uma pessoa. Que loucura!

Ouvindo tudo aquilo, o outro decidiu se abrir... quer dizer, contar sobre sua vida. Ele tinha uma peguete e era feliz, até o momento em que resolveu pressioná-la a construírem uma família juntos. Ela tomou uma atitude drástica: bloqueou o cara. Não apenas bloqueou da rede antissocial, mas bloqueou da vida! Um passou a ver o outro como um borrão cinza irreconhecível (até em fotos impressas) e não ouvir mais coisa alguma deste. Tempos depois, o bloqueio do pobre homem some, mas isso porque ela só morreu num acidente mesmo, deixando uma filha. Sabendo disto, ele passa a perseguir a criança e descobre que o avô é quem cuida dela, e por alguma razão confessa que matou o véio.

Após tal confissão, o outro cara revela que, na verdade, aquilo é uma realidade aumentada, que estão no xilindró e que só queria era ouvir isso mesmo. Então, ele sai da cópia da mente do criminoso, e fica sabendo que foi bloqueado por todo mundo. Enquanto isso, na cabana, o doido resolve testar se aquilo é real e joga o rádio no chão, que quebra mas volta cada vez mais alto. Aí depois ele só desiste e fica encolhido no chão.

3ª temporada[editar]

  • Queda feia: A tecnologia dominante da vez é um sistema de avaliações, onde as pessoas dão notas para tudo, até para outras pessoas. Em uma escala de zero a cinco. Pois é, vai dar merda isso... No início desse episódio, a protagonista tinha uma nota de 4.2, e presenciou uma pessoa do seu local de trabalho ser demitida porque a nota desta baixou pra cacete. Voltando para as hipocrisias, a mulher só recebia nota positiva porque dava nota positiva pra tudo, até que um belo dia uma vadia da sua infância resolve convidá-la para ser dama de honra de seu casamento. Sonhando em encontrar um monte de esnobes com notas de 4.5 acima só pra poder ganhar suas avaliações e mudar de endereço, ela decide ir ao evento. Entretanto, como é toda atrapalhada, provoca um monte de cagadas pelo caminho e acaba é baixando ainda mais a sua nota. Conhece uma caminhoneira gente boa que teria a nota de um psicopata, faz cena no casamento e tudo o mais. Até que, já sem nota, é enviada para uma espécie de prisão, onde ela e um negão de terno em celas separadas ficam se xingando.
  • Teste suicida: Por algum motivo, o infeliz resolve fugir da mãe. Viaja pelo mundo inteiro. Parando em algum lugar do Reino Unido, conhece uma moçoila e seu dinheiro acaba. Na procura de grana fácil, resolve ser cobaia para testes em um suposto jogo de survival horror ultrarrealista. O problema é que a porra fica muito séria e ele acaba morrendo. Isso por culpa dele mesmo, porque ao vazar informações da empresa, deixou o celular ligado e o sinal deste interferiu no bagulho da nuca que o enfiou na Matrix.
  • Cala a boca e dança: Este é, sem dúvida, o episódio mais troll de todos. Aliás, tava demorando pra envolver sexo de novo... Enfim, tudo começa quando um garoto resolve bater uma para um CP maroto, todavia a webcam ficou ligada e alguém começou as ameaças de divulgação do negócio. Como o moleque não queria ter seu negócio divulgado, começou a seguir as instruções que lhe mandavam pelo celular, inclusive encontrando outras pessoas que estavam sendo chantageadas no caminho. Uma delas era um cara que traiu a esposa: esse aí foi o piloto de fuga do assalto ao banco que o menino fez. Eles se separam e o pequeno gafanhoto vai pra uma floresta, onde encontra outro homem, e são obrigados a lutar até a morte. Incrivelmente, mesmo sem uma bala na arma com a qual assaltou o banco, ele sobrevive... Mas a vida é uma caixinha de surpresas! A polícia encontra o aprendiz de meliante. E o troll que ameaçava todo mundo, entrega todo mundo. Mas a maior trollagem do episódio é revelada nesse momento, o menino não era só um punheteiro como você, ele estava vendo fotos e vídeos de crianças. Sim, nós estávamos torcendo o episódio inteiro por um moleque pedófilo filho da puta!

Cquote1.png E o sexo no episódio? Não disse que tinha? Cadê? Cquote2.png
Você ao ler até aqui

Cquote1.png Troll9.jpg Cquote2.png
Resposta à citação acima

  • São Junipeiro: Aqui, toda semana é um tema diferente. Se uma hora ele é anos 80, uma semana depois é anos 90, e por aí vai. Uma gatinha (que na verdade não é tão gata assim) vai na balada e encontra outra gatinha, daí papo vai papo vem e elas resolvem ficar juntas, aranha com aranha. A única coisa de errado com o ambiente é que ele, na verdade, é uma simulação. Quer dizer: as gatinhas e os playssons são as consciências de velhas e velhos, muitos deles já em estado terminal. Uma das gatinhas, quer dizer, senhoras aí do início também está vegetando, e quer ficar definitivamente no puteiro virtual. A outra até entra num dilema porque o antigo marido e a filha faleceram e coisa e tal, mas acaba aceitando... e as duas ficam curtindo "eternamente".
  • Aberrações contra aberrações: Outra equipe de soldados é mandada para abater as supostas aberrações. Mas essa equipe em especial possui um soldado que tem problemas de tremedeira ao tentar dormir direito. Não bastasse isso, durante uma missão ele foi exposto à uma espécie de sinal verde de Krypton, o que começou a afetar nos implantes e na percepção. Com algum tempo, ele passou a ver que os supostos monstros que abatia nada mais eram do que simples e inofensivas... pessoas. Os implantes eram apenas coisa do governo para que ele pudesse ter a permissão de matar por este.
  • Odiados pela nação: Desta vez, o mundo chegou a um nível tão escroto que as abelhas foram simplesmente extintas, só que como aparentemente elas são a base de toda uma "cadeira alimentar", o ser humano resolveu produzir abelhas-robô. Tudo tranquilo e favorável. Porém (sempre tem que ter algo pra estragar a peça), um maluco aprendeu a hackear as abelhas e começou a usá-las para matar quem ganhasse a "loteria da morte" do Twitter. Claro que a polícia começou a investigar, mas sempre fracassando miseravelmente. Como era de se esperar, o governo, mais uma vez, estava envolvido num escândalo de espionagem envolvendo as abelhas e o povo. Mas o que ninguém esperava é que todos aqueles que tuitaram pra executar algumas pessoas fossem mortos pelos insetos ciberneticuzinhos.

4ª temporada[editar]

  • USS Callister: Outro episódio fumado da série, desta vez com aquela temática de realidades virtuais paralelas e envolvendo um nerd revoltado que adora brincar de Deus em sua caixa de areia particular, torturando as cópias dos outros funcionários dentro duma budega que não consegue nem mesmo ser uma versão cagada de Star Trek.
Um pequeno exemplo da merda que ele fez no código-fonte do jogo...
  • "Arcanjo": Era uma vez uma mulher que teve problemas com a filha (até mesmo para parir a sujeita). Sara era normal, fora o fato de que a mãe teve um certo trauma após quase perdê-la e por isso mandou enfiarem um implante na cabeça da coitada. Tal artefato tecnológico praticamente fudeu de vez tudo aquilo que ainda chamamos de privacidade: a menina passou a ser monitorada até mesmo a nível sanguíneo. Então, a vida de Sara (que a essa altura já não era mais uma garotinha, ao contrário do que cantava Cássia Eller) virou um verdadeiro Big Brother Brasil. Na escola, conheceu um moleque porra louca (que desde aquele tempo já mostrava a ela uns vídeos de putaria, mutilação, terrorismo...) e que mais tarde involuiria para um pokémon do tipo zé droguinha, bastante conhecido. A mãe, é claro, pôde ver o ponto de vista da filha usando os bagulhos loucos e trepando como se não houvesse amanhã. E o que fez? Simplesmente recortou o rosto do fulano no Paint, jogou no Google e foi até onde ele estava para dar-lhe um sermão. Não qualquer sermão, mas um daqueles que são épicos e inesquecíveis a ponto de envolver a polícia. Enfim... Rejeitada pelo dito cujo, Sara não entendia muito bem o que estava acontecendo; contudo, após descobrir que a própria mãe a fez tomar um remédio pra abortar de vez, desceu um cacete na velha com o tablet e meteu o pé na estrada. Agora, nem mesmo Pedro e Bino sabem onde ela foi parar.
  • Krokodil: Outra droga de episódio, batizado com o nome de uma das mais potentes. Uma guria retardada sai cometendo um crime após o outro. Mas a polícia consegue chegar até ela, graças ao incrível método RMMCH (Recuperação das Memórias de uma Merda de um Cérebro de Hamster). Puts!
  • Hang the DJ: A maior parte deste aqui é apenas uma simulação dentro de um aplicativo fodão estilo Tinder. Fodão porque a taxa de sucesso é de 99,8%. Depois dessa, só não dá "mete" quem não quer.
  • Cabeça de metal: Inteiramente em preto e branco, retrata as últimas experiências de uma mulher que é uma mistura de Sarah Connor com Mary Winchester vivendo num mundo onde a Skynet já acabou com tudo.
  • Museu preto: Doce vingança. Contém outras bizarrices, como um doutor maluco extremamente masoquista que sentia prazer na dor dos pacientes e um viúvo que tinha a consciência de sua esposa enchendo o saco dentro da própria cabeça.