Blind Guardian

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Cquote1.png Você quis dizer: Guardião Cego Cquote2.png
Google sobre Blind Guardian

Cquote1.png Nossa principal inspiração. Mas eles nem jogam RPG de verdade! Cquote2.png
Rhapsody of Flower sobre Blind Guardian
Cquote1.png Se ele é cego, porque virou guardião? Cquote2.png
Noob sobre tradução do Google
Cquote1.png Queria saber onde esse cara arruma tanta criatividade... Cquote2.png
J.R.RR.R.R.R.R.R.R.R Tolkien sobre Hansi Kürsch
Cquote1.png Eu também... Cquote2.png
Robert Jordan sobre Hansi Kürsch
Cquote1.png O Hansi é gente fina, a gente vai na mesma churrascaria... Cquote2.png
André Matos sobre Hansi Kürsch
Cquote1.png Hansen? Mas ele nun era do Gamma Ray? Cquote2.png
Pseudo-metaleiro sobre Blind Guardian
Cquote1.png Não vejo nada. Cquote2.png
Blind Guardian sobre ele mesmo
Cquote1.png I am god, the only one... Cquote2.png
Hansi Kürsch se exibindo para a plateia durante um show do Blind Guardian
Cquote1.png U Cão foi que butô nóis pá jogá érripêgê Cquote2.png
Jeremias sobre Blind Guardian
Cquote1.png O que seriam deles sem mim... Cquote2.png
J.R.R. Tolkien sobre Blind Guardian
Cquote1.png Mas que filho mau-criado! Cquote2.png
Hansi Kürsch sobre citação acima

Blind Guardian é mais uma banda de nerd metal cujos fundadores são gordos espinhudos que leram O Senhor dos Anéis e O Silmarillion que falam sobre isso em 99,999998% de suas músicas. As outras são sobre Peter Pan, Game of Thrones, World of Warcraft e uma historinha aí que ninguém conhece chamada The Wheel of Time. A banda foi amaldiçoada pelo Deus Metal a fazerem discos que ninguém compra, por cometerem a heresia de misturarem nerdices e RPG com o heavy metal. Um tal de J.R.R Tolkien está tentando (do além) querendo processar a banda por plágio, mas é motivo de risada para o vocalista Hansi Kürsch, uma vez que foi ele mesmo quem escreveu O Senhor dos Anéis e O Silmarillion no ensino médio para um concurso de redação.

Um dos álbuns da banda. Note os elementos característicos de qualquer banda de nerd metal: dragões, logo estilizado e arte no Photoshop.

A banda, à princípio, chamava-se Lucifer's Heritage, pois antes de terem a brilhante ideia de cantarem sobre as nerdices de atualmente, queriam fazer cultos à Satanás, inspirados em bandas como Anjo Mórbido, Berromute e Berço Sujo. Queriam colocar o nome de Burzum na banda, uma palavra que significa "escuridão" no mundo dos nerds, mas um babaca norueguês já tinha pegado. Até que, um dia, enquanto jogava sua mais recente criação com seus amigos, o D&D, Hansi teve uma grande ideia: cantar sobre as redações que escreveu no ensino médio. O nome Blind Guardian veio do personagem de Hansi, um Guardião que acabou cegando a si mesmo porque era retardado. Surgiu, então, com a concordância de todos os satanistas integrantes da banda, o primeiro conjunto de nerd metal do mundo.

As imprensas mundiais e os metaleiros consideravam a banda como power metal, mas tanto Hansi quanto os outros não aceitavam. Power metal é coisa de frutinha, e o Blind Guardian era coisa de macho. Hansi, em algumas entrevistas, dizia que a banda fazia um metal cósmico, dragônico e daédrico de sinfonias apocalípticas para nerds virgens e orcs com bom gosto musical. Os entrevistadores não entenderam. Segurando-se para não enforcá-los com a força que só Illúvatar teria, ele respirou fundo e disse, mais detalhadamente: horrendous daedric strong hyper master blaster big great ultra super advanced macro plus mega death reborn darth thrash brutal apocalipty heavy massive darkness Mighty evil immortal supreme vader demoniac jedi sith destruction bad beast splatter masacre combo extreme fortune elf orc nordic draconian revelation perfusion night day cannibal trituration subway sofretion frenetic murder devastation mortal megaboga torture fatality brutality animality ebony cannon dragon grind blood dwarvish end of the world industrial fucked powerfull power metal symphony from hell. Os entrevistadores continuaram sem entender... e morreram sem entender.

Enfim, uma banda para metaleiros nerds e jogadores de RPG.

O Começo[editar]

O Blind Guardian começou quando o vocalista Hans Chucrute foi em um bar viking beber sua caneca de cerveja irlandesa de todo dia. Lá, encostado numa mesa de bar, quase vomitando de bêbado, encontrou André Belisco. Hansi, curioso, foi em direção ao rapaz e descobriu que tinham o mesmo gosto por coisas nerds. André disse que gostava muito de O Senhor dos Anéis, e não acreditou quando Hansi disse que ele era o autor. Queria abraçá-lo, mas estava tão bêbado que não conseguia nem levantar. Disse também que era músico e que procurava uma banda. Para sua sorte, Hansi, que era baixista, também estava a procura de um guitarrista (preferencialmente fritador). Mas ainda faltava um baterista e outro guitarrista só pra deixar o som mais pesado. Certo dia, Hansi foi comer pizza (e tomar cerveja, claro) na casa de André, e lá estavam Thomen Stauch e Marcus Homo Sapiens Sapiens, jogando uma das criações de Hansi, o Dungeons and Dragons. Hansi se surpreendeu, e por uma divina coincidência eles eram baterista e guitarrista, respectivamente, e estavam procurando um baixista para formar uma banda de nerd metal e cantar músicas baseadas, por outra divina coincidência, nas obras de Hansi.

A banda lá pelos anos 90. Repare a cara de Hansi Kürsch de "tira logo essa merda de foto que eu quero jogar RPG!"

A banda começou pobre e já com várias dificuldades. Seus primeiros shows não tinham público, alguns até tinham, mas eram surdos-mudos de um centro comunitário do subúrbio alemão. E assim foi indo, arranjando trocados e mais trocados, até que um dia, conseguiram seu maior feitio até então: tocar para vinte pessoas (dez eram vizinhos incomodados com a barulheira e dez eram os parentes dos integrantes). Isso entristeceu bastante Hansi Kürsch e seus amigos, que ainda não tocavam músicas falando de suas obras. Depois de muita insistência, Hansi se revelou como o Illúvatar o criador dos livros O Senhor dos Anéis e O Silmarillion e disse que ficaria muito honrado se cantasse músicas baseadas neles. E assim aconteceu.

O meio[editar]

Infelizmente, os novos rumos da banda não adiantaram muito, mas já conseguiam fazer showzinhos maiores em cidades vizinhas (depois de chorar muito para os donos dos bares). Até que compuseram uma música chamada The Bard's Song, que inclusive tocou na novela Roque Santeiro e que em pouco tempo conquistou os corações dos metaleiros nerds. A música falava sobre um homem desconhecido que ganhava dinheiro tocando violão na rua, e muitos se identificaram. Ganharam muito dinheiro, muito mesmo, e gastaram tudo com bolos (como você pode ver pela imagem mais abaixo), prostitutas, livros e dados de RPG, quadrinhos do Batman, e claro, mais bolos. Isso ocasionou o ganho massivo de peso nos membros da banda, exceto em Illúvatar Hansi Kürsch, que adquiriu muito poder, muito mesmo. A banda começou a tocar em locais maiores, e assim foi por mais alguns anos, até que algo muito ruim aconteceu: o baterista Thomen Stauch decidiu que ia do grupo, alegando que não concordava com os ideais alimentícios da banda, além de ter enjoado de jogar RPG e falar que não gostava de O Senhor dos Anéis nem de O Silmarillion, o que era considerado sacrilégio. Então, acabou sendo demitido.

Hansi e um de seus bolos divinos, feito por deuses para deuses. Ou seja, você, mero mortal, nunca vai nem ver, muito menos provar; até porque ele já comeu tudo.

Irritado por causa disso, Hansi Kürsch emitiu um grito enraivado. Ora, quem era corajoso o suficiente de dizer que não gostava de O Senhor dos Anéis nem de O Silmarillion? Porém, ele não tinha noção de seu poder, e seu grito acabou gerando alguns pequenos problemas como:

  • O furacão Katrina;
  • O terremoto no Haiti e
  • A tsunami que matou mais de um milhão de pessoas na China.
Hansi Kürsch em um momento de concentração. É tanto poder acumulado que você pode sentir vibrações ao seu lado.


O fim[editar]

This will never end!


Musicalidade[editar]

O mapa do reino de Morrendo

As músicas do Blind Guardian são conhecidas por falarem de livros e histórias de RPG clássicos. Entre isso, estão as obras de Hansi Kürsch (J.R.R.R.R.R.R.R.R.R.R.R.R Tolkien fala que foi ele quem escreveu O Senhor dos Anéis e O Silmarillion, mas na verdade ele só deu a nota pra ele na escola), um mané aí chamado Stephen King, Chapeuzinho Vermelho, Peter Pan, Os Três Porquinhos, World of Warcraft e outras nerdices.


Alguns de seus sucessos:

  • The Bard's Songs: perfeita para você ouvir no final daquela quest com seus amigos na mesa;
  • Valhalla (alguns consideram como sendo uma homenagem à um amigo de Hansi, Val, que trabalha muito);
  • Time Stands Still (Na Puta que te Pariu)
  • Mirror Mirror: música que conta como Turgon constrói a cidade de Gondolin, auxiliado por Ulmo. Mas ninguém faz a mínima ideia do que seja isso, só se sabe que tem um solinho de guitarra muito foda;
  • Welcome to Dying ( Bem-Vindo a Morrendo): música sobre um condado fantasma escondido no meio de Middle-Earth.
  • Nightfall (Caindo na noite): uma música sobre a curtição dos membros da banda nas noites alemãs: Baladas RPG, claro!

Integrantes[editar]

  • Deus: criador do universo, vocalista, ex-baixista e único cantor de power metal que não é corno, não é virgem e nem frutinha;
  • André Belisco: sapo albino, robô maluco, guitarrista fritador, nerd assumido das obras de J.R.R Tolkien Hansi Kürsch;
  • Marcus Siepen: mendigo guitarrista e amigo do peito de André;
  • Frederikk Ehmke: batedor de panelas, bongôs e também leitor assíduo de O Silmarillion. Joga World of Warcraft quando não está em shows ou ensaios.
  • Oliver Holzwarth: baixista tapa-buraco. Acontece que tocar baixo e criar mundos ao mesmo tempo dava trabalho, então Hansi decidiu contratar um mortal para tocar o instrumento.

Há também um tecladista gordinho e simpático que ninguém dá a mínima.


Trocadilhos de Hansi[editar]

  • You are a BRILLIANT audience. And therefore, if the lights work this time, I'd like to see all your shiny BRIGHT EYES (brilliant, bright, entendeu, entendeu?)
  • Well, we left Germany at night and then when we got here it was still night so it was some kind of JOURNEY THROUGH THE DARK!
  • Now we'd like to take you to a place not so far away from Belo Horizonte... A place called Arda, the blessed room.
  • You are a great audience and I wish that THIS WILL NEVER END!
  • Welcome to the show and WELCOME TO DYING!!
  • Time stand still na puta que pariiiiiiiiiiiiiiiiiiu!!
  • Yes!!! Know i'm blind, and know i can be a guardian!!!

Fatos de Hansi Kürsch[editar]

Ver artigo principal: Fatos de Hansi Kürsch

Discografia[editar]

  • Battalions of Fear (1988) - ainda na época satânica da banda, quando se chamavam Lucifer's Heritage;
  • Follow the Blind (1989) - aqui, a banda já se chamava Blind Guardian. Com esse título, a banda quer que as pessoas sigam o caminho do nerd metal e comprem os livros de J.R.R Kürsch;
  • Tales from the Twilight World (1990) - sim, Hansi Kürsch gosta de Crepúsculo. E daí? Ele pode;
  • Somewhere Far Beyond (1992) - as músicas narram a aventura de Hansi e seus amigos pelo Acre;
  • Imaginations from the Other Side (1995) - Hansi escreveu as músicas desse álbum sob efeito de LSD. "Peter pan estava em Mordor?" e "Eu encontrarei o homem de lata?" são exemplos no álbum;
  • Nightfall in Middle-Earth (1998) - álbum contando toda a história de O Silmarillion, redação que Kürsch escreveu no ensino médio;
  • A Night at the Opera (2002) - homenagem ao Queen, com músicas rápidas e épicas;
  • A Twist in the Myth (2006) - Hansi queria fazer homenagem aos seus filhos do Beatles, mas achou que perderia a essência nerd metal, então trocou a palavra Shout por Myth, que significa palmito em inglês;
  • At the Edge of Time (2010) - álbum com algumas músicas sobre Game of Thrones e The Wheel of Time. Hansi queria deixar um pouco de lado as músicas falando de suas obras e começou a cantar a obra de seus filhos;
  • Beyond the Red Mirror (2015) - esse novo álbum não agradou muito os fãs mais conservadores, mas ainda assim é um grande disco. Tem algo que Deus fez que não seja bom?



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Os bárbaros vêm aí... Olê olê olá!