Bolo-rei

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PortugalDJoãoscary.jpg Manuel, vê-me dois cäcətinhos, o pá!

Æstə ärtigo é purtugäish, gajo. Élə comə cacətinho cum bəcalhau, tuma um ishtränho vinho, adora cumpetir cum a Ishpänha e tem um bigodão.

Se vəndalizarish, um bäenfiquista vai atrás də tua mãe

Nenhum Cavaco foi magoado na realização desse Bolo-rei.

Cquote1.png Tem um aspeto nojento.... Cquote2.png
Você sobre Bolo-rei
Cquote1.png O meu bolo favorito... Que já me salvou das perguntas de muitos jornalistas filhos da puta! Cquote2.png
Aníbal Cavaco Silva sobre Bolo-rei
Cquote1.png Mãe... eu não quero comer bolo-rei! Cquote2.png
puto português sobre Bolo-rei


Bolo-rei é o bolo de Natal português, mas do qual só 000000,5% da população portuguesa gosta, por isso quase todo o tuga prefere mesmo é comer o internacional Tronco de Natal ou a nova versão "Bolo-rainha" que não leva a maldita fruta cristalizada, uma das maiores nojeiras inventadas pela Humanidade.

História[editar]

Como quase nenhum tuga gosta dessa bosta da fruta cristalizada, no século XXI surgiu o Bolo-rei de chocolate, que se tornou logo num sucesso de vendas em Portugal.

Essa bosta de bolo tornou-se oficializada em Portugal no século XIX por uma pastelaria qualquer de Lisboa, mas o dono roubou a receita da França, que já existia desde o reinado de Luís XIV, e alterou-a ao gosto tuga... pelo que não é grande merda. A tradição de meter uma fava maldita no interior do bolo, que supostamente trás sorte a quem a encontra (mas também existem grandes probabilidades de partir um dente ou asfixiar), surgiu no Império romano porque achavam aquilo giro, mas era só mais uma burrice da Europa. Com a Revolução francesa, o bolo-rei foi proibido na França porque o povo não gostava de fruta cristalizada. Em Portugal, com a Primeira República, também se quis proibir isso porque os republicanos também não gostavam, mas era a única altura do ano em que os pobres tugas podiam comer doces, então ficou, e quiseram mudar o nome para "bolo-presidente" ou "bolo-Arriaga", mas como era uma parvoíce esses nomes não pegaram.

No século XXI, surgiram novas adaptações da merda que é o Bolo-rei, que logo se transformaram em grandes sucessos, como o "Bolo-rainha" (que em vez de fruta cristalizada tem frutos secos) ou o Bolo-rei de chocolate: ninguém em Portugal, para além dos velhos e do Aníbal Cavaco Silva (que também se pode incluir no núcleo dos velhos, pois o homem é uma múmia) gostam de Bolo-rei.

Sabor[editar]

Criança quando a mãe obriga a comer Bolo-rei.

Isso sabe que nem um bolo sem graça com fruta cristalizada espetada.

Utilização[editar]

O Bolo-rei serve como decoração natalícia, e fica na "mesa de Natal" tuga até ao fim de ano porque ninguém come aquela porra. Depois de ficar bolorento, os portugueses botam isso na torradeira, fazem torradas e comem com manteiga.

Receita[editar]

Massa:

  1. 150 gramas de açúcar do fundo
  2. 750 gramas de cocaína
  3. 1 selo de LSD (como brinde)
  4. 30 gramas de heroína
  5. 175 gramas de frutas cristalizadas em metanfetaminas
  6. 250 gramas de frutos secos ao Sol
  7. Raspas bolorentas q.b. de laranja e limão
  8. 150 gramas de banha da cobra
  9. 1 colher de sobremesa de metanfetaminas
  10. 4 ovos de cobra (se usar de anaconda, 2 ovos chegam)
  11. 1 litro de vinho do porto
  12. 50 gramas de açúcar do fundo em pó

Preparação:

Misturar essa porra toda e deixar levedar 666 horas até triplicar de tamanho. Espete o LSD no interior do bolo como brinde para quem achar. Coloque as frutas cristalizadas do Inferno por cima. Leve ao forno a 666º durante 666 minutos. Mande essa bosta para a mesa de Natal.

Afiliados[editar]