Bolsa-escola

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O bolsa-escola foi um programa assistencialista brasileiro criado em 1995 pelo governador do Distrito Federal a época, Cristovão Buarque de Holanda. Foi criado com o intuito de financiar aquilo que os pais deveriam fazer de graça, colocar aqueles filhos de chocadeiras em instituições de ensino para que um dia viessem a se tornar gente de bem (ou não). O programa, exportado para o restante do Brasil em 2001, durante o desgoverno FHC, se transformou no Bolsa Esmola no decorrer do desgoverno Luís Inácio.

História[editar]

O bolsa-escola foi um dos primeiros programas assistencialistas de governo lançados no Brasil desde o glorioso MOBRAL. Foi concebido de uma idéia de jerico do aidético Betinho que antes de morrer, queria de deixar na sociedade brasileira uma doença como a que ele portava. Deu certo, pois 20 anos depois da criação do programa, assistencialismo havia se tornado o sinônimo de "economia brasileira".

Em 95, o então governador do Distrito Federal, o sr. "educação" Buarque de Holanda resolveu implantar o programa em comunidades como a de Ceilândia, São Sebastião e Paranoá, na época (e ainda hoje) grande bolsões da miséria na capital federal.

Visto o sucesso eleitoral do programa, Fernando Henrique (que desejava eleger Mr. Montgomery Burns a todo custo em 2002) decidiu implantar aquele programa em nível nacional.

Fusão e Bolsa Família[editar]

No governo seguinte, na falta de gestão Lula, o programa foi fudido com outros dois criados nos governos anteriores (Bolsa-Alimentação e Vale-Gás), formando assim aquele que é o salário de milhões de desocupados Brasil afora.

Já em esfera detrital, o programa passou a integrar o "bolsa família" local, o Renda Minha, que junto ao programa do governo federal ajudavam a justificar o fato desses beneficiários sequer cogitarem trabalhar.

Conceito[editar]

O programa consistia em oferecer entre FHC$ 15,00 e FHC$ 30,00 — grana na época, hoje é o mesmo que pedir troco de bala — para cada indivíduo que morasse em grandes bolsões do sub-desenvolvimento humano, tendo como contra-partida apenas que suas crias não abandonassem a escola e não repetissem o Cidade de Deus na vida real.

Obviamente que no papel, o programa foi um sucesso, fazendo com que os moleques entrassem para o mundo do crime depois de "formados" no fundamental e não antes, como acontecia antigamente. Na prática os filhos dos beneficiados sequer chegavam a frequentar as aulas, aparecendo na escola apenas para fazer a matrícula e no fim, pegar o canudo de diplomado.