Bom Jesus de Goiás

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Regina Duarte sobre Bom Jesus de Goiás

Bom Jesus de Goiás é um distante curral de Itumbiara que o IBGE chama de município. Maiores detalhes do curral são desconhecidos, quem em sã consciência pesquisaria e estudaria as origens e história de um buraco daqueles?

História[editar]

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Cidade que surge em 1925 quando Dona Nevis doou da igreja 336 alqueires de terras para construção de estábulos, galinheiros e plantações de grãos. Para atrair mão de obra caipira, foi oferecido durante 1 ano pamonha grátis em Bom Jesus de Goiás.

Já em 1927 haviam casas, ranchos, igrejinhas, brejos, já era um povoado quando João Goulart foi assassinado por Jô Soares e Getúlio Vargas os especuladores da teoria da conspiração tiveram que fugir de Brasília e o local escolhido foi uma triste vila chamada "Bom Jesus de Góias". Os advogados construíram a sede de uma seita secreta nas ruínas de uma pequena igreja de São Sebastião. Muitos alqueires de terras para construção de estábulos, galinheiros e plantações de grãos. Para atrair mão de obra caipira, foi oferecido durante 1 ano maconha , pamonha grátis em Bom Jesus de Goiás, e é claro que a população faminta de Itumbiara não podia perder uma boquinha.

Só em 1963 é elevado à status de município graças à prefeita Maria Mulambo que fez isso enquanto ia buscava chamar a atenção do povinho besta de Itumbiara que é uma outra vila perdida que faz divisa com Bom Jesus de Goias.

A vila foi elevada a categoria de roça onde os caipiras plantam a mandioca nas caboclas e as caboclas chupam sorvete nas pracinhas.

Atualmente é uma bostinha de cidade qualquer que quer ser como Itumbiara quando crescer, ou seja, uma merda bem grande.

Geografia[editar]

Localizado no meio do cerrado, a cidade só existe até hoje graças à BR-452 que liga cidades importantes como Uberlândia, Araxá, Rio Verde e Inferno. Fazendo de Bom Jesus de Goiás um razoável ponto de parada para dar uma mijada em seus postos de gasolina imundos. Bom Jesus de Goiás é tão pequena quanto este artigo, e ainda por cima tem um bairro inteiro que pertence a Itumbiara (Olímpia).

Economia[editar]

Quando o carro da pamonha passa você já sente o cheiro. A cidade é exportadora de várias variedades de pamonha. Existem estufas especializadas no cultivo dessa iguaria culinária. Economia que se destaca mundialmente graças à produção e comércio de pamonha, cural e queijo. E a economia de Itumbiara ainda se destaca pela produção de famigerados e vagabundos que vem na Desciclopédia vandalizar este artigo.

População[editar]

Bom Jesus de Goiás possui uma pequena população de 20 peões, 3 donas de casa e muitos imigrantes de Itumbiara, além de uma infestação crescente de retirantes nordestinos (empregados das usinas de cana Goiaba e Cagorama), que já se reproduzem localmente a ritmo acelerado como ratos, devido ao precoce início de sua vida sexual ativa (geralmente aos 7 anos) e aos 13 anos já aprender a comer cabras e bodes no curral.

Saúde[editar]

Altíssima qualidade os serviços de saúde de Bom Jesus de Goiás, assim como no restante do país. A cidade tem uma inusitada tendência de reduzir os serviços de saúde enviando seus doentes mais graves para Itumbiara ou as vezes até mesmo para Goiânia.

O único hospital que possui (público, urghhh!) é menos aparelhado que um postinho de saúde qualquer de Itumbiara. A população, na falta de algo melhor pra fazer, costuma frequentar o hospital por motivos sempre urgentes e salutares como assistir TV, ver se o coitado acidentado da vez é o Zé da Padaria ou dar um escândalo tipo Programa do Ratinho na recepção, porque seu tio, que possui uma micose nojenta na unha do dedão há 6 anos está esperando há eternos 40 minutos.

Transporte[editar]

O trânsito também é outra trágica peculiaridade de Bom Jesus de Goiás. Os motoristas circulam sem obedecer a qualquer sinalização, como se estivessem nas estradas de suas fazendas. Sem ter o que fazer ou pra onde ir, eles desfilam a 5Km/h na Avenida Goiás, tumultuando o trânsito dos 9 carros que existem na cidadela, e estes ainda se sentem ofendidos quando alguém (que tem o que fazer) buzina ou dá sinal de luz.

Os pedestres têm o hábito de andar em família no meio das ruas, enfileirados lado a lado, e os motoristas que buzinam ou reclamam costumam ouvir a seguinte resposta: "A rua é púbrica".

Idioma[editar]

A população nativa de Bom Jesus possui um dialeto próprio, no qual se destacam verbetes oriundos do mineirês, como "toró", que é uma espécie de palavra curinga que designa grande quantidade, grande volume, muito tempo, muita chuva, ou qualquer outra coisa que se queira. Por exemplo os diálogos: "Já malhou hoje? - iiiiiiii,toró"; "Já estou te esperando, toró"; "Vai chover, toró".