Brainstorming

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O brainstorming, ou chuva de cérebros em língua tupiniquim, é mais um daqueles chatos conceitos de gestão de empresas e técnicas de elicitação de requisitos para desenvolvimento de sistemas, que todo universitário regado a leite com farinha deve aprender para ter autorização do MEC para finalmente conseguir seu diploma. Primo bastardo do tio-avô da cunhada do shitstorming, a tempestade de ideias gerada nesse tipo de reunião (embora em alguns casos isso possa dar totalmente errado) fez enorme sucesso dentre as empresas, o que fez com que se tornasse a prática mais popular e padrão usada por executivos podres de ricos e gestores de equipes meia-bocas de TI.

Show. Mas o que é isso??[editar]

Típica sessão de braistorming

A chuva de cérebros consiste em uma reunião simples, onde um facilitador com lábia o suficiente e discurso meloso consegue conduzir a reunião sem que haja especiais de porrada a cada quinze minutos, com o objetivo de reunir ideias boas para qualquer tipo de projeto, inclusive pôjetos. Os participantes, que podem ser desenvolvedores de gambiarras, stalkerholders, vagabundos que só passavam por ali e foram arrastados para a reunião, executivos, zeladores, Testemunhas de Jeová, coletores de lixo, skinheads e outras raças sem futuro, são estimulados a emitir qualquer ideia, qualquer mesmo, que venha à mente e que possa ser útil ao projeto. Nessa primeira fase do brainstorming, todas as ideias são anotadas sem exceção e sem julgamento, independente do quão lixosas ou impraticáveis elas possam parecer.

Teoricamente a tempestade de massas cinzentas possui uma grande produtividade quanto ao quesito ideias, além de supostamente estimular o pensamento criativo e trabalho em equipe. Claro, também pode ensinar uns bons golpes de luta e xingamentos fodas (principalmente se os participantes ainda estiverem na quinta série), mas há quem critique esse tipo de atividade por alegar "desperdício de papel". Bom, não estamos aqui para julgar, mas dentre tantas coisas por aí para se militar, realmente existem indivíduos que sentem necessidade de criticar isso.

Componentes de um brainstorm[editar]

  • O facilitador: aquele que conduz a reunião;
  • Os participantes: participam da reunião dão ideias sobre o projeto em discussão;
  • Os observadores: observam a reunião;
  • O secretário: escreve rapidamente as ideias que os participantes sugerem;
  • A mesa: fica parada.

Histórico[editar]

As primeiras sessões de brainstorming da história foram registradas em reuniões de altos oficiais do regime nazista alemão. Obviamente Adolf Hitler não era mongoloide o suficiente para tacar o Exército alemão inteiro em cima da União Soviética, mas seus oficiais o eram. Em um paradoxo que torra os neurônios dos sociólogos e historiadores até os dias de hoje, o líder de uma ditadura resolveu ser democrático e convocou seus generais, todos formados em biologia na USP, para ideias do que fazer em seguida, já que ele havia conquistado a Polônia, a Áustria, metade da Tchecoslováquia, Bélgica, Dinamarca, Noruega, Timor Leste e recebido a França de bandeja; em resumo, a Europa inteira.

Não que o franjudo tivesse se entediado pra cacete e resolvesse fazer alguma loucura para curar todo esse tédio, mas veja: a Luftwaffe fracassou miseravelmente em mandar a Inglaterra pro inferno de uma vez por todas (enquanto eles faziam chover bombas incendiárias em cima dos civis ingleses, o Exército da Rainha teve tempo de se recuperar) e foi jogada de volta para a costa da Normandia. Vendo que isso estava dando errado pacas, a reunião foi convocada pelo Führer.

Cquote1.svg Minhas generrais, eu querro ideias do que nossa Eczército deverá fazer agorra que o Luftwaffe tomou na jabirraca! Cquote2.svg
Hitler
Cquote1.svg Devamos invadir o Africa! Cquote2.svg
General 1
Cquote1.svg Devamos desenvolverr o bomba atômica e jogar nos britânicos! Cquote2.svg
General 2
Cquote1.svg Devamos enviar 70% de nossa Eczército contra Stálin e ver no que deu! Cquote2.svg
General 3

Nem sempre as reuniões de cérebros podem render algo de bom

Todo mundo olha pra ele

E assim a ideia iluminada foi aceita pelo alto comando entre gritos de alegria, focos de artifíco e copos gigantes de Budweiser. Bom, todos já sabemos como a brincadeira acabou, mas isso não vem ao caso: o fato é que nesta época nascia o capitalismo de mercado e esta técnica caiu como uma luva para os empresários ávidos por dinheiro e traumatizados pela crise de 1929.

Contratempos, contraindicações e contrapontos[editar]

Nem todas as situações podem ser adequadas para o uso da tempestade de bosta ideias. Imagine só que você precise de uma ideia foda de brinquedinho para pirralhos de sete anos. O que aconteceria de você resolvesse convocar uma reunião com catorze moleques catarrentos mais ou menos nessa idade? Bom, pelo menos eu posso imaginar que a sala viraria um galinheiro sacudido por um furacão...

A técnica pode dar muitíssimo errado também quando o facilitador (a pessoa que conduz a reunião) é um pouco inexperiente ou não consegue passar cinco minutos sem esbofetear alguém. Como é um tipo de atividade que envolve vários tipos de pessoas, é muito provável que haja "discordância" entre seus participantes, o que pode levar a uma discussão acalorada mas ainda civilizada, ou todo mundo pode partir pras vias de fato. Resumindo, o líder da reunião deve ser alguém com a boca doce.

Podem também ocorrer alguns contratempos, tais como creative block simultâneo, os já excessivamente citados desentendimentos, ideias horríveis (embora esta situação possa ser um pouco improvável), falta de tempo para todos expressarem o que pensam, críticas, falta de recursos, falta de vergonha na cara, falta de carisma por parte do facilitador, stakeholders impacientes, equipe de TI de quinta categoria, executivos filhos da p*ta, poucas ideias, desinteresse, catástrofes ambientais, poluição, enchentes, ataque terrorista e outras coisas.