Brazabrantes

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Brazabrantes é um pequeno e humilde curral escondido em Goiás que o povo insiste em dizer ser um município. Está localizado mais ou menos no caminho para o Inferno. A pacata cidade é formada por um estaleiro,a cidade tem 22 habitantes, sendo um deles o padeiro.

Nome[editar]

O nome dessa porcaria é uma singela homenagem ao padroeiro da cidade Brás Abrantes, um peão que comeu uma desdentada décadas atrás e inicou a linhagem de Brazabrantes.

História[editar]

População feliz e bonita indo para uma festa junina fora de época na capela da "cidade".

Fundada em 1919 com o nome "São João Batista do Meia Ponte", homenagem ao pedreiro João Batista, um baiano que construiu meia ponte na rodovia GO 0-70 que liga Goiânia ao Inferno.

O neto de João Batista construiu a Capela de São João Batista, a primeira feita do mais puro e tradicional pau-a-pique, além dos diversos ranchos de capim para o então valorizado comércio de estrume, a antiga moeda de Goiás.

Em 1943 passa a ser parte integrante do Antigo Reinado Tupi-Guarani de Goyaz e um dos distritos de Nerópolis. Em 1950 Brazabrantes experimentou um vertiginoso crescimento quando os habitantes locais descobriram a agricultura, algo inédito e extraordinário para os padrões da época, agora era possível produzir comida, simplesmente fantástico!

Torna-se finalmente município em 1958 de acordo com a Lei 5.678PQP/58, a pedidos de Seu Zé, e então uma grande festa junina de duração de 5 anos é celebrada como comemoração. E hoje, Brazabrantes se orgulha de ser uma cidade que você não conhece!

Transportes[editar]

Considerado uma grande e longínqua fazenda de Goiânia, o transporte à Brazabrantes pode ser feito de charrete, carro-de-boi, monocícolo, a camionete do leiteiro ou a pé mesmo, o que não se vê por lá são carros mesmo, apenas um pau de arara que vai dias vezes por dia com destino a Goiânia...

Lazer[editar]

Durante os finais de semana, ou no tempo ocioso (que é quase sempre, pois a população não tem mais o que fazer a não ser sentar na porta de casa para comentar quem está grávida de quem) a adorável raça brazabrantina se delicia com um peculiar banho no Capa-Jegue, um córrego onde os habitantes descarregam seus dejetos, e onde o pessoal de Goianira (cidade próxima) desovam os cadáveres.

Não podemos esquecer da Festa do Boi, onde os moradores comemoram suas belas galhadas, afinal um animal sem chifre é um animal indefeso, e os brazabrantinos conseguem ser os únicos descendentes de burro que possuem tal acessório.