Brazilian Jiu-Jitsu

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Lindomar Turbo.jpg Você quer levar um PILÃO?

Este artigo envolve algo relacionado a brigas. Se você é homem o suficiente para encarar, vá em frente, mas não se esqueça de levar gelo!

Hoe.jpg HUEHUEHUEHUEHUE BR BR

Oxe, venha cá, este artigo da porra vem do Brasil! Só fala de futebol, come feijoada, exporta diplomatas, puxa o saco dos EUA, paga imposto pra caralho e põe a culpa no governo pela ausência do Prêmio Nobel.

Ensinando uma imobilização

O Brazilian Jiu-Jitsu, ou apenas BJJ como os "jiujiteiros" gostam de chamar, é uma arte marcial brasileira, que apesar de ser criadas por brasileiros, tem esse nome em inglês pra enganar trouxas tanto no país de origem como no exterior. O BJJ não tem quase nada a ver com o jiu-jítsu original japonês, exceto a parte de agarrar outros homens que o original também possuía.

História[editar]

Apesar de os praticantes antigos da arte marcial dizerem que o BJJ surgiu quando um samurai ensinou uma arte marcial violenta e proibida a um mestre brasileiro, em troca de um lugar pra dormir, a realidade é bem menos Mortal Kombat.

Na real, o BJJ deu os primeiros passos quando um lutador de judô bêbado e falido, Mitsuyo Maeda, veio ao Brasil pra dar umas aulinhas de judô para as crianças desnutridas do país, até que encontrou um dono de um circo, Gastão Gracie, pais de alguns pirralhos magrelos e baixinhos que gostavam de brigar na escola.

O jiujiteiro tá quase fechando o mata-leão no gordinho!!!

Mitsuyo Maeda, que nessa época já era chamado de Conde Koma, começou a fazer apresentações de judô no circo da Família Gracie (quem paga pra ver apresentação de judô num circo?) e também dava aulas de esfrega-esfrega aos moleques. Dois desses moleques, Carlos e Hélio, foram os maiores entusiastas do judô na família, e começaram a produzir o próprio estilo marcial, porém, removeram a parte de quedas (nage waza) e deixara só o agarramento másculo do Fusen-ryū (ne waza) em sua arte. Nascia então o BJJ.

Aplicação do estrangulamento Ezequiel no adversário

A Família Gracie começou a se proliferar por todo o país, e cada membro da família fazia uns dez filhos, que faziam dez filhos cada, e assim ad infinitum. Resultado disso: há um membro da Família Gracie em cada cidade, que espalhou o BJJ por todo o canto. Também tem vários membros da família que espalharam o BJJ por outros países. Atualmente o BJJ é popular por causa da rinha humana.

A arte marcial[editar]

O BJJ é uma arte marcial bem aberta e liberal, e qualquer pessoa pode praticar, principalmente os que possuem uma certa afinidade em abraçar homens por trás. No BJJ é permitido o encoxamento, manuseamento de partes íntimas, passada de mão no mamilo, dedada leve no brioco e outras coisas másculas que só um jiujiteiro raiz pode entender.

Lutador tentando sair da guarda deliciosa

Esta arte marcial é muito usada pelos machões de balada, que gostam de brigar. Infelizmente, quando o machão brigão jiujiteiro briga sozinho contra dois, cai no chão de bunda pra cima e leva no lombo. O BJJ é usado mais em briga de um contra um, e como, possivelmente, o jiujiteiro de balada só treina o BJJ, que só abrange agarramento no chão, é certo que em briga múltipla ele fique de quatro no chão.

É comum na cena jiujiteira a transformação da orelha num negócio parecido com uma couve-flor. Também é comum que os próprios jiujiteiros, principalmente os faixa branca e azul-lilás, esfreguem a própria orelha no tatame pra ver se vira um couve-flor ou algo mais feio, pra impressionar as minas na balada.

O atacante na posição de 100 quilos tá quase indo pra montada. A adversário nem consegue mais resistir

O Brazilian Jiu Jitsu possui em seu arsenal de golpes apenas torções, estrangulamentos, imobilizações, esganamentos, agarramentos de partes e baforada no cangote. Algumas das técnicas mais conhecidas são o mata-leão (hadaka-jime no judô, mas os brasileiros tinham que colocar um nome escroto no golpe); a torção americana (ude-garami no judô); a torção Kimura (a torção americana invertida) copiada de um judoca, o próprio Kimura, quando Hélio Gracie perdeu uma luta por esse mesmo golpe; katagatame (esse os jiujiteiros não deram um nome brasileiro) que nada mais é que um estrangulamento com o sovaco; entre outros golpes que intercambiam o suor e o cheiro dos lutadores. Há também duas posições bem conhecidas do BJJ: a posição de 100 quilos, que é como se o jiujiteiro estivesse com um macho de 100 quilos em cima de seu corpo; e a posição da montada, que não precisa em explicar o que é pra se ter uma ideia.

A graduação do BJJ é bem simplória, para os jiujiteiros entenderem, se fosse mais complicada tinha jiujiteiro tendo AVC. Excetuando a graduação das crianças, que é multicolorida igual a de uma arte marcial qualquer, no BJJ só existem cinco cores de faixa comuns e duas cores especiais. A primeira faixa é a branca, para os iniciantes; depois vem a azul-lilás, para o atleta que já agarra razoavelmente, depois a roxa-violeta-choque-arraso, para o jiujiteiro que já agarra e beija bem; logo aparece a faixa marrom-cocô, para o atleta que já sabe "dedar" e que homenageia a cor do dedo desse atleta após uma bela dedada; e finalmente a faixa "negro maravilhoso" (selo Luís Roberto de qualidade) para o profissional do Brazilian Jiu-Jitsu. Já as faixas especiais são a coral, pois já se tinha a ideia que os torcedores do São Paulo Futebol Clube seriam jiujiteiros e foi uma homenagem antecipada, e a suprema faixa vermelha, aos mestres que já entendem tudo do Brazilian Kama Sutra.

Ver também[editar]