Breath of Fire (jogo)

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Virtualgame.jpg Breath of Fire (jogo) é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, um Emonarok mata alguns Pokémons.

Bafo de Merda
Ryu 203.jpg

Jogo do Conan

Informações
Desenvolvedor Capcom
Publicador Capcom, Square Soft
Ano 1993, 2001
Gênero Enrolação
Plataformas SNES, Game Boy Advance, Polystation, Calculadora
Avaliação 25%
Idade para jogar Não recomendado para pessoas com vida social

Breath of Fire é mais um daqueles JRPGs genéricos onde um moleque de cabelo colorido que usa uma espada e possui poderes ancestrais é o escolhido pelo destino para salvar o mundo de um vilão louco e suas tropas do mal, enquanto as principais forças militares e políticas do planeta ficam só andando de um lado para o outro dentro dos castelos e dos arsenais. O jogo é muito apreciado pelos nerds, pois é considerado um dos precursores dos RPG's por turnos, apesar de ser uma cópia de Final Fantasy, cujo primeiro jogo foi lançado seis anos antes.

Desenvolvimento[editar]

A ideia inicial da Capcom.

Em 1993, a Capcom estava decidida a ingressar no mercado dos JRPG's, pois percebeu que era isso que estava dando dinheiro no momento, era isso que os nerds que não tinham amigos pra jogar um contra no Street Fighter estavam comprando para os seus consoles domésticos. A intenção inicial da Capcom era continuar espremendo sua galinha dos ovos de ouro e fazer um "Street Fighter RPG", mas como a chance de isso foder com a franquia era enorme, ainda mais que os caras nunca tinham feito um RPG na vida, eles decidiram criar uma franquia totalmente nova, ou mais ou menos isso: eles criaram um protagonista genérico e decidiram nomeá-lo como Ryu, algo que também o fariam em todos os Breath of Fires subsequentes. De resto, para não arriscar muito e apenas pegar carona no sucesso dos Final Fantasys, eles decidiram criar uma estória padrão, de um heroi que precisa viajar pelo mundo e encontrar companheiros, para assim conseguir vencer o mal invencível.

Em 2001, a Capcom fez o que toda empresa desesperada por dinheiro faz quando precisa de um fundo extra: fez um remake do jogo para o Game Boy Advance que não muda quase porra nenhuma da versão original, as únicas diferenças são a adição de mini-cutscenes (3, para ser exato) que são inúteis e duram nem dois segundos. Também adicionaram um "quick save" que ninguém usa, pois tem save point em tudo que é canto do jogo, e colocaram um botão que permite correr dentro das cidades, algo bem irrelevante, considerando que as cidades são menores do que o seu pau e nem tem muito espaço para correr mesmo.

Jogabilidade[editar]

Nina e seus capachos bebendo a Água da Jamaica, que magicamente recupera instantaneamente todo o HP e MP.

Assim como qualquer RPG por turnos, Breath of Fire é o jogo perfeito pra cotocos, pra fechar o jogo inteiro só é necessário apertar dois botões, o "A" e o "B" tanto no Super Nintendo quanto no Game Boy Advance. O "B" é o botão mágico que serve pra qualquer coisa, pra selecionar os ataques, as magias e pra interagir com o cenário e com os NPC's. O "A" serve só pra abrir o menu e pra cancelar alguma ordem cagada, como mandar Nina atacar os capetas com seu bastão.

Ao longo do jogo, é possível controlar oito personagens, cada um com seus pontos fortes e fracos, mas só é possível lutar com quatro personagens ao mesmo tempo. Já saiba que seu grupo sempre será formado por Ryu, Nina, Karn e Bleu, pois os demais personagens são uma merda. Acredite, após conseguir usar os quatro bonecos principais, Bo, Ox, Gobi e Mogu só vão entrar no grupo quando você for obrigado a usar eles, pra quebrar paredes no caminho ou pra nadar sobre fissuras. Apenas após Karn aprender a técnica da fusão que Bo, Ox e Gobi conseguem sua chance de lutar um pouco, mas ainda assim fundidos no corpo de Karn. Mogu é escanteado do começo ao fim do jogo, o que todo mundo que joga faz é usar a técnica de escavação dele quando é necessário e depois já o tira do grupo. A troca entre personagens pode ser feita em qualquer lugar do mapa, o único que não é permitido tirar do grupo é o Ryu, já que ele é o principal e a Capcom faz questão de que todo mundo fique o tempo inteiro ao lado de um cara chamado Ryu pra aproveitar e fazer uma propaganda subliminar de Street Fighter.

Enredo[editar]

Introdução e a treta dos dragões

Um mortal confronto entre um Dragão Branco e um Dragão Negro.

O jogo se passa em um continente o qual os criadores do jogo nem fizeram questão de nomear, tamanho o relaxo na produção. Para fins de localização, vamos supor que seja a Terra. Nos primórdios, existiam vários clãs de criaturas, sendo que o principal deles e o mais poderoso era o clã dos dragões, do qual faziam parte o Imperador Zog (principal vilão da porra toda), Ryu (principal herói da porra toda), Dovahkiin, Gretchen, tua mãe, entre vários outros. Todos os clãs viviam felizes e contentes, até que aparece uma deusa doente chamada Myria, que não tendo muito o que fazer pra curtir sua vida eterna, promete conceder um desejo qualquer para o clã que conseguisse exterminar todos os outros. Claro que o clã dos dragões iria vencer facilmente a guerra, pois eles eram dragões, e iriam lutar contra clãs de toupeiras, peixes, cachorros e bichos do tipo.

A possibilidade de guerrear criou um racha no clã, pois enquanto alguns queriam aniquilar seus vizinhos para conseguir logo o desejo, outros queriam manter a política da boa vizinhança, mantendo a amizade com todos. Isso fez o clã se dividir em duas facções criminosas, os Dragões Brancos de Olhos Azuis e os Dragões Negros de Olhos Vermelhos, que começaram a lutar entre si. A guerra durou uma eternidade e matou a maioria dos dragões, até que um membro dos Dragões Brancos fez um ritual que, como diria o Guardião Universal, é chamado de satânico, e conseguiu selar Myria. A única maneira de quebrar o selo é usando seis chaves, as quais foram espalhadas pelos quatro cantos do mundo e colocadas nos piores locais possíveis, tipo no topo de torres cheias de monstros (quase todas) ou no baú de um mercador rico.

As importantes chaves celestiais, as únicas que podem abrir a gaiola de Myria no inferno, hoje elas podem ser encomendadas pelo Aliexpress.

Claro que os Dragões Negros não ficaram felizes com o selamento de Myria, já que agora eles não poderiam realizar o seu desejo de muito ouro, putas, carrões e mais putas. Então eles começaram a virar o mundo buscando pelas chaves para libertar sua Gênia da Lâmpada, isso enquanto continuavam caçando seus antigos inimigos raciais, os Dragões Brancos. Como não podiam retaliar as agressões dos Dragões Negros, pois seriam chamados de racistas pelos movimentos raciais, os Dragões Brancos selaram os seus próprios poderes para não serem rastreados, e se isolaram em um vilarejo no cu do mundo, na fronteira com Rio Branco.

Por muitos séculos a estratégia deu certo, mas quando o Imperador Zog assumiu a coroa, tornando-se o líder dos Dragões Negros, ele contratou vários stalkers para achar os membros dos Dragões Brancos, para exterminá-los de vez. E Zog conseguiu encontrar os seus inimigos rapidamente, e enviou seu melhor e único general, o transexual Jade, para matar todos. Mas como Jade estava mais preocupado em botar no rabo de Sara, a irmã de Ryu, ele acabou deixando todo mundo fugir, ficando satisfeito em levar Sara para a sua Fortaleza da Solidão para fornicar. Assim se inicia a aventura de Ryu, que sai pelo mundo para conseguir as chaves mágicas de Myria antes de Zog, além de ir atrás da sua irmã quando aparecesse um tempinho.

Fazendo a party e caçando chaves

A primeira parada de Ryu é na cidade de Nanai, onde ele mostra a sua capacidade de herói pegando a Chave da Terra que estava no subterrâneo e destruindo a cidade inteira com todos os cidadãos dentro no processo. Sem nenhum remorso por ter matado um monte de gente inocente apenas pra conseguir a chave, Ryu continua sua jornada indo para a cidade de Windia, onde ele conhece pela primeira vez sua crush suprema, a garota com asas Nina, que assim como Ryu, apareceria em todo santo Breath of Fire. Logo Ryu descobre que seu sogrão estava com um derrame cerebral no pulmão, e que Nina foi capturada quando estava indo atrás de um remédio pra ele na Igreja Universal. Como salvar a gostosinha e fazer bonito é algo mais importante do que conseguir as chaves para salvar o mundo, Ryu faz um desvio em sua jornada, partindo para o resgate de Nina. A loira fica tão agradecida por ter sido salva da morte certa que passa a considerar Ryu como seu amigay, e decide acompanhá-lo em sua aventura por aí. Mas como Nina estava meio receosa em andar sozinha pelo mundo com um cara que acabou de conhecer e que não falava uma única palavra, ela propõe que eles procurem por um aliado do clã das feras, pois além deles serem especialistas em andar pelo meio do mato, eles não ligavam muito pra mulheres, apenas pra ovelhas. Assim após muita procura, eles se aliam a Bo, um arqueiro que ataca mais ou menos bem, mas que morre com qualquer sopro dos inimigos.

Sapão com cara de quem tá com câncer no cu e moicano do Neymar, um dos temíveis vilões que Ryu enfrenta no jogo.

Agora com um grupo mais ou menos bom, não no sentido de qualidade, mas de quantidade, Ryu, Nina e Bo vão para a vila de Auria para retomar as buscas pelas chaves mágicas da Sakura Card Captors. Mas logo que chegam em Auria, um lugar granfino e o único que presta no mundo, Ryu e seus comparsas são presos por estarem vestidos como sacos de batata e estarem estragando a paisagem com suas caras de fome. Quando percebem que irão dividir a cela com um traficante chamado Karn, eles ficam com a bunda colada na parede, mas como Karn queria apenas sossego pra puxar um ronco, ele abre a fechadura e liberta todo mundo. Ryu percebe que ter um meliante que conseguia abrir qualquer fechadura no grupo seria uma boa, já que ele estava esbarrando toda hora em portões de ferro convenientemente posicionados de modo a trancar as passagens importantes. Mas quando voltam para a cadeia pra buscar o ladrão, Karn já tinha vazado, após tirar a sua soneca ele abriu a nova fechadura da cela e foi saquear uma tumba, e o grupo de Ryu vai atrás dele para recrutá-lo, algo que conseguem, já que apesar de não querer salvar o mundo, Karn achou interessante a oportunidade de rodar pelo mundo procurando por tesouros bons e mulheres melhores ainda.

O espelho mágico com o qual o mercador conseguiu se comunicar com a esposa morta. A morte dele e da filha no dia seguinte foi pura coincidência.

Agora com a ajuda de um especialista na arte dos furtos, o grupo de Ryu consegue encontrar e roubar a Chave das Trevas, e ainda conseguem de brinde um espelho criado pelo Chico Xavier que permite a comunicação com os espíritos. O grupo de Ryu tira vantagem disso, trazendo o espírito da esposa do mercador mais rico de Auria de volta de seu sono eterno, fazendo ela convencer o cara a entregar para eles a Chave da Luz que estava em seu poder. O mercador fica meio desorientado e acaba cedendo, entregando seu mais valioso e importante tesouro para completos estranhos que ele nem sabia direito quem eram.

Vasculhando outro continente

O próximo plano do grupo de Ryu para continuar a busca pelas chaves era roubar um navio dos Dragões Negros, pois apenas assim eles conseguiriam ir para o próximo continente. Após, em mais um de seus atos heroicos, Ryu matar todos os tripulantes do navio com requintes de crueldade e congelar os restos para comer mais tarde (especialmente os restos do capitão, que era um polvo), os protagonistas conseguem roubar um navio, e partem para o próximo destino. Alguns figurantes decidiram ir com eles pois não queriam ficar em Auria para morrer, como o mercador que ignorou as ameaças dos Dragões Negros e entregou a Chave da Luz para os protagonistas, a sua filha gostosinha, o capitão que trabalhava para o mercador e o seu melhor capacho, Gobi, um membro do clã dos peixes, que a última coisa que queria era se envolver nessa tretas entre dragões, mas que precisava de uma carona de volta pra casa pois estava com preguiça de ir nadando.

O capitão apresentando ao grupo o seu imponente navio, o transporte perfeito para chegar ao próximo continente com segurança e velocidade.

Tudo ia muito bem, até que no meio da viagem o navio foi atacado por inimigos, e naufragou. O mercador, sua filha e o capitão muito provavelmente viraram janta de tubarão, já que não tinham mais função na estória, enquanto que os demais ficam presos numa ilha deserta no meio do nada. Como o único que conseguia nadar no oceano era Gobi, já que ele era um peixe, ele vai atrás de um item chamado "Giggles" pro pessoal, assim eles conseguiriam respirar debaixo da água. Tudo isso pela bagatela de 1 milhão de reais em barras de ouro que valem mais do que dinheiro, que poderia ser pago em suaves prestações pela vida inteira. Gobi vai atrás desses Giggles em sua cidade natal, Prima, e consegue encontrar essa geringonça na loja dos chineses. Mas antes de voltar e entregar o item para o grupo de Ryu, ele dá uma passada na pousada da cidade pra cumprimentar uns antigos parceiros de gorós, mas chegando lá ele acaba encontrando um boi ferreiro mais pra lá do que pra cá, tão mal que a morte já estava ali do lado só esperando pra levar a sua alma. Gobi aproveita a oportunidade para vender os serviços do grupo de Ryu como matadores de monstros, cobrando apenas 500 conto pra dar cabo da própria morte. O grupo de Ryu nunca ficou sabendo disso, mas no fim, achando que estavam fazendo por bondade, eles acabam matando a morte, e salvando o boi, que se chama Ox e decide se unir ao grupo.

Ox, sua família e seus amigos ao serem libertados, muito felizes ao encontrar um membro dos Dragões Negros.

Agora o pessoal vai salvar os amigos de Ox que estão presos em uma fortaleza, sendo obrigados pelos Dragões Negros a construir uma bomba atômica para atomizar Prima, pois Zog foi tapeado pelos mercadores de lá, quando comprou um GBA falsificado que só rodava jogo de Atari. No fim todos os bois são salvos, mas a bomba estava pronta e a caminho de Prima. Para salvar a cidade, o grupo de Ryu vai atrás de Bleu, uma aprendiz imortal da Bruxa do 71 que estava dormindo eternamente em uma cidade ambulante no meio do deserto. Apesar de estar com preguiça de fazer qualquer coisa, Bleu decide ajudar a parar a bomba e de brinde se une ao grupo de Ryu, pois os Dragões Negros estavam incomodando seu sono de beleza que deveria ser eterno.

O grupo continua sua jornada pela Terra do Nunca, até que encontra Mogu, uma toupeira nanica que estava em coma depois de misturar Askov com Velho Barreiro na balada da noite passada. Nina, especialista em curar ressacas e PT's em geral, faz uma mistura de Engov e Água de Fiji, e consegue trazer Mogu de volta do mundo dos quase mortos. Muito agradecido, apesar de ainda com dor de cabeça e fortes dores anais, Mogu decide unir-se ao grupo, deixando a disposição suas habilidades com escavação.

Matando os Devas

Enquanto isso, o grupo também conhece os 4 Devas, um grupo de idiotas com poderes especiais que servem como capachos de Zog. O primeiro membro dos Devas que o grupo mata é Cort, um cientista louco que usa o pólen de uma flor da Jamaica para transformar camponeses em bichos feios, verdes e marombas. Depois eles lutam contra Mote, um cara que consegue prender pessoas em pesadelos eternos com direito a Freddy Krueger e tudo. Após matar Cort e deixar o outro fugir, o grupo vai para a vila de Spring atrás da Chave do Céu, a qual conseguem após matar Mote definitivamente dentro do Mundo dos Sonhos. O terceiro Deva que o grupo enfrenta é Cerl, uma garota com sangue de bruxa e centauro com crises existenciais de emo que ficou revoltada por não conseguir dar para Alan, seu amigo de infância. Por ter roubado a Chave do Tempo, ela fica toda hora atrasando o tempo e separando o grupo de protagonistas, o que é um saco. Matar a vagabunda seria impossível enquanto ela estivesse com a chave, por isso o grupo vai atrás de Alan, pois apenas ele poderia convencer Cerl a abandonar o lado dos vilões. No fim, Cerl acaba deixando tudo de lado por causa de macho, entrega a Chave do Tempo para os protagonistas e vai viver feliz e bem comida com seu velho amor Alan, partindo com ele para algum lugar.

Vencendo o último chefão Zog, quero dizer... Jade, na verdade... Myria

Zog, o chefão final fake. Apesar de nem caber na tela direito, como qualquer bom chefão de RPG, ele não é grande coisa, podendo até ser solado por Ryu.

Agora que a coisa começou a ficar feia, o grupo decide ir atrás de Zog logo, pra acabar com o mal pela raiz. Após conseguirem chegar facilmente na sala do principal chefão da porra toda, Ryu e seus amiguinhos conseguem derrotar o arauto do caos com apenas uns poucos tapas, salvando assim o mundo e finalizando o jogo... ou não. Após a morte do Imperador Zog, quem assume a coroa de principal vilão é o transexual Jade, que controla a mente da irmã de Ryu, Sara, e faz com que ela roube todas as chaves que tinham dado um trabalho da porra para conseguir. No fim o grupo é obrigado a lutar contra Sara até a morte, e exterminam a sacerdotisa sem piedade. Após isso eles vão lutar contra Jade, mas o travecão era rápido, e já tinha usado as chaves para despertar Myria, que agora estava livre pra fazer o que quisesse. E a primeira coisa que ela faz é mandar Ryu e os outros lá pra pqp, deixando-os desacordados por alguns dias.

Quando acordam, os membros do grupo montam sua formação final e vão atrás de Myria e Jade, que fizeram sua base na Estrela da Morte. Após matarem Goda, a última dos Devas, e Jade, que assumiu a forma de uma Centopeia Humana, o grupo finalmente enfrenta Myria, que era nada mais do que uma garotinha chorona que nem queria lutar, que só queria fazer amigos... ou não. Se Ryu não usar na batalha seu poder dracônico supremo, o de se transformar no dragão apelão Agni, Myria é derrotada como garotinha mesmo, e o final é o ruim, no qual ela sobrevive e prepara sua vingança contra a humanidade. Mas se Ryu se transformar, Myria mostra sua forma verdadeira, de demônio carnavalesco, e depois que ela é derrotada, algo que com certeza acontecerá já que não tem como aquela porra apelona do Agni perder uma luta contra quem quer que seja, é mostrado o final verdadeiro, no qual cada heroi vai para o seu canto e Ryu fica vagando sozinho pelo mundo, infeliz por não ter conseguido botar no rabo de Nina.

Personagens[editar]

Herois[editar]

Ryu
Elenco do jogo, o protagonista clichê, a melhor amiga do protagonista com o maiô socado no rabo, o maromba invocado, o lobo arqueiro sem personalidade, o ladrão humano com a cara azul, o peixe mão-de-vaca, a toupeira muçulmana e a bruxa preguiçosa.
O protagonista do jogo, é um clichê ambulante, tem cabelo colorido, é um espadachim, possui poderes antigos adormecidos, quer ajudar todo mundo e frequentemente comem a sua bunda. Ele fala porra nenhuma o jogo inteiro, assim quem faz o papel de porta-voz é Nina, função que ela carregaria por quase todos os demais jogos da série. Ryu é um órfão descendente dos Dragões Brancos que cresceu em uma vila no cu do mundo, que apenas quando vira adolescente e vê sua aldeia sendo queimada e sua irmã sequestrada que descobre seus reais poderes, de conseguir se transformar em capetas que podem cuspir fogo. Mas isso apenas depois de conseguir matar os espíritos dos dragões nos santuários e provar que merece ser um herdeiro do clã dos dragões. As primeiras transformações de Ryu não prestam pra muita coisa, mas a sua forma final, de Agni, é o bicho mais apelão do jogo inteiro, perto dele nem o chefão final, a deusa Myria, tem alguma chance, ela apanha pra caralho e mal consegue revidar os ataques. Todos concordam que usar Agni é quase como um cheat legal, de tão forte que ele é.
Nina
A princesa de Windia, Nina é uma garota com asas que serve para dar voz ao protagonista, dizendo aquilo que ele não consegue. Ela é loira, é uma maga de suporte e não consegue dar dano nos inimigos, dependendo sempre de itens como a Chave da Terra para fazer alguma coisa nos monstros. Sua única função é servir como uma erva ambulante, curando os demais personagens e economizando o dinheiro dos itens de cura. Seus buffs não são muito úteis, já que pra zerar é só ficar atacando com a espada que nem um animal, não é necessário muita estratégia. Apenas perto do final do jogo ela ganha uma utilidade, conseguindo se transformar em um puta pássaro gigante que consegue voar sobre rios, oceanos e montanhas, facilitando muito a locomoção pelo terreno altamente irregular e todo cagado do mundo de Breath of Fire. No final, após a morte de Myria, ela volta pro castelo pra continuar vivendo como patricinha, e mesmo sendo proprietária do reino inteiro, nem oferece uma casinha pro Ryu, que apesar de ter salvo o mundo inteiro, é obrigado a ficar vagando por aí como um sem-teto.
Bo
Um raro momento em que Bo está vivo no grupo e tem a chance de fazer um de seus disparos que não dão dano.
Um lobo humanoide arqueiro especialista em andar no meio do mato, apenas com ele liderando o grupo consegue atravessar florestas. Esta habilidade é quase inútil, já que só é usada em um ponto bem específico do jogo, e depois nunca mais é necessária. Pra piorar, perto do fim do jogo, Nina ganha uma habilidade muito melhor, a de voar sobre as florestas, e aí é que a habilidade se torna obsoleta mesmo. Em batalha, apesar de conseguir atacar bem, Bo é papel, e morre com qualquer peido dos inimigos. Na maior parte do tempo, em especial na luta contra os chefes, os demais membros terão que resolver as lutas sozinhos, pois Bo estará caído desmaiado, até um golpe em área que nem é concentrado consegue matar Bo facilmente de tão frágil que ele é. No fim, ele apenas ganha uma função quando Karn aprende a técnica de fundir corpos, após se fundir com Karn, Gobi e Ox, os quatro viram uma entidade só que, apesar de ser feia pra caralho e parecer um pernilongo, consegue unir o poder ofensivo de Karn e Bo com o poder defensivo de Gobi e Ox, transformando o bicho em uma máquina de matar forte e resistente.
Karn
O que acontece quando se mistura um humano, um boi, um peixe e um lobo? A resposta é isso aqui, um dragão deformado com bico de pato e com sprite que parece um pernilongo, que bate nos inimigos virando uma bolinha.
O melhor ladrão do mundo, ele consegue abrir qualquer fechadura existente como se fosse nada. Na maior parte do tempo ele fica na cadeia de Auria, pois lá ele consegue dormir em paz e ganha três refeições por dia, não precisando fazer esforço algum para sobreviver. Mas quando fica de saco cheio e quer ir atrás de tesouros, cachaça ou mulheres, Karn apenas abre a fechadura e sai livremente por aí, fazendo o que dá na telha. Após conseguir o Manual dos Ladrões na tumba do faraó, suas habilidades furtivas melhoram ainda mais, não porque o livro continha muitos segredos (na verdade não tinha porra nenhuma escrito), mas porque ele ganhou auto-estima ao ser o único ladrão do mundo a conseguir achar e roubar esse negócio. Suas habilidades são as melhores do jogo, além de conseguir abrir qualquer portão e desarmar qualquer trap, ele aprende a técnica de fundir corpos, dando assim utilidade para Ox, Bo e Gobi, que se não fosse essa skill de fusão, ficariam eternamente encostados fora do grupo principal, já que os demais personagens são muito melhores.
Gobi
Gobi, o peixe gordo capitalista sonegador, não é muito bom em nada, sendo esquecido até o final do jogo, quando ele finalmente ganha uma função quando faz parte da fusão pra criar o Puka.
Um peixe mercador que teve sua licença de vendas cassada, pois vendia muambas sem nota fiscal e não pagava impostos para a prefeitura de Prima. Seu único objetivo na vida é conseguir dinheiro para abrir uma loja de 1,99 em sua cidade natal e viver como um rei, com muita bebida, mulheres, carrões, mulheres, dinheiro e mulheres. Em sua jornada para conseguir dinheiro, ele acaba conhecendo o grupo de Ryu, e mesmo sem vontade alguma de salvar o mundo, ele acaba se envolvendo no meio da enrolada entre os Dragões Brancos e os Dragões Negros e se vê obrigado a lutar contra Zog e suas tropas também. Ele não possui grandes habilidades de combate, apenas lutando com o seu tridente de plástico falsificado que comprou dos chineses. Sua habilidade especial consiste em virar um peixe gigante que consegue atravessar fissuras coincidentemente posicionadas de modo que apenas nadando dá para atravessar. Assim como Ox e Bo, ele apenas é usado em batalha com o corpo fundido com Karn, apenas aí suas habilidades se tornam minimamente interessantes e úteis.
Ox
Ox depois de puxar uns ferros e beber seu Whey, agora ele tá preparado pra ficar mofando fora do grupo principal de combate.
Um boi gigante maromba que é lento pra caralho, mas bate forte e aguenta muito dano. Ele é um ferreiro, então é especialista no uso de martelos, e os usa para esmagar a cabeça de seus inimigos, ele só não conseguiu esmagar a cabeça dos caras que sequestraram ele e sua família inteira. Ele também sabe criar armas de todos os tipos, mas é vagabundo e não faz nenhuma para Ryu e o resto do grupo, deixando que eles se virem gastando seus suados ouros comprando equipamentos superfaturados nas lojas dos chineses. Apesar de ser forte e resistente, ele não consegue fazer muita coisa que não seja dar porrada, é claro que ele não consegue usar magia alguma, então ele é sempre o primeiro a ser deixado de lado quando o grupo tem mais de quatro membros e é preciso escolher quem vai ser escanteado. Sua habilidade especial consiste em dar uma porradão para quebrar pedras ou paredes que estão bloqueando o caminho, é quase como se ele usasse o "Rock Smash" do Pokémon. Em batalha, ele ganha função apenas quando Karn ganha a habilidade de fundir um monte de gente em um corpo só, como Karn, Bo e Gobi são mais orientados para o ataque, tendo pouco HP e defesa, é Ox quem deixa a fusão resistente e com 999 HP. Tem quem afirme de pau junto que Rand, do BOF2, é a reencarnação de Ox.
Mogu
Mogu, a toupeira árabe nanica que mostra que os Dragões Negros estavam certos, lutando contra clãs como o de Mogu eles venceriam com uma asa nas costas.
Uma toupeira nanica com um dos piores sprites da história dos games, Mogu é tão mal-feito que usaram uma paleta de cores limitada nele, fazendo com que ele fique com uma cor bem morta em relação aos demais membros, ficando parecendo com um fantasma de tão cinzento. A princípio ele estava em coma depois de misturar bebidas suspeitas na balada da noite anterior, mas após ser salvo por Nina e Bleu, ele decide unir-se ao grupo dos herois para salvar o mundo e largar essa vida de boêmio. Em batalha ele é um cocô, além de não conseguir fazer quase nada, ele não consegue sequer se fundir com Karn, tornando-se assim o único membro a quase sempre ficar de fora das lutas finais. A única coisa importante em Mogu é sua habilidade, que consiste em escavar lugares específicos para pegar itens. No final do jogo, ele se torna um mestre escavador, sendo o único capaz de abrir um buraco na Estrela da Morte e criar uma passagem para os protagonistas matarem Myria, Jade e a porra toda.
Bleu
Bleu com seu dildo gigante, pena que ela não tem onde enfiar.
Uma bruxa imortal que não tem buceta, pois a parte de baixo do seu corpo é de uma serpente. Apesar de ser mais fácil zerar o jogo só batendo na espada, Bleu é uma das melhores personagens do jogo, pois aprende quase todas as magias de destruição existentes, conseguindo dar uma caralhada de dano em praticamente qualquer inimigo. Sua reserva de mana também é enorme, então ela pode tacar magia quase que a vontade, e se divertir enquanto explode os inimigos. Por essas e outras, ela é um membro quase fixo do grupo, já que apesar de não possuir nenhuma habilidade para usar no mapa, em batalha ela consegue ser melhor do que o próprio Ryu. No final do jogo, ela volta para sua cidade ambulante no deserto, onde retorna para seu sono eterno de quinhentos anos, despertando no próximo Breath of Fire para ajudar a reencarnação de Ryu.

Vilões[editar]

Myria (Tyr)
A simpática deusa Myria em sua forma de garotinha, ela só quer fazer amigos.
A responsável por todas as merdas que acontecem no jogo. Como estava entediada e sem nada de bom pra fazer pra aproveitar sua vida eterna, Myria desceu para a Terra, que estava muito pacífica, e ofereceu um desejo qualquer para o clã que conseguisse exterminar todos os outros em um Battle Royale. Isso criou o racha no clã dos dragões, dividindo o mesmo em Dragões Brancos de Olhos Azuis e Dragões Negros de Olhos Vermelhos, com os Dragões Brancos querendo manter a paz e a cordialidade, enquanto que os Dragões Negros queriam a morte de todo mundo para que seu desejo de muito ouro e putas fosse atendido. Por ser um elemento satânico de alta periculosidade, Myria foi selada por um Dragão Branco qualquer, e ficou adormecida por séculos, até que foi despertada por Jade, que reuniu todas as chaves mágicas. No fim, quando percebe que tá fudida pois vai enfrentar o dragão imortal Agni, Myria assume sua forma de garotinha e tenta fazer amizade com Ryu e seus companheiros, mas não tem jeito, se Ryu conseguiu sua forma suprema, ele mata ela sem dó nem piedade, acabando com seu reinado de terror. Mas se ele foi preguiçoso e não foi atrás do treinamento para se transformar em Agni, não importa o que Ryu faça, Myria sempre sobrevive no final, vira um capeta e se prepara para exterminar a humanidade.
Imperador Zog
O imperador maromba Zog, cujo único objetivo é acabar com os frangos dos Dragões Brancos.
É mas um daqueles vilões genéricos niilistas que querem destruir o mundo só porque não gosta de nada e nem de ninguém. Ele é o mais novo líder dos Dragões Negros, e apenas quando ele assumiu a coroa que a sua facção ganhou poder, pois Zog ordenou que seus capangas de clã voltassem a caçar os Dragões Brancos e escravizassem os clãs mais fracos. Assim como Ryu, ele consegue virar dragão, mas a transformação dele em dragão afrodescendente não chega nem perto do poder de Agni ou mesmo de Rudra, muito mais poderosos e consistentes. Apesar de a princípio parecer o chefão final, ele não é grande coisa, servindo apenas como aquecimento para as reais batalhas finais, contra Goda, Jade e Myria, se bem que essas batalhas nem são grande coisa também, já que Agni mata ambas as três sem nem suar.
Jade
O general travecão que é o principal peão do Imperador Zog. Jade é um maromba resistente pra caralho, que no começo do jogo, aguentou várias magias de Sara sem nem fazer cara feia, e ainda conseguiu capturar a sacerdotisa sem dificuldades. Ele não faz quase nada o jogo inteiro, apenas fica mandando seus capachos, os 4 Devas, para matarem os protagonistas, algo que eles não conseguem, claro, já que são figurantes. Após a morte de Zog, Jade dá prosseguimento ao plano, e após roubar as chaves do grupo de Ryu, ele ressuscita Myria para que seu desejo seja atendido, o de ter um pinto. Myria é tão bondosa que não apenas deu um pinto para Jade, mas também lhe deu um monte de tentáculos e o transformou em um bicho escroto todo deformado que parece um cérebro com derrame cerebral no pulmão.
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