Brickleberry

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Brickleberry é um desenho animado adulto do Comedy Central que pegou carona no sucesso de South Park e Family Guy para atrair espectadores, tentando repetir a fórmula de tais desenhos.

Enredo[editar]

Conta as aventuras emocionantes dos guardas florestais do parque Brickleberry, o pior parque nacional da história dos parques nacionais. Se o Zé Colmeia fizesse uma visita ao Brickleberry, provavelmente morreria de câncer por causa do ar e ambiente tóxicos (pior que o de bairros industriais) ou de AIDS ao roubar a cesta de algum dos caipiras que moram sem licença no parque.

O desenho se sustenta no uso de humor ofensivo (não confundir com humor negro), tentando ofender todo o tipo de grupo e raça em uma tentativa desesperada de ser engraçado, mas acaba sendo apenas idiota.

Personagens[editar]

Os personagens são todos estereótipos ambulantes sem vergonha na cara que agem por impulso e tem personalidades unidimensionais. Ainda assim, são mais bem elaborados que personagens de anime.

Steve Williams[editar]

Steve tentando fazer um Hadouken para vencer seu antigo valentão da escola depois que o Malloy contou o segredo para se ganhar brigas de ruas

Steve é o guarda mais idiota do parque, tão idiota que seria uma ofensa aos deficientes mentais o chamar de retardado. Apesar disso, ele vem ganhando o prêmio de funcionário do mês todo mês, que é uma medalhinha mal feita que o Woody (o chefe) dá para o Steve continuar no emprego, mesmo ganhando um salário de merda. É parecido com o funcionário do mês do Siri Cascudo. Na verdade, ele só é funcionário do mês todo santo mês porque o Woody come a mãe dele. Considerando que esse prêmio é inútil pra caralho e só serve para o Steve se gabar, a mãe dele dá o cu a troco de nada. Inclusive, já foi mostrado que tudo o que o Steve já conquistou na vida foi porque a mãe dele abriu as pernas portas para ele ao transar com todo mundo, que nem a tua mãe faz com você, pois ela te ama, e você deveria valorizar isso!

Steve é o que mais se fode na série, mas mesmo assim, ele é tão babaca que você não sente pena dele, e quer mais é ver ele se foder. Ele provavelmente é o pior funcionário do parque, pior até mesmo que o Denzel que não faz nada, pelo menos ele não fica fazendo merda que nem o Steve, que vive matando campistas e animais do parque sem querer querendo.

Steve já se mostrou talentoso ao tocar música country, o problema é que ele não notava que suas músicas tinham duplo sentido, e acredite, isso afetou diretamente no público que gostou de suas músicas.

Woodrow "Woody" Johnson[editar]

O pau do capeta, segundo Denzel

Woody é dublado pelo Bob Esponja no original, enquanto que no Brasil ele é dublado pelo Mike Wazowski.

Woody é o chefe do Brickleberry e provavelmente o que menos se importa com o parque. Como qualquer bom homem de negócios, ele só se importa em lucrar e economizar, é tão sovina que deixaria até o Seu Sirigueijo envergonhado. A razão do Brickleberry ser o pior parque nacional existente é por causa dos cortes de custos "inofensivos" que o Woody faz, e também por causa do Steve.

Woody já foi um famoso ator pornô chamado "Rex Erection", a piroca dele tinha quase o mesmo tamanho da do Kid Bengala. Só que a carreira dele desabou quando ele broxou em um ensaio, e como o pau dele era enorme, tudo o que ele tinha era uma massa flácida equivalente a um elástico.

O pai de Woody o abusou sexualmente quando criança, por causa disso, ele é lelé da cuca, e depende de seu bichinho terapêutico, Malloy, para manter sua insanidade.

Ethel Anderson[editar]

Ethel era supostamente a melhor guarda florestal no parque Yellowstone, e foi contratada pelo Woody para salvar o Brickleberry. Até aí, tudo muito bonito, mas acontece que, na verdade, Ethel foi demitida do Yellowstone por beber no serviço, e também por ter esquecido de usar calças. Ah, ela também mencionou o número de abortos para os campistas... Enfim, com isso, dá para perceber que ela é tão fodida quanto os outros guardas.

Ethel era para ser a personagem mais certa do grupo, a voz da razão, mas como os roteiristas são idiotas demais para terem qualquer senso de moralidade, tudo o que a Ethel fala não tem credibilidade porque ela é uma vadia egocêntrica. E não é ofensa não, ela é realmente uma biscate. Apesar disso, ela se mostra competente em seu trabalho, mas não é como se ela sozinha conseguisse balancear as merdas que os outros guardas fazem, especialmente o Steve.

No início, o Steve temia que a Ethel tirasse dele o seu precioso prêmio de funcionário do mês, que já falamos ser inútil pra caralho. Alguns episódios depois, Steve passou a ter uma paixão pela Ethel, mas como o Steve é um babaca, isso se deve totalmente à aparência dela, já que ela fode com meio mundo na frente do Steve, além de viver dando foras nele, e mesmo assim, ele diz estar "apaixonado" sendo que só quer comê-la, mesmo que fosse contra a vontade dela (só que o Steve é fraco demais para forçá-la).

Sim, a Ethel é para ser uma mulher gostosa, mas a animação e design de personagens do desenho é tão ruim que você nem percebe isso, ainda mais porque ela é uma magra esquelética que faz até a Pearl do Steven Universe parecer mais atraente (se você for do tipo que bate punheta pra desenho).

Denzel Jackson[editar]

Cquote1.png Calma, garota! Deixe o Parkinson fazer o serviço Cquote2.png

Cquote1.png Que vadia racista! Me tratando como se eu fosse um mexicano ou algo assim. Cquote2.png
Denzel sobre Ethel o tratando como minoria

Denzel é um guarda florestal negro que é negro, negro e negro. Ele também é negro, negro, e também anda meio negro, e trabalha negro, e às vezes é negro.

Denzel é um guarda florestal baiano preguiçoso que tem medo de florestas, animais e insetos. Então, o último lugar que ele deveria procurar emprego é em um parque nacional, não acham? Acontece que o governo obriga o Woody a ter pelo menos um funcionário negro, sabe, para ajudar as minorias. Isso não é nada racista, é que nem as cotas! Por causa disso, o Denzel faz o que bem entender (ou seja, nada), mas isso não é tão ruim, pelo menos ele evita de fazer merda.[1]

Denzel também tem um fetiche inexplicável por mulheres mais velhas, mas não são só MILFs, ele é louco de comer não só a velha da tua mãe, mas também a tua avó.

Connie Cunaman[editar]

Connie ao ter um orgasmo

Connie é uma guarda florestal lésbica que é um brutamontes, equivalente à irmã do Patrick Estrela. Ela tem uma força fora de comum, e ela vem do fato de ela ser lésbica, uma força lésbica, pois quando ela usou uma arma secreta do governo para virar hétero, ela perdeu suas forças. Ou seja, já sabemos porque a Mônica é tão forte.

Connie também é apaixonada pela Ethel, só que, diferente do Steve, ela é totalmente obcecada pela mesma, e provavelmente não é só por ela ser gostosa, mas porque ela é o único outro ser feminino que existe no parque. A Ethel não corresponde a Connie, mas não é porque ela é só gosta de picas, já que foi comprovado que se a parceira for gostosa ela vira lésbica também, mas porque ninguém em sã consciência foderia seria fodido pela Connie.

Malloy[editar]

Um filhote de urso que é racista, odeia todos os outros personagens e os incentiva a fazer estupidez, principalmente o Steve, já que ele é o mais fácil de se enganar por causa de seu QI baixo.

Ele é dublado pelo Daniel Tosh, dono do programa Tosh.0 que tem um sucesso leve, e por causa disso, ele fez propaganda até enjoar do desenho para que ele tenha um mínimo de audiência.

Malloy é tipo um plágio do Eric Cartman com o Stewie Griffin misturados, só que ele falha em adquirir qualquer carisma que um desses personagens tinha, e a voz de taquarada rachada do Daniel Tosh não ajuda.

Os pais de Malloy foram mortos acidentalmente pelo Steve (foi acidente, mesmo, como já foi dito acima, a incompetência do Steve matou mais do que qualquer Serial Killer famoso com artigo na Wikipédia), e por causa disso, ele decidiu resgatá-lo por se sentir culpado, mas para eles ficarem quites, Malloy matou os pais de Steve. Woody usa Malloy como um bicho de estimação terapêutico, ele podia comprar um cachorro ou um gato, mas não, tem que depender de um ursinho falante egoísta, racista, odioso, narcisista e com voz de taquarada rachada de apresentador de programa meia boca para o fazer se sentir bem.

Cancelamento[editar]

Tosh apelou até pra My Little Pony pra fazer propaganda do Brickleberry. Lamentável esse desespero

Mesmo com toda a propaganda no programa Tosh.0, depois de três temporadas, Brickleberry foi cancelado. Considerando que a recepção do público foi extremamente negativa, e que os próprios produtores da série escreveram críticas exageradamente positivas sobre o desenho no IMDb só para alguém ler e dar uma chance,[2] o cancelamento de Brickleberry era iminente. O que é realmente surpreendente é saber que essa animação durou três temporadas antes de sair do ar, porém, após seu término, vem aos poucos ganhando vários fãs.

Ver também[editar]

Referências

  1. É melhor dormir no trabalho do que fazer merda
  2. "Brickleberry" no IMDb, repare que ou o usuário ama ou ele odeia o desenho, não tem meio termo