Briguinha

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Este artigo é algo que eu e minhas amigas pink adoramos! Se você for nerd ou pobre, tipo, é melhor passar longe daqui, e se vier aqui pra arranjar confusão, nós vamos chamar a galerinha popular para humilhar você!

Briguinha começa quando duas ou mais... não, não, uma briguinha pode ser até mesmo com uma só pessoa, brigando com ela mesma ou vendo coisas, até mesmo aquele tipos de joguinhos mentais, que dizem pegar todo mundo algumas vezes, até que a pessoa resolva o dilema... mas briguinhas são pequenas rixas em que, se não for levada à sério, ninguém sai prejudicado, nem com a cara rachada, mas se for levada à sério, alguém se f... sem que isso tenha uma justificativa plausível. Pode não sair com a cara partida, mas se prejudica de alguma forma. Isso é uma briguinha besta.

Começo da briguinha[editar]

Aqui pra você: aaaah...

A briguinha começou quando uma joaninha estava tranquilamente comendo sua refeição saudáveis de pulgões, de repente olha passar por ela uma folha que acerta uma mosca. A mosca vai tirar satisfações cuspindo pra todos os lados, lado rosa, lado negro, lado azul, lado cor de burro quando foge, todos os lados foram atingidos por cuspe. A joaninha termina de engolir e para de comer, tentando se esquivar das cuspidas e tentando entender o que a mosquinha fala.

Após acalma-se um pouco do chilique, antes que ela comece outro ataque de pelanca, a Cleópatra coleóptera pintadinha começa a explicar que não foi ela quem derrubou a folha, quando finalmente começa a convencer a mosca, chega um zangão e se mete na conversa, dizendo que derrubar folhas na cabeça dos outros é absurdo e que a joaninha deveria se envergonhar, então a mosca já está em dúvida novamente. A joaninha então, começa a explicar ao zangão, entram mais dois na conversa, um rola-bosta, um vaga-lume e uma vespa... a vespa dizendo que o zangão está certo e que uma coisa dessas não pode passar sem uma punição. Rola-bosta e vaga-lume, tentam entender, nisso chegam duas tanajuras escutam por cima e vão consultar duas centopeias e uma borboleta assustada.

Essa briguinha virou num furdunço infernal e ia virando numa brigona daquelas, mas a joaninha foi voando embora, outros que voavam nessa história(ou estória, melhor dizendo) quiseram ir atrás, alguns pra brigar mais, outros pra apaziguar. Os que não voavam ficaram tentando entender. Nessas alturas começa uma chuva abençoada e, só por isso ao menos por enquanto, a briguinha cessa.

Separando briguinhas[editar]

...ainda com ânimo exaltado.

Algumas briguinhas devem ser separadas, mas outras não, pois se for separar briguinhas na hora errada, então os motivos pequenininhos da briguinha que, talvez após uma pequena discussão, cessassem, pode acabar por ficar algum ranço nas ideias de quem estava envolvido e, se tornar numa briga mesmo. Outras devem ser separadas pelos mesmos motivos, antes que se crie o ranço, ficando muitos rançosos e querendo se livrar do sebo todo, acabam por brigar mais.

Quando a joaninha da primeira sessão volta, alguns sentem vergonha por ter se metido em briga de meninas que, só devem mesmos cuecas se meter se a briguinha estiver se tornando séria e, assim mesmo, amigão, só deve ir até o ponto que lhe cabe. Se a briguinha não for entre meninas, como nesse caso, então... também não deve dar palpite que não seja pra apaziguar ou ao menos uma observação que o valha. A joaninha voltou... voltou o caralho, ela não morava por ali mesmo, nem tinha ninguém por ali pra criar, então se foi e não voltou mais, não querendo saber daquele pedaço, nem quis se arriscar... reação dos demais? Uns não disseram mais nada, outros deram graças à deus que uma criatura tão maléfica havia ido embora. Quer saber o moral da estória?

Esquece, essa estória não tem moral e, melhor acabar essa página antes que se inicie outra briguinha.

Ver também, se quiser[editar]