Bruna Surfistinha

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa
Garota hentai.gif SAAAFAAAAADO(a)!

Tava procurando putaria e caiu nesta página "sem querer", não é?! Pelo menos feche a porta do quarto e divirta-se!

Melhor.gif CUIDADO: ESTE ARTIGO É SOBRE UMA FALSA GOSTOSA!

Bruna Surfistinha usa e abusa de Photoshop, maquiagem e propaganda, faz lipo
com frequência, pode ter silicone na bunda e botox na cara.

Mesmo assim, você ainda acha que ela é gostosa!


Raquel Vagina Pacheco
Raquel Vagina Pacheco
"JÁ ENGOLI COISAS PIORES QUE O ORGULHO"
Nascimento E isso interessa?
Avenida Augusta, SP
Ocupação Todas que o cliente quiser
Medidas À parte
Peso R$ 80,00 a hora
Cabelo À gosto


Nota: o trecho seguinte está "compactado" de modo a despoluir visualmente o contexto da página toda.

Wikisplode.gif
Para aqueles sem senso de humor, os espertalhões da Wikipédia têm um artigo (pouco confiável) sobre: Bruna Surfistinha.
Descitacoeslogo2.png
O Descitações possui citações de/sobre Bruna Surfistinha.
Desentrevistasminibox.PNG
O Desentrevistas
possui uma entrevista com
Bruna Surfistinha
Fatos.png
Conheça os fatos sobre Bruna Surfistinha
Livrobase.jpg
A Desciclopédia possui um livro sobre esse assunto em sua biblioteca: O Doce Veneno da Aranha
Livrobase.jpg
A Desciclopédia possui um livro sobre esse assunto em sua biblioteca: A cuzinha maravilhosa de Bruna Surfistinha
Cquote1.png Você quis dizer: Cyndi Lauper Cquote2.png
Google sobre Bruna Surfistinha

Cquote1.png Você quis dizer: Puta Cquote2.png
Google sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Quer me fuder, me beija Cquote2.png
Bruna Surfistinha para Capitão Nascimento
Cquote1.png Eu adoro surf, graças a surfistinha... hehe Cquote2.png
Rafael Cortez sobre e sua piada super-engraçada
Cquote1.png ... Cquote2.png
Você sobre piada acima
Cquote1.png A Bruna Surfistinha é uma santa padroeira... lá de casa Cquote2.png
Você sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Eu ainda conservo minha alma virgem Cquote2.png
Bruna Surfistinha sobre ela mesma
Cquote1.png Hahaha... Eu também Cquote2.png
Sua vó sobre comentário acima
Cquote1.png Uma puta escritora! Cquote2.png
Você sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Ou seria uma escritora puta? Cquote2.png
Você sobre comentário acima
Cquote1.png Seria uma puta escritora puta Cquote2.png
Oscar Wilde sobre comentário acima
Cquote1.png MINHA MELHOR AMIGA Cquote2.png
Aids sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Ela adora um peru assado Cquote2.png
Dono do restaurante sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Sexo igual, com roteirinhos sempre iguais, vira rotina Cquote2.png
Bruna Surfistinha sobre Sexo em seu livro ''O Doce Veneno do Escorpião''
Cquote1.png Já comi, mas não paguei! Cquote2.png
José Mayer sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Vagabundo(a)! Vagabundo(a)! Cquote2.png
Kassab sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Eu me odeio e quero morrer Cquote2.png
Kurt Cobain depois de um programa com Bruna Surfistinha
Cquote1.png Vai pagar quanto? Cquote2.png
Garoto-propaganda das Casas Bahia sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Deixei de comer para deixar alguém me comer. Cquote2.png
Bruna Surfistinha, em seu blog, contando que desmarcou um almoço com amigas para atender um cliente.
Cquote1.png Pra quê comer a Bruna Surfistinha se tem internet?! Cquote2.png
Nerd sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Cinco “reáu” pra fazê caridade! Cquote2.png
Velhinho que comeu e não pagou sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Meu puteiro é cultural! Todas as meninas passaram a dar mais lucro depois desses livros Cquote2.png
Cafetão sobre os livros de Bruna Surfistinha
Cquote1.png Já comi Cquote2.png
Torcida do Flamengo sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Já comi Cquote2.png
Torcida do Corinthians sobre Bruna Surfistinha, que também é corintiana
Cquote1.png Vou te comer! Vou te comer! Cquote2.png
Majin Boo sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Nem quis comer, mas comi Cquote2.png
Chuck Norris sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Meu veneno é doce, e o máximo que minha picada causa é dor-de-cotovelo Cquote2.png
Bruna Surfistinha, em seu blog
Cquote1.png Já comi Cquote2.png
Lobo Mau sobre Bruna Surfistinha
Cquote1.png Toda puta tem um quê de psicóloga. Cquote2.png
Bruna Surfistinha, em seu blog, comprando briga com as psicólogas.
Cquote1.png Essa mulher jogou o nome de nossa cidade aos porcos! Cquote2.png
Cidadã sorocabana sobre sua conterrânea Bruna Surfistinha
Cquote1.png Relaxa e goza...! Cquote2.png
Filosofia surfiniana
Cquote1.png Quero te dá, que te dá Cquote2.png
Filosofia de Valeska Popozuda
Cquote1.png Eu acho isso uma puta falta de sacanagem Cquote2.png
Fã do gaystart sobre Bruna Surfistinha

Raquel Pacheco é uma pseudointelectual e terapeuta-psicóloga pós-graduada na UFF, especialista em depressão. Ela revolucionou os pilastres da literatura médica com seu livro O Doce Veneno do Escorpião, sua semi-autobiografia. Ficou famosa com a alcunha de mulher do povo Bruna Surfistinha enquanto se prostituía. Usando seus dotes de consolo com suas sessões de terapia...(hehe). Sua experiência foi progredindo até ela decidir passar para as suas discípulas com seu blog que tornou-se uma bíblia para as jovens prostitutas. Seu livro foi o mais vendido no Brasil. Quer dizer. O livro de "auto-ajuda" mais vendido no Brasil.

História[editar]

À gosto do freguês
Foto 3 por 4 de Bruna Surfistinha

Nascida em num cu-de-mundo qualquer, em 28 de outubro de 1984, Raquel foi usada como instrumento sexual por seus pais pervertidos até os 8 anos. Absorvendo experiências de todos os ramos, como zoofilia, necrofilia e botanofilia, a pobre escrava sexual foi vítima de todas as perversões sexuais inimagináveis. Fez pós-graduação em sexo oral ainda na infância, com 9 anos. Quando atingiu os 10, já doutora, saia de casa todas as noites para disputar no mercado de trabalho. Começou a galinhar a vida consolando nerds, emos, depressivos e gordos com seus dotes especiais só com 12 anos.

Cquote1.png Ela sempre foi revoltada com a família, traumatizada com algo, guardava rancor deles Cquote2.png
Amiga de trabalho sobre Bruna Surfistina

Começou sua carreira no bordel da Maria Satã com 14 anos. No natal, saía à noite distribuindo presentes para outras crianças carentes, que a adoravam e espalhava alegria. Por perder a virgindade ainda bebê, não era difícil passar de ano na escola. Ensinava às meninas uma técnica própria para prolongar o orgasmo sem gozar usando um alicate de eletricista e ensinou os meninos a chupar o próprio pênis quando ela estava indisposta a fazer isso para eles.

Cquote1.png Ela fazia sexo por qualquer coisa, ela dava pra qualquer um que estivesse disposto a pagar seu lanche, transava pelo dinheiro da passagem do ônibus, dava pro vendedor pra ganhar um biscoito, dava para não pagar a conta de luz, dava para comprar balas, dava o cu por qualquer coisa Cquote2.png
relata um amigo de infância de Bruna Surfistinha

Na adolescência, Raquel já era uma profissional do sequiço. Ficou famosa em sua cidade depois de ressuscitar um velhinho que tinha acabado de ter um ataque cardíaco. Então, famosa, decidiu encarar a vida de frente, de costas, de lado, de qualquer jeito e saiu de casa para se prostituir e, não por acaso, reinventou a arte da prostituição. Pegando carona com caminhoneiros, chegou em São Paulo em apenas meia-hora. Fazia caridades em presídios e em orfanatos, fazendo a vida desses pobres fudidos menos insuportáveis. Então, ficou Bulma Surfistinha, com o tempo, redigida para Bruna Surfistinha. Um nome que mais tarde revolucionária a indústria pornô.

Nessa época que decidiu compartilhar seus conhecimentos com A Bíblia das Prostitutas em seu blog. Cansada de ser abusada em casa, de se prostituir, da escola, escreveu um livro contando detalhadamente sobre suas experiências e pesquisas sobre as obscuridades da psicologia humana. Ficou famosa com isso e recebeu elogios internacionais depois de fazer caridade para velhinhos à beira da morte. Recebeu o nobel da paz por promover uma orgia para fazer as pazes dos presidentes do Irã e do Iraque. E conseguiu viajar daqui até o Japão apenas dando, e dando, e dando, até chegar de graça sem gastar nada.

Sucesso na Internet[editar]

Raquel, entre uma trepada e outra, mantinha um blog, onde relatava todas as suas aventuras sexuais com homens, mulheres, animais, anões de circo, gnomos, Pokémons, comunistas, etc., todas ocorridas em seu apartamento ou nas várias boates e clubes de família espalhados pela capital paulista. Por isso que o seu sobrenome contém Surfistinha, devido a ela surfar bastante nos sites pornôs, eróticos e pornoeróticos. Nessa época, era chamada de Bulma, personagem do desenho Dragon Ball Z. Daí virou Bulma Surfistinha, o que, resumindo, tornou-se com o tempo BRUNA SURFISTINHA a alegria dos trabalhadores

Tendo putaria direto, obviamente, o blog virou sucesso absoluto, tendo mais de 50 mil punheteiros vendo as sacanagens de cada dia nos dai hoje de todas as naturezas impossíveis! Que ela escrevia todos os dias.

Sua página não fez sucesso apenas por falar de sacanagem, mas sim, pelos detalhes sórdidos das trepadas e também pelo pioneirismo. Tanto que hoje em dia várias putas têm blogs. Essa puta velha que hoje diz estar aposentada, dizem que ela tem o vírus do HIV, andou se tratando por alguns tempos mas viu que tinha que ganhar dinheiro então retornou à prostituição e espalhando o vírus pelo mundo a fora, acompanhada pela sua amiga lésbica Valentina Alves.

Um filme pornô que valeu por três[editar]

O momento mais esperado de Bruna.

Em 2004, mais por curiosidade do que propriamente por necessidade financeira (pelo menos é o que ela diz…), Raquel aceitou um convite da produtora SexXxy World/Planet Sex para fazer um filme de sacanagem, com a promessa de que seria lançado um único DVD com suas melhores cenas, e que na produção ela fosse chamada apenas de “Bruna”.

Cquote1.png Esse filme revolucionou minha vida Cquote2.png
Você sobre o filme de Bruna Surfistinha

Ao final das gravações, ela ficou bastante chateada, devido ao fato de que quase todas as suas maiores taras não foram saciadas:

  • Fazer quádrupla penetração;
  • Fazer sexo num canil;
  • Beber um litro de porra;
  • Gozar no próprio rosto fazendo um espanhola em si mesma;
  • Transar com um poste;
  • Transar com a torcida do flamengo;
  • Transar com um elefante;

Menos mal para ela que gravou uma cena com um negrão afro-americano atlético — o que era um de seus fetiches. Depois, ela enviou uma cópia para a mãe, que ficou muito orgulhosa.

Pelas filmagens, Raquel recebeu um cachê de R$ 50,00 e uma lanche no Bob´s com um molho branco de formulação desconhecida — sendo que estrelas menos putas do que ela, como Mônica Mattos, chegam a ganhar até R$ 10.000,00 por filme —, mais uma caneta da Hello Kitty e um passe de ônibus para o flat que alugava para seus programas, em Moema. Lá chegando, para desencanar da mixaria que arrecadou, passou a se masturbar com a caneta da Hello Kitty e gozou inúmeras vezes — o que gerou a sua grande admiração pela gata cabeçuda e sem boca, confessada repetidamente em seu blog.

Tempos depois das filmagens, Raquel descobriu que aquele “filme pornô com cenas selecionadas” fora dividido em três partes, com enxertos de cenas sobradas de outras produções da casa, mais algumas feitas a toque de caixa.

Para efeito de registro, os títulos dos três DVDs são:

  • Bruna Surfistinha e suas travessuras (2005);
  • Bruna Surfistinha a todo vapor (2006);
  • Revolução anal (2007).

Ela intencionou mover um processo contra a Planet Sex/SeXxy World, mas seus diretores, ao saberem do fato, entregaram um caminhão de outros brindes da Hello Kitty — incluindo seu famoso vibrador e afroamericanos caralhudos atléticos — na porta da casa de Raquel, e o processo foi arquivado.

A carreira de escritora[editar]

A trilogia que não pode faltar no seu banheiro, para ler com sua mão preferida!
Leitor típico de Bruna, pego em flagrante
.

Com tanto sucesso, muito pau e dinheiro entrando (às vezes encontrando ambos na mesma calcinha), Bruna recebeu um convite de Marcelo Duarte, dono da editora Panda Books, para escrever um livro. (Sua série O Guia dos Curiosos, àquela altura, não estava mais vendendo muito bem.) Raquel aceitou, é claro, em troca de um programa com o kid bengala e negrões do pau de 1 metro ela aceitou a suruba e ela passou 2 anos de cadeira de roda e passando hipoglós no rabo e ainda meteu com um cavalo que disposição. Afinal, escrever sobre putaria para ela seria fácil.

O livro O Doce Veneno do Escorpião — O Diário de uma Garota de Programa (2005) foi escrito com ajuda da grande pedófila Vivi Fernandez e do jornalista Jorge Tarquini, que penetrou fundo (seria esse periodista o velho que comeu e não pagou?) na história de Raquel. Foi um sucesso absoluto — afinal, todo mundo quer ler putaria. O livro também contém dicas para as mulheres segurarem seus maridos (à base de sexo, é claro), além de ter popularizado a expressão beijo grego.

A obra chegou ao segundo lugar no ranking de vendas no Brasil, só não deixando para trás Formando Equipes Cabra Ômis, do mestre Jeremias.

Com o sucesso de O Doce Veneno do Escorpião, Marcelo compeliu Bruna a seguir escrevendo. Com isso, vieram mais dois livros: O que Aprendi com Bruna Surfistinha — Lições de uma Vida Nada Fácil (2006) e Na Cama com Bruna Surfistinha — Receitas de Prazer e Sedução (2007).

Com sua obra consolidada, Raquel iniciou sua campanha para a Academia Brasileira de Letras sob o lema “Se Coelho pode, piranha também pode”.

Ela planeja também abrir uma filial da Igreja Universal do Reino de Deus, pregando o amor e a castidade entre os jovens.

O audiolivro[editar]

Em 2006, ainda na onda do sucesso da edição em papel de O Doce Veneno do Escorpião, Raquel resolveu lançar relatos em viva voz de suas putarias, no CD O Doce Veneno do Escorpião — Histórias Inéditas e Proibidas de Bruna Surfistinha.

Esse audiolivro, como era de se esperar, também vendeu horrores — apesar de ela própria, na faixa de introdução, admitir que boa parte dos relatos (se não todos) foram extraídos do livro de papel e de seu blog. Em suma, não eram histórias tão “inéditas” assim…

Na verdade, segundo uma audição apurada de um descíclope com senso crítico, o que pretendia ser uma obra com 100% de putaria de alta voltagem — a ponto de fazer milhares de punheteiros correrem para os banheiros de suas casas com discmen e tocadores de MP3 a postos — acabou se transformando numa das melhores obras de humor involuntário que já se ouviu. A impressão que se tem ao escutar esse CD é que Raquel, por vezes, não sabe se está gravando um audiolivro erótico ou um disco de piadas à la Costinha. São por vezes risíveis as suas tentativas de dar uma carga sexy a sua voz.

Enfim, é uma obra bem gozada — em todos os sentidos!

O Doce Veneno… nas “telonas”[editar]

Desde que foram divulgados os primeiros números das vendas de O Doce Veneno do Escorpião, vem-se especulando a realização de um filme baseado nesse livro, a ser realizado pela produtora TV Nota Zero.

Segundo informações desse estúdio, mais de duas mil pessoas fizeram testes para tentar uma vaguinha na película.

O principal entrave à seleção de elenco para a realização do filme é o fato de que a maioria dos homens que se inscreveram para os testes acharam que se tratasse de uma produção pornô como a(s) que a própria Raquel fez. Até que Raquel teve a brilhante ideia de chamar sua ex-colega de programa Deborah Secco para "atuar" nessa genial produção da Brasileirinhas. "Deborah Dry, a rainha dos calçadões", como era conhecida, aceitou o pedido sem pensar duas vezes e se diz muito honrada, além do seu número de clientes ter aumentado de forma expressiva. Há rumores que talvez Secco tenha que abandonar o personagem depois de ter sido violentada pelo seu ex Chris Falcão Brown.

Apesar dos contratempos, a TV Nota Zero anuncia que o filme vai ser lançado em julho de 2010. Será, sem dúvida, uma garantia de cinemas lotados — e banheiros de cinemas mais lotados ainda.

Ver também[editar]

Ligações externas[editar]

Funkeiras.jpg
Grande Série temática das putas
v d e h

Tipos de putas: Profissional do séquiço - Putas - Puta gostosa - Puta baranga - Puta paga - Puta de luxo - Stripper - Gueixa

Putas famosas: Deusa Puta - Mata Hari - Andréia Schwartz - Bruna Surfistinha - Tua irmã - Tua mãe