Budismo

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Dhalsim meditando.png
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Google sobre Budismo

Cquote1.png Foda-se tudo Cquote2.png
Buda sobre Vida
Cquote1.png É uma religião onde se cultuam as bundas Cquote2.png
Carla Perez sobre Budismo
Cquote1.png iiiiiiiiiiiiiiiiooooooooooooooaaaaaaaaaaaaammmmmm Cquote2.png
Monge budista tendo orgasmo meditando

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A nossa sátira autorizada, a Wikipédia, tem um artigo sobre: Budismo.

Budismo ou Bundismo é uma religião que surgiu nos confins da Índia, fundada por um cara que atingiu o mais alto patamar da iluminação, sendo mais iluminado que minha mãe e Jesus juntos.

A idéia do budismo é fazer com que as pessoas parem de sofrer, através da abdicação de vários prazeres da vida, como tocar punheta e comer no McDonalds, e com isso atingiremos o Nirvana, uma banda de rock cuja qual segundo o Budismo, é o destino supremo de todos!

Origens[editar]

Esta religião surgiu na Índia, há aproximadamente, 3.000 anos. O seu fundador foi Sidarta Gautama, um veado príncipe hindu que não queria fazer nada. Não queria comer, não queria trabalhar, não queria tomar banho, não fazia benfeitorias em seu reinado, não se preocupava com o aspecto social ou político, deixando o povo na total miséria e pobreza. Seu desapego material e às pessoas era preocupante. Em linguagem chula, ele estava, literalmente, cagando e andando.

Resolveu se mudar para uma montanha, sua única opção, já que todo mundo ficava sacaneando o nome dele, a careca dele e a pança dele. Foi lá que ele teve a grande luz e mandou tudo e todos verdadeiramente se fuderem.

Enquanto seu reino entrava em colapso econômico, e com o social abalado, ele se sentava à beirada de um pé de cedro e ficava em absoluto repouso, bastante despreocupado da vida. Viveu e morreu sem fazer nada de construtivo. Mesmo assim, ele é equivalente à Jesus Cristo.

O nascimento de Sidarta[editar]

O Oriente é o berço de inúmeros mestres iluminados. Reza a lenda que logo nas primeiras semanas do seu nascimento, o menino Siddartha caiu do berço e ficou com sequelas mentais. Se tivesse nascido em Esparta, o pobre menino Siddartha com certeza teria sido descartado. Mas seus pais movidos por compaixão irada contra os deuses disseram: "Vejamos no que isso vai dar!" E mesmo com déficit de inteligência, déficit de lógica, déficit de racionalidade, déficit de bom senso e, mais tarde na adolescência, déficit de atenção em razão do uso excessivo da erva cannabis sativa para atingir a iluminação, Siddartha conseguiu fundar uma religião e se tornou o Buda.

A Iluminação[editar]

O próprio Buda iluminava os discípulos mais antigos no instante que revelava que jamais havia sido um príncipe rico. A partir desta revelação, prosseguia ensinando técnicas de ilusão e persuasão que ajudavam a Sangha a arrebanhar outros pobres mendigos como eles. Seu maior e mais importante discurso, o Discurso da Iluminação, até hoje permanece oculto para quem não acessa a Desciclopédia. Rindo o Buda pregou: "Não sou príncipe e jamais fui. Sou apenas um mendigo como todos vocês. Eu nunca vi um mendigo rico! Alguém já viu? Quem seria louco e idiota o bastante para abandonar uma fortuna a fim de encontrar a cura para o sofrimento numa floresta miserável? Isso seria o cúmulo da contradição! Quem abandonaria um palácio para viver sofrendo na floresta, tomando água da chuva e comendo sementes da erva cannabis sativa? Não basta apenas fumá-la?!"

Juntos, Buda e seu bando de mendigos partiram na brisa pregando cascatas e obviedades a todos que cruzavam o seu caminho. Hoje, o budismo tem um sincretismo semelhante ao candomblé e conta com algumas variações como o Zen Budismo, o Brahmanismo e o Hinduísmo. É como se fosse um umbanda oriental: fazem danças venerando os deuses, encorporam entidades, trabalhos de amarração e evocam espíritos.

A Filosofia do Budismo[editar]

Budista meditando totalmente desapegado de tudo

O Budismo é a filosofia em que Buda pregava o desapego de tudo que fosse material. O homem, segundo ele, deveria se desligar de seus desejos. Nada de dinheiro, carros, bebidas, mulheres (nem mesmo uma bronha). Em resumo, a filosofia de Buda pregava que as pessoas ligassem o foda-se pra tudo. A essência é que se você mandar tudo se fuder, não vai se preocupar com nada e assim vai atingir a iluminação, o difícil é acreditar como tanta gente quer viver assim.

As verdades do Budismo:

  1. "(..)esta é a nobre verdade do sofrimento: nascimento é sofrimento, envelhecimento é sofrimento, enfermidade é sofrimento, morte é sofrimento; tristeza, lamentação, dor, angústia e desespero são sofrimento; a união com aquilo que é desprazeroso é sofrimento; a separação daquilo que é prazeroso é sofrimento; não obter o que queremos é sofrimento; em resumo, AAAAAAAAAAAA eu vou me matar ...
  2. O sofrimento é causado pelo apego ao mundo material, vire Hippie.
  3. Seja correto, aceite tudo que o comunismo quiser.
  4. Depois de tudo isso chegue ao Nirvana, se precisar de uma ajudinha, sabe como é ...
Lúcifer foi um budista famoso

Preconteitos Preceitos do Budismo[editar]

O Budismo prega desapego material, e utiliza um sistema de balança para medir os pecados. Cada boa ação é creditada no DHARMA e as más ações são debitadas do KHARMA. Depois da morte é feito o balancete, e dependendo do saldo, a pessoa vai para determinado lugar. Se for positivo, a alma vai para o Nirvana, se for negativo, a pessoa volta para o planeta Terra em forma de um animal reencarnado. Pode parecer piada, mas é nisto que estes pobres coitados acreditam. (Isso é o que a maioria das pessoas interpretam, porém o Nirvana é a própria paz interior que nos permite um bem estar psíquico inexplicável, e não algo que será ganhado após a morte. E o Dukka é tudo aquilo que abala a sua paz, ou seja, te tira do equilíbrio emocional, inclusive a ambição pelas coisas materiais, ambição que muitas vezes é interpretada erroneamente como "apego", os sentimentos negativos, os sentimentos exagerados de euforia e desejos egoístas que não levam o bem estar psíquico das pessoas a sua volta em consideração).

Bodhisattva[editar]

Bodhisattva (Ch.: 菩薩 pú sà) é um termo do budismo que designa seres de sabedoria elevada que seguem uma prática espiritual que visa a remover obstáculos e beneficiar todos os demais seres. A expressão significa, em tradução literal do sânscrito, "ser (sattva) de sabedoria (bodhi)".

No Budismo e no Fudismo, Pai Mei é considerado o bodhisattva da compaixão porque seus olhos vertiam sangue (sanguenozóio) de tanta pena e compaixão (irada) que tinha ao matar baratas (baratas para ele são os seguidores de lixo pseudo-intelectual). Por matá-las com tanta compaixão, Pai Mei foi invejado e odiado por adeptos do Budismo Emo Vegano que se uniram para formar a Sangha-Barata-Monstro do filme MIB (Homens de Preto). Mesmo assim Pai Mei não os levou à sério e provocava dizendo que as baratas estudavam o dhrama do Mestre do Óbvio (Buda) como se descobrissem o fogo e fumavam erva para atingir a iluminação chorando de rir.

Mais tarde, a Sangha-Barata-Monstro fugiu com medo quando soube que Pai Mei empalou mil gafanhotos (aprendizes) do monastério Shaolin apenas para ficar a sós com a Uma Thurman e a Daryl Hannah, pois assim teria mais privacidade com as gatas para ensiná-las a técnica do Fatality do Empalamento (na verdade, a Elle Driver perdeu um dos olhos quando Pai Mei a pegou por trás para ensinar essa técnica).

Ver também[editar]