Burundi

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Burrowing Nation of Burundi
Burundi Hills
Matas de Burundi
Bandeira do Burundi
Brasão de Armas do Burundi
Bandeira Brasão
Lema: Cuidado com o crocodilo
Hino nacional: Destruam Ruanda!

Localização de Matas de Burundi

Capital Gitega
Cidade mais populosa Bujãobura
Língua Francês arranhado
Religião oficial Macumba
Governo guerra declarada
 - Marechal Jacques Ngadjembola
Heróis Nacionais O negão que matou 1000 Ruandenos
Área  
 - Total Menor que o Distrito Federal km² 
 - Água (%) tem um lago por ali
Analfabetismo 90 
População 20.345 ontem 20.260 hoje 19.980 amanhã 
PIB per Capita 97 
IDH
Moeda Armas
Fuso horário O céu está sempre encorberto por fumaça
Clima de guerra
Website governamental ...


Cquote1.svg Aãããnn, não sei Cquote2.svg
Casagrande sobre Burundi
Cquote1.svg Quem quer dinheiro? Cquote2.svg
Silvio Santos sobre Burundi
Cquote1.svg É uma cilada Bino!!! Cquote2.svg
Pedro sobre Burundi
Cquote1.svg Ole manu-manu lebo lebo, eto'o. Aluspah manaribo arigatô, sayonará masne kebô. Leco-lebo drogba. Okocha-kanu hujidane mjunkeno, habibs. Tourré, kilimanjaro. Cquote2.svg
Burundiano dizendo que Burundi é um lugar bom

Burundi é um pedaço de terra da África, possivelmente localizado entre a Lapônia e o Reino dos Cogumelos, em algum lugar na Terra Média, um país conhecido pela fome, corrupção, guerras, desgraça e ausência de saneamento básico ou qualquer infraestrutura, um país onde simples caminhadas em grupo são proibidas porque o rei pode achar que estão tramando contra ele.

História[editar]

Reino do Burundi[editar]

Quando alguns crocodilos-do-nilo sofreram severas mutações, por volta do final do século XVII, criando pernas e adotando hábitos humanos de assassinar seus semelhantes, surgiam assim os jedi e os sith que no dialeto local se chamam hutus e tutsis, cujo principal passatempo é ficar se matando para decidir quem é mais mal. O fundador do Burundi é aceito como Ntare I Kivimira Savuyimba Semunganzashamba Rushatsi Cambarantama que ao invés de fazer como o costumeiro, que é casar com uma mulher nova e adotar seu sobrenome, ele preferiu assassinar os chefes das tribos rivais e roubar o sobrenome deles (porque comida, posses, terras, riquezas e qualquer outra coisa de valor esses rivais não tinham mesmo para serem roubados). E assim por muitos anos existiu o Reino de Burundi.

O Reino de Burundi nunca foi muito centralizado, várias tribos existiram ali dentro e todas constantemente guerreando por pedaços de terra sem valor onde só crescem ervas daninhas. De 1680 a 1885 cerca de quatrocentos golpes de estado foram realizados, chegando ao ponto em que os tutsis derrubaram seus próprios ditadores porque não sabiam mais quem estava no comando.

Colonização[editar]

É... não havia muito o que explorar...

Em 1890 a Alemanha unilateralmente declara que o Burundi agora era sua colônia e cria a África Oriental Alemã. Os europeus nem se dão ao trabalhar de avisar essa novidade aos burundianos (o que na real seria um trabalho da porra mandar um alemão para lá em 1890). Como os alemães não tinham a mesma aspiração colonizadora dos portugueses, espanhóis ou ingleses, Burundi ficou completamente às moscas e nem parece que foi colonizada, absolutamente nenhum burundiano sabe falar alemão e o país continuou a mesma porcaria de sempre, não que a Alemanha tivesse grandes coisas a se explorar por lá e obrigar aqueles pobres coitados, já sofrendo de estarem ali no Burundi, a aprender alemão seria uma tortura que nem os alemães no ápice da sua malvadeza cogitara fazer. Agora porque os burundianos falam francês, isso permanece um mistério até hoje.

Com a derrota da Alemanha na Primeira Guerra Mundial, os alemães vendem o Burundi que passa a ser colonizado pelos belgas como punição aos belgas por terem amolecido na guerra, uma troca aceita pelos organismos internacionais porque a bandeira era similar e a mudança de colonizador talvez passasse despercebido para os burundianos, o que de farto aconteceu. A única coisa que os burundianos perceberam foi que os belgas tiveram a brilhante ideia de criar o Ruanda-Urundi, fundindo dois países que se odeiam num único território só, e ainda escrevendo o nome de Burundi errado, deixando todo mundo puto da cara.

Independência[editar]

A Bélgica se mostra completamente despreparada como metrópole e Burundi fica mais abandonada que na época do domínio alemão, por isso em 1946 Burundi passa a ser um território da ONU (ou seja, oficialmente um puteiro misturado com anarquismo). Somente em 1962 alguns tutsis tiveram a brilhante ideia de criar um país só para eles e recriaram o Reino de Burundi em 1962.

O ano de 1966 marca o fim do Reino de Burundi quando em julho daquele ano o rei Mwambutsa IV foi deposto pelo próprio filho Ntare V que havia declarado agora constitucional dar golpes de estado para assumir o governo. Ntare V acabou sofrendo um golpe da própria lei que ele criou quando um judeu chamado Michel Micombero deu o golpe, aboliu a monarquia e proibiu golpes de estado, além de ter colocado três estrelas de David na bandeira e enfeitou a constituição. Micombeiro ficou longos 10 anos no poder, até Jean-Baptiste Bagaza transgredir as leis do país, dar um golpe de estado mesmo isso sendo proibido, e virar o novo presidente, tornando novamente legal a prática de golpe de estado, tanto que 10 anos depois ele sofreria um golpe de estado do Pierre Buyoya que novamente proíbe golpes de estado após virar o novo presidente.

Guerra civil burundiana[editar]

Soldados burundianos desolados, porque quando falaram para eles que teria estoques ilimitados de balar, eles acharam que era do doce.

Pierre Buyoya em 1992 lança a nova Constituição do Burundi que garantia direitos a todos cidadãos do Burundi, destacando-se o art. 2 que dizia "Está proibido a pobreza no Burundi" e o art. 37 que dizia "O presidente do Burundi só poderá ser deposto através de um golpe militar", e essa constituição marca o começo da democracia no Burundi.

Apenas duas guerras civis e mais outros quatro golpes militares ocorreram antes do fatídico outubro de 1993, quando fanáticos tutsis matam com tiros de zarabatana envenenada o então presidente hutu eleito, com suspeitíssimos 678% dos votos, Melchior Ndadaye. Ocorrem várias revoltas, 300.000 habitantes ficam brancos de tanto guerrear, e 1 milhão vão ir conquistar a ótima vida de ir morar nas favelas da África do Sul ou conviver com os leões da savana da Tanzânia ao se refugiarem.

Após um ano de muita matança, e após 6 presidentes em apenas 6 anos, em 1994 é eleito presidente do Burundi o hutu Cyprien Ntaryamira, que claro, foi assassinado com uma elefantada quando os tutsis colocaram em ação sua nova catapulta de elefantes. Então assumiu Sylvestre Ntibantunganya, mas foi expulso a pedradas. Depois de dois anos de guerra civil sangrenta em 1996 os tutsis aplicam um sangrento golpe militar e tomam o controle do país, mas no mês seguinte os hutus elegem um primeiro-ministro, mas ele é assassinado por tutsis, mas os hutus 3 meses depois elegem o cadáver de Michel Micombero o síndico de Bujumbura, mas ele é deposto por um golpe militar... bem... já deu para entender como as coisas funcionam no Burundi...

Pós-guerra[editar]

Em 2005 os tutsis e hutus finalmente assinam um acordo de paz e aceitam os termos de que precisam de um ditador que fique pelo menos uns 15 anos no poder. Após tanta desgraça e guerra, o Burundi se via como um pequeno país sem litoral nas colinas cheias de malária da África Central onde a pobreza perseguia os burundianos como um crocodilo-do-nilo com larica. A média de vida era de 13 anos e a renda média era equivalente a um pequeno pedaço de cascalho. O novo presidente Pierre Nkurunziza propôs que toda a nação se aprofundasse e estabelecesse não apenas uma economia subterrânea, mas uma existência completamente subterrânea. Os vizinhos do Burundi reagiram com raiva, proibindo a pequena nação de se enterrar em qualquer lugar abaixo de suas fronteiras. E assim, em 12 de novembro de 2005, Burundi desapareceu sob o leito do Lago Tanganica. O governo do Congo declarou um alerta militar de emergência, temendo que Burundi ultrapassasse suas fronteiras nacionais. A Tanzânia alegou que Burundi havia virado para o sul sob o lago e estava invadindo suas fronteiras subterraneamente, e por precaução, bombardeou seu próprio lago.

Ninguém sabe ao certo qual foi a rota que o Burundi seguiu, mas dois anos depois a pequena nação surgiu na costa de Marrocos . Os comerciantes do Burundi venderam várias centenas de toneladas de cascalho e mais de cinquenta mil quilates de diamantes no mercado internacional. O Congo alegou furiosamente que estes minérios haviam sido roubados de seu território soberano, e Botswana registrou uma reivindicação semelhante. No entanto, nada pode ser provado.

Eventos recentes[editar]

De qualquer forma, as compras feitas pelo regime de Pierre Nkurunziza durante a última aparição do Burundi no Marrocos sugerem um desenvolvimento preocupante. Os burundianos compraram aparelhos de refino de queijo de uma empresa de Wisconsin e centrífugas suíças que podiam ser usadas para enriquecer o teor de gordura do leite do queijo brie até níveis alarmantes. Dado o acesso exclusivo do Burundi a depósitos subterrâneos de brie, parece muito provável que Nkurunziza esteja desenvolvendo secretamente enriquecimento de queijo nuclear.

Em uma reunião de cúpula na ONU em 2015, o primeiro-ministro britânico David Cameron prometeu se opor a qualquer tentativa do Burundi de obter a bomba brie e alocou £2,50 para estudar o problema. O líder russo Vladimir Putin respondeu defendendo retoricamente o modelo político do Burundi, mas concordou em particular que uma bomba brie no Burundi era impensável. O presidente romeno Klaus Iohannis, cujos ativos nacionais consistem em cinco pedaços de papelão e uma cabra meio adulta, foi instruído a se calar e sentar-se. O presidente dos Estados Unidos Barack Obama, pediu a invasão imediata do Burundi para que o país fosse democratizado. Os japoneses, mais diplomatas, pediram sanidade ao Burundi. Os australianos propuseram um jogo de rugby. Os italianos fizeram um pedido de comida chinesa no Ifood e ironicamente o único representante chinês pediu uma pizza aquele dia.

Bom, a comunidade internacional continua dividida na questão das batatas fritas poderem ser fritas sem óleos numa Air Fryer. E quanto ao problema do enriquecimento do brie do Burundi, isso também permanece sem solução (assim como quase tudo na política internacional).

Geografia[editar]

O Burundi destaca-se por ser curioso mapa em formato de coração de galinha, mas o que se destaca mesmo é o tamanho minúsculo idêntico ao tamanho do Sergipe (seu referencial de lugar pequeno). Tem só savana e nenhuma montanha, e é por essa terra árida e infeliz que tantos ficam guerreando por lá.

O país é tão pequeno que não consegue nem ter um lago inteiro para si e precisa dividir o lago Tanganica com a República Democrática do Congo e Tanzânia, que aliás ficam com 95% do lago para eles, sobrando para Burundi apenas a praia Saga, onde mulheres vão buscar água carregada de coliformes fecais para dar para suas famílias beberem.

População[editar]

Burundi tem entre 20 a 3.567.922 habitantes, e essa imprecisão de números se deve ao último censo que ocorreu em 2006 e foi um fracasso total porque apenas crianças de 2 a 11 anos que não souberam fazer o serviço direito foram recrutadas para trabalhar no censo que foi ofertado pelo governo como trabalho voluntário sem remuneração, nem um pãozinho com manteiga. Entre os resultados desse censo pouco conclusivo temos a informação de que a capital Bujumbura é onde vivem 136% dos habitantes de Burundi, enquanto na capital Gitega vivem 111% dos burundianos. Os outros 45,2% estão espalhados pelas tribos do interior.

Política[editar]

Burundianos elegando um novo ditador através de um golpe.

O estado atual da política do Burundi é incerto, mas cientistas políticos podem definir como uma ditadura marxista-absurda, embora enfrentando considerável oposição. Quando em 2010 é eleito com 91,62% dos votos válidos Pierre Nkurunziza, pois estranhamente se candidatou sozinho, e mais estranhamente ainda não ganhou com 100% (pois matemática não é o forte dos burundianos) percebe-se que há algo de estranho naquele país.

O sistema político é portanto uma ditadura democrática de golpe militar, e as eleições são feitas através de um referendo e não por sufrágio universal. No caso, o governo em vigor apenas disponibiliza cédulas com a palavra "Sim" para a pergunta "Você quer que o atual governo seja mantido?". Mas é muito comum a população, esmagadoramente antidemocrática, conseguir falsificar a cédula e fazer ganhar o "Não", o que sempre gera uma nova guerra civil. Mas sempre surge um truque ou outro, por exemplo, quando para o referendo de 2008 as autoridades implementaram um sistema de grande engenhosidade ao forçarem os eleitores a colocar o "sim" na urna, ameaçando-os com armas de fogo.

Quanto ao povo de Burundi mesmo, eles ainda não descobriram a política e eles ainda vivem como nômades e é "cada um por si e Deus contra todos", ou seja, cada um cuida da sua terra.

Subdivisões[editar]

Apesar de ser um país incrivelmente mínimo, mesmo assim o Burundi conseguiu se subdividir em 17 províncias. Cada província uma com o nome mais estranho que a outra o que serve para confundir os estrangeiros que não são muito bem vindos no país.


Economia[editar]

Um bairro nobre de Bujumbura.

Ainda pouco conhecido pela civilização ocidental, Burundi é um país altamente desenvolvido, ocupando a 237498792374ª posição no ranking do IDH, na frente apenas do Acre. Com uma expectativa de vida de aproximadamente 4,67 anos e um população de 46 pessoas, os estudiosos preveem que Burundi é o grande candidato a desbancar os EUA e a China no século MMCCXXXVI e tornar-se a grande potência econômica do planeta.

O homem mais rico do Burundi surgiu em 1996 quando Venuste Niyongabo venceu a prova dos 5000 metros nas Olimpíadas e ganhou do Comitê Olímpico Internacional uma bolacha de ouro chamada "medalha" que valia a soma de todos os PIBs anuais desde a fundação do Burundi. Infelizmente ele não podia comer aquela bolacha metálica dourada, então precisou trocá-la no supermercado por um pacote de bolachas Tostines. Ao sair de lá uma discussão acalorada sobre o certo ser "bolacha" ou "biscoito" resultou numa nova guerra civil com um novo golpe de estado e a medalha foi perdida no processo.

Os principais produtos de exportação burundianos são o vírus HIV e a carne humana. A carne humana constitui o principal alimento dos habitantes de Burundi, especialmente a de turistas e estrangeiros que visitam o país. Recentemente a indústria de palitos de dente também tem ganhado destaque ao ponto do Burundi se tornar o maior exportador mundial de palitos de dentes, o que tornou o país famoso internacionalmente. Também é interessante notar que a maioria das casas são feitas de palitos de dente, e que a bandeira do país representa dois palitos de dentes saboreando arroz cantonês comprado no restaurante chinês "Chez Tong". As exportações de palitos aumentaram nos últimos anos justamente devido ao aumento da produção de azeitonas sem caroço no vizinho Laos.

Recentemente, em 2006, um grande passo foi dado rumo ao desenvolvimento de Burundi: foi inaugurada a primeira loja de biscoitos da nação. O evento contou com a presença de personalidades importantes como o Papa e o bispo Macedo.

Infraestrutura[editar]

Saúde[editar]

Como esperado de qualquer país africano, o Burundi também tem um grave problema com o HIV que está por todo canto. As autoridades não conseguem impedir o avanço desse vírus porque seria necessário muito dinheiro fabricando pedaços de plástico chamados camisinhas, e por mais que seja possível adicionar sabores a esse item, ele não é comestível e por isso não faz parte das propriedades. Outra triste doença infelizmente muito comum é a pança infantil causada pelo excesso de consumo de vermes devido à precariedade da oferta de carne na culinária burundiana.

Mas não é só de desgraças que consiste o sistema de saúde burundiano, o país pelo menos com sucesso erradicou a obesidade, doença considerada pela OMS como o mal do século XXI e que devasta o estilo de vida de cidadãos de muitos países desenvolvidos, mas o Burundi foi muito bem sucedido em exterminar essa doença, nem o presidente é obeso, eles chegam ao máximo no sobrepeso.

Cultura[editar]

Burundianos dançando igual lagartixas com epilepsia ao redor do sagrado tambor burundiano, porque se tocá-lo vão precisar pagar uma taxa para o governo.

A festa popular mais tradicional de Burundi é a Carnificina. Tem-se notícia que os burundianos praticam a carnificina como forma de alimentação e sobrevivência desde o período Paleolítico. Esses festejos sempre coincidem com a época das eleições, que em outros países é chamada de "festa da democracia" mas que no Burundi é uma festa real mesmo, com fogueiras e gente na rua fazendo um carnaval axé antecipado se surrando até matar o rival. Além da Carnificina, a queima de reservas florestais é usada como forma de entretenimento de grande parte da população do país, tornando-se uma marca registrada de Burundi.

O tráfico infantil acaba sendo uma realidade na cultura burundiana porque ter um filho significa ter uma fonte de renda e não uma despesa. Por isso as meninas são vendidas para a prostituição e os meninos vão trabalhar nas plantações de banana.

Mas a principal expressão cultural do Burundi são os tamboristas do Burundi que manifestam os dois principais cernes da cultura do país: Corrupção e machismo. Isso quer dizer que, para tocar um tambor burundiano, é necessário pagar uma taxa para o governo (mesmo que a show seja fora do país) e se apresentar só nos dias que o governo permitir, sendo necessário pagar taxas até para ensaiar. E o outro aspecto diz que mulheres são proibidas de tocar o tambor burundiano e devem apenas dançar em volta.

Culinária[editar]

A culinária burundiana é fortemente focada no consumo de Staphylococcus e tênias e seus ovos, sendo muito famoso o churrasquinho burundiano que consiste em calangos fritos numa churrasqueira de amianto.

Para acompanhar essas belas refeições o país é a sede da mais famosa cerveja artesanal de sêmen de macaco fermentado, a famosa Mongozo apreciada em todo país até por crianças que não mercem passar 18 anos de sobiredade nesse país.

Flag-map Burundi.png Burundi
HistóriaGeografiaDemografiaPolítica
SubdivisõesEconomiaMoedaTurismo
CulturaBandeiraBrasãoHino
Leaotarado.jpg
África
v d e h

Países: África do SulAngolaArgéliaBenimBotswanaBurkina FasoBurundiCabo VerdeCamarõesChadeComoresCongoCosta do MarfimDjiboutiEgitoEritreiaEssuatíniEtiópiaGabãoGâmbiaGanaGuinéGuiné-BissauGuiné EquatorialLesotoLibériaLíbiaMadagascarMalawiMaliMarrocosMaurícioMauritâniaMoçambiqueNamíbiaNígerNigériaQuêniaRepública Centro-AfricanaRepública Democrática do CongoRuandaSão Tomé e PríncipeSenegalSerra LeoaSeychellesSomáliaSudãoSudão do SulTanzâniaTogoTunísiaUgandaZâmbiaZimbabwe

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