Córrego do Ouro

Origem: Desciclopédia, a enciclopédia livre de conteúdo.
Ir para: navegação, pesquisa

Córrego do Ouro é uma aldeia perto do fim do mundo lá por Goiás. Sua população estimada em 2004 era de 2.811 caipiras.

Nome[editar]

O famoso Córrego do Ouro.

O nome dessa cidade vem da clássica criatividade goiana de dar nomes sem criatividade para suas cidades. A cidade homenageia o pequeno córrego da cidade, apelido que o povo deu para o esgoto a céu aberto da cidade.

Já o tal do ouro, ninguém nunca viu nem a sombra...

História[editar]

Fundada em 1934 quando um bando de ex-presidiários foram mandados para construir uma ponte no Rio Fartura na época da construção da estrada que ligava Goiânia ao Inferno. O grande tráfico ilegal de prostitutas que passavam por ali contribuíram para a formação do povoado.

Em volta do pequeno rancho chamado Lon Lon Ranch cresceu a pequena aldeia de Córrego de Ouro. Esse crescimento é retratado no jogo gamístico Harvest Moon.

Em 1953 ninguém queria cuidar daquela currutela, então o governo de Goiás não viu alternativas a não ser elevar Córrego de Goiás à município.

Atualmente a cidade se orgulha por ser a capital mundial dos cornos.

Demografia[editar]

Com uma população 2.000 habitantes desde sempre, pois para cada criança que nasce, um pai foge da cidade ou uma mãe morre assassinada por ter colocado chifre no marido.

Coisa rara ver alguém bem sucedido nesta cidade que oferece zero opções de boa vida. Todo corregorino bem sucedido ou é mineiro ou é paulista...

Cultura[editar]

Córrego do Ouro, cidade tradicional e de vários costumes, é o único lugar no mundo onde não há oculistas, porque todo mundo acha que é médico para hemorroidas.

A maior fonte de entretenimento local é você escrever numa folha de papel branca "Vire!" e no outro lado "Vire novamente!" e entregar para algum habitante local.

As mulheres donas de casa também são uma figura folclórica da cidade e seu dialeto próprio formado por apenas três frases: "Xo galinha!", "Cala a boca, criança!", e "A comida tá na mesa!".