Cônam, o brabo

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Cquote1.png Ele é uma vergonha! Cquote2.png
Bóris Casoy sobre Cônam, o brabo

Cquote1.png Deixa eu o encontrar... Cquote2.png
Chuck Norris sobre Cônam, o brabo

Cquote1.png Um Homer da vida. Cquote2.png
William Bonner sobre Cônam, o brabo

Cquote1.png Eu não fei de nada! Cquote2.png
Lula sobre Cônam, o brabo

Cquote1.png Por Crom!!! Cquote2.png
Conan aover Kull de tanga (sem trocadilhos)

Cquote1.png Um exemplo de perseverança!. Cquote2.png
Narrador sobre Cônam, o brabo

Histórico[editar]

Cônam, o brabo, aos 9 anos de idade, arrumando confusão cidade a fora.

Conrado Nascimento da Luz, nasceu aos 25 de agosto de 1975 em Minas Gerais, naturalizando-se alagoano na adolescência.

Nascido em uma favela do interior de Minas, Conrado trabalhou na perfuração de minas de pedras preciosas em alguma cidadezinha de lá.

Foi apelidado de Cônam, o brabo (em alusão a Conan, o bárbaro), por seu porte físico e sua incrível facilidade de arrumar confusões (confusões essas que renderam muitas visitas à FEBEM - Todos os funcionários de lá comentavam uns com os outros "Isso vai dar um trabalho à polícia..."). Sabe-se hoje em dia que ele não rouba nem mata. Digo, acredita-se que hoje em dia ele nem rouba nem mata...

Voltando: aos 12 anos, seguiu para Alagoas após um comentário de um colega de trabalho: "Cônam, você é muithu brabo, té parece alagoano". Ouvindo isso, acreditou que suas técnicas de brabeza iriam aumentar cada vez mais, chegando ao infinito. Partiu para Alagoas de mala e cuia (e a pé).

A chegada[editar]

Cônam, o brabo, metendo porrada no coleguinha de luta.

Cônam, o brabo, estava completamente e redondamente equivocado. O povo de Alagoas o recebeu muito bem, o que o deixou com uma puta raiva (por outro lado, foi algo bom, para ele exercitar sua ira).

Alojou-se em um ferro-velho semi-abandonado, onde lá as pessoas de baixo poder aquisitivo faziam sexo. Expulsou esta prática pecaminosa daquele lugar, já que pra ele, sexo só depois do casamento (dizem que ele ainda não arrumou uma namorada). Transformou o ferro-velho em seu lar, doce lar até os dias de hoje.

Foi lá onde começou a treinar suas artes destruidoras. Conseguia comprimir caminhonetes inteiras em dimensões próximas as de latinhas de refrigerantes (um pouco menores que as mesmas). Aos 15 anos já era campeão de vale-tudo. Seus oponentes não conseguiam nem dar uma tapa em seu rosto.

Fez uma participação especial em um filme americano que fala de um punheteiro franzino que é picado por uma aranha e fica com super poderes (que coisa gay!). Com medo de ser reconhecido (pois no script do filme, ele iria levar uma boa porrada), aceitou o papel só se estivesse utilizando uma barba igual a de Osama Bin Laden.

Sonhos[editar]

Cônam, o brabo, tem um desejo: encontrar Chuck Norris para mostrar quem é quem manda: "Aquele fi duma égua pensa qui é quem pra passá pru cima di mim?" - diz Cônam, o brabo, toda vez que falam que Chuck é melhor que ele. E ainda retruca com quem o irritou: "Vai ti fudê, homi!".

Cônam, o brabo, queria dar uma porrada em Chuck e enfiar uma pexêra em seu bucho (SIC).

Atualmente...[editar]

Cônam, o brabo, atualmente, malhando em seu ferro-velho.

Hoje em dia, Cônam, o brabo, pode ser encontrado no mesmo ferro-velho abandonado de sempre. Mais forte a cada dia que passa, Cônam, o brabo, revela sua receita destruidora para manter seu físico: "A minha fôrsa eu tiro da macaxêra e da charque!". Mas lembrem-se: nunca cheguem perto dele e perguntem se ele gosta de uma macaxeira. Você corre o risco de levar uma porrada. "Tu tá tirando onda cum minha cara, homi? Tu qué levá porrada, homi??", diz ele toda vez que é importunado.

Para manter suas atividades em dia e não ficar sedentário, Cônam, o brabo, muda de posição todo o santo dia os objetos de seu ferro-velho. Tal prática já fez com que grandes designers de interiores pedissem conselhos valiosos. Mas Cônam, o brabo, não dá conselhos, pois isso é coisa de viado: "Quem dá é viado, homi!", brinca ele, quando perguntam se ele gosta de dar conselhos. Para cada aula de "harmonização de interiores" (segundo o mesmo), Cônam, o brabo, cobra uma fortuna. Esse é seu modo de sobrevivência, pois não consegue nenhum trabalho digno, já que não concluiu a alfabetização.


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v d e h
Os bárbaros vêm aí... Olê olê olá!