Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco

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Bandeira de Pernambuco.JPG Oxe, mô véi! Ess'artigo foi'xcrito por um caba pernambucano arretado da porra,
visse? E num é que ele tá arrumadinquisó, fera? Oxente, q'porréessa?! Goxtasse
não?! Ora, porra!! Vátilaxcá, seu fi di rapariga!! Tái feito baiano, é?!
Cquote1.png AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAARHHHHHHH!!! Cquote2.png
Estudante do CFCH sobre se matar
Que merda é essa?

Cquote1.png Na União Soviética, o CFCH se joga de VOCÊ!!! Cquote2.png
Reversal Russa sobre Suicidas do CFCH

Cquote1.png Isso Non Ecxiste! Cquote2.png
Professor Jesus sobre tudo que existe

Cquote1.png Isso, infelizmente, ecxiste Cquote2.png
Padre Quevedo sobre P3

Cquote1.png Durma com uma bronca dessa! Cquote2.png
Cardinot sobre prova de Neuroanatomia

Cquote1.png É uma cilada, Bino!!! Cquote2.png
Pedro sobre possibilidade da prova de Neuroanatomia ser objetiva

Cquote1.png THIS IS CILAAAAAAAAAAAADDDDAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!!!!! Cquote2.png
Leônidas sobre frase acima

Cquote1.png É peso... Cquote2.png
Senso Comum sobre semana (mês?) de provas

Cquote1.png Todos querem ser como Eu Cquote2.png
Che Guevara, sobre os alunos que ainda vivem nos anos 60

Cquote1.png Todos querem ser como Nietzsche Cquote2.png
Deus, sobre os alunos "ateus"

Cquote1.png Barba grande, feia e suja? Legal!!! Cquote2.png
Marx, sobre os alunos que se acham filósofos

Cquote1.png Se lê "Cê-fichi"! Cquote2.png
Universitário sobre pronúncia bizarra do prédio

O Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFCH) é um prédio de 15 andares feito de taipa em 1789, no lugar onde hoje existe a UFPE, em Hellcife, Pernambuco.


História[editar]

Um maluco chamado Marc Hoffnagel (ainda na ativa, pelo menos o que sobra dele), junto com outro conhecido como Walteir Silva fundaram (sempre orientados pelo o oráculo, mais conhecido como Luciano Cerqueira) esse prédio pra ensinar filosofia e história. Ninguém se interessava por aquilo, por isso talvez o prédio chegou ao século XXI e ainda é de taipa.

Elevadores[editar]

Deus me livre dessa josta!

Até hoje se especula o porquê de os elevadores não chegarem até o 15° Andar (só chegam ao 14º). Dizem que é pra dificultar o suicídio dos alunos,ou não dar o flagra nos casaiszinhos que vão pra lá pra trepar. Mas mesmo quem quer se matar teme tal elevador, pois este trava constantemente e sofre de um processo único conhecido como "Síndrome de Passagem de Andares Desenfreada".

Aulas[editar]

Lá as aulas se dão por prestação. Você espera por 2 dias pra que apareça o monitor do teu professor e diga que ele morreu, sumiu ou foi sequestrado, e nesse período não haverá mais aulas. Ou seja, é uma porcaria mesmo.

Xéroxes[editar]

As xéroxes que os alunos daquela josta têm que tirar são enormes. Coisas do tipo 50 páginas por aula. A preços completamente absurdos, os donos das casas de xérox fazem qualquer um ir à falência. Pra piorar, a segurança é tão eficiente que costumeiramente alguma xérox é roubada tira férias inexplicavelmente e ninguém sabe quem a levou nem pra onde e se algum dia ela voltará. Sem falar nas filas quilométricas comparadas às do Hospital das Clínicas, que parecem que são criadas de propósito só pra você chegar no fim da aula e o professor sem noção deixar claro que você perdeu uma atividade para a nota, mesmo você explicando que estava lá justamente pegando o material da aula dele.

Segurança[editar]

Não há nenhuma pessoa vigiando porcaria nenhuma lá. Além disso, o prédio, que é de taipa, tem uma rachadura enorme que separa um lado do outro exatamente, o que leva muitos alunos a se perguntarem se ou aquela pocilga vai cair, se separar bruscamente ou se quem fez ela foi o Sérgio Naya.

Corredor da morte[editar]

O chamado Corredor da Morte, no 11º andar, é onde se reúnem os professores de história. Lá é um escuro sinistro, no qual ainda se especula se rolam rituais de magia negra ou de maçonaria. Além disso, tem lá também uma frase ainda inxeplicável do tipo: "YOU KNOW WHO I AM!" Até agora ninguém sabe com certeza quem escreveu aquilo...

Biblioteca[editar]

Não se aproxime, as paredes podem levá-lo a um suicídio induzido.

O sistema de bibliotecas de toda a UFPE é uma eca. Porém, parece que o do CFCH é o único que presta. Tirando, é claro, o fato de usuários vândalos que ficam sujando e enchendo o computador com textos escrito "Palhaços" bem grande.

Em todas as demais bibliotecas do sistema Pérguaiamum, se pode entrar com mochila. Porém, isso não se aplica ao CFCH e ao CAC. Por alguma razão inexplicável e certamente sem sentido, os usuários são obrigados a deixar seus pertences em um armário 3x menor que a mínima bolsa aceitável. Especulações mostram forte indício de esta prática ser devida a falta de cérebro dos alunos CFCHianos.

O pior da biblioteca é o fato triste de o sistema viver caindo. Como vocês sabem, a internet lá ainda é Dial-up, portanto não se espante se um dia você for pedir um livro lá e eles disserem "ih, tá fora do ar, só devolução..."

Não podemos deixar de citar os constantes recadinhos homossexuais deixados em livros de filosofia.

Laboratório de Informática[editar]

POR INCRÍVEL QUE PAREÇA, NO 2º ANDAR TEM, O MELHOR DE TODOS, SÓ QUE A INTERNET... ¬¬'

Suicídio[editar]

Esse é o tema mais polêmico do CFCH. Ninguém sabe ao certo o que aquele prédio tem que leva tantos de seus alunos a se matarem. Já foi detectado por alguns alunos que todo o que olha pra baixo de qualquer andar sente uma atração de conhecer a Nietzsche no inferno.

Houve uma época que o Orkut tinha uma comunidade sobre os suicídios no CFCH, mas tal comunidade foi fechada porque só enquanto existiu tal comunidade houve 42 suicídios, que a se somar com o de todos os outros anos de existência do prédio, dá 16.734 suicídios.

Um dos suicídios mais notórios foi do Anônimo, que depois de esperar anos por alguém na frente do banheiro do galinheiro CAC, resolveu subir no CFCH e gritar por essa pessoa. Como ela/ele não respondeu e o louco tinha pressa, pulou para chegar mais rápido ao chão. Acabou chegando perto demais.

Vídeos[editar]