Cachoeira Dourada (Minas Gerais)

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Pão-de-queijo... hum... bão dimais...
Minas
Uai sô, ocê num intendeu?
Esse artigo é de humor mineiro uai! E foi feito por arguém que tava comeno um queijim... Pra entender, só comeno um pãozim de queijim com um copo de leitche! Ooooô trem baum de mais da conta, sô!


Cachoeira Dourada, conjunto habitacional que não sabe se pertence ao estado de Minas Gerais ou ao estado de Goiás. Como já existe uma Cachoeira Dourada no estado de Goiás, e nós, da Desciclopédia, gostamos de promover a igualdade entre todos os estados, consideremos que esta Cachoeira Dourada seja do estado de Minas Gerais mesmo.

História[editar]

As águas de Cachoeira Dourada são conhecidas por serem as mais puras e límpidas de todo o estado de Minas Gerais.

Entre o Século XIX e o Século XX, haviam muitas guerras entre Minas Gerais e Goiás, pois estes queriam decidir na base da porrada quem era o verdadeiro proprietário de Cachoeira Dourada, uma grande cidade que ficava na fronteira entre estes dois estados. Estas guerras duraram por muitos e muitos anos, e sempre davam em merda nenhuma, pois nenhum dos estados estava disposto a ceder, o que é bem compreensível, afinal, mesmo sendo um território inútil, o terreno de Cachoeira Dourada poderia ser usado para plantações de maconha, produto que tem a incrível capacidade de elevar a economia de qualquer cidade às alturas.

Muitos anos se passaram desde os começo das guerras, e elas pareciam que nunca iriam acabar. Porém, em uma bela tarde de Sol, um hippies vagabundo (desculpem pelo pleonasmo), que queria acabar de uma vez por todas com todos esses conflitos, para poder puxar um baseado com tranquilidade, sugeriu que o território de Cachoeira Dourada fosse dividido entre Minas Gerais e Goiás, pois assim todo mundo sairia feliz e satisfeito. No princípio, nenhum dos estados queria aceitar, pois eles queriam a casa cheia. Porém, após mais alguns conflitos, os dois estados resolveram aceitar o que havia sido proposto pelo hippie, pois estavam cansados de ficar guerriando sem chegar à lugar nenhum (e também porque Minas Gerais tinha tido o seu depósito de queijos incendiado, e Goiás tinha perdido o seu mais valoroso músico sertanejo, após este ter sido assassinado cruelmente pelas tropas mineiras).

Feita a divisão, formaram-se duas cidades, igualmente inúteis: Cachoeira Dourada da parte de Goiás, cidade em que não chove nem fodendo, e Cachoeira Dourada da parte de Minas Gerais, cidade que chive até demais. Na verdade, chove tanto que a cidade passa 365 dias por ano debaixo da água.

Emancipação[editar]

Como a cidade de Cachoeira Dourada era muito pequena, quase minúscula, o governo de Minas Gerais decidiu anexar a cidade ao território de Capinópolis, pois assim as duas cidades localizadas no fim do mundo poderiam se ajudar, e manter uma economia saudável.

Porém, passados os anos, os moradores de Cachoeira Dourada perceberam que estavam praticamente sustentando a prefeitura de Capinópolis com as suas plantações de maconha, pois os moradores de Capinópolis não produziam porra nenhuma de bom. Como não queriam mais bancar os palhaços, os moradores de Cachoeira Dourada redigiram uma carta de emancipação, e enviaram para o governo de Minas Gerais. Como o governo de Minas tinha medo que os moradores de Cachoeira Dourada se revoltassem e queimassem as suas preciosas plantações, que mantinham a economia do estado em dia, foi resolvido que Cachoeira Dourada finalmente ganharia a sua emancipação.

Turismo[editar]

Os únicos turistas de Cachoeira Dourada são alguns caminhoneiros à caminho de Goiás, que param na cidade para comer um lanche no único posto de gasolina local.