Cachoeira do Arari

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Município de Cachoeira do Arari
"Queda d'água das Araras"
Bandeira de Cachoeira do Arari.png
Bandeira
Aniversário
Fundação Não disponível
Gentílico cachoeiro-ariense
Lema Chuá Chuá
Prefeito(a) Não disponível
Localização
Localização de Cachoeira do Arari
Estado link={{{3}}} Pará
Mesorregião Ilha dos Búfalos
Microrregião Piriri
Municípios limítrofes Não disponível
Distância até a capital Não disponível
Características geográficas
Área Não disponível
População Não disponível
Idioma Não disponível
Densidade hab./km²
Altitude metros
Clima Não disponível
Fuso horário UTC
Indicadores
IDH
PIB R$
PIB per capita R$

Cquote1.png Você quis dizer: Cachoeira Rio das Araras Cquote2.png
Google sobre Cachoeira do Arari
Cquote1.png Experimente também: Arara Cquote2.png
Sugestão do Google para Cachoeira do Arari
Cquote1.png Cadê a cachoeira! Cquote2.png
Qualquer turista que chega em Cachoeira do Arari.
Cquote1.png É cachoeira de placebo! Cquote2.png
Arariense sobre a bendita cachoeira.

Cachoeira do Arari é mais um município esquecido existente no meio da Ilha do Marajó, sob domínio litigioso do Pará, abaixo do Amapá. Mesmo tendo uma quantidade considerável de pessoas vivendo em seu interior (até mais de oito mil habitantes), ainda tem gente que acredita que esse lugar não exista, haja visto que suas imagens no Google são raras e conhecer alguém que se denomine Arariense seja mais difícil que encontrar em um Mico Azul (ou pior, achar um Mico Azul ainda é muito mais fácil que achar um Arariense).

Mesmo assim, esse território perdido no meio de uma Ilha (e que não deixa de ser uma ilha também) já teve conflitos em seu interior, causados pelo povo Cabano, bem mais do que qualquer outro município do Marajó. Não que ele seja um ponto estratégico, uma área de importância econômica, tenha mulher gostosa ou coisa do tipo, acontece que o povo cabano não passava de uma gentalha, que só queria mesmo causar pavor na população e nada mais que isso.

História[editar]

Farinheiro poser morador de Cachoeira do Arari (ele acha que tá abafando).

Assim como muitos lugares inóspitos do mundo, principalmente na Amazônia, Cachoeira do Arari surgiu de um grupo de índios que tiveram o azar de se perder para essas bandas, enquanto procuravam o povo Maia para prever alguma coisa em 2012, depois de terem o seu GPS molhado (e, portanto, quebrado), devido às chuvas que vivem a cair pela tarde Paraense. Chegando nesse fim de mundo, os índios resolveram se suicidar massificamente, mas não por motivos religiosos ou coisas do tipo, mas sim por eles acharem que isso era muito mais viável do que viver como um grupo de segregados espaciais e sociais, sem nenhum aparato tecnológico, ou mesmo uma banda larga 3G naquele lugarzinho.

Após essa catástrofe que ninguém mais soube e pouca diferença fez, um fazendeiro chegou àquele lugar, e lá decidiu construir a sua humilde fazendinha de trocentos equitares, sem nem pedir autorização do IBAMA ou coisa do tipo. Ao se instalar por ali, os fantasmas dos índios defuntos viviam a assombrar as redondezas, o que fez com que o fazendeiro construísse uma Igreja no local para espantar os espíritos malígnos que ali xeretavam.

As pavimentadas ruas de Cachoeira do Arari não são recomendadas para carros.

Tal igreja de Nossa Senhora da Conceição começou a atrair um bando de fiéis ribeirinhos e citadinos, que sempre apareciam para agradecer o descanso eterno das almas perdidas dos índios que subiram para o andar de cima. Porém, o povo não queria somente rezar por ali, eles queriam morar ali, o que despertou a ira do fazendeiro criador da Igreja, que os mandou pastar em outra freguesia ou buscar uma Igreja Universal do Reino de Deus ao invés da sua.

Insatisfeitos com essa ousadia, outros fazendeiros foram à sede estadual (Belém) para reclamar o direito de construir uma vila em Cachoeira do Arari, coisa que acabou sendo acatada, haja visto que se aproximavam as eleições e o governador do Pará estava afim de uma reeleição. Com uma lei de número 6.666, o início da vila de Cachoeira começou, ganhando proporções magnânimas principalmente de fazendeiros, afinal, que pobre conseguiria chegar naquele lugar sem um barco? Só se eles se perdesse e fossem parar ali, assim como aconteceu com os índios no início da historinha.

Geografia[editar]

Cachoeira? Que cachoeira? Ali não tem nada de quedas d'água, é tudo alagado, o que acontece é um fenômeno somente no verão em que surge (do nada) uma quedinha d'água, feita pelo desnível do rio, nada de mais.

Clima[editar]

Seu clima é superúmido, ou seja, mais molhado do que um porífero sozinho em um oceano.

População[editar]

Imagem do Museu da Cidade. Depois das Bibliotecas, esse é o lugar mais fenado da cidade.

Contando atualmente com quase 19.000 habitantes (segundo os dados do IBGE de 2007, que provavelmente fez merda em mais uma contagem da população), Cachoeira do Araria já pertenceu várias vezes a Ponta de Pedras, de onde vivia se separando só para gastar mais papel criando leis inúteis.

Educação[editar]

O lugar conta com duas bibliotecas do tempo em que o Diabo era menino e que estão fenadas desde a sua criação, haja visto que a cultura da população ainda está estagnada em 1900 e guaraná com rolha.

Cultura[editar]

Na falta de uma cultura própria, os ararienses se satisfazem com a cultura de Belém, dançando Carimbó e outras coisas caboclas e que não tem nada demais.

Turismo[editar]

Suas manifestações culturais restringem-se à festa em honra à Nossa Senhora da Conceição, que ainda está em plena atividade no local, mesmo com o crescente aumento de evangélicos e ateus no local.

Depois dessa festa (que não é novidade em todo o Estado do Pará, haja visto que Nossa Senhora tem um Ibope Mara! naquela parte do Norte), Cachoeira do Arari não tem mais nada atrativo em seus outros 364 dias do ano (365, quando é ano bissexto), o que faz com que os festejos sejam prolongados por quase um mês uma semana, somente para que eles possam sugar ao máximo o dinheiro dos moradores e turistas que visitam a região para os festejos para Nossa Senhora.