Calibre 12

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Ponte-HLuz.jpg Se quésh quésh, se non quésh, dish!

Este artigo é catarinense! Já entrou em coma alcoólico na Oktoberfest, sabe o que é boi-de-mamão, tem um poster do Guga e pensa que é alemão!

Venha para o lado barriga-verde da força você também!

Velhadaslu.jpg Calibre 12 é uma velharia!

Provavelmente é de madeira, na cor bege, quadrado, gigantesco e possui durabilidade eterna. Se vandalizar este artigo, um corcel vai te atropelar!

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No Wikipedia.png QUEBROU A CARA!

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João Amorim, quando não era barrigudo e tinha cabelo na época de Calibre 12.

Cquote1.png Você quis dizer: Causa das desgraças na África depois das guerras e da fome Cquote2.png
Google sobre Calibre 12
Cquote1.png Pode levá! É tudo farinha do memo sáco! Cquote2.png
Pai pobre do começo de Calibre 12 sobre estar vendendo o filho para um pedófilo sodomizá-lo mais tarde
Cquote1.png Mariazinha! Quando voltar vou me casar contigo! Cquote2.png
Guri sendo otimista e pensando que não virará gay após ser sodomizado pelo estranho que o comprou
Cquote1.png Tá... Cquote2.png
Mariazinha aceitando de boa, já que nem se interessava por aquele guri pobre
Cquote1.png Vou cantar uma música nova minha: Uísque sem gelo! Cquote2.png
João Amorim cantando no começo do filme em um bailão
Cquote1.png AHHHHHHH! QUE MERDA! QUANDO VOCÊ PÁRA? Cquote2.png
Alguém que estava no bailão sobre as músicas de João Amorim

Calibre 12 pode ser chamado de primeira obra prima do músico e pistoleiro, João Amorim quando o mesmo decidiu virar um artista multimídia de sucesso... Embora não seja da maneira desejada.

Foi gravado em Lages e pode ser facilmente confundido com qualquer outra obra feita nos anos 80, pois a qualidade do filme é "invejável". Mesmo sendo feito nos anos 80, parece que foi feito nos anos 60, pelas vozes dos atores parecerem ter sido dubladas por algum estúdio tosco de dublagens brasileiro e por só sair fumaça dos tiros que as pessoas levam no peito.

Produção[editar]

Ator de Calibre 12, minutos antes de conhecer o tal do "calibre 12" da arma de João Amorim. Note que as expressões dos atores são as melhores partes do filme.

A parte que mais difere Calibre 12 dos outros filmes de João Amorim é justamente a produção: aparentemente é de uma longíqua época em que Lages era uma cidade que prestava, em que João Amorim era podre de rico, em que os efeitos especiais não eram tão exigentes e que putaria gratuita era o marco dos filmes gaúchos.

Por isso, os primeiros 15 minutos de Calibre 12 são justamente usados para valorizar todas as pessoas que perderam tempo produziram o filme. É nesses momentos que percebemos como será o andamento do resto do filme: um narrador idiota falando vários nomes complicados de anônimos que já devem ter ido para o saco sob um fundo vermelho com os nomes deles.

Após esses 15 minutos (que muitas vezes eram usados como cochilo nas salas de cinema) começara o verdadeiro filme... Ou não...

Zé Graça[editar]

O pesadelo começou...

Ao contrário do outro clássico de João - Obrigado a Matar - , Calibre 12 é um filme com um humor mais refinado de época. Por isso, apenas pessoas que assistiram o filme nos cinemas ou na época do VHS mesmo, acabam conhecendo alguma coisa sobre Calibre 12 e desfrutando do "humor involuntário" que só João Amorim consegue fazer. ALiás, foi nesse filme que começou a maldita maldição dos filmes de João não serem levados a sério nunca.

Por isso, podemos dizer que após 30 minutos de filme, pode ser que você não ria pois é a massa séria do filme... Mas por que parece tão séria essa parcelado filme?

A resposta é simples: aparentemente parece mais uma aula de história sobre como era a região serrana de Santa Catarina antigamente do que um filme de comédia ação. Alguns podem até achar engraçado a parte em que o pai pobre vende seu filho para um Michael Jackson da vida, mas não é para achar aquilo engraçado já que é algo comum no sul do Brasil.

Sinopse[editar]

Intro[editar]

O filme é basicamente uma montanha russa sem sentido de intrigas lageanas, closes que mostram a cara de João Amorim com uma música dramática e mulheres nuas pela serra. É um dos poucos filmes de Amorim que tem núcleos de personagens (na verdade, provavelmente seja o único que tenha núcleos de personagens). Porém, os núcleos de personagens só são recomendados a filmes que prestam, o que não é o caso de Calibre 12.

Logo no início do filme é possível ver João Amorim em seu trabalho verdadeiro. Trabalho que ele nunca deveria ter parado de fazer, pois se tem alguma coisa que João consegue fazer pior do que suas canções sobre cachaça e mortes na serra são seus filmes.

Após o bailão e após ter matado meio mundo de quem estava presente no recinto, João Amorim vai caminhando pela cidade e acaba testemunhando uma das cenas ilustres de Calibre 12 em que um pai está comercializando suas crianças para um velho tarado de Florianópolis.

É aí que aparece os tais closes dramáticos dos atores. O close é tão realístico que você se sente no filme do Arnold Schwazenegger e sua feição de debiloide... Após a música diqualidadi, a cena fecha para o núcleo de jovens arruaceiros.

Eles ficam dirigindo por aí, bebendo gasolina e viajando pela serra com seu bug movido à manivela. Além disso, esses jovens no final irão ser importantes... de alguma maneira. Mas no começo do filme apenas servem para mostrar uma mulher que fazia parte do grupo tirar roupa e ir em um riacho, fazendo a câmera ter um efeito "caleidoscópio" simulando as sensações que o roteirista teve ao escrever o filme após provar o pacote de LSD que haviam oferecido.

Depois de focar no núcleo da putaria, foca no núcleo inimigo de João, que são os bandidos mal intencionados que ficam na serra. Ironicamente, o som é tão ruim que dúvidas pairam no ar o tempo inteiro para saber o que os atores disseram. Em breve, faz 45 minutos de filme e ninguém entendeu sequer uma parte da história.

Clímax[editar]

Calibre 12 chega ao seu clímax após uma hora de filme. De alguma forma, gravaram tantas cenas aleatórias e sem-sentido que não dá nem para saber quando deveria começar o filme. Por exemplo, nos 30 e poucos minutos de filme, aparece um casal brigando com o fusca atolado na lama. Quando esse casal volta a aparecer? Qual a relevância desse casal para a trama sem sentido de Calibre 12? Ninguém sabe. Ninguém quer saber...

Mas acontece de, um certo momento, "João Cantor" conhecer outro instrumento que fazia apenas uma nota e que servia para despachar gente para o inferno. E assim, João descobre a vocação para pistoleiro e vai arranjar confusão nas serras lageanas, atirando nos bandidos que ficam nas rochas.

Outra coisa nonsense é que nunca é dito que são bandidos, apenas que estupram mulheres e que João Amorim atira neles por simplesmente serem "suspeitos". A influência desse fator no filme é tamanha que até hoje a polícia de Lages atira apenas nas pessoas "suspeitas"... Ou seja, as pessoas que usam a camisa do Grêmio.

Depois de muitas cenas em que Amorim mata todos os capangas do "chefe" (que até hoje ninguém conseguiu decorar a cara, já que todo mundo se vestia igual), ele acaba sendo encurralado e desarmado. É aí que João dá uma de X9 e diz:

Cquote1.png Sou eu! o João Cantor! Não se lembra? Cquote2.png
João AMorim querendo se safar, por estar sem pistolas
Cquote1.png Ahhhh! Foi você o bastardo que destruiu o meu bailão no começo do filme? Agora é pessoal... Cquote2.png
Chefe da quadrilha sobre o "João Cantor"

Fim[editar]

No final, João Amorim fica com a loira, ele mata os jovens arruaceiros após uma briga de bar (em que as pessoas caíam no chão com um grito que mostrava toda expressão de dor ou de um orgasmo) e todos aprendem uma boa lição: nunca dê um rifle Calibre 12 para um músico serrano, pois ele pode baixar o santo e a coisa ficar feia.

Vídeo[editar]

Ver também[editar]