Call of Duty

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Virtualgame.jpg Call of Duty é um jogo virtual (game).

Enquanto isso, um Titã destroi um centro de cidade.


Calf Dut
Call of Duty.png
logo da série
Gênero tiroteio exacerbado
Desenvolvedor Treyarch
Publicador Activision
Plataforma de origem Xbox
Primeiro lançamento Call of Duty 1 (1993)
Último lançamento Call of Duty: Black Ops 4 (2018)

Call of Duty (em inglês Ligação da Alemanha Chamado do Dever) é a mais saturada série de jogos de videogame jamais criada. Atualmente encontra-se no seu 155º jogo, sendo que os 154 títulos anteriores foram exatamente iguais. Acredita-se que os jogos de Call of Duty fazem parte de um grande plano para desmoralizar a indústria dos games ao trazer centenas de títulos sem a menor originalidade e todos esses sempre uma inexplicável recorde de vendas, como maneira de dizer que todo fã de videogame é um retardado imbecil filhinho de papai criança criada a leite com pera.

Desenvolvimento[editar]

Os primeiros jogos de Call of Duty foram criados para o entretenimento das massas populacionais apresentando ao jogador a possibilidade de se ro protagonista de um indiscriminado genocídio de emos (seguidores de Adolfinho). No inicio foi criado por punks que queriam uma forma de diversão fora das ruas, já que nelas travecos e emos são mortos sem dó, geralmente por parceiros da mesma espécie. Daí a origem do nome da franquia que fala do nosso dever de proteger a população não infectada pela viadagem.

Ironicamente, posteriormente os próprios fãs de Call of Duty tornariam-se emos afrescalhados uma vez que apenas filhinhos de papai tinham acesso ao jogo,e os títulos tiveram que se reinventar com cenários mais modernos e abordagens mais contemporâneas como por exemplo trazer a possibilidade de zoofilia em Call of Duty: Ghosts ou de jogar usando travetsis em Call of Duty: Black Ops III.

Jogabilidade[editar]

Todo jogo de Call of Duty é do gênero fps genérico, ou seja, você tem uma pistola, uma faca, um rifle e deve atirar em tudo o que se mover na tela. Porém a grande característica marcante e comum a todos jogos da série é a possibilidade de zerar as suas campanhas em menos de 30 minutos, que estão ali sempre claramente somente para encher linguiça, pois o foco sempre foi no multiplayer, que desde sempre é uma porcaria cheia de lags.

Foi Call of Duty que inventou soldados com poderes de Wolverine, os quais podem tomar saraivadas de tiro no peito que bastam se esconder atrás de uma caixa ou tronco que em alguns segundos já estão totalmente regenerados. Por outro lado o jogo também popularizou a faca como a arma mais mortal da história de todas as guerras, pois uma facada no pé já é o bastante para matar um nazista que aguentar ser fuzilado na testa.

A inteligência artificial vivenciada em todos os jogos também é uma característica marcante da série. Os seus amigos, se controlados pela máquina, são sempre completos inúteis e os figurantes amam ficar passando na tua frente para tomar tiro por você e morrer rapidamente.

Público-alvo[editar]

O típico jogador de Call of Duty é um moleque de 12 anos que só coça saco e joga o dia inteiro, portanto você não tem chance contra eles no multiplayer. Se você estiver usando um headset prepare-se para ouvir vozinhas finas reclamando da sua noobice. Além disso todo mundo que joga Call of Duty adora uma pistola, mas como não conseguem uma de verdade ficam pegando numa virtual. Não existe registros de mulheres que jogam esse troço, no máximo lésbicas bem sapatões ou tomboys de 12 anos de idade.

Recentemente a série tem tentado atrair um novo público, lançando jogos com cachorros, no espaço ou com a opção de usar um personagem travesti, mas não deu muito certo, apenas crianças de 3 a 12 anos de idade mental continuam consumindo Call of Duty.

Séries[editar]

Call of Duty: Cabras da Peste, mais uma tentativa fracassada de inovar desde Call of Duty: Ghosts.

Segunda Guerra Mundial[editar]

Os primeiros jogos de Call of Duty (Call of Duty 1, Call of Duty 2, Call of Duty 3 e seus caça-níqueis relacionados) se passam no cenário da Segunda Guerra Mundial. Infelizmente, porém, ninguém na Activision estudou história e para eles a Segunda Guerra Mundial se resume à Batalha de Stalingrado e o Dia D (lembraram do Japão só no Call of Duty 3), então os 15 jogos dessa série são tudo a mesma coisa, das mesmas batalhas.

Esses jogos foram muito bem aceitos pelos norte-americanos, povo conhecido por seu patriotismo, pois o game nos trás um bom exemplo de soldados universais que existiam na década de 40, pois só faleciam depois de levar 3.257 tiros ou 7 granadas na cara, isso porque ainda ficavam recuperando suas vidas quando coletavam umas caixas de chá verdes, o que os tornavam quase que imortais, esses heróis da nossa sociedade.

Modern Warfare[editar]

Em 2007 surge o Call of Duty 4: Modern Warfare, e depois umas 50 sequências incluindo Call of Duty: Modern Warfare 2 e Call of Duty: Modern Warfare 3 que se recusaram a se chamar de 5 ou 6, confundindo-nos sobre qual jogo da série estamos jogando. Agora o jogador pode apreciar uma modernidade distópica e preconceituosa na qual russos são todos um bando de malucos bêbados, fanáticos e os árabes um bando de analfabetos miseráveis e devemos passar longos jogos matando essas duas subespécies.

Black Ops[editar]

Em 2010 é lançado o Call of Duty: Black Ops tentando trazer o jogador agora para a Guerra Fria, que sabemos não aconteceu nada então a Activision precisa assassinar tudo o que aprendemos nos livros de história e inventar guerras nada críveis que depois precisamos suportar nas 45 sequências, incluindo Call of Duty: Black Ops II e Call of Duty: Black Ops III que mais parecem Modern Warfare.

Não esqueceram dessa merda, então lançaram o Call of Duty: Black Ops IIII (sim, o pessoal da Activision não estudou algarismos romanos) em 2018.

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